Crise do Zika dispara demanda por aborto

API RP 581: a metodologia da inspeção baseada em risco

Essa prática recomendada (Recommended Practice – RP), editada em sua terceira edição em abril…

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Novo estudo mostra aumento da demanda por abortos seguros de até cerca de 100% em países afetados.

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zika

Um novo estudo publicado no The New England Journal of Medicine por um grupo de pesquisadores da Universidade do Texas, Princeton, Cambridge, e da ONG Women on Web mostrou um aumento dramático na demanda por abortos seguros em países latino-americanos que emitiram alertas de saúde pública em resposta ao vírus Zika. O Brasil teve o maior aumento de demanda (108%), seguido pelo Equador (107,7%) e pela Venezuela (93,3%).

Desde 2015, um surto de Zika vírus vem afetando a maioria dos países da América Latina, Central e do Caribe. Em fevereiro de 2016, a Organização Mundial de Saúde declarou a crise do Zika como uma emergência de saúde mundial. Para mulheres grávidas, o vírus do Zika pode causar microcefalia (um problema no desenvolvimento cerebral no feto). No entanto até agora não havia dados sobre como a crise do Zika afetava a demanda por abortos seguros na região. Leis restritivas ao aborto tornam difícil a obtenção de dados precisos sobre o número de mulheres que procuram o aborto. Para contornar essa barreira, os pesquisadores coletaram dados da ONG Women on Web, uma ONG global que fornece acesso a abortos seguros em países onde não há acesso a isso. Os dados foram coletados no intervalo entre 2010-2016, envolvendo dados de 19 países latino-americanos diferentes

O estudo comparou as tendências em pedidos por abortos seguros por cerca de cinco anos e dividiu-as em dois grupos. O primeiro é do período que vai até a data em que a Organização Panamericana de Saúde (OPAS) emitiu um alerta epidemiológico sobre o Zika, em 17 de novembro de 2015 (o período de “pré-Zika”), que foi então comparado com o período após o alerta, indo até março 2, 2016 (o período “pós-Zika”). Em países em que há transmissão local do Zika e nos quais foram emitidos alertas de saúde pública para as mulheres, os resultados mostraram um aumento substancial nas tendências de baseline em pedidos de aborto no período pós-Zika.

Nos países afetados, ativistas e médicos estava relatando uma alta demanda por aborto seguro entre as mulheres afetadas pelo vírus do Zika. No entanto, este é o primeiro estudo a sugerir causalidade entre a crise do Zika e o aumento da demanda por abortos seguros na América Latina.

Dr. Abigail Aiken, professora assistente de Relações Públicas na Universidade do Texas em Austin e principal autora do estudo, declarou: “Esta pesquisa nos ajuda a entender como, após declarações oficiais do governo, os anseios sobre o Zika afetaram a vida das mulheres grávidas na América Latina. O estudo também destaca a falta de autonomia reprodutiva à qual essas mulheres estão submetidas.

Este estudo surge em um momento crucial, com a previsão da OMS de que o vírus Zika irá afetar 4 milhões de pessoas em 2017. Ele também ajuda a compreender como essa pandemia antecipada impactará a saúde reprodutiva das mulheres. Dessa maneira, essa pesquisa é um instrumento poderoso para encorajar que Estados assegurem que todos os abortos advindos dessa crise mundial de saúde sejam realizados de maneira segura, legal e acessível.

Por que o nome Zika?

Na Floresta de Zika, em Uganda, em 1947, foi identificado entre os primatas que viviam ali um vírus transmitido por meio de relação sexual e, principalmente, pela picada de mosquitos iguais ao Aedes aegypti. Em algum momento do final da primeira metade do século XX, o homem entrou nesse ciclo aparentemente harmônico entre o macaco e o vírus, e passou a ser o que se chama de hospedeiro acidental. Foi assim com o Zika e outras doenças infecciosas como malária, febre amarela e doença de chagas.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) foi condenada a indenizar a Target

Uma notícia triste para o mundo da normalização que a gente espera não interferir no desenvolvimento das normas técnicas brasileiras: a ABNT foi condenada a pagar uma multa e indenização que somam aproximadamente R$ 12 milhões à Target por uso indevido de software criado pela empresa. A decisão é do juiz César Santos Peixoto, da 26ª Vara Cível de São Paulo. A ação teve início quando a Target acionou a ABNT por uso indevido de programa de computador desenvolvido pela empresa. De acordo com a sentença, o programa chamado CIN tinha como função fornecer aos usuários informações organizadas sobre as normas técnicas brasileiras. Além disso, a empresa alegou infrações a um contrato mantido com a ABNT no passado.

A ação tinha como objetivo o pagamento de indenização por danos morais e materiais pela ABNT à Target por acusação de violação do sistema e apropriação indevida do banco de dados. A empresa, através de perícia juntada aos autos, alega que o programa foi invadido e copiado e teve seu conteúdo utilizado pela associação. A ABNT alegou que possuía os mesmos dados encontrados no sistema em seus arquivos de papel. Também afirmou que não houve cópia de programa e nem ilicitude na apropriação indevida. Porque, segundo a ABNT, os programas eram diferentes visualmente. Sustentou ainda que não houve prejuízo à empresa. A ABNT e a Target eram empresas parceiras.

Na sentença, o juiz César Santos Peixoto da 26ª Vara Cível de São Paulo reconhece o ato ilícito por parte da associação ao copiar o programa e seu conteúdo. “Ficou comprovado a utilização indevida do programa de titularidade exclusiva do autor por parte do réu, para fins de armazenamento e gerenciamento de dados referentes às normas técnicas publicadas pela entidade, mediante a cópia da estrutura e do conteúdo do banco de dados, acessados mediante violação de senha de segurança, única forma possível da obtenção do grau de similitude e manipulação das informações”, explica.

De acordo com os autos, as perícias que comprovam as cópias foram feitas mediante uma liminar concedida pela 2ª Vara Criminal de Barueri para busca e apreensão. O juiz determinou à ABNT que desinstale e pare imediatamente de usar o programa, além de multá-la em R$ 2 milhões, com juros de mora de 12% ao ano. Também condenou a ABNT “a pagar o preço da participação nos resultados decorrentes da comercialização da licença e do direito de uso, na base de 50% da receita mensal líquida, deduzidos os custos”.

Segundo o advogado Marcos Gomes Bruno, representante da ABNT, não existe qualquer cópia do software CIN ou da base de dados CIN, “pois o software e a base de dados da ABNT são absolutamente distintos”. Ainda de acordo o advogado, a Target não tem direito sobre a base de dados CIN, “pois esta é cópia da base de dados CPN-CATNOR, criada por preposto da ABNT em 1995, antes de qualquer relação com a Target”. Ele afirma que, quanto à infração às clausulas contratuais, não existe nenhuma infração no contrato mantido entre as partes no passado. O representante da associação também diz que muitos dos pedidos da Target foram julgados improcedentes.

Segundo a defesa, a perícia técnica não fez análise comparativa dos códigos fonte dos softwares. Porém, a perícia técnica demonstrou que a comparação entre a base de dados CIN e a base de dados da ABNT resulta em uma base de dados organizada em apenas 19 tabelas (base de dados CIN), contra outra organizada em 126 tabelas (base de dados da ABNT) o que induz à nítida conclusão que se tratam de bases de dados distintas, de acordo com o advogado.

Ele acrescenta que, diante da perícia feita, foi ajuizado perante o 23º Distrito Policial de São Paulo um inquérito para apurar eventual crime do artigo 342 do Código Penal (falsa perícia). Segundo o advogado, “o qual ainda se encontra em trâmite, atualmente no Instituto de Criminalística, para eventual comprovação da materialidade do crime investigado”. Por fim, afirmou que já foram apresentados Embargos de Declaração pela ABNT. Ele também ressalta que essa decisão na qual a ABNT foi condenada é de primeira instância e está sujeita a anulação ou reforma pelo Tribunal de Justiça.

Enquanto tramitava na Justiça Federal a ação que questionava o pagamento de direitos autorais, a ABNT abriu nova ação na Justiça estadual, na qual também questionava o uso pela Target da marca da associação, constantes nas normas da ABNT. O juiz responsável pelo caso, ao tomar conhecimento da outra ação que tramitava na Justiça Federal, além de confirmar o entendimento de que as normas não são protegidas por direito autoral e autorizar a Target a usar as marcas da ABNT constantes nos textos das normas, condenou e multou a associação por litigância de má-fé, por omissão dolosa da decisão da Justiça Federal. Agora, a ABNT irá apelar ao Tribunal de Justiça. Para ler a decisão de mérito, acesse o link http://www.conjur.com.br/dl/sentenca-condena-abnt-pagar-multa-target.pdf

A antecipação da tutela está em http://www.conjur.com.br/dl/tutela-antecipada-favor-target-abnt.pdf

Perícia contestada
O advogado Marcos Gomes Bruno, sócio do escritório Opice Blum Advogados Associados e representante da ABNT, pediu para que o site acrescentasse algumas opiniões dele sobre o assunto. Ele afirma que não existe qualquer cópia do software CIN ou da base de dados CIN, “pois o software e a base de dados da ABNT são absolutamente distintos”. Ainda de acordo o advogado, a Target não tem direito sobre a base de dados CIN, “pois esta é cópia da base de dados CPN-CATNOR, criada por preposto da ABNT em 1995, antes de qualquer relação com a Target”. Ele diz que quanto à infração às clausulas contratuais, não existe nenhuma infração no contrato mantido entre as partes no passado. O representante da associação também diz que muitos dos pedidos da Target foram julgados improcedentes.

Segundo a defesa, a perícia técnica não fez análise comparativa dos códigos fonte dos softwares. Porém, a perícia técnica demonstrou que a comparação entre a base de dados CIN e a base de dados da ABNT resulta em uma base de dados organizada em apenas 19 tabelas (base de dados CIN), contra outra organizada em 126 tabelas (base de dados da ABNT) o que induz à nítida conclusão que se tratam de bases de dados distintas, de acordo com o advogado. Ele acrescenta que, diante da perícia feita, foi ajuizado perante o 23º Distrito Policial de São Paulo um inquérito para apurar eventual crime do artigo 342 do Código Penal (falsa perícia). Segundo o advogado, “o qual ainda se encontra em trâmite, atualmente no Instituto de Criminalística, para eventual comprovação da materialidade do crime investigado”. Sobre a multa no valor de R$ 2 milhões, o advogado explica que trata-se de multa imposta por uma suposta violação ao contrato que as partes mantinham, não possuindo nenhuma relação com uso indevido de software. Por fim, afirmou que já foram apresentados Embargos de Declaração pela ABNT. Ele também ressalta que essa decisão na qual a ABNT foi condenada é de primeira instância e está sujeita a anulação ou reforma pelo Tribunal de Justiça.

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Derramamento de petróleo: sempre será uma tragédia ambiental

As costas marítimas do Delta do Mississipi, no Golfo do México, nos EUA, vivem uma tragédia ambiental. Embora o petróleo seja uma substância natural ao ser introduzido em um ambiente aquático comporta-se como uma substância estranha causando um grave desequilíbrio. Além de poluir as águas e a areia, impossibilita a utilização da praia pelos banhistas, o petróleo tem efeitos terríveis sobre o meio ambiente marinho.

O petróleo é menos denso do que a água e que por isso flutua nela. O óleo sobre a água forma uma camada que impede a penetração do oxigênio do ar e da luz do Sol. Assim, sem oxigênio os peixes não vivem e sem luz solar as plantas não fazem fotossíntese. No mar, as algas flutuantes são as maiores fornecedoras de alimento para os primeiros níveis das cadeias alimentares. São ainda as maiores fornecedoras de gás oxigênio para o nosso planeta. Ao reduzir a capacidade de penetração de luz na água, o petróleo compromete a atividade de fotossíntese das algas. Isso afeta as diversas cadeias alimentares aquáticas e a oxigenação da água.

O petróleo também adere às brânquias dos peixes e de outros animais marinhos, matando-os por asfixia. As aves que ficam impregnadas de petróleo perdem ou reduzem sua capacidade de voar para sair da água, podendo morrer de hipotermia.  Ao tentar limpar suas plumagens com o bico elas ingerem grandes quantidades de hidrocarbonetos e se intoxicam. Os mamíferos marinhos podem ter suas vias respiratórias obstruídas ou podem sofrer danos no sistema respiratório e na mucosa devido ao efeito das contaminações químicas. Também ingerem grandes quantidades de hidrocarbonetos, pois se alimentam de animais contaminados. Nos mangues, a poluição por petróleo causa sérios danos às populações animais, matando filhotes de camarões, siris e peixes. Assim, uma grande fonte de alimento do homem vai sendo destruída.

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Segundo os especialistas, o desastre ambiental na Louisiana tem potencial para se tornar o maior da história dos Estados Unidos. A mancha já mede 5,5 mil quilômetros quadrados e atinge boa parte da costa sul do país. A região do Golfo do México conta com uma riquíssima indústria pesqueira que inclui camarões, ostras e mais de 400 espécies de peixes, baleias e golfinhos, além de uma ampla variedade de aves e vida silvestre.

Cerca de 5.000 barris de petróleo (quase 800 mil litros) estão sendo derramado por dia no mar. A mancha se espalhou tão rapidamente que até o Estado da Flórida já declarou estado de emergência prevendo a catástrofe que está por chegar em sua costa. Diariamente, aproximadamente 79 embarcações trabalham para manter as 66 mil barreiras flutuantes, que se arrastam e contem a mancha de óleo, além de sete sistemas que colhem o petróleo e o retiram do mar. Ao todo, cerca de 2.000 pessoas estão envolvidas nas ações de emergência coordenadas pelo governo norte-americano. Além disso, seis aeronaves, 11 helicópteros, 10 veículos operados remotamente e duas unidades móveis de perfuração a pouca distância da praia foram implantados.

A chegada da gigantesca mancha de petróleo à costa americana ocorre dez dias depois da explosão da plataforma petrolífera Deepwater Horizon, que afundou dois dias depois e deixou um poço que derrama a cada dia cerca de 800 mil litros de petróleo. Uma equipe da Guarda Costeira ateou fogo a parte da mancha de petróleo, em uma tentativa de salvar o frágil ecossistema de pântanos da Louisiana. A queima controlada da mancha foi feita em uma área cerca de 50 km a leste do delta do rio Mississippi, de acordo com as autoridades. Os esforços para conter o vazamento são dificultados pela profundidade do poço, que está a cerca de 1.525 metros abaixo da superfície do mar. Engenheiros estão trabalhando na construção de um tipo de cúpula para cobrir o poço, impedindo que o petróleo chegue à superfície. Nos próximos dias, todos estarão acompanhando mais essa tragédia ambiental.

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As marcas mais valiosas do mercado

Já falei nesse site sobre o poder das marcas dos produtos em https://qualidadeonline.wordpress.com/2010/04/29/o-poder-das-marcas-de-produtos/. Antigamente, nas oficinas da época medieval, o artífice colocava o seu sinal nos produtos como ouro, prata e tecidos, que era um símbolo particular que se tornou a marca registrada do fabricante. Atualmente, a marca de uma empresa ou produto é a síntese de seus valores, mais do que um cartão de visitas, a marca é um elemento intemporal já que remete com mesmo poder ao passado, presente e futuro da empresa.

A marca representa a empresa visualmente, transmitindo, por meio das cores e do design, algo sobre a personalidade e os benefícios do produto. Dessa forma, para acreditar em uma marca e percebê-la como familiar, é preciso estar exposto a ela muitas vezes, experimentá-la, ver seu logotipo tanto e a tal ponto que marca e produto se confundam. Para tanto é fundamental a padronização desta exposição, facilitando a leitura da marca pelo consumidor, com consistência e uniformidade, em todos os seus momentos de aplicação.

Desenvolvido para as empresas do grupo WPP pela Millward Brown Optimor, o ranking BrandZ Top 100 Most Valuable Global Brands está na sua quinta edição, sendo o único estudo que combina medidas de brand equity baseadas nas entrevistas com mais de um milhão de consumidores no mundo todo, sobre milhares de marcas avaliadas sob a ótica do consumidor e do business to business. É realizado sob uma análise rigorosa da performance financeira e de negócios de cada empresa (usando dados da Bloomberg e Datamonitor) para separar o valor que a marca desempenha para gerar receita e capitalização de mercado. A percepção do consumidor com relação à marca é chave na determinação do valor da marca porque marcas são resultado de uma combinação de performance do negócio, qualidade do produto, clareza de posicionamento e liderança.

O ranking leva em consideração as variações e diferenças regionais, uma vez que mesmo entre as marcas verdadeiramente globais, a mensuração da contribuição da marca pode variar substancialmente entre paises. O ranking BrandZ identifica o valor financeiro das 100 marcas mais valiosas do mundo. O estudo é a única avaliação que leva em consideração a opinião dos consumidores com relação às marcas e demonstra seus resultados associados ao valor financeiro das marcas.

O valor representado pelas 100 marcas chega a mais de US$ 2 trilhões, com um crescimento de quatro pontos percentuais, mesmo com um cenário econômico atípico e desafiante. O Google continua sendo a número um do ranking, com um valor de US$ 114,2 bilhões. A IBM saltou da quarta para a segunda posição, com US$ 86,3 bilhões, e a Apple se classifica como a terceira do ranking, com US$ 83,1 bilhões.

Este é o primeiro ano onde todos os membros do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) estão representados no estudo. Diferente de anos anteriores, desta vez há duas marcas brasileiras no ranking: a Petrobras, em 73º lugar, e o Bradesco, em 98º. Além disso, pela primeira vez uma marca indiana entra no ranking, a ICICI, na 45ª posição.

“No passado, muitas empresas numa situação de economia instável, tomavam a decisão mais rápida e imediata de cortar seu investimento em marketing”, diz Valkiria Garré, diretora executiva da Millward Brown Brasil. “Uma nova tendência surge na onda da recessão, pois muitas empresas se conscientizaram da importância de manter ou até de aumentar os seus investimentos para apoiar a construção da lealdade e a conexão dos consumidores com as marcas”, completa a executiva.

Segundo o texto da pesquisa, há várias outras tendências:

  • Tecnologia está com tudo — Marcas de tecnologia demonstram que a nossa vida diária não existe sem a participação da tecnologia. Google lidera como a marca global mais valiosa e vale US$ 114 bilhões. IBM é a segunda e vale US$ 86 bilhões, registrando crescimento de 30%. Em terceiro lugar, a Apple teve um crescimento de 32% e vale US$ 83 bilhões. Microsoft é a quarta colocada (US$ 76 bilhões).
  • Mídia Social valorizando marcas — Facebook, o mais popular site de relacionamento social, entrou para o ranking do setor de tecnologia pela primeira vez, com um valor de US$ 5,5 bilhões. Neste ano, o uso de mídia social foi uma tendência adotada com sucesso pelas marcas. Um exemplo é o caso do HSBC que criou uma comunidade virtual para comunicação entre os expatriados para gerar relacionamento entre as várias partes do globo e seus clientes.
  • Todos os BRIC no ranking — Este é o primeiro ano que Brasil, Rússia, Índia e China estão todos representados e, reforçando a importância dos mercados emergentes, pela primeira vez há uma marca mexicana no ranking, a Telcel.
  • Gerando dinheiro com as marcas — Considerando-se as 100 maiores marcas do BrandZ como um portfólio e comparando com as 500 maiores do S&P, nos últimos cinco anos temos que os US$ 1.000 investidos no portfólio do BrandZ de 2006 até agora valem US$ 1.185 comparado com os US$ 885 investidos no S&P 500, provando que as marcas fortes se destacam no mercado de ações.
  • Marcas fortes retomam crescimento mais rápido — Marcas como Samsung, que teve 80% de crescimento (o maior registrado), e Starbucks, com um crescimento de 17%, são evidências claras de que os negócios com marcas fortes são capazes de se recuperar das adversidades de uma forma mais rápida.

Para Eileen Campbell, chief executive officer (CEO) global da Millward Brown, este ranking mostrou a grande importância de construir marcas fortes nas empresas de maior sucesso no mundo. CEOs e chief financial officer (CFOs) do mundo todo devem perguntar como suas marcas e a equipe de marketing podem alavancar as marcas tanto para proteger como para fazer crescer seus negócios.

Para acessar a pesquisa completa em inglês, incluindo detalhes por região e por categorias, clique no link http://www.millwardbrown.com/Libraries/Optimor_BrandZ_Files/2010_BrandZ_Top100_Report.sflb.ashx

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O ranking das empresas mais reclamadas em 2009

As empresas de telefonia fixa e móvel, aparelho celular, tv por assinatura e internet lideram o ranking de reclamações nos Procons de 20 estados e do Distrito Federal. Os dados fazem parte do Cadastro Nacional de Reclamações Fundamentadas 2009, organizado pela Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça.

O cadastro apresenta a quantidade de reclamações resolvidas, as não atendidas e o total de demandas dos consumidores em números absolutos e percentuais. Em 2009, os Procons fizeram mais de 714 mil atendimentos, dos quais 104 mil se transformaram em reclamações. Dessas queixas registradas, 70% foram resolvidas e 30% não foram atendidas.

O setor de telecomunicações, líder em reclamações, ficou com 39,4% das demandas. A OI/Brasil Telecom teve o maior número (5.966), seguida pela Nokia (3.598), Sony Erricson (3.526), TIM (2.376), LG (2.328), Claro (2.259), Samsung (2.202) e Vivo (2.023) – totalizando mais de 20 mil queixas de consumidores.

O segundo setor mais demandado nos Procons em 2009 foi o sistema financeiro – bancos, cartões de lojas e de crédito e financeiras – que somaram 21% das reclamações. Neste ramo de atuação, a lista é liderada pelo Itaú/Unibanco (4.360), Bradesco (1.499), Citibank (1.312), IBIBank (1.197) e Banco do Brasil (1.169).

O diretor de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça, Ricardo Morishita, ressaltou que o Cadastro Nacional tem duas utilizações: garantir a liberdade de escolha dos consumidores e auxiliar o Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC) a verificar quais são os setores que recebem mais reclamações. “O consumidor precisa saber quais empresas estão realmente preocupadas com a relação de consumo e com o serviço ou produto oferecido aos clientes”, revelou.

Em janeiro, o Ministério da Justiça deve divulgar um relatório analítico do Cadastro Nacional e convocará os setores com a maior quantidade de queixas. “É importante que eles (empresas) venham e possam informar à sociedade as providências que adotaram para diminuir as reclamações e respeitar os consumidores”, explicou Morishita.
 
“Quando mercado e opções de escolha dos consumidores são restritas a preços semelhantes ou iguais, quem perde é o cliente. Divulgar a lista das empresas que agem dessa forma é garantir acesso à informação e a oportunidade do consumidor escolher melhor seus fornecedores”, afirmou Arthur Badin, presidente do CADE.

Ranking dos fornecedores mais reclamados

Posição
Fornecedor
Atendidas
Não Atendidas
Total de Reclamações
Quantidade
%
Quantidade
%
OI / BRASIL TELECOM
3.164
53,0%
2.802
47,0%
5.966
ITAÚ / UNIBANCO
2.797
64,2%
1.563
35,8%
4.360
NOKIA
3.080
85,6%
518
14,4%
3.598
SONY ERICSSON
2.763
78,4%
763
21,6%
3.526
TIM
1.403
59,0%
973
41,0%
2.376
LG
2.173
93,3%
155
6,7%
2.328
CLARO
1.180
52,2%
1.079
47,8%
2.259
SAMSUNG
1.805
82,0%
397
18,0%
2.202
VIVO
1.510
74,6%
513
25,4%
2.023
10º
AMERICANAS
1.117
65,8%
580
34,2%
1.697
11º
BRADESCO
904
60,3%
595
39,7%
1.499
12º
CITIBANK
830
63,3%
482
36,7%
1.312
13º
IBIBANK
766
64,0%
431
36,0%
1.197
14º
BANCO DO BRASIL
736
63,0%
433
37,0%
1.169
15º
GRADIENTE
467
42,6%
630
57,4%
1.097
16º
C&A
845
77,5%
246
22,5%
1.091
17º
RICARDO ELETRO
905
84,4%
167
15,6%
1.072
18º
MOTOROLA
655
68,2%
306
31,8%
961
19º
CARREFOUR
657
71,4%
263
28,6%
920
20º
EMBRATEL
701
83,3%
141
16,7%
842
21º
CELL SHOP
510
65,0%
275
35,0%
785
22º
BANCO BMG
456
58,8%
320
41,2%
776
23º
STARCELL
606
78,3%
168
21,7%
774
24º
LOJAS INSINUANTE
652
84,2%
122
15,8%
774
25º
PONTO FRIO
481
64,0%
270
36,0%
751
26º
WALL MART
563
79,2%
148
20,8%
711
27º
BENQ-SIEMENS
173
24,4%
535
75,6%
708
28º
SANTANDER / REAL
315
46,5%
362
53,5%
677
29º
BANCO PANAMERICANO
263
39,8%
398
60,2%
661
30º
CASAS BAHIA
536
83,8%
104
16,2%
640

Para acessar o documento em pdf “Cadastro Nacional de Reclamações Fundamentadas 2009”, clique no link https://qualidadeonline.files.wordpress.com/2009/12/apresentacao_cnrf-2009.pdf

Cemig: uma empresa brasileira ecologicamente correta

Usina hidrelétrica de Nova Ponte

A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) foi selecionada, pela quinta vez consecutiva, como componente do Índice de Sustentabilidade Empresarial – ISE da Bolsa de Valores de São Paulo – Bovespa. A Cemig se mantém no índice desde sua criação em 2005.

A nova carteira do ISE vigora de 1º de dezembro de 2009 a 30 de novembro de 2010 e reúne 43 ações emitidas por 34 empresas, totalizando R$ 730 bilhões em valor de mercado, que correspondem a 32,2 % da capitalização total da Bovespa. As participantes da nova carteira do ISE foram selecionadas entre 150 empresas convidadas, e, o questionário respondido pela Cemig continha 570 perguntas refletindo, além das características da empresa, sua atuação nas dimensões econômica, ambiental e social, governança corporativa e a natureza de seus produtos.

O ISE, após cinco anos de existência, é uma referência para os investidores interessados em adquirir ações de empresas listadas na Bovespa e voltadas para a sustentabilidade empresarial. A Cemig também compõe a carteira do Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI World), pelo décimo ano consecutivo, sendo que, em 2009 foi selecionada pela segunda vez como a líder mundial do Supersetor de Utilities, mantendo-se no DJSI World desde sua criação em 1999.

Em 2009, a Cemig também recebeu o status de Prime pela Oekom Research, que é uma das principais agências de classificação de investimentos voltados para a sustentabilidade empresarial do mundo e tem mais de 10 anos de experiência. A Oekom concede o status de Prime às empresas consideradas líderes mundiais em seus setores industriais e que atendem a padrões específicos de sustentabilidade. Para maiores detalhes sobre o ISE acesse: http://bmfbovespa.comunique-se.com.br/bovespa/show.aspx?id_materia=18427&id_canal=835

Um balanço preliminar do blog: estamos crescendo!

Quando comecei na tarde do dia 28 de outubro a editar este blog, a minha ideia era e será sempre fazer jornalismo de qualidade para as pessoas que acreditam que os processos de gestão, sejam quais forem, são importantes para o país. Começamos com 12 visualizações naquela tarde e hoje, dia 19 de novembro, no final da tarde, estamos com mais de 500 visualizações. Acompanhe na tabela abaixo esta evolução:

    Out 28

12

Out 29

211

Out 30

123

Out 317 Nov 1

15

368
Nov 2

42

Nov 3

366

Nov 4

400

Nov 5

179

Nov 6

260

Nov 7

38

Nov 8

50

1.335
Nov 9

162

Nov 10

132

Nov 11

76

Nov 12

210

Nov 13

157

Nov 14

44

Nov 15

45

826
Nov 16

291

Nov 17

251

Nov 18

511

Nov 19

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Isso quer dizer o seguinte: estamos no caminho correto. Vamos continuar a descrever, a quem quiser e freqüentar o site, como fazer qualidade e mudar a cara do Brasil. Quero agradecer aos leitores que até agora conseguiram fazer mais de 4.500 visualizações no blog.