As universidades e as montadoras mais reclamadas

PALESTRA GRATUITA

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A Target (www.target.com.br) está oferecendo às universidades, faculdades, associações, empresas, etc. uma palestra gratuita:

A IMPORTÂNCIA DA NORMALIZAÇÃO BRASILEIRA

O objetivo é passar conhecimento e disseminar o uso das normas técnicas, pois isso é fundamental para a competitividade brasileira. O palestrante é o engenheiro Cristiano Ferraz de Paiva

A programação inclui:

Objetivos da Normalização

O fórum nacional de Normalização – ABNT

A posição institucional da ABNT

A observância das Normas Técnicas Brasileiras (NBR)

Estrutura do Sinmetro

A função da Normalização no quadro institucional brasileiro

Jurisprudência nos tribunais quanto à obrigatoriedade das normas técnicas

Para agendar, basta entrar em contato comigo e verificar qual a melhor data para a realização do evento, sem custos para a instituição: hayrton@uol.com.br ou 11 99105-5304.

Requisitos: auditório ou um local para a realização do evento, projetor ou data show.

O Procon-SP fez, pelo segundo ano consecutivo, levantamento com as principais queixas das universidades paulistas. Mais uma vez o Grupo Uniesp e a Anhanguera Educacional são os dois primeiros colocados, enquanto a Uninove subiu uma posição, ocupando o terceiro lugar.

Juntas, as três instituições respondem por cerca de 64% das reclamações gerais: 750 das 1.171. Em relação a 2013, o número total apresentou aumento, com 42 casos a mais. Em quase metade dos casos, o principal problema se refere a cobrança. Outras demandas recorrentes como o não fornecimento de documentos escolares, problemas com contrato e prestação de serviços totalizam 48% das reclamações.

A média do índice de solução de problemas dessas universidades é de 73%. Para o Procon-SP, a taxa de solução ideal é acima de 95%. A instituição com o desempenho mais baixo, Anhembi Morumbi, resolve apenas 53% das reclamações e a Anhanguera Educacional, segunda colocada, 54%. Os dados foram coletados entre janeiro e setembro de 2014 e reuniu dez instituições de ensino superior.

universidades

Também, a instituição reuniu as dez montadoras mais reclamadas, entre janeiro e agosto de 2014. Foram, ao todo, 299 casos registrados no órgão. O principal problema – 61% das reclamações – referem-se a algum tipo de defeito no veículo.

Embora sejam as últimas colocadas desse ranking, Peugeot Citroen e Toyota deixaram de resolver 75% das reclamações encaminhadas. A média do índice de resolução das empresas também é baixo: apenas 47,1%. Para o Procon-SP, o número ideal de solução é acima de 95%.

montadoras

A estagnação dos avanços


A segurança e a saúde no trabalho em serviços de saúde
A Norma Regulamentadora nº 32 (NR 32) estabelece as diretrizes básicas para a implementação…

Leia mais…

Luiz Gonzaga Bertelli

O resultado do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) 2012 foi um banho de água fria para quem esperava melhora expressiva na classificação brasileira. Segundo o ranking apresentado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o país está na 85ª posição, com um índice de 0,730. Com esse resultado, permanece estagnado, ocupando a mesma posição do ano anterior, apesar de uma pequena melhora no índice, ficando atrás de países como Argentina (45°), Cuba (59º), Irã (76º), Venezuela (77°) e Azerbaijão (82°). As nações mais desenvolvidas, de acordo com o relatório, são Noruega, Austrália, Estados Unidos, Holanda e Alemanha. O cálculo feito pelo Pnud tenta medir o nível de desenvolvimento humanos dos países, considerando três quesitos – saúde, educação e renda. Nesses itens, o Brasil tem derrapado há algum tempo.

O governo federal, por meio dos ministros da Educação, Aluízio Mercadante, e do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, contestaram os números. Eles dizem que o órgão mundial não leva em consideração dados novos como a entrada de 4,8 milhões de crianças, entre cinco e seis anos, no sistema da educação. Nem foi levado em conta a ampliação do ensino fundamental de oito para nove anos, o que poderia fazer o Brasil subir várias posições.

O fato é que houve avanços nos últimos anos, nos três setores avaliados. Desde os anos 90, o Brasil apresentou um aumento de 24% do índice, ficando entre os 15 países que mais cresceram na pesquisa. Isso ocorreu pelo salto nas áreas sociais. Os pesquisadores elogiaram a redução das desigualdades entre os cidadãos, graças à criação de um programa de combate à pobreza e ao aumento do salário mínimo. Na educação também houve avanços, com a obrigatoriedade do ensino fundamental e o desenvolvimento da educação infantil, o que elevou o número de alunos à escola.

Agora é mais do que hora de crescer no tocante à qualidade do ensino, ainda muito defasada em relação às nações mais desenvolvidas, e dispensar um olhar mais atento ao ensino médio, que precisa ganhar características mais profissionalizantes e técnicas, que aproxime os jovens do mercado de trabalho. Preparar a juventude nada mais é do que semear o terreno para o desenvolvimento e para um futuro mais próspero.

Luiz Gonzaga Bertelli é presidente executivo do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), da Academia Paulista de História (APH) e diretor da Fiesp.

Desenvolvendo a aptidão dos filhos

claudemir2“Muita gente usa, mas poucos conhecem a história do mais popular e consagrado método de solução de problemas de qualidade – o MASP. Tudo começa na revolução científica entre os séculos XVI e XVIII quando eclodiu na Europa a revolução científica que lançou as bases do método científico que conhecemos hoje. Pensadores como Copérnico, Kepler, Descartes, Bacon e, principalmente, Galileu descreveram métodos para a observação da natureza, medições precisas e indução de novas teorias com base em experimentos. Tais preceitos serviram de alimento para a inspiração de tendências filosóficas diversas como o racionalismo, o empirismo e o pragmatismo.” (Claudemir Oribe).

Contate o Claudemir Oribe para um treinamento ou uma palestra em sua empresa sobre o MASP.Também para tirar as suas dúvidas sobre gestão e sobre o MASP. Faça contato com ele: (31) 3391-7646 – 8748-1686 ou pelo e-mail: claudemir@qualypro.com.br

http://www.qualypro.com.br/novosite/default.asp

Acesse o site do MASP da Qualipro:

http://www.masp.inf.br/site/

O desenvolvimento de uma habilidade que pode fazer a diferença na vida de uma pessoa, pode ser estimulada já na infância. Nesta fase, é possível identificar capacidades valorizadas na vida profissional, tais como, se relacionar, liderar um grupo, ser pró-ativo ou até uma habilidade específica manual. Segundo a especialista em coaching, Susana Azevedo, essas descobertas podem ser feitas em primeira-mão pelos pais. “Os pais são os primeiros coaches de uma pessoa. Assim como o profissional especializado, os pais ouvem, observam, questionam e buscam soluções em conjunto para atingir a meta do desenvolvimento completo do seu filho. Esse também é o papel do coach”, afirma. Essa observação é feita no cotidiano por meio dos movimentos, atitudes e áreas onde a criança começa a se destacar. O ginasta americano Bart Conner conta que, quando era menino, o seu pai se irritava com os malabarismos que fazia toda vez que eles recebiam visitas em casa. Em uma ocasião, observando a desenvoltura do garoto, a mãe de Conner resolveu matriculá-lo em uma escola de ginástica olimpica. O menino se encontrou. As aulas de ginástica eram esperadas com ansiedade e ele passou a ser bem mais alegre. Hoje, o menino travesso se tornou no ginasta mais condecorado dos Estados Unidos, é casado com a também ginasta romena campeã olímpica Nadia Comaneci e ganha milhões como comentarista de TV.

Susana Azevedo acredita que se os pais estiverem conscientes desta função, vão criar pessoas mais seguras e com objetivos de vida mais concretos. “Por meio do aprimoramento das competências já existentes, focando em ações para atingir metas e desejos pré-determinados, a criança cresce sabendo o seu propósito, sendo capaz de aproveitá-lo de forma mais completa em sua vida, se tornando uma pessoa mais feliz e mais produtiva”, considera. A teoria é defendida também pelo professor e escritor inglês Sir Ken Robinson, Phd em desenvolvimento da educação, criatividade e inovação. O professor defende que os pais ajudam as crianças a brilharem. Para ele, se a capacidade encontrada na infância não for incentivada, o sistema educacional e de trabalho se encarregam de anular e transformar a pessoa em um indivíduo ordinário.

Com a observação diária das crianças pelos pais, é possível descobrir como elas brincam, se relacionam, aprendem, se comunicam, e ainda identificar quais são os temas pelos quais se interessam. “A partir daí, os pais devem proporcionar experiências para avaliar esses diversos caminhos ainda na infância, ou seja, identificar o que realmente vale a pena estimular. Esta dinâmica ajudará a criança na chegada da vida adulta com consciência da sua paixão e trabalhar o seu potencial por completo”, finaliza Susana Azevedo.

 

Psicomotricidade

A psicomotricidade é um campo da pedagogia que engloba as interações do corpo humano com o exterior e estuda suas relações com o desenvolvimento cognitivo e emocional da criança. Os conceitos complexos, que envolvem principalmente o desenvolvimento da coordenação motora, são trabalhados no ambiente escolar de diversas maneiras. Em atividades lúdicas, educadoras aprimoram o conhecimento das crianças sobre o próprio corpo. Um dos componentes curriculares do Colégio Ápice, especializado em educação infantil, é Movimento, área que trabalha com conceitos da psicomotricidade. Maria Rocha, coordenadora pedagógica, conta que as ações voltadas ao conhecimento e domínio do próprio corpo são realizadas de diversas maneiras. “A criança exercita sua coordenação motora a todo tempo”, diz a especialista. Por isso é importante haver uma supervisão para definir tarefas que sirvam de treino para determinadas ações. Trabalhos voltados à coordenação motora ampla, que incluem atividades como caminhar, subir escadas ou simplesmente se equilibrar, começam desde cedo. Os alunos mais novos percorrem circuitos com obstáculos como passar por dentro de pneus, pular objetos ou se arrastar. Os mais velhos trabalham atividades mais complexas, como danças. “Esses trabalhos permitem à criança se adaptar a ritmos e posturas diferentes, ampliando sua percepção do corpo, explica Maria”.

Permitir que a criança explore o ambiente ao seu redor é fundamental para o seu desenvolvimento. De acordo com a professora Cristina Carvalho, coordenadora do Joaninha, unidade de ensino infantil do Colégio Joana D’Arc, a exploração é importante para a criança adquirir confiança em si mesma e desenvolver força muscular. A superproteção, como não deixar a criança subir na cadeira para alcançar algum objeto, prejudica o desenvolvimento e, de acordo com a especialista, é até perceptível: “Alunos superprotegidos costumam ser mais inseguros e, por isso, menos autônomos”.

Os trabalhos com a coordenação motora fina, responsável por ações mais delicadas como escrever, pegar um objeto ou recortar figuras de uma revista, ocorrem paralelos aos de coordenação ampla. Eles exigem, entretanto, muito respeito do educador ao tempo de desenvolvimento necessário às crianças. O desenvolvimento neurológico da criança se dá do tronco para as extremidades. Antes de andar, a criança necessariamente vai aprender a sentar, diz Cristina Carvalho. Esse desenvolvimento independe de estímulos externos, como forçar a criança a escrever uma letra repetidas vezes. “O estímulo facilita a ação e pode até servir como treinamento prévio, mas a criança precisa estar neurologicamente preparada para executar algumas tarefas”, explica a especialista.

É importante que o professor saiba o que é esperado para cada faixa etária, levando em conta que há certa elasticidade no aprendizado. A criança só tem capacidade de escrever à mão livre de maneira adequada a partir dos sete anos. “Percebi, ao longo de minha experiência, que a criança que só começa a escrever aos sete o faz tão bem quanto aquela que repete todas as letras do alfabeto desde os quatro anos”, conta Maria Rocha. O treinamento das habilidades finas na escola começa utilizando materiais como massinha de modelar e papel. A criança é exposta a situações em que precisa realizar tarefas que desenvolvem sua coordenação motora fina. “No Ápice, trabalhamos bastante com rasgadura”, explica Maria. A criança começa rasgando papel de seda, bem fininho, e vai evoluindo até o papel cartão. A prática desenvolve seu domínio das mãos e a força com que executa cada ação.

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A educação no Brasil precisa passar por um banho de qualidade

Curso: Gestão de Energia – Implantação da norma ISO 50001
Reduzir o consumo de energia é a chave para vencer a escassez de energia e o aumento de custos. Para muitos a resposta é um Sistema de Gestão de Energia (SGE), uma estrutura de trabalho para o gerenciamento sistemático do consumo de energia. Assim como a redução de custos e emissões de gases do efeito estufa, uma certificação de terceira parte de um SGE pode aprimorar sua reputação ao demonstrar o comprometimento de seu negócio com a sustentabilidade ambiental. A ISO 50001 representa as melhores práticas atuais de nível internacional em gestão de energia, desenvolvida a partir de normas e iniciativas nacionais / regionais existentes. A norma foi desenvolvida em vários anos com a participação de especialistas em gestão de energia e representantes de mais de 60 países de todo mundo que contribuíram para sua elaboração. Clique para mais informações.

educaçãoTransformar, trocar experiências. Educar e ser educado. Para isso deve-se quebrar o velho paradigma educacional onde o aluno se torna um espectador passivo no processo ensino-aprendizagem. Educar é como uma máquina: Todas as peças devem estar em perfeitas condições para o seu funcionamento. Então, quando tudo funciona bem em um país, aumenta-se a sua competitividade empresarial já que educação é sinônimo de investimentos em mão-de-obra qualificada.

Depois que Ministério da Educação mudou o formato do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e a avaliação se tornou um dos principais meio de acesso às universidades públicas há três anos, uma série de erros vem ocorrendo nesse tipo de exame, o que afeta mais ainda a qualidade da educação no Brasil. Em 2011, está sendo investigado um suposto vazamento de algumas questões da prova. Um estudante de 18 anos postou no Facebook fotos de cadernos de questões distribuídos pelo colégio Christus, de Fortaleza, antes do Enem, em que afirma conter pelo menos 11 questões idênticas às das provas.

Dessa forma, os problemas que estão presentes na educação brasileira, especialmente na pública, são muitos e um desses fatores que proporcionam resultados negativos é o fato de que as crianças que cursam o 6º ano do ensino fundamental não dominam a habilidade de ler e escrever. Esse fato é resultado direto do que acontece na estrutura educacional brasileira, pois praticamente todos os que atuam na educação recebem baixos salários, professores frustrados e com medo que não exercem com profissionalismo ou também esbarram nas dificuldades diárias da realidade escolar, além dos pais que não participam na educação dos filhos, entre muitos outros agravantes.

Um país para melhorar a educação precisa de fundamentos básicos: todo indivíduo com idade entre sete e 17 anos deve estar na escola; todo indivíduo com idade de oito anos deverá dominar a leitura; os alunos deverão ter acesso a todos os conteúdos correspondentes a sua série; todos os alunos deverão concluir as etapas de estudo fundamental e médio; e deve haver garantia de investimentos na educação básica. Outra coisa importante: para prevenir toda a problemática educacional nacional, de acordo com o presidente da Target, Mauricio Ferraz de Paiva, as unidades educacionais precisam implementar a norma NBR 15419, editada em 2006, q ue procura facilitar a compreensão dos requisitos estabelecidos na NBR ISO 9001, a fim de implementar e manter um sistema de gestão da qualidade em organizações educacionais, de todos os tipos e portes. “Importante dizer”, afirma Paiva, “que facilitar a compreensão dos requisitos estabelecidos na NBR ISO 9001 facilita a implementação e mantém o sistema de gestão da qualidade em organizações educacionais, de todos os tipos e portes. Tendo em vista que a área educacional apresenta especificidades quanto à natureza de suas organizações e de seus serviços, é conveniente a utilização de termos e definições contidos na seção 3, pois os requisitos da NBR ISO 9001 são genéricos e aplicáveis a todas as organizações, sem levar em consideração aspectos setoriais , dimensões e serviços prestados”, explica.
Dessa forma, as organizações educacionais necessitam definir os seus processos, ou seja, o conjunto de atividades inter-relacionadas que transformam insumos (entradas) em produtos (saídas). Entre as principais entradas dos processos estão os requisitos do cliente, que expressam suas necessidades ou expectativas em relação ao serviço educacional. Alguns exemplos são: desenvolvimento intelectual, qualificação profissional, desenvolvimento de competências, desenvolvimento e/ou aperfeiçoamento de habilidades específicas (artes, esportes, idiomas etc.), a promoção da sociabilidade e o desenvolvimento da cidadania.
Igualmente, a norma especifica que em uma organização educaciona l, pode ser considerado um macroprocesso o conjunto de atividades inter-relacionadas desde o projeto e desenvolvimento de um serviço educacional até a realização do serviço educacional, incluindo todas as análises críticas e demais avaliações. São exemplos de macroprocessos educacionais: educação infantil (creche e pré-escola); ensino fundamental; ensino médio; educação de jovens e adultos; educação profissional técnica de nível médio; graduação; especialização (pós-graduação lato sensu); mestrado (pós-graduação stricto sensu); doutorado (pós-graduação stricto sensu); educação especial; curso de idiomas; curso preparatório para processos seletivos; e capacitação empresarial.

“É fundamental dizer que os macroprocessos referem-se à atividade-fim da organização educacional. Por vezes, recebem a denominação de processos de negócio ou processos finalísticos. O processo de apoio é o conjunto de atividades inter-relacionadas que dão suporte aos processos principais da organização. Exemplos de processo de apoio: desenvolvimento, revisão e atualização do plano institucional; desenvolvimento, revisão e atualização do projeto político e pedagógico; seleção e/ou admissão de educandos; acompanhamento psicopedagógico; expedição de documentos (diploma, certificado de conclusão, histórico, declaração, carteira de estudante etc.); atualização do acervo da biblioteca; aquisição de insumos; cap acitação de pessoal; divulgação de cursos; controle financeiro (pagamento de mensalidades); manutenção (da limpeza, das instalações prediais, dos equipamentos etc.); e segurança física e patrimonial”, assegura Mauricio Paiva.

Em consequência, cada sistema de gestão da qualidade de uma organização educacional deve ter um manual da qualidade que seja adequado às práticas e à cultura da organização. Ele deve informar o escopo do sistema de gestão da qualidade, ou seja, a sua abrangência do sistema. Por exemplo, o escopo de um sistema em uma instituição de educação superior, que atue tanto na graduação como na pós-graduação, pode estabelecer um sistema de gestão da qualidade que abranja somente os pr ocessos relacionados com os cursos de graduação. Posteriormente, o escopo pode ser ampliado para a pós-graduação. A definição do escopo depende dos objetivos e das prioridades da organização educacional.
Para que uma escola possa reivindicar a conformidade do seu sistema de gestão da qualidade, em relação a NBR ISO 9001, ou seja, obter a certificação por um organismo independente, por exemplo, a exclusão de requisitos não aplicáveis está limitada a requisitos da seção 7, desde que a exclusão não prejudique o atendimento a requisitos dos clientes e a requisitos regulamentares (ver 1.2). Na norma, existem alguns exemplos de objetivos da qualidade, associados a metas e prazos, de uma organização educacional.

Enfim, pode ser que essa seja uma solução para diminuir alguns números que retratam os problemas da educação brasileira. Hoje, no Brasil, de 97% dos estudantes com idade entre 7 e 14 anos se encontram na escola, no entanto, o restante desse percentual, 3%, respondem por aproximadamente 1,5 milhão de pessoas com idade escolar que estão fora da sala de aula. Para cada 100 alunos que entram na primeira série, somente 47 terminam o 9º ano na idade correspondente, 14 concluem o ensino médio sem interrupção e apenas 11 chegam à universidade. Soma-se a isso que 61% dos alunos do 5º ano não conseguem interpretar textos simples. 60% dos alunos do 9ºano não interpretam textos dissertativos e 65% dos alunos do 5ºano não dominam o cálculo, 60% dos alunos do 9º ano não sabem realizar cálculos de porcentagem.

“O governo precisa entender que os países com altos índices de escolaridade têm demonstrado uma liderança na inovação de processos e facilidade na assimilação e manuseio de novas tecnologias. Já os deficitários na área educacional estão perdendo a competitividade ou aumentando sua dependência. A educação para competitividade tem um papel fundamental no desenvolvimento de uma nação e na melhoria de suas mazelas sociais. Em uma percepção econômica, quem está mais propenso a entender essa dimensão é justamente o setor empresarial que sente no seu dia-a-dia essas dificuldades, principalmente para contratar mão de obra qualificada”, conclui o presidente da Target.

Para mais informações sobre a NBR 15419 de 10/2006, clique no link:

NBR15419 – Sistemas de gestão da qualidade – Diretrizes para aplicação da ABNT NBR ISO 9001:2000 nas organizações educacionais

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Pesquisa: a Tecnologia da Informação na educação brasileira

FERRAMENTAS DA QUALIDADE - 20 e 21 de Outubro

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Realizada pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), a TIC Educação apresentou os resultados por escolas públicas de áreas urbanas em todas as regiões do Brasil. Foram entrevistados 1.541 professores, 4.987 alunos, 497 diretores e 428 coordenadores pedagógicos em 497 escolas brasileiras. Para uma população de mais de 190 milhões de pessoas, o Brasil possui, de acordo com o Censo Escolar 2010, 51.5 milhões de estudantes matriculados na educação básica (educação infantil, ensino fundamental I, ensino fundamental II e ensino médio). Conta com 43.9 milhões de alunos nas redes públicas de ensino (85.4%) e 7.5 milhões na rede particular (14.6%), sendo que 64.879 das escolas públicas estão nas áreas urbanas e há 1.97 milhões de professores.

Dados da pesquisa indicam que 81% das escolas públicas possuem laboratório de informática. “Embora este modelo esteja consolidado como política pública, os resultados apontam a necessidade de superá-lo, por meio do incentivo da utilização pedagógica da tecnologia, já que o cotidiano do ensino-aprendizagem atualmente se desenvolve principalmente dentro da sala de aula e não no laboratório de informática.” relata Alexandre Barbosa, gerente do CETIC.br.

O acesso à internet ocorre a partir dos laboratórios de informática: 86% das escolas que possuem computador instalado no laboratório de informática possuem conexão à rede. No entanto, diretores, professores e coordenadores pedagógicos consideram a infraestrutura tecnológica disponível nas escolas como fator de limitação para o uso efetivo das TIC: o número de computadores conectados à Internet e a baixa velocidade de conexão ainda são barreiras para a integração das TICs à educação.

A pesquisa revelou que a rotina diária das salas de aula fundamenta-se principalmente em práticas que mantêm o professor como figura central: atividades que insiram o aluno como agente na dinâmica de aprendizagem em sala de aula, como debates, jogos educativos e produção de materiais pelos alunos, apresentam uma frequência significativamente menor do que aquelas focadas no professor. Ensinar os alunos a usar o computador e Internet é a atividade menos frequente. Apesar disso, 40% dos professores se dispõem a contribuir para desenvolver o conhecimento dos alunos em relação às tecnologias, mesmo que em uma frequência baixa.

As atividades mais comuns com os alunos, como aula expositiva, interpretação de texto e exercícios práticos e de fixação do conteúdo, apresentam baixa incidência de uso do computador e da Internet. O uso da internet como instrumento para organizar e mediar a comunicação entre professor e aluno e entre os alunos está entre as atividades que os professores menos utilizam (apenas 20% dos professores).

Em geral, o perfil dos professores que usam computador e Internet nas atividades realizadas com os alunos são mais jovens. Escolas públicas localizadas na região Sul apresentam o maior índice de utilização das tecnologias pelo professor em atividades com os alunos. Um exemplo é a atividade de “pesquisa de informações utilizando o computador e a internet”, praticada por 56% dos professores da região Sul, enquanto o percentual para o total do Brasil é de 44%.

Para o professor, a principal limitação para maior uso das TICs na escola está relacionada ao seu nível de conhecimento sobre o uso das tecnologias. A maioria dos professores (64%) concorda que os alunos da escola sabem mais sobre computador e Internet do que o docente. Para a maioria dos professores (75%), a principal fonte de apoio para o desenvolvimento de suas habilidades tecnológicas são os contatos informais com outros educadores. Na perspectiva do docente, ele depende principalmente de sua motivação pessoal e da ajuda dos colegas para desenvolver habilidades no uso de computador e da internet. A margem de erro dos indicadores da pesquisa foi de 4 pontos percentuais para o total Brasil considerando um intervalo de confiança de 95%.

Onde são instalados computadores nas escolas

Sala do coordenador ou diretor: 88%

Laboratório de informática: 81%

Sala dos professores ou sala de reunião: 58%

Biblioteca ou sala de estudos para os alunos: 38%

Sala de aula: 4%

Acesse uma apresentação da pesquisa no link http://www.cetic.br/educacao/2010/apresentacao-tic-educacao-2010.pdf

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Qualidade de vida: o fascinante mundo da leitura

Flávia Cunha Lima

Apesar de existir há mais de três mil anos, a literatura ainda conquista novas mentes no mundo moderno. Engana-se quem pensa que ler é um hábito cujos dias estão contados: as vendas de livros juvenis aumentaram seis vezes nos últimos cinco anos e os jovens têm consciência da importância que a leitura tem em suas vidas.

O grande desafio dos pais e dos educadores é fazer com que a criança dê os primeiros passos no universo dos livros. A princípio, alternativas de entretenimento passivas, como televisão e videogame, parecem muito mais interessantes. Contudo, se a prática é estimulada desde cedo, a criança pode descobrir que o esforço para a leitura é recompensado com histórias fantásticas e personagens muito mais atraentes do que os do desenho animado.

É importante que as crianças tenham contato com livros desde cedo, mesmo antes de aprenderem a falar. O objeto estimula a curiosidade e, conforme as histórias são contadas, aumenta o interesse em descobrir o que tem ali dentro. Contar histórias é uma atividade que deve ser rotina na vida de quem tem filhos pequenos, pois é um momento importante tanto para o aprendizado quanto para a consolidação da relação entre pai e filho.

Levar os filhos para livrarias e bibliotecas também estimula a curiosidade e ajuda a motivar a leitura. Nesse momento, deixar a criança escolher o livro é essencial. Contudo, devemos ficar atentos para o conteúdo, que deve ser adequado à faixa etária. Se não houver ressalvas, os pais podem levar a obra com tranquilidade e deixar que a criança saboreie a leitura.

A criança que lê tem contato com informações de diversas partes do mundo, conhece novas culturas e aprende melhor a sua própria língua. Nas páginas do livro, ela entra em contato com novas emoções e sentimentos, essenciais para construir sua identidade.

O hábito da leitura não vai morrer. Apesar do entretenimento passivo que a TV oferece parecer muito mais interessante, o prazer de descobrir um universo novo feito de tinta sobre o papel ainda é insuperável. Estimular o hábito, servindo inclusive como modelo de leitor voraz, é essencial para que as crianças quebrem a barreira da preguiça e descubram as maravilhas que a literatura oferece.

Flávia Cunha Lima é pedagoga e coordenadora da Escola Manacá – (11) 4702-0631.

A importância das palavras

FERRAMENTAS DA QUALIDADE - 20 e 21 de Outubro

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E o que foi semeado entre espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados deste mundo e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera; Mateus 13:22

Os seres humanos são capazes de se comunicar de uma forma clara, uns com os outros, através de palavras, seja ela escrita, falada ou gesticulada. Assim, elas têm um grande poder na vida humana, pois sem ela não se pode comunicar com outras pessoas, não se pode aprender sobre outras coisas, enfim, sem a palavra não se pode expressar uma opinião, ou seja, pode-se dizer que as pessoas são como plantas.

Porém, a palavra é uma espada de dois gumes, pois pode se dar mal se não souber usá-la para o bem, ou mesmo pode fazer outras pessoas se darem mal por causa de uma única palavra que sai da sua boca. Algumas palavras são de extrema periculosidade na vida dos seres humanos e já causaram muitas mortes, violência e suicídios. Tanto na vida pessoal como profissional, falar coisas boas é o primeiro passo para que a pessoas se torne boas conversadoras, com palavras de incentivo, de amor, de paz. Isso faz um bem não só para o ouvinte, mas também para quem está falando tudo isso. No texto abaixo, escrito por uma advogada para advogados, a autora expressa muito bem o valor das palavras.

Fernanda Bini

“Os limites de minha linguagem denotam os limites do meu mundo”. Essa frase, de autoria de Ludwig Wittgenstein, excepcional filósofo austríaco, explicita, de forma muito eficaz, a importância da linguagem, ou seja, da palavra. Quanto maior for o vocabulário de um individuo, maior é o seu mundo. Daí a importância da palavra para o profissional de Direito. Esse profissional necessita, para o exercício de sua profissão, de uma consciência desenvolvida, de um mundo muito amplo já que, para se fazer justiça, muitas vezes, a aplicação fria das normas não é suficiente sendo necessária uma interpretação, uma análise mais profunda observada a partir de diferentes ângulos e perspectivas.

A palavra é, então, a responsável por essa interpretação à medida que se percebe que, tudo que pensamos tem um nome, um símbolo e que vivemos em um universo fundamentalmente simbólico. São através desses símbolos, as palavras, que o homem é capaz de “desprender-se” de seu meio ambiente imediato, tomando consciência de espaços não acessíveis aos seus sentidos no aqui e agora. Ou seja, torna-se capaz de pensar, imaginar e criar uma realidade a partir dessas representações. E essa realidade é revelada aos outros através, também, da palavra.

A palavra, portanto, ao mesmo tempo que confere um sentido ao mundo, criando uma realidade, proporciona ao indivíduo o acesso ao outro, possibilitando a comunicação entre os seres humanos. Apesar de não ser a única forma de comunicação, a palavra é o instrumento mais universal de transmitir uma mensagem. Essa mensagem que é, na verdade, um discurso, é o objeto principal com o qual o profissional do Direito executa sua função. O discurso desse profissional é inteiramente dependente dessa linguagem universal já que, é através dela, da palavra, que pode atingir o outro ser humano. É através dela que pode expor suas ideias e fazer suas defesas ou acusações.

O domínio, portanto, dessa forma universal de comunicação é de fundamental importância para o objetivo a ser alcançado. Porem, muitas vezes, o que se fala não é o que o receptor entende, sendo, por isso, demasiado útil o emissor dominar esses símbolos para ser capaz de manipular esse entendimento do receptor, ou seja, persuadi-lo para que seu trabalho seja executado da melhor forma possível.

Com palavras certas e nas horas propícias, o emissor convida o receptor a aceitar sua verdade, a participar de seu mundo, a envolver-se com seus argumentos e, finalmente, induzir o receptor a acreditar nesses argumentos. É com palavras que o advogado, por exemplo, ao montar um discurso, desenvolve sua argumentação. Seu discurso necessita, no entanto, de graça, de poesia, de palavras ambíguas e misteriosas para que consiga atrair a atenção do receptor. A dúvida e o mistério acabam por fascinar o receptor, atingindo-o por mais tempo.

Há palavras bonitas, feias, marcantes ou, até mesmo, violentas que, se fizerem parte do mundo do emissor, e se forem usadas de maneira adequada, serão capazes de seduzir e influenciar uma determinada decisão. Por exemplo: É diferente dizer “Este homem matou duas crianças enforcadas” de “Este assassino enforcou duas crianças indefesas”. Qual é, em sua opinião, a frase de maior impacto?

É exatamente nessas horas que se faz presente a necessidade de um mundo amplo, de uma consciência vasta, de um vocabulário extenso para se desenvolver um discurso. O seduzir e o persuadir também necessitam estar presente nesse discurso, porém, de uma forma equilibrada para que este seja completo e eficaz. A persuasão à medida que se utiliza da lógica e do raciocínio torna-se extremamente necessária para fundamentar os argumentos expostos, enquanto a sedução, ao envolver emoção, procura comover e atrair o receptor, seja estimulando os sentidos, a imaginação, gerando uma aproximação, transmitindo mensagens implícitas ou mesmo oferecendo ao receptor algo que o fascine, diferentemente do seu mundo.

E tudo isso só é possível pela existência da palavra uma vez que ela é vista como a expressão de uma pessoa. É através dela que a comunicação é possível. É com esse instrumento chamado palavra que o profissional do Direito se utilizará de analogias, se fará entender. É através dela que a imaginação é posta à prova, criando um clima favorável, um ambiente, um cenário onde o ator principal, o profissional do Direito, se torna apto a manipular à favor de sua causa.

Fernanda Bazanelli Bini é advogada do Escritório Bini Advogados de Piracicaba – daniella@decastroassessoria.com.br

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Um panorama da educação a distância (EAD) no país

Um estudo desenvolvido pelos pesquisadores Luis Claudio Kubota, Vera Lucia Demoliner e Calebe de Oliveira Figueiredo, publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revelou um panorama bastante interessante da EAD, principalmente na modalidade online. A internet, cada vez mais essencial para a vida contemporânea, opera como mix de recursos das diversas mídias de texto, imagem, áudio e vídeo. Ao utilizar a rede mundial de computadores, a EAD nunca esteve tão sintonizada às necessidades das pessoas, dos setores produtivos e governamentais. Território continental, economia robusta, população numerosa e ainda carente de educação formal, o Brasil desenha um futuro que conta com uma EAD eficiente.

Mas, infelizmente, tal EAD não está acessível a todos, pois é preciso uma infraestrutura adequada e eficiente para que todos possam acessar os recursos disponibilizados na rede. A pesquisa TIC Domicílios está em sua quinta edição. Ela é conduzida de acordo com os padrões metodológicos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e do Statistical Office of the European Union (Eurostat), o que torna seus resultados internacionalmente comparáveis (CGI, 2010). O desenho amostral e a coleta de dados são conduzidos pela Ipsos Public Affairs, de modo a apresentar uma margem de erro máxima de 0,7%, em escala nacional, e 2%, em escala regional, e um nível de confiança de 95% (CGI, 2010).

Os indicadores internacionais definem os usuários de internet a partir de um horizonte temporal de 12 meses. Entretanto, considerando possíveis desvios, foram definidos como usuários aqueles que acessaram a rede ao menos uma vez ao longo dos últimos três meses (CGI, 2010). De modo a produzir um retrato representativo do uso das TICs no Brasil, o plano amostral da pesquisa TIC Domicílios 2009 usa informação do censo e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), ambos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A amostra leva em consideração diferenças regionais e socioeconômicas entre indivíduos e domicílios, propiciando comparações internacionais.

A amostra da TIC Domicílios 2009 é sistemática, estratificada por conglomerados e cotas no último estágio. Uma descrição detalhada do processo amostral pode ser encontrada em CGI (2010). Uma amostra adicional de 1.500 entrevistas foi conduzida, de modo a assegurar uma acurada leitura de indicadores do uso de internet, visto que a população originalmente entrevistada ainda é pequena para assegurar os resultados desejados. De um total de 19.998 entrevistas face a face da amostra principal, 8.247 envolveram usuários de internet. A este grupo de entrevistas foram adicionadas as 1.500 entrevistas da amostra adicional (CGI, 2010).

A pesquisa TIC Empresas também está em sua quinta edição. Ela segue padrões metodológicos propostos pela United Nations Conference on Trade and Development (UNCTAD), descritos no Manual for the Production of Statistics on the Information Economy, elaborado em parceria com a OCDE, Eurostat e pelo Partnership on Measuring ICT for Development – uma coalizão de diversas organizações internacionais visando à harmonização de indicadores-chave em pesquisas TIC (CGI, 2010).Os setores contemplados pela pesquisa são: indústria de transformação; construção; comércio de reparação de veículos automotores; alimentação; transporte, armazenagem ou correio; atividades imobiliárias; informação e comunicação; atividades administrativas; atividades profissionais, científicas e técnicas; outras atividades de serviços. A escolha das seções da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) seguiu as recomendações do Manual for the Production of Statistics on the Information Economy (CGI, 2010).

A fim de se obterem resultados mais acurados, em todas as empresas pesquisadas buscou-se sempre entrevistar o responsável pela área de informática, tecnologia da informação, gerenciamento da rede de computadores ou área equivalente (CGI, 2010). A Relação Anual de Informações Sociais 2007 do Ministério do Trabalho e Emprego (Rais/MTE) foi utilizada como cadastro base para a seleção das empresas a serem entrevistadas. A amostra – estratificada – foi desenhada pelo Ibope Inteligência, responsável também pela coleta de dados e cálculo dos resultados.

As entrevistas foram realizadas por telefone, junto a 3.737 empresas com dez ou mais funcionários. O desenho da amostra foi desproporcional pelas seguintes variáveis: segmento da atividade, regiões do país e porte de funcionários (CGI, 2010). Segundo informações da TIC Domicílios, em 2009 havia 63 milhões de internautas no país. A tabela abaixo apresenta a porcentagem de usuários de cursos on-line, segmentados por variáveis demográficas.

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Os resultados descritivos, em sua maioria, são intuitivos. O uso de cursos on-line é mais intenso entre as classes econômicas mais favorecidas, nas áreas urbanas, e no público entre 16 e 44 anos, com maior escolaridade. As diferenças por gênero, status de emprego, e de uso por região requerem análise mais aprofundada, que será apresentada na seção seguinte. A tabela abaixo mostra o perfil das empresas que utilizam cursos pela internet.

A amostra representa uma população de cerca de 340 mil empresas. As estatísticas descritivas indicam maior adoção de treinamento on-line por parte das empresas de maior porte, e menor adoção nos setores de alojamento e alimentação e outros serviços. Mais da metade das firmas com 250 ou mais pessoas ocupadas fazem uso de treinamento on-line. No que diz respeito ao aspecto regional, aparentemente não há diferenças marcantes.

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Existe um pouco de qualidade educacional no Brasil?

LIVROS SOBRE EDUCAÇÃO

Acesse as concepções e as definições para auxiliar na formulação de planos e de ações educacionais.

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Os dicionários definem que educação significa desenvolver e orientar as aptidões do indivíduo, por isso não é uma questão isolada, mas um processo que está dividido em três áreas da aprendizagem: cognitiva, afetiva e psicomotora. A área cognitiva representa o conhecimento propriamente dito, a área afetiva está relacionada com os sentimentos e a área psicomotora está ligada aos movimentos corporais.

Segundo o professor Paulo Freire, educar é influenciar um aluno de tal maneira que ele não se deixe influenciar, e para isso deve-se quebrar o velho paradigma educacional onde o aluno torna-se um espectador passivo no processo ensino-aprendizagem. Educar é como uma máquina, todas as peças devem estar em perfeitas condições para o seu funcionamento.

O Sistema Educacional Brasileiro

Educação infantil – Destinada a crianças de zero a seis anos de idade. Compreende creche e pré-escola.

Ensino fundamental (1º Grau) – Abrange a faixa etária de sete a 14 anos e com duração de oito anos. É obrigação de o Estado garantir a universalidade da educação neste nível de ensino.

Ensino médio (2º Grau) e médio profissionalizante – Duração variável entre três e quatro anos.

Ensino superior – Compreende a graduação e a pós-graduação. Os cursos da graduação têm duração de quatro a seis anos. Na pós-graduação, a duração varia de dois a quatro anos, para os cursos de mestrado, e entre quatro a seis anos, para o doutorado.

Além desses níveis, o sistema educacional atende aos alunos portadores de necessidades específicas, preferencialmente, na rede regular de ensino. Esse atendimento ocorre desde a educação infantil até os níveis mais elevados de ensino. Atende, também, ao jovem e ao adulto que não tenham seguido ou concluído a escolarização regular, na idade própria, através dos cursos e exames supletivos.

 Na última década do século XX – 1991/2000, a taxa de analfabetismo de pessoas de 15 anos ou mais de idade caiu de 20,1% para 13,6 % . Confira na tabela abaixo.

Taxa de analfabetismo de pessoas
de 15 anos ou mais de idade Brasil
1970 33,60%
1980 25,50%
1991 20,10%
2000 13,60%
Fonte: Síntese de Indicadores Sociais 2000.

Essa queda continua sendo percebida ao longo dos primeiros anos do século XXI, chegando a 11,8% em 2002. No entanto, apesar dessa redução, o país ainda tem um total de 14,6 milhões de pessoas analfabetas. O analfabeto funcional é a pessoa que possui menos de quatro anos de estudos completos.

Na América Latina, a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) ressalta que o processo de alfabetização só se consolida de fato para as pessoas que completaram a 4ª série. Entre aquelas que não concluíram esse ciclo de ensino, se tem verificado elevadas taxas de volta ao analfabetismo (Boletim: Projecto Principal de Educação en America Latina e el Caribe, 1993).

De acordo com essa definição, em 2002 o Brasil apresentava um total de 32,1 milhões de analfabetos funcionais, o que representava 26% da população de 15 anos ou mais de idade. Confira na tabela abaixo as diferenças das taxas de analfabetismo funcional entre as grandes regiões.

Taxa de analfabetismo funcional das pessoas de 15 anos ou mais de idade,
segundo as grandes regiões – 2002
  1992 2002
Brasil 36,9% 26%
Norte 33,2% 24,7%
Nordeste 55,2% 40,8%
Sudeste 29,4% 19,6%
Sul 28,9% 19,7%
Centro-Oeste 33,8% 23,8%

A média de anos de estudo é uma forma de medir a defasagem escolar. Quando uma pessoa não está cursando a série esperada para sua faixa etária, dizemos que ela está defasada. Por exemplo, uma criança com nove anos de idade deveria estar matriculada na terceira série do nível fundamental e não em uma série anterior. Em 2002, considerando-se as pessoas com 10 anos ou mais de idade, a população do país tinha uma média de 6,2 anos de estudo. Em comparação a 1992, houve um aumento de 1,3 anos de estudo na média nacional.

Apesar do aumento no número de anos de estudo, ocorrido nos últimos dez anos, a defasagem escolar ainda é grande. As pessoas de 14 anos de idade deveriam ter em média 8 anos de estudo, ou seja, terem terminado o ensino fundamental (completado a 8ª série). Porém, é somente na faixa entre 19 e 24 anos de idade que a média da população alcança 8 anos de estudo.

Enfim, o Brasil chegou ao final do século XX com 96,9% das crianças de 7 a 14 anos de idade na escola. Entretanto, em 2002 apenas 36,5% das crianças de zero a seis anos de idade freqüentavam creche ou escola no país. O percentual ainda é menor se levarmos em conta as crianças de zero a 3 anos de idade. Destas, apenas 11,7% estão matriculadas em creche ou escola. Na tabela abaixo, podem ser encontradas as proporções de crianças e jovens que freqüentam escola, segundo as faixas etárias, para o Brasil e as cinco grandes regiões.

  Taxa de freqüência à escola ou creche da população residente
Total 0 a 6 anos 7 a 14 anos 15 a 17 anos
Brasil 31,7% 36,5% 96,9% 81,5%
Nordeste 35,5% 37,7% 95,8% 79,9%
Sudeste 29,2% 38,6% 97,8% 83,8%
Sul 29,3% 33,6% 97,9% 78,8%
Centro-Oeste 32,5% 30,7% 97,1% 80,3%
Fonte: Síntese de Indicadores Sociais 2003.

O Relatório de Monitoramento de Educação para Todos de 2010, da Unesco, a qualidade da educação no Brasil é baixa, principalmente no ensino básico O relatório aponta que, apesar da melhora apresentada entre 1999 e 2007, o índice de repetência no ensino fundamental brasileiro (18,7%) é o mais elevado na América Latina e fica expressivamente acima da média mundial (2,9%).

O alto índice de abandono nos primeiros anos de educação também alimenta a fragilidade do sistema educacional do Brasil. Cerca de 13,8% dos brasileiros largam os estudos já no primeiro ano no ensino básico. Neste quesito, o país só fica à frente da Nicarágua (26,2%) na América Latina e, mais uma vez, bem acima da média mundial (2,2%). Na avaliação da Unesco, o Brasil poderia se encontrar em uma situação melhor se não fosse a baixa qualidade do seu ensino. Das quatro metas quantificáveis usadas pela organização, o país registra altos índices em três (atendimento universal, igualdade de gênero e analfabetismo), mas um indicador muito baixo no porcentual de crianças que ultrapassa o 5º ano.

Já que as eleições se aproximam, o eleitor (leitor) precisará ficar atento para as propostas dos candidatos quanto à educação. Os países com altos índices de escolaridade têm demonstrado uma liderança na inovação de processos e facilidade na assimilação e manuseio de novas tecnologias. Já os deficitários na área educacional estão perdendo a competitividade ou aumentando sua dependência. A educação para competitividade tem um papel fundamental no desenvolvimento de uma nação e na melhoria de suas mazelas sociais. Em uma percepção econômica, quem está mais propenso a entender essa dimensão é justamente o setor empresarial que sente no seus dia a dia essas dificuldades, principalmente para contratar mão de obra qualificada.

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Qualidade da educação no Brasil

Depois que o Ministério da Educação (MEC) divulgou o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), ficou claro que a educação no país precisa melhorar muito ainda. Apesar de uma relativa melhoria nos resultados, 24% dos municípios ficaram abaixo da meta estipulada para 2009. As notas se referem aos anos finais do ensino fundamental, que equivale à 5ª à 8ª série (6º ao 9º ano). Nos anos iniciais, da 1ª à 4ª (1º ao 5º ano) série, foram 15% das cidades.

Nos anos iniciais do ensino fundamental, o Ideb subiu para 4,6 em 2009. A nota proposta para o período era 4,2 – índice já registrado na aferição de 2007. Nos anos finais, o indicador foi para 4,0 pontos, superando a meta de 3,7 para o ano. O mesmo ocorreu no ensino médio, que obteve índice de 3,6. O objetivo era registrar pelo menos 3,5 nessa etapa de ensino no período.

O Ideb foi criado em 2005, como parte do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), para medir a qualidade de cada escola e de cada rede de ensino. O índice utiliza escala de zero a dez pontos e é medido a cada dois anos. O objetivo é que o país, a partir do alcance das metas municipais e estaduais, chegue à nota seis em 2021 – correspondente à qualidade do ensino em países desenvolvidos.

“O fantasma da queda de qualidade está ficando para trás”, disse o ministro da Educação, Fernando Haddad. Ele considera normal que a melhora no índice seja proporcionalmente maior nos anos iniciais do ensino fundamental. “Vínhamos de um período de recessão educacional, de queda de proficiência. Quando a educação começa a melhorar, é como uma onda; a arrancada mais forte se dá nos anos iniciais e se propaga, ao longo do tempo, nos finais e no ensino médio. O Brasil está numa trajetória ascendente e consistente pelo quarto ano consecutivo. Ainda estamos distantes da meta de 2021, mas com a esperança renovada de que será alcançada”, afirmou Haddad. Entre os fatores que influenciam na melhoria da qualidade da educação, segundo o ministro, estão as ações que compõem o PDE – da creche à pós-graduação – e a mobilização natural das redes e escolas a favor do cumprimento das metas do Ideb estabelecidas para cada uma.

No indicador estão reunidos dois conceitos fundamentais para a qualidade da educação: o fluxo escolar (taxas de aprovação, reprovação e evasão obtidas no censo da educação básica) e as médias de desempenho nas avaliações Prova Brasil e Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb). A Prova Brasil é um teste de leitura e matemática para turmas de quarta e oitava séries (ou quinto e nono anos) do ensino fundamental. Os alunos do ensino médio fazem o Saeb, avaliação por amostra, que também avalia habilidades em língua portuguesa e matemática. No ano passado, as avaliações foram aplicadas a 2,5 milhões de alunos da quarta série (quinto ano), 2 milhões da oitava série (nono ano) e 56 mil do ensino médio.

Os dados divulgados mostram que o desempenho dos estudantes nas avaliações foi o que mais pesou na composição do Ideb de 2009. Nos anos iniciais, por exemplo, foi responsável por 71% da composição da nota. Já no ensino médio, embora o desempenho tenha sido responsável pela maior parte da nota, a taxa de rendimento subiu em relação a 2007; teve 42% de importância no índice, comparado aos 29% da medição anterior.

Entre os municípios com as piores notas no Ideb 2009 na 4ª série estão cinco cidades da Bahia, duas do Piauí, duas da Paraíba e uma do Pará. A pior nota foi de Apuarema, na Bahia, com 0,5. A meta da cidade era 2,6. Em 2005, o município teve 2,1 e em 2007 teve 2,7. O Ideb é calculado a cada dois anos. Na 8ª série, as piores notas foram registradas emcinco cidades da Bahia, três do Rio Grande do Norte, duas de Alagoas, uma da Paraíba, uma do Maranhão e uma de Sergipe. A nota mais baixa foi de Jardim de Angicos, no Rio Grande do Norte, que teve 1,6. A meta do governo federal para a cidade em 2021 é 4,6, enquanto a do Brasil é 5,5.

Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina e Rio de Janeiro concentram os 20 municípios com as melhores notas no ensino fundamental. A melhor nota da 4ª série é de Dois Lajeados, no Rio Grande do Sul, com 7,3, e na 8ª série é de Jeriquara, em São Paulo, com 6,6.

No ensino médio, o estudo aponta que Roraima, Piauí, Sergipe, Espírito Santo e Rio de Janeiro tiveram resultado negativo com relação às metas estipuladas para 2009. Os outros estados atingiram a meta ou superaram a nota. A pior nota estadual é a do Piauí, que atingiu a nota 3, e cuja meta era 3,1. Em 2005 e 2007, o estado atingiu 2,9. A escala vai de 0 a 10.

Leia o estudo completo no link http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=5691&Itemid=

ISO 9001:2008 – Pequenas Mudanças, Grandes Oportunidades

Um guia interpretativo da ISO 9001:2008

Dr. Nigel H. Croft

108 páginas

 Preço de lançamento do livro: R$ 25,00

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