O que fazem as empresas de recolocação e gestão de carreira?

Com o auxílio de pessoas especializadas, voltar ao mercado pode se tornar mais fácil.

Perder um emprego nunca é algo bom, porém, a forma a qual a pessoa enfrenta esse período é o aspecto mais importante para conseguir seguir em frente e conquistar novos objetivos de vida no futuro, ainda mais com a crise que se instalou em 2017. E para aqueles que desejam a recolocação no mercado, é um consolo saber que hoje existem empresas especializadas nesse assunto e que elas estão dispostas a auxiliar o profissional a reconquistar sua carreira.

Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, comenta que o processo de recolocação de mercado, chamado de outplacement, é um dos procedimentos que os profissionais desligados de seus empregos mais procuram quando entram com contato com a Outliers. “O objetivo geral do outplacement é estudar, junto com o profissional, a solução para a sua carreira, levando em conta o que o mercado oferece, a experiência da pessoa e suas metas”, resume Madalena.

A especialista diz que nesse processo é diagnosticado, planejado e desenvolvido um novo plano de ação personalizado para cada profissional, voltado inteiramente para resultados efetivos e contínuos e para a conquista do objetivo do profissional. Porém, para que isso seja alcançado, vários passos precisam ser seguidos.

Uma das atitudes que precisam ser tomadas durante o processo de recolocação é a reformulação do currículo. “Seu currículo é seu cartão de visitas e a empresa de recolocação lhe auxiliará a deixá-lo ainda mais atraente. Além disso, é preciso que ele esteja acessível na internet durante 24 horas por dia, e uma boa ideia para isso é investir no LinkedIn, a maior rede social voltada para negócios no mundo. Esse é um dos serviços oferecidos pela Outliers: a atualização do currículo juntamente com a atualização de perfis em redes sociais de profissionais, fazendo com que a pessoa tenha maior visibilidade para conquistar um bom emprego e a desenvolver conexões com mais profissionais”, explica Madalena.

O LinkedIn auxilia na manutenção do networking, outra atividade importante para manter-se no mundo dos negócios e ser lembrado pelas outras pessoas, “afinal, quem não é visto, não é lembrado”, conta a especialista. Mas além do networking e do currículo, faz parte do trabalho de recolocação apoiar o profissional durante todo o processo de transição, afinal ninguém passa a vida procurando emprego, esta é uma tarefa para os especialistas.

Realizar assessments para avaliar pontos fortes e pontos a serem melhorados, comportamento do profissional frente aos diversos desafios que o mercado apresenta, e a partir daí mapear o mercado alvo. “Com o plano de ação em mãos está na hora de preparar o profissional para processos seletivos, negociá-los no mercado fechado, apresentá-los para consultorias de RH assim como para headhunters ou empresas parceiras e desenvolver processo de Coaching de Carreira para que o mesmo esteja com autoestima em dia, motivado e pronto para encarar a competitividade”, revela Madalena.

Prepará-lo para um Plano B de carreira ou ainda empreender em seu próprio negócio também tem sido um trabalho realizado pela Outliers Careers e que tem feito grande diferença para os profissionais acima dos 50 anos, até porque a maioria não se prepara para este momento.

Madalena então simplifica o trabalho das empresas de recolocação. “De forma resumida, o trabalho de recolocação no mercado consiste no aconselhamento, apoio, orientação e estímulo ao profissional demitido, preparando-o técnica e psicologicamente para as oportunidades de mercado, bem como para o planejamento de sua carreira e cumprimento de metas e objetivos”, conclui.

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Dicas para retornar ao mercado após os 50 anos de idade

Confira as principais vantagens de contar com um trabalhador mais experiente.

Conquistar uma vaga de emprego nunca é fácil. Se os jovens reclamam da atual situação dos negócios, o que dizem os profissionais acima dos 50 anos que desejam retornar ao mercado? Para eles a situação pode ser ainda mais complicada, mas independentemente disso, os profissionais mais experientes estão cada vez mais decididos a retornarem ao mercado de trabalho e manterem-se ativos em suas vidas pessoais e profissionais, sendo responsáveis pelo seu equilíbrio financeiro. “Hoje uma pessoa de 50 anos pode ser considerada jovem. A expectativa de vida está cada vez maior e as pessoas estão mais ativas e ligadas no mundo, pois perceberam que mesmo após os 50 ainda têm muito tempo de vida para aproveitar e alcançar seus sonhos”, explica Madalena Feliciano, diretora do Instituto Profissional de Coaching

Mas para retornar ao mercado podem ser precisos que sejam tomadas algumas atitudes – e são sobre essas atitudes que a especialista comenta. “Para voltar ao mercado é preciso estar atualizado – e isso significa estar online. Utilize a internet a seu favor para aprender novas técnicas e estar sempre por dentro do que acontece na sua área. Além disso, ter perfis atualizados em redes como o Facebook, Linkedin, Twitter, etc., podem ajudar a retomar o contato com pessoas já conhecidas e aumentar ainda mais o seu networking, o que é sempre importante” sugere Madalena.

Também é importante estar com o currículo revisado e arrumado – consulte um expert para lhe ajudar se for necessário, – e estar disposto a participar de entrevistas para empregos temporários ou até mesmo aqueles que não lhe interessem muito. “Essas entrevistas servem para você praticar suas habilidades de entrevistado e melhorar pontos que lhe incomodem”, comenta a especialista.

Use a idade a seu favor: mostre que você tem muita experiência, e, ainda assim não se acomodou. “Considere as vantagens que você ganhou com a idade, como maturidade, responsabilidade, experiência, equilíbrio, uma perspectiva mais realista, etc., e mostre isso para seus futuros empregadores”, ressalta Madalena.

A especialista lembra que o profissional jamais deve mentir sobre sua idade – e que também deve cuidar da sua aparência. “Querendo ou não, nosso visual é o nosso cartão de visita – e, como já diz o ditado, não existe segunda chance para causar a primeira impressão. Boa aparência não se trata de beleza, e sim de saber se portar, com roupas certas para cada ocasião, cabelo arrumado, barba bem feita, etc”, lembra Madalena.

Tenha sempre em mente que idade é um estado de espírito, e que mesmo com cabelos brancos, seu talento e sua atitude positiva podem contar muito mais do que sua data de nascimento. “Esteja sempre disposto a aprender e mostre que o empregador terá muitas vantagens ao lhe contratar – vantagens que vão além da experiência”, conclui a especialista.

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As perguntas incomuns em uma entrevista de emprego

Por mais estranhas que podem ser as perguntas de uma entrevista de emprego, o candidato não deve se deixar abalar.

Para boa parte dos candidatos de processos seletivos, a entrevista de emprego é motivo de desconforto e nervosismo, mesmo se as perguntas forem as de praxe: quais seus pontos fracos e fortes, onde se enxerga daqui 10 anos, etc. Mas, e se os questionamentos feitos pelo entrevistadores forem totalmente sem nexo, ou, no mínimo, inusitados?

O site Glassdor, uma comunidade online especializada, analisou cerca de 150 mil perguntas feitas em entrevistas de emprego, compartilhadas pelos usuários da rede. Ao todo, eles determinaram as 25 questões mais esquisitas feitas em processos seletivos. A Google lidera o ranking da companhias que costumam fazer perguntas de coisas atípicas, além da Hewllet-Packard (HP) e a Amazon, que também integram a listagem.

Confira, abaixo, alguma destas perguntas:

– “Quão sortudo você é e por quê?” – Airbnb, em entrevista para vaga de administrador de conteúdo.

“Se você estivesse em uma ilha e pudesse levar três objetos, quais seriam?” – Yahoo!, em entrevista para vaga de analista de qualidade em busca.

-“Se você fosse uma caixa de cereais matinais, qual você seria e por quê?” – Bed, Bath & Beyond, em entrevista para vaga de associado em vendas.

-“Qual aspecto da humanidade é o seu menos favorito?” – ZocDoc, em entrevista para vaga de associado de operações.

– “Quão honesto você é?” – Allied Telesis, em entrevista para vaga de engenheiro de software.

Segundo Madalena Feliciano, diretora geral do Outliers Careers, apesar de perguntas como estas serem mais frequentes em empresas altamente especializadas, nestes caso, é preciso manter a calma. “O candidato bem preparado, se ele realmente for adequado para a empresa, sairá desta situação com um bom jogo de cintura”, ela explica.

Madalena ainda lembra que é importante que o entrevistado pesquise sobre a empresa antes de realizar a entrevista. “Principalmente para empresas com uma grande história, realizar uma breve investigação mostra interesse sobre o assunto, além de um bom preparo prévio”, pontua. “Não dá para adivinhar quais serão as perguntas feitas na hora da entrevista, mas um bom profissional deve estar preparado para qualquer situação”, finaliza.

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Por quanto tempo você quer o que você quer?

Roberto Camanho

Perenidade é uma palavra instigante. Quando pensada no âmbito do mundo corporativo, “perenidade” nos remete à ideia de uma empresa que resistirá ao tempo, terá continuidade e sustentação apesar das mudanças econômicas, sociais e organizacionais. Ao pensarmos em termos mais pessoais, temos outras variáveis como, por exemplo, o comportamento humano.

Inquieto, criativo e curioso, às vezes mais ousado, outras tantas, mais medroso. O fato é que o ser humano é complexo e nesse jogo de forças que trata secretamente entre o mental e o emocional, encontrar um ponto de equilíbrio é sempre um desafio.

Trabalhando ao lado de parceiros da minha mesma geração e observando quase que diariamente inúmeros alunos mais jovens e menos descompromissados do que eu, me surpreendo em notar o quanto os desejos andam perecíveis, o quanto as conquistas perdem rapidamente seu significado e seu efeito de realização, de “agora estou feliz”.

O que acontece, então? Nos tornamos uns eternos insatisfeitos? Perdemos a capacidade de escolher sozinhos nossos sonhos?

Ficamos perseguindo sonhos massificados e, por conta disso, eles não têm a mínima durabilidade? Espero que possamos descobrir o quanto antes que aquele vazio interno não será preenchido pelas visitas ao shopping, à concessionária de veículos ou na troca da mobília.

Nada contra o consumo, desde que consciente. E nossa conversa aqui é outra: da conquista de um conforto interno, sentir-se à vontade com quem somos.

Talvez nos falte sermos mais seletivos em nossos objetivos. Talvez nos falte mais propósito ao sonhar; entender melhor quem realmente somos, quais os nossos valores e gatilhos emocionais e motivacionais; qual a fronteira entre o “que eu quero” e o “que querem que eu queira”.

O tempo é precioso demais para investirmos anos em algo que vai nos satisfazer por poucos dias, não acham? Essa é uma pergunta importante para se fazer a si mesmo. E eu te pergunto: então, o que temos pra hoje? Vamos levantar todas as manhãs, arregaçar as mangas e lutar pelo quê?

Fique um pouco quietinho e se pergunte: quem de fato eu sou? Ou melhor, quem eu sou quando o expediente acaba e eu não sou mais o agente produtivo ligado a um CNPJ? E este ser, gosta do quê? O que quer da vida?

Se sua principal busca no momento é por uma renovação profissional ou de carreira, essas perguntas continuam válidas, porque você precisa ser feliz para fazer bem feito, seja lá o que for a que se propuser. E para um repaginar profissional, entram novas questões. Que competências eu tenho? Qual meu perfil profissional? Para que novos horizontes eu já estou pronto e que outros conhecimentos preciso adquirir para fazer a tal virada desejada?

Sim, porque um economista não se torna médico em um fim de semana. Alguém de 1,90 m de altura não conseguirá ser um jóquei. Aos 60 anos não é mais possível ser um acrobata do Cirque du Soleil. Então, sonhe muito, sonhe grande, mas dentro do mínimo da racionalidade.

Como, então, migrar da etapa sonho para a etapa de construir a realidade? Avalie criteriosamente se você tem condições de realizar o que está se propondo. Querer é poder, mas não é bem assim…é preciso querer o que se pode executar.

Quais as suas crenças? Quais seus valores? Que valores está disposto a corromper para conquistar um novo cargo ou posição? Com que ferramentas você conta para ir em busca do sucesso? E o que é o sucesso para você?

Longe de minha intenção apontar caminhos ou dar conselhos. Meu papel aqui é trazer ganchos para reflexão. E um deles é sobre a busca de um propósito.

Todo mundo tem uma vocação íntima para ajudar o outro, para construir algo relevante. Produzir algo só tem valor quando o fruto dessa produção impacta positivamente a vida de outros, na sociedade, na família, no meio em que se vive. O que você constrói ajuda a quem?

Dinheiro não é uma mola que se sustenta sozinha, precisa de outras engrenagens para funcionar. Só salário alto não mantém ninguém motivado a longo prazo.

Você precisa descobrir seus indicadores de sucesso para começar a construí-lo de forma consistente. Lembra da palavrinha que abrimos essa conversa? Perenidade!

Então, talvez já tenha passado da hora de entender o mundo por novos códigos de conduta. O ser humano precisa de novos valores. Um mundo “menos” Adam Smith e “mais” John Nash, creio eu.

Eu estou fazendo minha lição de casa. Meu exercício de me analisar crítica e constantemente. Seja seu próprio crítico. Com generosidade, por favor. Você tem valor. E muito. Mas sem autopiedade e vitimismo.

Roberto Camanho conduz decisões que envolvem orçamentos de bilhões de reais, participa de projetos de pesquisa em processos decisórios e publica trabalhos em congressos internacionais. No Brasil, é pioneiro na aplicação de metodologias de apoio a decisões estratégicas. Desde 1996, atua em empresas dos setores financeiro, aeroespacial, petroquímico, de energia, papel e celulose, mineração, de infraestrutura e agências governamentais – camanho@robertocamanho.com.br

O que seu currículo deve ter para se destacar?

Especialista fala sobre a necessidade de um currículo atualizado.

Na hora de procurar um novo emprego, as pessoas normalmente pensam no que elas querem fazer, quanto elas querem ganhar e no momento da entrevista. Poucos candidatos pensam no que vem antes de tudo isso: a apresentação do profissional. E isso é feito, primeiramente, por meio do currículo.

Muitos ainda pensam que o Curriculum Vitae (CV) não passa de um pedaço de papel e o importante é o que será apresentado na hora da entrevista presencial. O que essas pessoas não percebem é que, devido ao grande número de candidatos que as empresas geralmente recebem, o currículo acaba sendo, por diversas vezes, o único contato que o profissional tem com a empresa contratante. “O currículo é sua porta de entrada para qualquer lugar. Sem um documento apresentável, dificilmente o entrevistador, ou quem quer que seja que analise os currículos dos candidatos, vai se interessar por você”, afirma Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers.

A especialista orienta que um bom currículo deve conter as informações básicas do profissional, além de toda e qualquer outra informação que seja relevante para a sua contratação. “Nome, telefone e e-mail profissional (sem apelidos) são essenciais, mas não pode parar por aí. Informações sobre sua formação universitária e cursos paralelos, como de idiomas ou de outras habilidades também são muito importantes. Seu objetivo com aquela entrevista, além de um resumo das suas qualificações e experiências profissionais não podem ser deixados de lado. Caso você trabalhe ou já tenha trabalhado com filantropia também adicione essa informação, pois é um diferencial”, explica.

Madalena diz que, ao mesmo tempo em que o currículo deva ser claro e objetivo, a pessoa não pode se acanhar. “Ao falar de suas habilidades, não tenha medo de fazer um pouco de marketing pessoal, apresentando casos de clientes anteriores e que obtiveram sucesso com sua ajuda, por exemplo. Para quem nunca trabalhou e está atrás de uma primeira experiência, não é preciso pânico, afinal, esse é o momento de demonstrar, seja por meio do currículo ou ainda na entrevista, que você já está buscando garantir seu futuro, e exaltar isso também é importante. O problema principal nessas horas são as mentiras, que têm pernas curtas acabam sendo um tiro no próprio pé”, alerta.

A profissional fala também que muitas pessoas estão diferenciando seus currículos cada vez mais pela tecnologia. “Muitos jovens estão produzindo seu currículo ou até mesmo seu portfólio de maneira mais dinâmica, com vídeos, animações e fotos. Isso pode mostrar ao recrutador que você é uma pessoa criativa e que gera novas ideias, fazendo você se destacar. Experiências internacionais também estão contando bastante pontos atualmente”, conta.

Além disso, Madalena diz que estar sempre atualizando seu CV pode ser importante para você nunca esquecer de nada. “Muita gente acaba deixando de lado e só vai atualizar na última hora para mandar, por isso é sempre bom indo atualizando a cada experiência que você tem. E para quem não sabe qual a melhor forma de montar seu CV, existem milhares de modelos na internet ou você pode buscar ajuda de pessoas especializadas no assunto que ajudar nessa tarefa. E caso você for montar sozinho, a dica principal é não esquecer de mostrar seus diferenciais”, conclui Madalena.

Saiba como se comportar da forma correta ao falar sobre a sua antiga empresa

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Durante a nova entrevista de emprego, entenda que falar mal dos antigos empregadores é sempre uma má ideia.

A demissão faz parte da trajetória de muitos, ou melhor, de quase todos os profissionais em pelo menos algum momento. São vários os motivos para que a empresa tome esta decisão, que podem variar desde um comportamento inadequado do funcionário, falta de resultado, ou simplesmente quando a empresa deseja passar por mudanças e “renovar o pessoal”, entre dezenas de outros motivos.

Porém, muitas vezes o profissional que é demitido não aceita a situação da melhor maneira. “O ideal é aprender com o acontecido, tirar um aprendizado da situação, levantar a cabeça e buscar um novo emprego”, comenta Madalena Feliciano, gestora de carreira da Outliers Careers.

Mas, é aí que muitas vezes que surge a dúvida na cabeça desse profissional: quando eu estiver em uma nova entrevista de emprego, como devo me comportar? Como falar do antigo emprego? Sabendo dessas dúvidas que surgem na cabeça do profissional, Madalena oferece algumas dicas para enfrentar essa situação da melhor maneira possível.

O primeiro passo é não mentir. “Se você mentir e o entrevistador descobrir, as suas chances de conseguir o trabalho serão extremamente reduzidas”, exalta a especialista. Quando o profissional fala a verdade, ele mostra credibilidade, humildade e integridade. “Ele não é a única pessoa do mundo que já foi demitida – quem sabe, até o próprio entrevistador já passou por isso”, comenta.

Outra atitude importante que o entrevistado deve ter é não ficar na defensiva e ter humildade o suficiente para reconhecer o que o levou a ser demitido. “Não adianta ficar procurando culpados e falando mal da sua antiga empresa pelos quatro cantos, isso só prejudicará a sua imagem – e carreira”, ressalta Madalena. “Em vez disso, assuma as responsabilidades pelos seus atos”.

Já sabe o motivo que levou a sua demissão? Então construa uma resposta clara – e a verbalize de forma concisa e breve. “Fale exatamente o que aconteceu e como você aprendeu com essa experiência. O que você faria de novo? O que faria diferente? Se precisar, escreva isso em um papel,” sugere. A maioria dos entrevistadores não espera um relato detalhado do que levou à demissão, apenas um breve motivo. “E mais uma vez, não culpe seu antigo chefe ou empresa”, exalta.

Caso necessário, pratique a resposta para si mesmo, na frente de um espelho ou em um lugar silencioso em que consiga colocar seus pensamentos em ordem. Diga alto, para você mesmo, o motivo que o levou a demissão, sem se exaltar ou parecer forçado. “O entrevistador presta mais atenção na forma com a qual você se expressa do que naquilo que você está dizendo. Concentre-se em falar sua resposta da melhor forma e fazer com que os outros o entendam dessa maneira – calma, sutil e humilde”, conclui Madalena.

Dicas para conquistar um emprego e como conciliar a maternidade com a carreira

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O ano novo traz consigo muitas mudanças, novos desafios – e novas vagas de emprego. Com isso, uma das transformações que pode ser observada logo no início do ano diz respeito ao trabalho, que muitas vezes é acompanhado de uma promoção ou até mesmo da oportunidade de ser empregado por uma empresa que você sempre quis trabalhar, mas que nunca esteve disponível – até agora. Essa também é uma ótima época para pessoas que estão fora do mercado e desejam voltar a trabalhar, porém, para passar por cima desses novos desafios e conquistar uma vaga muitas vezes é preciso enfrentar algo que vários profissionais ainda temem: a entrevista de emprego.

Para enfrentar esse obstáculo de forma segura e alcançar os objetivos pretendidos, algumas orientações podem ser seguidas a fim de causar uma boa impressão na entrevista de emprego – e, com isso, estar mais perto de conquistar a tão sonhada vaga. Madalena Feliciano, gestora de carreira da empresa Outliers Careers, comenta que, independente da empresa a qual será feita a entrevista, existem atitudes “genéricas” que devem ser sempre tomadas. “É claro que os locais de trabalho mudam. Há empresas que é preciso ir vestido de forma mais formal, já outros locais permitem uma maior liberdade de vestimenta – porém, independentemente disso, há peças de roupa que devem ser deixadas de lado. Para mulheres, aquelas que são muito curtas, justas, e que têm decote são uma má opção, assim como para os homens, o ideal é estar com a barba bem-feita e, para ambos os sexos, nem pensar em usar roupas sujas ou malpassadas”, diz ela, que completa “aparência não é tudo, mas é seu cartão de visitas e responsável por causar a primeira impressão – ou seja, é extremamente importante”.

Mas além da aparência, existem muitos outros aspectos que serão avaliados durante a entrevista, – e é preciso que o profissional saiba como se comportar frente a tudo isso. “Um erro comum é o entrevistado estar muito ansioso para convencer o recrutador de que ele é a pessoa ideal para aquele cargo, e, nesses casos, pode acabar pecando pelo excesso. O ideal é que haja o equilíbrio: o profissional tem que mostrar-se interessado, proativo e com atitude, porém, não deve falar demais – essa é uma atitude extremamente condenada. Ser claro e objetivo é a dica que dou para as pessoas”, explica Madalena.

Ainda sobre esse aspecto, outros erros comuns acontecem quando o profissional se supervaloriza a fim de tentar impressionar o recrutador ou responde perguntas que não foram feitas, tornando-se chato e prolixo. “Por exemplo: ser criativo é algo que conta muitos pontos. Porém, apenas dizer que é criativo, não. Nesse caso, é melhor não dizer nada – se você realmente for criativo, o seu portfólio vai deixar isso claro, sem precisar de reafirmação. No caso das perguntas, caso não entenda o que foi questionado pelo recrutador, seja honesto e peça para que ele repita o que foi dito. Divagar sobre algo que não foi questionado é uma falha que não deve ser cometida – e é fácil de ser evitada. Só responda o que for perguntado – e faça isso de forma enxuta e clara. Entrevistadores não suportam profissionais que falam demais durante a entrevista – ainda mais se for algo que não foi anteriormente questionada”, exalta a especialista.

Outro ponto extremamente importante é o horário: ninguém gosta de contar com pessoas que não são pontuais. “O atraso desqualifica qualquer profissional, portanto, para evitar que haja problemas dessa natureza no dia da entrevista, programe-se com antecedência, – e, se for preciso, chegue antes do horário”, ressalta Madalena.

Uma dica que a especialista oferece é: pesquise sobre a empresa antes de realizar a entrevista. Conheça a cultura do local, saiba qual a roupa adequada para o processo, a postura e a linguagem que devem ser utilizadas durante a avaliação, etc. “Essas são dicas básicas para quem irá passar por uma entrevista. O mais importante de tudo é falar sempre a verdade, isso transmite maior segurança e credibilidade para o entrevistador, características extremamente importantes na hora de contratar um novo profissional”.

Quanto à maternidade e profissão, pode-se dizer que, com o passar do tempo, a mulher começou a exercer funções que, antes, eram considerados masculinos- como CEOs de empresas ou, até mesmo, como presidente do país, como foi o caso de Dilma, a primeira mulher a presidir o Brasil. Além disso, diversas foram as conquistas sociais e a quebra de certos preconceitos. A mulher sempre pode tudo e agora que a sociedade está compreendendo essa situação.

Entretanto, as mulheres que desejam ser mães enfrentam uma dupla jornada: a de cuidar dos filhos e do lar, e, também, participar da renda familiar. Conquistas como estas, muitas vezes, são acompanhadas por um sentimento de culpa por deixar os filhos, ainda bebês, aos cuidados de outras pessoas, para que elas possam trabalhar fora de casa. “O maior desafio é saber lidar com a culpa, mas é preciso reconhecer que abrir mão do trabalho pode significar prejuízo financeiro e insatisfação pessoal. Assim como ser mãe, trabalhar e ganhar o próprio dinheiro faz parte dos sonhos da maioria das mulheres”, explica Feliciano. Claro, chegar cansada depois de um longo dia de trabalho é muito compreensivo, mas participar da vida de seus filhos também é essencial. Acompanhar os estudos deles, convida-los para jogar alguma coisa ou fazer algum passeio durante o fim de semana são ótimas maneiras de tomar parte da vida de seus filhos, sem sufoca-los e deixá-los muito soltos, ao mesmo tempo”.

A gestora conclui, dizendo que é preciso que as mulheres se lembrem de separar um tempo, alheio da vida profissional e maternal, para elas mesmas. “Apesar de parecer uma missão impossível, é necessário lembrar-se, sempre, de guardar um tempo para fazer alguma atividade que lhe dê satisfação, sem que ela seja feita para os outros, mas em benefício próprio. Com a correria do dia a dia, faz bem cuidar de si mesma, também”.