A onipresença da informação e a morte do page view

Eventos Gratuitos

Portal Target – Saiba como é fácil ter acesso às Informações Tecnológicas

Participe do Curso On-line gratuito, promovido pela Target, e conheça detalhes de como obter informações e conhecimentos técnicos, de uma forma moderna, rápida e segura, utilizando o maior Portal de Informação Tecnológica do Brasil.

dia 10/05/2013

Sistemas de Informações Tecnológicas Target Gedweb

Informação fácil e correta economiza tempo e permite que organizações fiquem à frente de situações que podem afetar seus negócios.

dia 24/05/2013

Guga Stocco

A publicidade é essencial na vida das empresas, o que faz com que as corporações de mídia movimentem orçamentos gigantescos. As mídias tradicionais, como rádio, televisão, jornais e revistas dominavam esse mercado. Na década de 90 observamos a chegada da internet e com ela uma mudança radical na forma de como a informação é consumida. Em um primeiro momento chegaram os diretórios e os portais, depois os meios de busca, os vídeos, seguidos das redes sociais. Nos últimos dez anos olhamos os gráficos da quantidade de pessoas que entram na internet e hoje somos mais de 2 bilhões, com taxas de crescimento exponenciais. Conforme estudos do eMarketer, os gastos publicitários na internet já ultrapassaram os jornais e revistas juntos e o próximo passo é ultrapassar a TV.

Tendo em vista esse crescimento, inúmeros negócios foram criados para aproveitar essa oportunidade e o aumento da audiência, que cresce a taxas de dois dígitos todos os anos. Porém, tivemos um fenômeno no último ano onde a quantidade de page views das principais propriedades de internet caíram ou tiveram um crescimento muito abaixo do esperado. A tendência agora é que essa audiência comece a cair mais e mais e que todos esses modelos baseados em page views percam força, isto é, uma fortíssima disruptura nos modelos de negócios atuais e que estão por vir. Por que isso ocorre? O acesso a internet está saindo do computador e os modelos de negócio que se estabeleceram devem mudar agora para não desaparecerem no futuro. Os usuários acessam o conteúdo por meio de múltiplos dispositivos com formatos diferentes e isso faz com que, mesmo com o crescimento da internet, a audiência dos sites caiam, as projeções financeiras comprometam-se e as despesas com servidores e TI aumentem. Eu chamo isso de onipresença da informação.

Vamos exemplificar, a rede social japonesa MIXI tinha 85% do seu tráfego oriundo de desktops ou notebooks em 2005 e 15% do seu tráfego vinha de dispositivos móveis. Em 2010 esse gráfico se inverteu e 85% do acesso provêm de dispositivos móveis. Imagina se todo o modelo de negócios fosse atrelado apenas a publicidade, venda de banners ou links? O sucesso teria destruído a empresa, pois sem fonte de receita no mobile, o seu faturamento poderia cair 85% em cinco anos. Outro ponto importante é que o acesso a informação de um usuário comum pode variar. O conteúdo que era consumido via um computador, hoje pode ser consumido de várias formas diferentes como aplicativos mobile, para computadores, SmartTvs, tablets, kindles entre outros.

Por meio do conceito da onipresença da informação podemos ajudar a explicar situações como o porque da queda das ações do facebook, isto é, se o fenômeno da Mixi ocorrer com o facebook e 85% da sua audiência passar a acessar pelo mobile, os resultados serão comprometidos e se não existir um modelo de monetização no mobile a capacidade de crescimento da empresa ficará comprometida. Outro aspecto que podemos ressaltar é por que o facebook pagaria 1 bilhão de dólares por uma empresa sem faturamento como o Instagram? Esse valor exemplifica o desespero de conquistar um mercado que não é o dos desktops e notebooks e sim o dos celulares, já que o aplicativo do Instagram crescia a taxas maiores do que as do facebook. Temos que estar atentos a essa mudança de mercado. Na onipresença da informação, uma decisão de tecnologia errada pode comprometer bilhões. Em recente palestra de Mark Zuckerberg, no Tech Crunch Disrupt, ele disse que um dos maiores erros do facebook foi ter apostado no HTML5 para a produção do seu aplicativo, ele afirmou que se antecipou a uma tecnologia que não estava madura o suficiente.

Quando se trata da onipresença da informação é revelante destacarmos que deve-se tratar com diferentes variáveis e tecnologias para construir uma empresa ou um produto que atenda o seu público. Se você estiver usando o computador, além dos sites na internet, você deve criar aplicativos para MAC e para o Windows 8, eles permitirão que você use todo o poder de processamento do computador e o acesso a internet para trazer mais interatividade aos usuários. Já os dispositivos móveis têm acesso a internet, a localização do usuário, além de permitir o uso de tecnologias como acelerômetro, giroscópio, NFC entre outras. Tudo isso está à disposição para melhorar a experiência do seu conteúdo.

Outro dispositivo que não deve ser ignorado é a própria SmartTV, que permite que você crie aplicativos que rodam na TV, além de novos produtos que têm saído, como relógios Bluetooth, que acessam os dados do seu celular, entre outros. Se não bastasse toda essa miríade de produtos, é importante pensar em como eles interagem entre si. Podemos ter aplicativos em smartphones e tablets que sirvam de suporte para assistir televisão tornando o programa mais interativo. Por exemplo, podemos assistir um seriado e ao mesmo tempo, no ipad termos informações adicionais sobre o capítulo, além de poder conversar e interagir com meus amigos durante o programa.

A onipresença da informação veio para ficar e devemos pensar em modelos de negócio que atendam essas necessidades. Muitos modelos atuais, baseados em Page Views, devem se reinventar e tudo isso deve ser feito em menos de dois anos, se não pode ser tarde demais. Eu posso afirmar que muitas empresas de internet de sucesso deixarão de existir em pouco tempo e esse fenômeno vai chegar mais rápido do que o mundo corporativo está acostumado.

Guga Stocco é vice presidente de Desenvolvimento de Negócios do Buscapé Company.

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As mídias sociais e a escassez da mão de obra qualificada

Matéria

E-book Target/ASQ: a estratégia para a operação dos serviços complexos

Essa publicação centra-se em serviços complexos, ou seja, os serviços procurados por causa de uma falta de conhecimento ou habilidade. Os serviços complexos se dividem em três categorias: serviços profissionais, semiprofissionais e técnicos. (Clique para mais informações)

Carlos Aldan

Certa vez, mediando a implementação do planejamento estratégico de uma empresa, cliente da indústria hoteleira, fomos perguntados: “Na opinião de vocês, se tivessem de escolher um fator (driver) único que afetará nossa indústria nos próximos anos, qual seria ele?”. A internet social, respondemos. “E um segundo fator?”. “A escassez de mão de obra qualificada”. Temos aqui, nestes dois fatores, um tremendo dilema. Até alguns anos atrás, o poder de criar conteúdo era prerrogativa dos fornecedores de produtos e serviços. Hoje, o consumidor emite suas avaliações e recomendações a baixos custos e com maior credibilidade, sob a ótica dos próprios clientes, do que a propaganda oficial das empresas. Pesquisa de abril de 2012, da Nielsen Global Online Consumer Survey, aponta para os seguintes fatos:

  • 92% dos consumidores brasileiros pesquisados confiam em recomendações de amigos e familiares publicadas online.
  • 70% desses consumidores confiam nas opiniões de outros consumidores publicadas na internet.
  • Há cerca de 2 bilhões de internautas no mundo hoje (ONU).
  • Há aproximadamente 200 milhões de blogs e 120.000 novos blogs são lançados diariamente.
  • Há mais de 5 bilhões de telefones celulares no mundo, atualmente.

A propaganda boca a boca sempre teve maior credibilidade. O que muda? O fato de que o boca a boca nunca teve um megafone tão potente como a internet à sua disposição. A experiência do cliente, que outrora ficava circunscrita ao seu círculo de amigos, relacionamentos sociais, colegas de trabalho e familiares, hoje pode atingir milhões de usuários. O TripAdvisor, por exemplo, possui mais de 35 milhões de avaliações e opiniões de turistas sobre suas experiências com hotéis, resorts, restaurantes, destinos e pacotes turísticos! O Facebook possui mais de 500 milhões de usuários que passam 700 bilhões de minutos por mês nas suas páginas! Qual é a natureza do dilema? O que os conteúdos gerados pelo cliente relatam? Suas experiências. Experiências que resultam de suas inúmeras interações com produtos, instalações e, sobretudo, serviços. E estas interações são, primordialmente, com profissionais de linha de frente.

Ou seja, qualificar este profissional para que as experiências relatadas sejam positivas não é mais uma escolha, mas sim, uma necessidade imperativa. Oitenta por cento dos consumidores têm reservas em comprar produtos e serviços avaliados negativamente em um destes sites de opinião (AOL’s Brand New World Research, 2008). É claro: se possuem alternativas, para que correr o risco? O descolamento entre o discurso e a prática, poderá acarretar em custos incomensuráveis para as organizações do século XXI. Que o digam a United Airlines e a Brastemp. Não basta monitorar a opinião de seu cliente na internet social e se comunicar com ele permanentemente por meio da comunicação digital, mas sim aproveitar o QI aumentado que as empresas passam a ter com o advento das mídias sociais, para investir efetivamente em pessoas. Tratando o colaborador como um cliente individual, criando um programa também individual de treinamento e desenvolvimento. Entender e dominar estes dois fatores determinará, em grande medida, o grau de sucesso das empresas nas próximas décadas.

Carlos Aldan é CEO e fundador do Grupo Kronberg www.grupokronberg.com.br

Principais tendências em Tecnologia da Informação (TI) para 2013

NORMAS COMENTADAS

NBR14039 – COMENTADA
de 05/2005

Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários…

Nr. de Páginas: 87

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NBR5410 – COMENTADA
de 09/2004

Instalações elétricas de baixa tensão – Versão comentada.

Nr. de Páginas: 209

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NBRISO9001 – COMENTADA
de 11/2008

Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos. Versão comentada.

Nr. de Páginas: 28

Clique para visualizar a norma imediatamenteVisualizar já!

tiEssencial para a competitividade e produtividade da economia nacional, o mercado brasileiro de TI contribuiu para o aumento da eficiência dos mais diversos segmentos no último ano e se consolidou como grande aposta de aquecimento para 2013. Soma-se a esse cenário uma especial preocupação do governo federal, através do Ministério de Ciência e Tecnologia, em estimular o desenvolvimento da área, com a criação de programas como Brasil TI Maior e StartUp Brasil. As experiências vividas pelo boom da área ainda incipiente direcionam as expectativas de tendências para 2013. É o caso daTWT Info, desenvolvedora nacional de softwares de gestão, que em 2012 lançou o Strigoi, software de monitoramento de equipes e recebeu o selo Microsoft Cloud Partner 2012. Confira abaixo as tendências para a área de Tecnologia da Informação em 2013:

Mobilidade – Os especialistas em TI acreditam que 2013 vai ser o grande ano da mudança para a mobilidade, proporcionada, em grande parte pelo fortalecimento da computação em nuvem. Segundo o gerente de TI da TWT Info, Gustavo Duarte, “a possibilidade de acessar documentos e fazer serviços de qualquer lugar, tornou relativa a noção de longe e de tempo”. As melhorias da computação em nuvem se traduzem em melhorias na administração e disponibilidade das empresas – considerando que muitas delas passam a hospedar seus serviços em grandes datacenters, desconcentrando o que antes ficava restrito à empresa. A mobilidade traz ganhos em relação à agilidade e otimização do tempo que antes era perdido em trânsito, por exemplo. Além de ser uma ótima forma de integração com colaboradores que buscam capacitação no exterior ou com aqueles que têm o home office como opção. Por outro lado, abre discussões sobre segurança da informação (abaixo) e o limite de horário e remuneração dos colaboradores que trabalham fora do escritório.

Segurança da Informação – A valorização da Tecnologia da Informação para aumentar a competitividade e produtividade das empresas também se traduz em maior digitalização dos documentos que antes estavam em papel. Esse processo tornou a preocupação dos gestores com a segurança dos dados maior, já que o roubo de informações se torna mais prático e rápido. Prova disso é que, de acordo com Pesquisa Global de Segurança da Informação 2013, da PwC, o Brasil é o 4º país que mais teme ataques cibernéticos, mostrando que 67% (média global) das organizações nacionais têm muita ou alguma ciência dos riscos cibernéticos. Unindo o cenário da segurança da informação com o aumento da mobilidade que a TWT Info criou o Strigoi, software de monitoramento de equipes. O software monitora quanto tempo cada colaborador gasta em cada atividade, aprimorando o gerenciamento de tempo para cada serviço, além de monitorar palavras-chave estabelecidas pelo gestor. Isso significa que, caso haja alguma informação que não possa sair da empresa, o gestor será prontamente notificado. O software, entretanto, não interfere na privacidade dos usuários, uma vez que não lê conteúdos inteiros e não monitora senhas.

Gerenciamento Eletrônico de Documentos – O aumento da mobilidade fez com que 2012 fosse considerado o ano Gerenciamento Eletrônico de Documentos (GED). Tanto para aumentar o controle das empresas sobre seus documentos, para aumentar a agilidade e mobilidade e também pela economia de espaço físico. O GED tornou-se palavra de ordem nas empresas. Soma-se a isso, o fato dos scanners terem se tornado mais acessíveis e as empresas terem se sensibilizado para a causa, fazendo com que muitas, por exemplo, contratassem um colaborador responsável exclusivamente por serviços de digitalização ou terceirizassem o serviço de digitalização do passo.

Capacitação da mão de obra – O aquecimento da área de TI em 2012 trouxe um novo desafio aos gestores: o encarecimento da mão de obra. Muitos se queixam do aumento do custo e da redução da qualidade dos serviços dos colaboradores de TI, fazendo com que programas de retenção de talentos se tornassem fundamentais às empresas de tecnologia. No caso da TWT Info, a empresa garante o pagamento integral dos cursos para os quais os colaboradores recebam certificação, como uma forma de estímulo à capacitação e treinamento da equipe.

Outsourcing e a terceirização de serviços – A mobilidade de acesso e o aumento do custo da mão de obra tornou a terceirização de serviços opção essencial para grandes empresas que não tem ramo de atuação ligado à tecnologia. Isso porque, embora mantenham uma equipe de TI interna, muitas vezes as empresas buscam nas consultorias externas o melhor custo benefício para problemas que se repetem indefinidamente. A área de outsourcing sai, então, fortalecida.

Base de conhecimento – É uma das grandes apostas da TWT Info para 2013, como uma ferramenta para fortalecer o canal de comunicação com o cliente e deixá-lo mais autônomo em relação aos trabalhos da empresa. Trata-se de um software em que o colaborador envia uma pergunta e a resposta é compartilhada com toda a empresa. A ideia é otimizar a solução de complicadores e evitar a duplicação de informações e também monitorado para que o cliente interno ou externo seja amparado e suas dúvidas estejam sempre esclarecidas na área deste, no portal da TWT. O software é alinhado com uma das diretrizes que a TWT Info busca para 2013: garantir autonomia e controle ao cliente sobre a utilização de seus serviços. Este produto também permite que o conhecimento que está sob o domínio individual seja coletivo, esta ferramenta pode ser aplicada a qualquer área de atuação em qualquer empresa, não só apenas para uso restrito dos conhecimentos da TWT Info, ferramenta que em 2013 estará disponível para comercialização.

Tendências para 2013 – Além de todas as mudanças pautadas pelo mercado, a integração das áreas técnica, de implantação e de suporte é tendência unânime, sob o ponto de vista dos especialistas da área. Na TWT Info, o processo foi iniciado em 2012, sob os fundamentos da governança corporativa instalada na empresa. A gerente de relacionamento e uma das idealizadoras da mudança, Flávia Azzi, destaca que a visão gerencial foi fundamental no processo, acabando com o isolamento de áreas e com a dependência de talentos individuais. O novo modelo traz resultados positivos no atendimento ao cliente, na entrega dos serviços (que se torna melhor alinhada entre comercial e implantação), além da resolução mais rápida das eventuais falhas. Os colaboradores percebem também que o fortalecimento dos canais de comunicação com cliente, através da área de marketing, foram fundamentais para o melhor alinhamento e percepção de futuras demandas.

Matéria

Target GEDWEB: a gestão do conhecimento tecnológico adequado para qualquer empresa

O Target GEDWEB permite à qualquer empresa, de             qualquer porte, o acesso centralizado às normas técnicas,             documentação empresarial, regulamentos, portarias, textos técnicos, publicações da American Society Quality (ASQ), publicações             técnicas e científicas, revistas segmentadas, etc.

Mídias sociais na terceira idade: muito mais que modismo

Armazenamento de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis de acordo com a proposta de Revisão da Norma ABNT NBR 17505

Curso: Armazenamento de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis de acordo com a proposta de Revisão da Norma ABNT NBR 17505

Modalidade: Presencial ou Ao Vivo pela Internet

Dias: 01 e 02 de Abril

Horário: 09:00 às 17:00 horas

Carga Horária: 14h

Professor: Paulo de Tarso Martins Gomes

Preço: A partir de 3 x R$ 257,81

(*) O curso permanecerá gravado e habilitado para acesso pelo prazo de 30 dias a partir da data da sua realização.

O curso visa a orientação de todo o pessoal envolvido no Projeto, na Construção, na Aprovação de Licenças e na Fiscalização de Instalações voltadas para o Armazenamento de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis (Terminais e/ou Fábricas). Neste curso serão apresentadas todas as mudanças que ocorrerão com a revisão da Norma NBR 17505. Os participantes do curso serão preparados para desenvolver Projetos eficientes e seguros de Instalações que são alvo de constantes inspeções, por envolverem riscos às comunidades e ao meio ambiente. Para atender à demanda daqueles que não podem se locomover até as instalações da Target, disponibilizamos este curso Ao Vivo pela Internet. Recursos de última geração permitem total aproveitamento mesmo à distância.
Os cursos oferecidos pela Target são considerados por seus participantes uma “consultoria em sala”, ou seja, o participante tem a possibilidade de interagir com renomados professores, a fim de buscar a melhor solução para problemas técnicos específicos e particulares.

Inscreva-se Saiba Mais

Acácia Lima

Manter uma boa alimentação, praticar atividade física e cultivar amizades são recomendações médicas fundamentais para a saúde na terceira idade. Junta-se a isso a necessidade de exercitar o cérebro e teremos a razão pela qual a geração senior tem estado cada vez mais presente na internet e especialmente nas mídias sociais. Além de estimular encontros e reencontros, o uso das redes instiga a novas descobertas: muitos idosos estão aprendendo agora a usar um computador. Nascidos no século em que poucos tinham acesso ao telefone, é até difícil para a terceira idade imaginar o quase inesgotável número de opções disponíveis no mundo virtual. Aliás, entender o “virtual” já é bastante complicado. Entretanto, o desejo de resgatar amizades antigas e tornar próximo um ente querido que mora longe – características típicas das mídias sociais – tem despertado a curiosidade e fomentado o interesse por “novos universos”.

No Brasil, segundo Javier Olivan, vice-presidente de crescimento do Facebook, há mais de 61 milhões de usuários conectados, dos quais mais de 30 milhões aderiram a rede no último ano. Segundo pesquisas recentes, deste número, 26% têm mais de 55 anos. É um filão considerável que deve ser olhado com bastante atenção por empresas de todos os tamanhos e de diferentes segmentos. A Apple americana, por exemplo, percebendo o crescente interesse dessa fatia do mercado, oferece aulas particulares em suas lojas, ensinando desde como ligar o iPhone ou iPad até como fazer filmes e navegar pelos milhares de aplicativos disponíveis. Para entender o motivo dessa iniciativa, basta dizer que o Facebook está presente, hoje, no mundo inteiro, em 70 idiomas e que 60% do acesso é feito por celulares e smartphones.

As agências de viagens e academias são outros bons exemplos. Com o crescente aumento no número de idosos que viajam em grupo e fazem atividade física, as empresas têm conseguido fazer um bom trabalho nas mídias sociais divulgando e produzindo conteúdo focado nas necessidades e interesses da terceira idade. Ávidos por absorver o novo século, vovôs e vovós tem provado que as mídias sociais, mais do que um modismo, são uma ferramenta de informação, diversão e, sobretudo, de integração, e que tem proporcionado uma grande mudança no comportamento de jovens e idosos e, especialmente em relação à terceira idade, tem auxiliado a afastar dois grandes monstros: a depressão e a solidão.

Acácia Lima é jornalista e diretora da YellowA.

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As empresas brasileiras e a internet

ibge

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Em 2010, das 2,8 milhões de empresas com 1 ou mais pessoas ocupadas, cerca de 2,2 milhões (80,8%) utilizaram computador, 2,1 milhões (76,9%) fizeram uso da internet e 2,3 milhões (83,3%) de telefone celular para finalidades de trabalho. As proporções de empresas que usaram computadores e internet eram elevadas e crescentes à medida que o porte das empresas aumentava: cerca de 78,0% das microempresas (de 1 a 9 pessoas ocupadas) usaram computador, enquanto nas empresas de 10 a 19 pessoas ocupadas esse percentual saltava para 94,1%. O mesmo comportamento foi observado em relação ao uso da internet: 73,7% das microempresas usaram internet, ao passo que nas empresas com 10 a 19 pessoas ocupadas essa proporção subiu para 91,5%. Destaca-se também a universalidade do uso de computador e da internet nas empresas com 500 ou mais pessoas ocupadas.

Dentre as microempresas, as menores taxas de uso de computador e de internet pertencem ao segmento industrial (73,4% e 71,1%, respectivamente). As microempresas com atividades de informação e comunicação apresentaram as taxas mais elevadas: 85,4% usaram computador e 84,8% usaram internet. Já quando se consideram as empresas com 10 ou mais pessoas ocupadas, as de alojamento e alimentação apresentaram os menores níveis de uso de computador e de internet (87,9% e 82,2%, respectivamente), e os maiores níveis foram observados nas empresas com atividades profissionais, científicas e técnicas (99,3% tanto para o uso de computador quanto de internet). Dentre as empresas que não usaram computador e dentre as empresas que não usaram internet, os principais motivos apontados foram: as atividades que necessitavam computador ou Internet eram realizadas por terceiros (86,3% e 89,8%, respectivamente) e o uso desses equipamentos não era necessário (73,5% e 71,6%).

Esses são alguns dos resultados da nova pesquisa do IBGE sobre Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação nas empresas brasileiras (TIC-Empresa 2010), que investiga o uso de computador, internet e celular, interação com o governo, segurança, habilidades no uso das TIC e os motivos de não utilização dessas tecnologias pelas microempresas (1 a 9 pessoas ocupadas) e pelas empresas com 10 ou mais pessoas ocupadas. Não há informações locais. Todas as informações sobre o estudo podem ser acessadas na página www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/tic_empresas/2010/default.shtm

O que esperar das mídias sociais em 2013

Acácia Lima

O ano já está terminando e o que não faltam são previsões sobre como as mídias sociais, especialmente o facebook e o twitter, impactarão a vida dos consumidores e empresas em 2013. Fenômeno na internet e nos smartphones há poucos anos, as redes sociais ainda provocam enorme curiosidade sobre seu funcionamento, alcance e futuro, sem mencionar o tabu que ainda é para alguns, principalmente para micro e pequenos empresários. Dada a velocidade com que as mudanças ocorrem no meio digital e a inquieta demanda por novidades, é quase impossível prever que destino terá o Facebook ou qualquer outra mídia social. Aqui, creio que o mais importante não seja saber exatamente o futuro desta ou daquela plataforma, mas sim entender que vivemos tempos de sociedade em rede. Nada mais está desconectado, distante ou indiferente.

Teorias sobre marketing e comunicação não são mais verdades absolutas. Engessadas, essas teorias levam muito tempo para serem implementadas e, quando são, muitas vezes já estão obsoletas. Vivemos a era da prática e das relações dinâmicas. Sai muito na frente quem hoje é mais rápido na condução de estratégias e consegue mudar a direção sem entraves, e, neste quesito, às micro e pequenas empresas têm uma boa vantagem sobre as grandes por terem mais agilidade nos eventuais ajustes de rota. Temos uma geração de distraídos ávida por informações e novidades, conectada praticamente 24 horas por dia. Este cenário certamente não mudará nos próximos anos e aí está o grande desafio do empresário: como atrair e manter esse consumidor interessado em seu produto e tê-lo como aliado e disseminador da sua marca? Há alguns anos costumava-se dizer que um cliente, falando bem ou mal de uma empresa, influenciava 10 pessoas. Hoje, com o boca a boca virtual, esse número chega à casa das 200 pessoas. Portanto, é inadmissível não considerar a importância e, até mesmo, a obrigatoriedade da atuação nas plataformas digitais.

Ainda pouco se sabe a respeito da melhor forma, e a mais efetiva, de atuar nas mídias sociais. Entretanto, uma das lições aprendidas neste ano de 2012 é que as mídias sociais não devem ser usadas apenas para fazer branding. O consumidor deseja especialmente relacionar-se com as marcas de sua preferência, procura atendimento rápido e eficaz e não admite esperar um dia por uma resposta de e-mail. Daí, concluímos que, sim, possuímos ferramentas online para nos comunicar, mas sempre seremos pessoas lidando com pessoas e a melhor maneira de cativá-las é tratando-as como únicas. Pequenas redes sociais como a nextdoor.com estão sinalizando uma tendência capaz de transformar o cenário digital de forma ainda mais poderosa. A ideia é “arrebanhar no online para realizar no offline”, ou seja, extrair das bandeiras levantadas nas redes atitudes e ações na vida real, a fim de promover melhorias na sociedade. Talvez seja essa a maior aposta quanto ao destino das mídias sociais: torná-las uma aliada não só para divulgar, mas, principalmente para construir de fato uma relação equilibrada entre deveres, responsabilidades e direitos. Afinal, não é esse um desejo para um mundo melhor?

Acácia Lima é jornalista e diretora da YellowA.

COLETÂNEAS DE NORMAS TÉCNICAS

Amizade em redes sociais X testemunho em processo trabalhista

Aterramento: Fatos e Mitos na Proteção de Instalações e de Equipamentos Sensíveis contra Descargas Atmosféricas - Presencial ou Ao Vivo pela Internet

Curso: Aterramento: Fatos e Mitos na Proteção de Instalações e de Equipamentos Sensíveis contra Descargas Atmosféricas

Modalidade: Presencial ou Ao Vivo pela Internet *

Dias: 05 e 06 de dezembro

Horário: 09:00 às 17:00 horas

Carga Horária: 16h

Professor: Antônio Roberto Panicali

Preço: A partir de 3 x R$ 257,81

(*) O curso permanecerá gravado e habilitado para acesso pelo prazo de 30 dias a partir da data da sua realização.

Apresentação de novos conceitos e técnicas de projeto que resultem em maior eficiência dos sistemas de proteção contra os efeitos de surtos gerados internamente ou devidos às descargas atmosféricas. Para atender à demanda daqueles que não podem se locomover até as instalações da Target, tornamos disponível este curso Ao Vivo através da Internet. Recursos de última geração permitem total aproveitamento à distância. Os cursos oferecidos pela Target são considerados por seus participantes uma “consultoria em sala”, ou seja, o participante tem a possibilidade de interagir com renomados professores, a fim de buscar a melhor solução para problemas técnicos específicos e particulares.

Inscreva-se Saiba Mais

A Subseção 2 Especializada em Dissídios Individuais (SDI-2) do Tribunal Superior do Trabalho (TST) começou a discutir se recados trocados entre amigos de redes sociais constituem prova de amizade íntima suficiente para caracterizar a suspeição de testemunha em ação trabalhista. De acordo com o advogado Fabiano Zavanella, sócio do Rocha, Calderon e Advogados Associados e especialista em relações trabalhistas, para toda e análise jurídica, partir do caso concreto é algo que merece cautela, afinal a casuística nem sempre é saudável para a sustentação dos institutos ou propriamente da construção da Ciência do Direito. “É óbvio que a situação posta para decisão do julgador gera necessidade da pacificação do conflito e isto se dá através da aplicação da lei, porém não mais da regra de subsunção e sim através de um junção de fatores e pressupostos do ordenamento mediante sopesamento de valores e princípios”, comenta o advogado explicando que no tocante a chamada contradita pelo argumento da amizade íntima, o artigo 829 da CLT dispõe: “a testemunha que for parente até o terceiro grau civil, amigo íntimo ou inimigo de qualquer das partes, não prestará compromisso e seu depoimento valerá como simples informação”.

Zavanella comenta que o objetivo da norma é evitar o mascaramento da verdade através do depoimento tendencioso, ou seja, uma situação de exceção, já que é dever do julgador buscar a verdade na sua forma melhor possível, quer dizer, com maior amplitude de provas ou elementos que possam formar seu convencimento e assim distribuir de forma equânime a Justiça. Se a Constituição assegura o devido processo legal, o acesso a Justiça, o direito de ação, a imparcialidade do julgador, a motivação das decisões judiciais como corolários que devem ser preservados e perseguidos, no processo isso não se pode ignonar, ou seja, o simples fato de alguém adicionar outrem em redes sociais, não configura a chamada amizade íntima extraída do texto legal.

“As relações de amizade, no sentido estrito da palavra, são relações fraternas, muitas vezes configurando irmãos apenas de sobrenomes diferentes, que constroem histórias ou experiências de vida marcantes e conjunta, isto pode até nascer em um ambiente de trabalho e transcender para vida pessoal, porém não dá para banalizar”, pontua o advogado questionando a quantidade de pessoas que estudamos juntos, brincamos, trabalhamos e tinhamos como supostos amigos e que na primeira mudança de rotina (da escola, da rua, do labor) nunca mais vimos nem ouvimos falar. “Nessa linha, as redes sociais atuam como uma pseudo aproximação ou forma moderna de relacionamento, mas as limitações são evidentes e aqui talvez resida um maior cuidado ou necessidade de regramento por parte das empresas e, sobretudo, bom senso das pessoas, que se expõem de forma demasiada criando esteriótipos ou preconceitos que pela velocidade da informação, depõem contra sua imagem e por vezes até o caráter e poucos não são os casos, aliás, bastante rotineiro, em que departamentos de pessoas nas empresas sérias e organizadas triam o modo de vida, as preferência, convicções, postura do candidato, através das redes sociais, antes de definir por sua contratação”, adverte. Segundo Zavanella, o mundo, inevitavelmente, é um imenso reallity show, mas o julgador e principalmente o processo do trabalho, ainda detém a árdua tarefa, mesmo se tratando de um ramo patrimonial, perseguir a verdade ou se aproximar ao máximo dela para harmonizar e dar a sociedade o sentimento de pacificação social que é premissa fundamental e função do Poder Judiciário.

Empresas de alto crescimento

Em 2010, havia 33.320 empresas de alto crescimento, que são aquelas que aumentaram em 20% ao ano o número de empregados, por um período de três anos. Elas ocuparam 5 milhões de pessoas e pagaram R$ 88 bilhões em salários e outras remunerações. Dessas, 32.863 eram classificadas como empresas de alto crescimento orgânico (EAC), ou seja, o aumento de pessoal ocupado foi feito através de contratações, e não por fusões ou incorporações. As empresas de alto crescimento orgânico representavam 1,5% do total de empresas com pelo menos uma pessoa assalariada e foram responsáveis por gerar mais da metade (50,3%) dos novos postos de trabalho assalariados do Brasil entre 2007 e 2010. Do total de 5,4 milhões de novos empregos criados na economia no período, 2,7 milhões estavam nas empresas de alto crescimento. As empresas de alto crescimento orgânico, em 2010, ocuparam 4,3 milhões de assalariados e pagaram R$ 67 bilhões em salários e outras remunerações. No entanto, os salários médios pagos foram menores (2,4 salários mínimos) que as empresas ativas com funcionários assalariados (2,9 salários mínimos) e o quadro de empregados teve 8,8% a menos de mulheres e 28,0% a menos de pessoas com ensino superior completo. Apesar do seu valor adicionado médio (R$6,5 milhões) ter sido 115,2% maior que as empresas ativas com dez ou mais empregados (R$3,1 milhões), sua produtividade do trabalho média foi 25,5% menor. (R$ 46,0 milhões contra R$ 61,8 milhões por pessoal ocupado).

Estes dados são revelados pelo estudo Estatísticas de Empreendedorismo 2010, resultado de uma pareceria entre o IBGE e o Instituto Empreender Endeavor Brasil. A publicação analisa o desempenho das empresas, o emprego gerado por elas e indicadores como valor adicionado e produtividade. Em 2010, o foco foram as empresas de alto crescimento (EAC) orgânico. As cinco atividades econômicas responsáveis pelas maiores criações de ocupações nas EAC orgânico foram: indústrias de transformação (568,8 mil); atividades administrativas e serviços complementares (553,7 mil); construção (551,0 mil); comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas (420,6 mil); e transporte, armazenagem e correio (204,1 mil). A idade média das EAC orgânico, em 2010, foi de 13,6 anos. Além disso, cerca de 70% das EAC orgânico concentravam-se nas regiões Sudeste e Sul em 2010. O Sudeste também detinha o maior percentual de empregados (52,9%), mas o Nordeste apareceu em segundo lugar, ocupando 19,7% do pessoal, seguido pelo Sul, com 14,9%. O Nordeste também apresentava a maior média de pessoas ocupadas por unidade local (77), seguido por Sudeste (69), Norte (64), Centro-Oeste (58) e Sul (48). A pesquisa também traz informações sobre as chamadas empresas gazelas, empresas de alto crescimento mais novas. Entre elas, 3.722 empresas tinham até cinco anos (G5) e 12.328, entre cinco e oito anos (G8). A publicação completa pode ser acessada no link http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/empreendedorismo/2010/default.shtm

Os cuidados na internet com as páginas falsas

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Curso: Instalações Elétricas de Média Tensão – Principais soluções para evitar riscos, prejuízos e atender a legislação em vigor

Modalidade: Presencial ou Ao Vivo pela Internet

Dias: 02 e 03 de outubro

Horário: 09:00 às 17:00 horas

Carga Horária: 14h

Professor: João Gilberto Cunha

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(*) O curso permanecerá gravado e habilitado para acesso pelo prazo de 30 dias a partir da data da sua realização.

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Todos os usuários da internet precisam ter cuidado, pois as páginas falsas continuam a representar mais da metade das notificações de tentativas de fraude recebidas pelo Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (Cert.br). Só no segundo trimestre de 2012, a quantidade de notificações de páginas falsas de instituições financeiras e de sites de e-commerce cresceu 89% em relação ao trimestre anterior e 184% se comparada ao segundo trimestre de 2011. Nesse segundo trimestre, houve leve aumento o número de notificações de páginas falsas não relacionadas a serviços financeiros ou comércio eletrônico (4%) em relação ao primeiro trimestre de 2012. No entanto, esse mesmo número de notificações recebidas foi cinco vezes maior que o registrado no segundo trimestre de 2011, chamando a atenção dos técnicos do Cert.br.

As notificações sobre cavalos de Troia, utilizados para furtar informações e credenciais, representam 31% das notificações de tentativas de fraudes e cresceram 43% em relação ao primeiro trimestre de 2012 e 49% em relação ao segundo trimestre de 2011. As notificações sobre ataques a servidores Web também cresceram 11% em relação ao trimestre anterior e 176% em relação ao mesmo período de 2011. Os atacantes exploram vulnerabilidades em aplicações Web para, então, hospedar nesses sites as falsas páginas de instituições financeiras, os cavalos de Troia, e as ferramentas utilizadas em ataques a outros servidores Web e scripts para envio de spam ou scam.

As notificações referentes a varreduras, por sua vez, cresceram 43% em relação ao trimestre anterior e aumentaram 81% em relação ao segundo trimestre de 2011. As notificações de varreduras na porta 25 continuam em destaque, atingindo quase 40% do total. Já no trimestre anterior, elas chegaram a ser quase 26% do total. A maior parte das reclamações é relacionada a computadores brasileiros conectados via banda larga que tentaram identificar relays abertos fora do Brasil com o intuito de possivelmente enviar spam. Os servidores proxy, 8080/TCP e 1080/TCP, também estão sendo procurados, correspondendo a cerca de 2% das notificações cada um. Esses serviços também podem ser explorados para o envio de spam. O serviço de RDP (3389/TCP) tem sido visado desde o terceiro trimestre de 2011. Nesse segundo trimestre de 2012, ele correspondeu a 15% das notificações, ultrapassando o SSH (22/TCP) com 12% das notificações de incidentes de varredura. Os serviços TELNET (23/TCP) e FTP (21/TCP) corresponderam a, respectivamente, por quase 3% e menos de 1% das notificações de varreduras do segundo trimestre de 2012. As notificações de atividades relacionadas à propagação de worms e bots totalizaram mais de nove mil incidentes nesse trimestre, representando uma queda de 33% em relação ao primeiro trimestre de 2012. No segundo trimestre de 2012, as notificações quase triplicaram em relação ao segundo trimestre de 2011.

Esse alerta é importante no momento em que o uso da banda larga em residências continua crescendo no Brasil. Em junho de 2012, o número de usuários ativos de conexões de mais de 2 Mb chegou a 16,8 milhões, ou 91% mais do que em junho de 2011, segundo o estudo NetSpeed Report, do Ibope Nielsen Online. Comparado ao número de pessoas que usavam conexões maios rápidas no mesmo período do ano passado, isso representa mais 8 milhões de pessoas, segundo a metodologia de aferição de velocidade utilizada pela Nielsen em oito países. Enquanto isso, diminuiu a quantidade de usuários em conexões de menor capacidade. O número dos que usam de até 512 Kb, que era de 10 milhões em junho de 2011, caiu 39%, ou 3,9 milhões de pessoas, e chegou a 6,1 milhões em junho de 2012. Esse número se manteve inalterado nos últimos três meses.

CLIQUE NAS FIGURAS PARA UMA MELHOR VISUALIZAÇÃO

A evolução do número de usuários ativos em domicílios, segundo a conexão, em milhares de pessoas – Brasil – junho de 2011 a junho de 2012

Fonte: NetSpeed Online Report, IBOPE Nielsen Online

Os usuários de mais de 2 Mb são os que ficam mais tempo na frente do computador e os que abrem mais páginas na internet. Eles também já representam 40,5% do total de usuários ativos em domicílios. Só o grupo dos que usam mais de 8 Mb já é de 5,2 milhões de pessoas, ou 12,6%. O total de usuários ativos em domicílios no Brasil foi de 41,5 milhões em junho de 2012, de um universo de 64,9 milhões de pessoas que moram em residências que têm acesso à internet.

Número de pessoas com acesso, de usuários ativos e média de uso de páginas e de tempo, por conexão– Brasil – domicílios – junho de 2012

Foram mantidas as nomenclaturas Kb e Mb, conforme utilizadas pela Nielsen Online no relatório NetSpeed Online em todos os países em que é feita a pesquisa

Fonte: NetSpeed Online Report, IBOPE Nielsen Online

O total de pessoas com acesso em casa ou no local de trabalho é de 68 milhões, segundo o Ibope Nielsen Online. Dessas pessoas com acesso, 50,5 milhões foram usuários ativos em junho, o que significou diminuição de 0,8% em relação ao mês anterior e crescimento de 11% na comparação com junho de 2011. Já o número total de pessoas com acesso à internet no Brasil em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, lan houses ou outros locais) atingiu 82,4 milhões no primeiro trimestre de 2012.