Vivo e TIM: o perigo do monopólio na telefonia

NORMAS TÉCNICAS ESTRANGEIRAS E INTERNACIONAIS

Assessoria em normas internacionais e estrangeiras: a Target oferece a consultoria definitiva que sua empresa precisa em normalização internacional e estrangeira: a melhor maneira de assegurar a confiabilidade de suas informações e de manter-se atualizado com relação aos padrões de qualidade de produtos e serviços do mundo.

Pesquisas: entendemos sua necessidade e localizamos, com rapidez e eficiência, diversos tipos de normas em entidades de normalização de qualquer parte do mundo.

Gerenciamento: informamos sobre o status das normas de seu acervo, e sobre qualquer alteração, revisão ou publicação de novas normas de seu interesse. A partir daí, você decide se vai ou não atualizar suas normas.

Tradução: uma equipe de profissionais, especializados em normalização e traduções técnicas, está apta a fornecer o melhor serviço de tradução de normas internacionais e estrangeiras. Os serviços de tradução também oferecem a formatação e adequação da norma dentro dos padrões das Normas Brasileiras.

Para solicitações ou mais informações, clique aqui

Dane Avanzi

Mesmo com uma dívida de 52 bilhões de euros, a espanhola Telefônica não perde o apetite quando o assunto é adquirir novas empresas. Controladora da Vivo e acionista da Itália Telecom (representada no Brasil pela  Tim) três meses atrás a Telefônica foi multada pelo Cade – Conselho de Administração de Defesa Econômica – a pagar 15 milhões de reais por haver descumprido a obrigação de não elevar sua participação na Itália Telecom (atualmente com 70% das ações). Hoje a Telefônica tem controle acionário da Vivo e da Tim no Brasil.

Recentemente, o Cade determinou que a Telefônica escolha entre controlar uma ou outra empresa. Para isso, deverá abrir mão do controle acionário de uma delas. A decisão é acertada pois visa manter o mínimo de concorrência entre as operadoras do serviço. A sentença do Cade também menciona que a Telefônica deve vender parte das ações (da Vivo ou da Tim) a uma outra empresa de telecomunicações com operação global.

Um estudo divulgado ano passado pela UIT – União Internacional de Telecomunicações, aponta o Brasil como o país que tem a ligação mais cara do mundo e, podemos piorar ainda mais caso as autoridades brasileiras não acompanhem e fiscalizem de perto o que ocorre nos bastidores do mercado financeiro, onde são orquestradas essas fusões e incorporações, sendo algumas empresas meras marionetes nas mãos do interesse econômico.

Em vista de todos esses acontecimentos, a única certeza que temos é que alguma coisa vai mau e está muito errada. Como fica o consumidor em face de todas essas transações bilionárias? Estima-se que a venda de parte das ações da Vivo ou da Tim seja o maior negócio depois da privatização. Por que nossa conta é tão cara e o serviço tão deficiente? Enquanto o Cade se preocupa com a concorrência, cabe a Anatel se preocupar com a política de tarifação das operadoras e principalmente com a qualidade dos serviços ora prestados a população brasileira.

Assunto subjacente à questão econômica, mas não de menor importância é a questão da concentração de informações e tráfego de chamadas e mensagens nas mãos de uma única empresa controladora de várias outras empresas mundo afora. Em tempos de espionagem em alta, e, em havendo sido o Brasil comprovadamente um dos alvos da agência norte-americana NSA, há que se considerar a relevante importância estratégica do serviço, sendo tão perniciosa a concentração de informações quanto o efeito nocivo do “dumping” sob o ponto de vista do direito do consumidor.

Dane Avanzi é advogado, empresário do setor de engenharia civil, elétrica e de telecomunicações. É diretor superintendente do Instituto Avanzi e vice-presidente da Aerbras – Associação das Empresas de Radiocomunicação do Brasil.

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Quanto mais o governo arrecada, menos a Anatel tem recursos

REGULAMENTOS TÉCNICOS

Os Regulamentos Técnicos, estabelecidos por órgãos oficiais nos níveis federal, estadual ou municipal, de acordo com as suas competências específicas, estabelecidas legalmente e que contém regras de observância obrigatórias às quais estabelecem requisitos técnicos, seja diretamente, seja pela referência a uma Norma Brasileira ou por incorporação do seu conteúdo, no todo ou em parte, também estão disponíveis aqui no Portal Target.

Estes regulamentos, em geral, visam assegurar aspectos relativos à saúde, à segurança, ao meio ambiente, ou à proteção do consumidor e da concorrência justa, além de, por vezes, estabelecer os requisitos técnicos para um produto, processo ou serviço, podendo assim também estabelecer procedimentos para a avaliação da conformidade ao regulamento, inclusive a certificação compulsória.

Você pode realizar pesquisas selecionando o produto “Regulamentos Técnicos” e informando a(s) palavra(s) desejada(s). Clique no link https://www.target.com.br/produtossolucoes/regulamentos/regulamentos.aspx

Adriano Fachini

Segundo estimativas do Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o leilão da faixa de 700 mhz, previsto para ocorrer no primeiro semestre de 2014, pode arrecadar algo em torno de R$ 6,1 bilhões, mediante licitação das frequências para o serviço móvel privativo. Outra receita extraordinária que ocorrerá, advirá de outro leilão referente outorga de exploração de serviço satelital com a concessão de quatro posições orbitais de satélite – cujo edital pode ser lançado ainda este ano. Esta receita, porém, não atingirá a cifra de R$ 1 bilhão, ficando na casa dos milhões. Dessa forma, a grande expectativa do governo para 2014 é a licitação da banda de 700 MHz.

Com esta perspectiva de receita, o governo deverá arrecadar mais de R$ 10 bilhões no próximo ano conforme as projeções do executivo, contando com outras receitas oriundas do Fust (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações) e Funttel (Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações) em torno de 1,5 bilhão de reais. Em 2013, as projeções orçamentárias previam um Fistel (Fundo de Fiscalização das Telecomunicações) de R$ 7,179 bilhões. Ou seja, a previsão de crescimento de arrecadação deste fundo para o próximo ano será de 30% em relação a 2013.

O ICMS pago pelos brasileiros nos serviços de telecomunicações este ano superou o arrecadado em 2012. De janeiro a setembro de 2013, foram pagos R$ 25,7 bilhões somente em ICMS sobre as telecomunicações. Não obstante sucessivos superávits de arrecadação, como empresário do setor de telecomunicações e assíduo usuário dos serviços da Anatel, com perplexidade constato o desmantelamento da instituição. Prédios sem manutenção, fiscalização dos serviços de telecomunicações quase inexistente no serviço limitado privado, entre outras mazelas. Tal fato ocorre devido a não aplicação das receitas acima mencionadas na atividade fim da Anatel, qual seja a fiscalização.

Em outubro, a Folha de S. Paulo revelou que os cortes ameaçaram áreas sensíveis do governo. Relatório de técnicos da agência chegaram a indicar que, diante dos cortes, seria necessário paralisar a fiscalização em 17 estados do país. Tal sangria de recursos compromete o futuro do Brasil, impactando negativamente o setor de várias formas. A falta de fiscalização induz os usuários à clandestinidade, o que aumenta as interferências prejudiciais em sistemas de telecomunicações licenciados. O Funttel deveria ser em sua totalidade investido em desenvolvimento e pesquisa para geração de novas tecnologias, mas infelizmente não é. Hoje o que impera no Brasil é a sanha arrecadatória sem um objetivo definido.

O contingenciamento desses recursos para o Tesouro Nacional, para fins de se produzir superávit primário, tem deixado à míngua não somente a Anatel, mas inúmeras outras instituições governamentais de relevante importância para o desenvolvimento do Brasil. Criada em 1997, no governo de Fernando Henrique Cardoso, a Anatel, assim como as outras agências, tinham forte vocação inspirada na meritocracia, na qual ocupavam cargos estratégicos servidores concursados, que tinham a possibilidade de ascender na instituição mediante concurso interno de provas e títulos que aferiam sua capacidade e aptidão. Tal fato permitia um ciclo virtuoso, no qual os servidores sempre buscariam estudar para saber mais e crescer profissionalmente, permitindo que na Anatel prevalecessem decisões o mais isentas possível de viés político. Espero que esse espírito não sucumba.

Adriano Fachini é empresário do setor de telecomunicações e presidente da Aerbras – Associação das Empresas de Radiocomunicação do Brasil.

Telefonia móvel: onde foi que erramos?

CURSOS TÉCNICOS DISPONÍVEIS NA INTERNET

Instalações Elétricas em Atmosferas Explosivas – Disponível pela Internet – Ministrado em 11/11/2013

O curso de Instalações Elétricas em Atmosferas Explosivas faz parte da sequência do curso de NR-10 – Segurança em Instalações e Serviços com Eletricidade.

Interpretação e Aplicações da Norma Regulamentadora Nº 13 (NR-13) do MTE (Inspeção de Segurança de Caldeiras e Vasos de Pressão) – Disponível pela Internet – Ministrado em 27/11/2013

Este curso tem por objetivo proporcionar aos participantes os conhecimentos e habilidades necessárias para uma adequada interpretação e aplicação da NR 13.

NBR ISO 50001 – Gestão de Energia – Implantação da metodologia e estudo de casos práticos – Disponível pela Internet – Ministrado em 06/05/2013

Permitir que as organizações estabeleçam os sistemas e processos necessários para melhorar o desempenho energético, incluindo a eficiência e intensidade energéticas.

NR 10 – Atendendo às exigências do Ministério do Trabalho – Reciclagem Obrigatória – Disponível pela Internet – Ministrado em 21/10/2013

O Curso tem o objetivo de atender às exigências da Norma Regulamentadora NR 10 – especificamente no que diz respeito aos requisitos que estabelecem a necessidade de treinamentos de reciclagem que devem ocorrer periodicamente aos trabalhadores já autorizados a intervir em instalações elétricas.

Dane Avanzi

A operadora francesa Iliad, acaba de anunciar a inclusão do serviço de 4G, sem custos adicionais, ao seu pacote de serviços “free mobile”, que custa 19,99 euros mensais e pode ser contratada sem um período de carência longo – exigência comum em contratos com operadoras móveis nos casos em que há redução de custo significativo da tarifa. O que é inédito nesse caso é o fato da operadora “espontaneamente” oferecer um “upgrade” de plano a seus clientes. Mas por que a operadora fez isso? Certamente para ganhar mercado das grandes empresas, no caso, a Orange, a SFR, da Vivendi, e a Bouygues Telecom. Nova no mercado, a Iliad – que desde 2012 já cresceu 11% segundo dados da agência reguladora francesa – tem como principal estratégia oferecer o mesmo serviço das concorrentes a preços baixos.

Enquanto na França o serviço está cada vez melhor e mais barato, no Brasil andamos a passos largos na direção contrária. Onde foi que erramos? Penso que a resposta dessa pergunta é bastante complexa, como a maioria dos problemas brasileiros. No entanto, voltando às origens do processo de privatização da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), podemos encontrar o fio da meada e avaliarmos o que pode ser melhorado.

Antes de 1997, a telefonia móvel no Brasil era administrada em todo o território nacional pela Telebrás, controladora de inúmeras empresas estatais regionais tais como, Telesp Celular, Telemig, Telenordeste Celular, entre outras. Com a privatização ocorrida em 1998, todas as empresas passaram a ser geridas por empresas privadas. Com o intuito de incentivar a competição, a Lei Geral de Telecomunicações, de 2003, previu a criação de empresas espelhos para concorrer com as teles recém-licitadas, que haviam herdado todo o legado das estatais recém-vendidas.

Empresas como Vésper, Intelig, Tess (atual Claro), são remanescentes dessa época e foram sendo ao longo dos anos compradas pelas grandes com o aval complacentes das autoridades brasileiras. Penso que o cerne da questão da falta de concorrência entre as operadoras brasileiras seja a falta de novos players no mercado. Tal movimento de fusão de empresas do setor somente se intensificou ao longo dos anos, sendo o último episódio da possível união entre Vivo e Tim, por ora abortado pela Telefônica e Itália Telecom, suas respectivas controladoras.

Outro fator que torna o Brasil o “paraíso” das teles é a falta de prestação jurisdicional. A morosidade da Justiça brasileira, que permite uma infinidade de recursos, acostumou as operadoras a descumprirem reiteradamente metas de qualidade, além de constarem no topo da lista do Procon de cobranças indevidas. Afora isso, temos uma das maiores cargas tributárias do mundo que oneram muito o setor de telecomunicações.

Como se vê, restabelecer o ambiente de competição que permita que novas empresas ingressem no mercado pode ser o primeiro passo para baixar o valor da conta dos brasileiros. Quem sabe a Anatel, inspirada em casos positivos como esse da França, promova o leilão dos 700 MHz com novas regras que resultem em economia para os brasileiros. Os consumidores agradecem!

Dane Avanzi é advogado, empresário do setor de engenharia civil, elétrica e de telecomunicações, e diretor superintendente do Instituto Avanzi.

Telecomunicação: menos propaganda e mais transparência

SOLUÇÕES PARA A GESTÃO DE ACERVOS

Controlar e manter o seu acervo de normas técnicas e de documentos internos e externos sempre atualizados e disponíveis para compartilhamento entre todos os usuários é hoje um grande desafio em diversas organizações por envolver a dedicação e o esforço de vários profissionais.

As Normas de Sistemas da Qualidade – série ISO 9000, são rigorosas quanto aos critérios de controle, atualização e disponibilização de documentos corporativos aos seus usuários. Tanto os documentos de origem interna como externa, devem ser controlados para evitar a utilização de informações não-válidas e/ou obsoletas, cujo uso pode trazer sérios problemas aos sistemas, produtos e negócios da empresa.

É por isso que a Target Engenharia e Consultoria desenvolveu Sistemas que gerenciam e controlam estes documentos de forma rápida, ágil e segura, facilitando o acesso à informação e ajudando os seus clientes a garantirem suas certificações.

Target GEDWeb
O Target GEDWeb – Gerenciador Eletrônico de Documentos via Web da Target – é o único Portal Corporativo no mercado que possibilita o gerenciamento de grandes acervos…

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Dane Avanzi

Infraestrutura de telecomunicações é o nome dado ao conjunto de equipamentos, composto por torres de transmissão, cabeamento de fibra ótica, entre outros, que o usuário de telefonia móvel não vê. Nesse contexto, a qualidade do serviço de uma operadora depende diretamente do correto dimensionamento, planejamento e manutenção dessa infraestrutura.

O natural desconhecimento do consumidor final de produtos e serviços de telecomunicações, bombardeado pela indústria de aparelhos celulares, o leva a pensar que adquirindo um dispositivo com mais recursos lhe dará maior garantia de acesso proporcionado uma gama de serviços diferenciados. Ledo engano. O que efetivamente garante acesso aos aplicativos instalados em um smartphone ou tablet é a rede da operadora.

Nesse contexto, faz-se necessário o investimento maciço em torres e equipamentos de transmissão de sinais em número proporcional aos serviços e linhas comercializados pelas operadoras de telefonia móvel. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), responsável por regularizar o serviço em território nacional, é a gestora dos contratos de concessões com as operadoras que estão sendo obrigadas a compartilhar pelo menos 50% das torres entre si. Tal compartilhamento irá gerar economia substancial para as operadoras, haja vista o alto custo de implantação dessas estruturas.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou o compartilhamento de torrres entre OI e Tim. Tal acordo permitirá milhões em economia para ambas as empresas. Como isso melhorará a qualidade do serviço prestado ao consumidor? Será que a conta diminuirá?

Como consumidores esperamos que essa economia reverta em tarifas mais módicas e melhor qualidade do serviço. Em tempos de ficha limpa e cadastro positivo, que tal a Anatel publicar regularmente o ranking de quais as operadoras tem melhor atendido seu cliente?

Seria ainda melhor se a Anatel divulgasse qual delas investiu mais em infraestrutura para que o consumidor tenha indicadores seguros para decidir qual operadora contratar. Certamente, a transparência dessas informações criaria um ambiente de maior competição, pois teriam que lidar com consumidores bem informados.

A má qualidade dos serviços de telefonia móvel no Brasil é um desdobramento da falta de prestação jurisdicional do Estado brasileiro. Comumente ouvimos notícias acerca de punições aplicadas pela justiça às operadoras, que se beneficiam do excesso de recursos garantidos pela lei, permitindo que processos judiciais se arrastem por décadas. Enquanto não houver uma reforma ampla e irrestrita no Poder Judiciário, o mercado de telefonia móvel brasileiro continuará sendo o paraíso dos conglomerados mundiais de telecomunicações, em vista da fragilidade de nossas instituições.

Dane Avanzi é advogado, empresário do setor de engenharia civil, elétrica e de telecomunicações, e diretor superintendente do Instituto Avanzi.

Wireless: necessidade x comodidade?

Sistemas de Informações Tecnológicas Target Gedweb

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Erick Pedretti Nobre

Em 2014, o mundo terá mais celulares do que pessoas. Esse é um estudo da União Internacional de Telecomunicações (UIT), que retrata também que hoje há mais de 100 países com penetração de telefonia móvel superior à 100% da população, e em sete desses países, a densidade ultrapassa os 200%. O estudo mostra também que as receitas deste setor superam U$ 1,5 trilhão por ano, equivalente à 2,4% do PIB mundial. Há mais de 6 bilhões de assinaturas de celular no mundo.

O Gartner revelou as principais tendências tecnológicas para 2013, incluídas num cenário de projeções para os próximos cinco anos. Para o próximo ano, o Gartner coloca a crescente adoção de dispositivos móveis, tablets e smartphones, em ambiente empresarial, no topo da lista. Se para ter acesso à Internet para você ainda é sinônimo de cabos para todos os lados, já está na hora de rever seus conceitos. Há cerca de 20 anos, a tecnologia Wireless trouxe mobilidade aos acessos. Mas esta cultura ainda está sendo desenvolvida no Brasil.

Wireless ou Wi-Fi (Wireless Fidelity) significam em português – rede sem fio – e refere-se a uma rede de computadores sem a necessidade do uso de cabos, funciona por meio de equipamentos que usam radiofrequência, comunicação via ondas de rádio, ou comunicação via infravermelho. A comunicação sem fio permite às pessoas maior flexibilidade quando se comunicam, por que não precisam permanecer numa localização fixa. As tecnologias sem fio tornam os serviços de comunicação facilmente disponíveis do que os tradicionais baseados em fios, que exigem a instalação de cabos.

Quando o assunto é comunicação sem fio, a principal preocupação dos gestores de TI é em relação à segurança dos dados e no transporte das informações. Mas acho engraçado como a maioria dos gestores se esquece da segurança quando a rede é cabeada. Cito um exemplo genérico: a cada empresa que visito, peço um cabo de rede para acessar a Internet e não é raro eu ter acesso a rede corporativa, somente conectando meu notebook no cabo “emprestado”. Um exercício básico é mapear as unidades de rede compartilhadas, assim como identificar os endereços de rede dos servidores. Acredite, é muito comum.

Portanto, não importa se a rede é cabeada ou sem fio, a segurança da informação tem que ser tratada de forma a manter a segurança dos dados sigilosos. E o mais legal é que, atualmente, conseguimos usar os mesmos protocolos de segurança e a mesma política de segurança, tanto para rede cabeada como para rede sem fio.

As tecnologias de comunicação sem fio evoluíram tanto nos últimos anos que, além dos altos níveis de segurança, hoje conseguimos atingir um nível maduro de gerenciamento desta rede. Através de políticas de configuração nos equipamentos que provêm a comunicação sem fio, conhecidos como Access Point, podemos em um único equipamento, configurar a rede corporativa e uma rede apartada para os visitantes acessarem a Internet, sem ter acesso nenhum a rede corporativa.

Há uma grande diferença entre implementar uma rede sem fio doméstica, onde você mesmo é capaz de instalar e configurar, e uma rede sem fio corporativa. Nesta segunda, as configurações não são triviais, visto que há necessidade de executar uma boa política de segurança, inclusive com equipamentos responsáveis por detectar tentativas de invasões, firewalls (equipamento responsável pela segurança, que permite ou nega determinado tráfego na rede), entre outros. Portanto, é de suma importância que empresas especializadas sejam consultadas para acompanhar o processo de implementação de uma rede sem fio segura.

“Não dá mais para pensar TI sem nuvem e sem mobilidade”, destaca Cassio Dreyfuss, vice-presidente do Gartner. Mundialmente, mobilidade passa computação na nuvem na lista de prioridade e toma a segunda posição. “A TI como conhecemos – desenvolvimento, produção e suporte – está ai há 40 anos. Essa TI não suporta mais os tempos de hoje. Os tempos estão turbulentos na área de TI e as mudanças se impõem. Quem não pensar diferente, vai enfrentar sérios problemas”, adverte Dreyfuss.

O vice-presidente do Gartner vai além: segundo ele, 90% de todas as iniciativas de TI não vão ser bem-sucedidas. “Não prevejo apenas o fracasso. Mas TI, como está hoje, não tem como entregar 100% das demandas. Os tempos são turbulentos e exigem colaboração. E não é tarefa simples”, complementa.

De fato, acredito que a maioria das pessoas não sabe que precisam de internet sem fio até começar a usá-la. A tecnologia wireless apresenta grande capacidade de crescimento no mercado mundial. A tecnologia traz uma proposta de comunicação rápida, segura e de fácil acesso, fazendo com que o usuário esteja on-line o tempo todo, ou seja, a proposta é de que: qualquer um poderá estar em qualquer lugar.

O chamado mundo móvel está realmente se tornando cada vez mais móvel. A tecnologia wireless vem ampliar ainda mais esta mobilidade já fornecida pelos notebooks, disponibilizando a informação ao usuário a qualquer momento e em qualquer lugar. Sem dúvida alguma estamos caminhando para um mundo sem fronteiras, onde os smartphones estão cada vez mais presentes.

Não posso encerrar esse artigo sem dizer que estamos caminhando cada vez mais em direção as comunicações sem fio, e é mais do que claro, é um caminho sem volta. Nenhuma empresa usará uma rede 100% sem fio, mas o uso genérico das comunicações sem fio é uma demanda mais que real atualmente. E você, acha que a comunicação sem fio é uma comodidade ou uma necessidade real?

Erick Pedretti Nobre é especialista em segurança da informação, gerenciamento, wireless, e Account Manager da empresa CYLK.

A satisfação dos usuários com os serviços de telecomunicações

A Anatel divulgou os resultados comparativos entre pesquisas de satisfação realizadas junto aos usuários de serviços de telecomunicações em 2002 e em 2012. Foram avaliados os serviços de telefonia fixa (STFC), telefone de uso público (TUP), telefonia móvel (SMP) e os serviços de TV por assinatura em requisitos como atendimento, tarifas e preços e qualidade das ligações. A pesquisa também avaliou a satisfação dos usuários dos serviços de banda larga prestados pelas empresas de telefonia fixa e móvel e TV por assinatura, abordando aspectos como satisfação quanto aos preços de oferta, velocidade e estabilidade da conexão. Para a elaboração da pesquisa foram ouvidos, aproximadamente, 200 mil usuários dos serviços de telecomunicação. De um modo geral, houve queda no índice de satisfação na maioria dos itens dos serviços analisados, conforme demonstram os gráficos abaixo:

Telefonia fixa (STFC) e Telefone de Uso Público (TUP ou orelhão)

Telefonia fixa e Telefone de Uso Público (orelhão)

Telefonia móvel (Serviço Móvel Pessoal)

Telefonia móvel

TV por assinatura

TV por assinatura

Proteste pesquisa sobre o consumo ético

Qual será a percepção do brasileiro acerca do consumo ético, termo, bastante em voga, usado para descrever serviços e produtos ecológica e eticamente corretos? A pesquisa, que ouviu também consumidores espanhóis, portugueses, italianos e belgas, mostra que ‘ceticismo’ pode ser uma resposta apropriada. Aproximadamente 81% dos entrevistados acreditam que ‘responsabilidade social’ é uma mera estratégia de marketing usada por empresas com o objetivo de parecerem respeitáveis aos seus clientes. A visão crítica se estende ao desempenho das autoridades na fiscalização do comportamento dessas instituições e à pouca quantidade de informação disponibilizada para o público. O brasileiro elege vilões para cada setor de atuação. No de indústrias com pior comportamento ambiental, por exemplo, o setor de energia (gás, eletricidade, petróleo) é o escolhido. Já no de falta de ética nos negócios, bancos são vistos como os piores agressores. O setor de telecomunicações é especialmente malvisto em relação ao respeito ao consumidor. Não por acaso, empresas que atuam nesse setor costumam liderar os rankings de queixas.

A pesquisa revela, entretanto, boas perspectivas. O brasileiro acredita que seus hábitos de compra têm grande poder de influência sobre condutas corporativas e mostra ter também bastante consciência ecológica, fator que considera o mais importante na atividade de uma empresa. Uma parte considerável, ao saber que uma instituição desrespeita o meio ambiente, tende a deixar de consumir seus produtos.  Alguns dados interessantes do estudo.

  • 81% dos participantes da pesquisa acreditam que as empresas usam a responsabilidade social como mera estratégia de marketing para fortalecer a sua imagem.

  • 75% acham que suas escolhas de consumo são uma forma eficaz de pressionar as instituições a melhorar sua conduta.

  • Nos últimos 12 meses, 61% buscaram informações sobre a atuação de corporações.

  • 46% afirmaram ter deixado de comprar um produto, nos últimos 12 meses, devido à conduta de uma empresa.        

  • O brasileiro toma conhecimento da atuação de empresas principalmente por meio da mídia (86%). Em seguida vêm Internet (85%) e ONGs (83%).

Os problemas dos aparelhos celulares

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O Procon-SP divulgou o ranking de fabricantes de aparelhos celulares mais reclamados pelos consumidores no ano de 2012 e os principais problemas apresentados. Motorola e Nokia foram os fabricantes de telefones móveis e smartphones com maior número de reclamações e os piores índices de solução em 2012. Abaixo o ranking e os principais problemas.

celular

Os celulares ainda apresentam padrão de qualidade insatisfatório, com falhas de funcionamento e durabilidade abaixo das expectativas dos consumidores. O problema se agrava com suporte inadequado de pós-venda e com alegações frequentes de mau uso, colocando, assim, a culpa pela falta de qualidade do aparelho no consumidor. Para o Paulo Arthur Góes, diretor executivo da Fundação Procon-SP, as multinacionais fabricantes de aparelhos adotam no Brasil políticas de pós-venda muito inferiores aquelas aplicadas em outros mercados. “Se em determinados países trocar um celular com defeito é algo muito simples, aqui o consumidor precisa muitas vezes recorrer a um órgão público como o Procon ou até mesmo ao Poder Judiciário”.

Comparando-se os números do primeiro trimestre de 2013 com o mesmo período de 2012, verifica-se aumento de reclamações entre as maiores marcas, com a Motorola permanecendo na liderança com elevação de 16% no número de reclamações, passou de 202 para 234; a Samsung, que aparece na segunda posição do ranking trimestral, teve um aumento de 69% no número de queixas em comparação ao mesmo período de 2012, de 129 para 218. Para acessar o comparativo, clique no link http://www.procon.sp.gov.br/pdf/comparativo%20fabricantes%20celular.pdf

Quanto ao serviço de telefonia móvel, em 2012 a Fundação Procon-SP registrou acréscimo de 29% nas reclamações sobre telefonia celular. O crescimento no número de demandas trazidas ao Procon-SP foi superior ao do acréscimo de linhas, 4% de acordo com a Anatel. A TIM teve em 2012 um crescimento na sua base de acessos de 16%, enquanto suas reclamações no Procon cresceram 46% no mesmo período. Mesmo as operadoras que, segundo dados do site da Anatel, reduziram a quantidade de linhas (acessos), como Claro e Oi, apresentaram incremento nas reclamações no Procon-SP em 2012: Claro, aumento de 14% e Oi, de17%.

Para o diretor executivo da Fundação Procon-SP, o crescente número de reclamações, superior ao aumento da base de clientes, demonstra claramente o processo de deterioração da qualidade dos serviços de telefonia móvel. “Esta situação é decorrente da falta de investimentos adequados em infraestrutura por parte das operadoras, mais preocupadas com a oferta de novos planos”. Em 2013, os números permanecem apontando problemas: comparando-se o primeiro trimestre de 2013 com o mesmo período de 2012, contata-se aumento de 32% nas reclamações registradas no Procon. O crescimento de linhas e a diversificação de serviços ofertados, não conseguem, por si só, justificar essa elevação.