O que uma mulher de sucesso deve buscar?

Normas comentadas

NBR 14039 – COMENTADA de 05/2005Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV – Versão comentada.

Nr. de Páginas: 87

NBR 5410 – COMENTADA de 09/2004Instalações elétricas de baixa tensão – Versão comentada.

Nr. de Páginas: 209

Gestora fala sobre a importância da dedicação da mulher em busca do sucesso.

A mulher consolidou o seu espaço no mercado de trabalho, no empreendedorismo e nas posições de sucesso e liderança. Isso se dá pelo fato de a mulher dedicar-se ao avanço do seu papel em meio à sociedade. Diante disso, é importante discutir o que afinal a mulher precisa fazer para alcançar o sucesso na vida pessoal e profissional.

Partindo disso, a gestora Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, comenta: “Não é difícil perceber que a maioria das mulheres de sucesso são apaixonadas pelo que fazem – e isso não é coincidência. Quando você não ama o que faz, é difícil manter-se motivado para progredir, inovar e se destacar no mercado de trabalho”. Portanto, o primeiro passo para obter sucesso em uma profissão, por exemplo, é gostar do que faz, amar a função que exerce.

Não se iluda por ter chegado até aqui, nos dias de hoje, com os mesmos direitos dos homens, todas as mulheres já poderiam ser consideradas como “mulheres de sucesso”. Para isso, outra atitude importante, segundo a gestora, é não se iludir com a gratidão. De acordo com uma pesquisa realizada pela economista Linda Babcock, 57% dos homens negociam seus salários iniciais, enquanto apenas 7% das mulheres fazem isso. Por isso, ao receber uma boa proposta de emprego, não se iluda.

O nervosismo é um dos piores problemas enfrentados em entrevistas de emprego, então, de acordo com a Madalena, “sinais que demonstram que a mulher está nervosa, como risadas forçadas durante reuniões podem prejudicar a profissional. O ideal é aprender a disfarçar esses pontos fracos ou a lidar com eles”.

Hoje em dia o papel da mulher como profissional mudou e muito se comparado com o modelo antigo. Atualmente as mulheres assumem liderança de maneira mais leve. O que isso quer dizer? “Já é comprovado que o modelo de líder atual que faz mais sucesso com a equipe não é o antigo modelo “general” e sim uma espécie de “técnico de futebol”, ou seja, uma pessoa que inspira o time ajuda e conhece cada um de seus integrantes, assim como seus pontos fortes”, explica a gestora.

Madalena Feliciano acredita que a autoconfiança é essencial para que a mulher alcance o seu lugar e exerça o seu papel de profissional. Por isso, é importante ser grata às oportunidades que surgem no caminho, bem como às pessoas que auxiliam nessa empreitada. “As mulheres bem-sucedidas, que obtêm o que desejam, antes de tudo, acreditam em si mesmas e nas suas metas. Manter o foco no objetivo e não desistir ao ouvir um “não” são capacidades necessárias para quem deseja subir na vida”.

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A aptidão que faz decolar sua profissão – e sua vida – e a maioria desconhece

Normas comentadas

NBR 14039 – COMENTADA de 05/2005Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV – Versão comentada.

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Ernesto Berg

O Instituto Dale Carnegie, dos Estados Unidos, efetuou uma pesquisa com 10.000 pessoas e o resultado a que chegou foi surpreendente. Apenas 15% do sucesso das pessoas deviam-se à competência técnica e habilidade no trabalho. Os outros 85% do sucesso eram fundamentados na personalidade e, sobretudo, na habilidade de saber relacionar-se com pessoas.

Vários outros estudos feitos nos Estados Unidos e em outras partes do mundo confirmaram esses percentuais. É só você olhar à sua volta. As pessoas bem-sucedidas que você conhece são mais inteligentes do que os outros, ou são superdotadas? E os indivíduos mais felizes que você conhece são mais hábeis ou mais espertos do que os outros?

Certamente não. Se você as analisar atentamente descobrirá que a maioria delas, acima mesmo de suas competências profissionais, sabe relacionar-se com os demais, dialogar e ser convincentes no trato com as pessoas.

Se você refletir um pouco verá que uma das grandes dificuldades que as pessoas têm consiste num problema de relações humanas, e elas parecem não perceber que muitos dos seus fracassos surgem por não saberem relacionar-se apropriadamente com as pessoas.

Preencha o questionário e descubra em que pé anda seu relacionamento com pessoas.

Questionário de relações humanas

Responda ao teste tendo em conta como você age normalmente, e não como você gostaria ou pensa que deveria ser.

S = SIM N = NÃO AV = ÀS VEZES

  1. Sou uma pessoa fácil de me relacionar com outros. S N AV
  2. Eu genuinamente me interesso pelas pessoas e pelos seus problemas. S N AV
  3. É comum eu ver defeitos no meu chefe e nos meus colegas de trabalho. S N AV
  4. Escuto atentamente quando as pessoas falam comigo e demonstro isso. S N AV
  5. Tenho facilidade de conversar e trocar ideias com as pessoas. S N AV
  6. Trato sempre de ver algo de bom nas pessoas, mesmo que eu não goste de alguém. S N AV
  7. Dou sempre às outras pessoas o crédito pelo trabalho que elas fizeram. S N AV
  8. Tenho o hábito de elogiar as pessoas por algo de bom que fizeram. S N AV
  9. Às vezes piso no amor-próprio da outra pessoa. S N AV
  10. Invariavelmente trato os outros do jeito que quero ser tratado. S N AV
  11. Sempre trato as pessoas com educação e gentileza. S N AV
  12. Mantenho a calma mesmo que alguém seja grosseiro comigo. S N AV
  13. Mesmo que eu discorde de alguém, respeito o seu ponto de vista. S N AV
  14. Digo o que penso de uma pessoa mesmo que isso possa ofendê-la. S N AV
  15. Sou colaborativo e habitualmente ajudo meus colegas no trabalho. S N AV
  16. As pessoas costumam me procurar quando estão em dificuldades. S N AV
  17. Sou impaciente com as pessoas. S N AV
  18. Contribuo ativamente para a tranquilidade e harmonia da equipe de trabalho. S N AV
  19. Detesto boatos e fofocas e não os espalho. S N AV
  20. Mantenho sempre a conversação num clima positivo. S N AV
  21. Guardo mágoas por ofensas que recebi. S N AV
  22. Sou impulsivo e, às vezes, digo coisas das quais me arrependo. S N AV
  23. Se eu tiver que criticar ou chamar a atenção de alguém no trabalho, faço-o com respeito e educadamente, sem ofender ou humilhar. S N AV
  24. Sou normalmente bem-humorado. S N AV
  25. Aceito críticas sem me ofender. S N AV

Faça sua contagem de pontos.

Marque um ponto para cada resposta SIM dadas às seguintes afirmações: 1, 2, 4, 5, 6, 7, 8, 10, 11, 12, 13, 15, 16, 18, 19, 20, 23, 24, 25.

Marque um ponto para cada resposta NÃO dadas às seguintes afirmações: 3, 9, 14, 17, 21, 22

Marque meio ponto para cada resposta ÀS VEZES.

TOTAL DE PONTOS_________

AVALIAÇÃO

De 21 a 25 pontos. Ótimo. Você domina os princípios e técnicas das relações humanas e sabe como utilizá-los positivamente. Demonstra interesse e respeito pelas pessoas. Mantenha esse espírito e continue a desenvolver suas capacidades de relacionamento interpessoal, pois colherá ainda maiores frutos no futuro.

De 17 a 20,5 pontos. Você vai bem. Conhece os fundamentos que norteiam o bom relacionamento, dá valor a isso e demonstra através do seu comportamento. Pode, entretanto, melhorar em alguns pontos. Observe as afirmações onde não pontuou. Elas podem dar-lhe indicações do que é necessário para isso.

De 13 a 16,5 pontos. Sua pontuação é média. Em alguns pontos você vai bem, e em outros, nem tanto o que, esporadicamente, é possível que lhe traga algumas dificuldades de relacionamento. Precisa melhorar alguns itens. Veja as afirmações onde você não pontuou, ou obteve meio ponto; são boas pistas do que necessita melhorar.

Abaixo de 13 pontos. Você precisa melhorar sua habilidade de relacionamento interpessoal. Provavelmente você não se interessa, ou não dá muita abertura para interagir com pessoas, o que pode estar lhe causando problemas. Veja as afirmações onde não pontuou, ou obteve meio ponto, e analise o que você pode fazer para interagir mais e melhor com as pessoas.

O que são relações humanas? Existem várias e interessantes definições de relações humanas. Entretanto, a que mais aprecio é a de Les Giblin: “As relações humanas constituem a ciência de se proceder com as pessoas de tal maneira que a nossa autoestima das pessoas permaneça intacta.”

Na verdade, essa é a essência mesma das relações humanas e o único método de se dar bem com as pessoas: o de preservar a autoestima, respeito e consideração por si mesmo e pelos outros com quem mantemos relacionamento. Por isso mesmo, se você quiser ser realmente bem-sucedido nas relações humanas, você precisa aprender a ganhar o coração das pessoas, mais do que suas mentes.

Somos seres humanos e todos queremos alcançar êxito e felicidade. Mas, é preciso reconhecer: seu sucesso e prosperidade dependem em grande parte de outras pessoas. Certamente que nossas escolhas, postura e atitude perante a vida são elementos fundamentais ao nosso sucesso, e isso é indiscutível.

Contudo, já pensou alguma vez no enorme papel que os outros desempenham no nosso êxito e na nossa felicidade? Reflita sobre isso e ficará convencido de que grande parte do que você conseguiu, ou irá conseguir, depende essencialmente da forma como você mantém relações com as outras pessoas.

Isso se aplica a todas as áreas da nossa vida, seja profissional, familiar, conjugal, financeira, comunitária, religiosa, ou entre amigos. Sua ascensão profissional, por exemplo, depende mais de sessenta por cento do bom relacionamento que você tem com seu chefe. Se você não concorda, sugiro então bater de frente com ele, e descobrirá que a corda, provavelmente, arrebentará do lado mais fraco: o seu.

Um dos pontos essenciais das relações humanas é que no convívio com pessoas, todos nós queremos alguma coisa uns dos outros. O chefe quer lealdade e produtividade dos subordinados e os subordinados querem reconhecimento e segurança na empresa; os pais querem que os filhos obedeçam e os filhos querem que os pais os amem e protejam; os casais querem afeto e amor mútuos; o vendedor quer que os clientes comprem e os clientes desejam satisfação com a compra, e assim por diante.

É fácil perceber que ter sucesso nas relações humanas significa dar à outra pessoa algo que ela deseja em troca do que nós desejamos. Não se trata de egoísmo, mas de uma visão lúcida e inteligente que expressa a essência da arte de saber conviver e aprender com as pessoas. Desse entendimento depende o crescimento e a maturidade dos nossos relacionamentos e, em boa parte, a nossa felicidade.

Outro ponto fundamental das relações humanas é que todos nós possuímos em abundância várias coisas que as outras pessoas precisam de nós, ou gostariam de ter. Se você proporcionar essas coisas a elas, elas prazerosamente lhe oferecerão as coisas que você precisa ou deseja.

Cabe a você aperfeiçoar-se e aprimorar-se, pessoal e profissionalmente, para que tenha muito com que contribuir com as outras pessoas. Uma pessoa próspera tem maior possibilidade de beneficiar os outros do que um indivíduo fracassado. Uma pessoa feliz tem chances muito maiores de disseminar felicidade do que um indivíduo infeliz.

Se você encontrar uma pessoa de sucesso – seja homem ou mulher – em qualquer profissão ou campo de atividade, irá descobrir que esse indivíduo aprendeu a dominar a arte de relacionar-se bem com as pessoas e que soube tornar-se útil aos outros, porque tornou-se um caminho onde encontram ajuda.

Aprender a desenvolver e manter relações humanas de qualidade superior pode fazer mais por sua vida profissional e pessoal do que, provavelmente, qualquer outro fator em sua vida. O lado triste da questão é que a inabilidade de conviver com os outros é a primeira causa das crises e infelicidades, tanto pessoais, quanto no trabalho. E, queira ou não, você vai ter que conviver diariamente com pessoas, goste delas ou não, por que elas estão aqui para ficar e, se você quiser ter sucesso no mundo de hoje, terá sempre que levar em consideração as pessoas e saber lidar com elas positivamente.

Ernesto Berg é consultor de empresas, professor, palestrante, articulista, autor de 18 livros, especialista em desenvolvimento organizacional, negociação, gestão do tempo, criatividade na tomada de decisão, administração de conflitos – berg@quebrandobarreiras.com.br

Você sabe se posicionar no mercado?

Seu posicionamento é algo muito pessoal e define quem você é no mercado. Tome sua posição.

Posicionamento é um conceito muito usado em marketing e significa, resumidamente, o lugar em que você está ou quer estar no mercado. Ter o seu posicionamento definido é de extrema importância, afinal, é isso que decidirá a forma como você será reconhecido no mercado de trabalho – tanto pelos seus clientes quanto pelos seus concorrentes. Hoje com a econômica cada vez mais complicada, um bom posicionamento de mercado pode ser a chave para driblar a crise.

Madalena Feliciano, gestora de carreira da Outliers Careers, comenta que marketing significa promover, divulgar e vender um produto ou serviço e, acima de tudo, construir uma marca. E é isso o que você fará com a sua carreira ao se posicionar no mercado: promoverá sua marca, saberá seus objetivos, como se portar frente a dificuldades, etc.

“Infelizmente, vejo que muitos bons profissionais se perdem na carreira porque não têm um posicionamento definido. Atiram para todos os lados e não conseguem concentrar sua energia no que realmente lhes interessa”, comenta a especialista. A partir do momento em que você tem um bom posicionamento, você é reconhecido no mercado e tem maiores chances de se tornar uma referência no assunto.

Mas, como definir um posicionamento? Para isso, é preciso atenção, vontade e dedicação para elementos diversos. “Para um bom posicionamento você precisará fazer um montante de escolhas pessoas e profissionais, exteriorizá-las e torná-las palpáveis e concretas. As características de uma empresa bem posicionada já estão dentro do próprio gestor, por isso, antes de tudo, você precisa se concentrar nas suas características pessoais, por exemplo, qual a sua missão de vida? Quais são seus desejos? Qual a razão de fazer o que você faz? Quais problemas você gosta – e deseja – resolver?”, explica Madalena.

A especialista ressalta que o profissional tem que respeitar o que lhe dá prazer e buscar fazer aquilo que lhe traz felicidade. “Você tem algum talento ou dom? Respeite-o e use-o a seu favor. Aquilo que se faz respeitando o dom pessoal tem melhores resultados, dá maior satisfação e menos desgaste – afinal, você tem aptidão para isso”, comenta.

Respeite e relembre tudo o que aprendeu com suas experiências profissionais e use as lições aprendidas. “Ter foco, ser pontual, buscar resultados, respeitar o tempo de trabalho, etc. Cada emprego oferece uma série de deveres e obrigações a serem cumpridos, – e eles sempre irão te ensinar algo”, ressalta.

Para ser diferenciado no mercado, repense quais são as suas virtudes, valores e principais características. “São essas qualidades que irão distinguir sua atuação no mercado ou sua marca. Suas virtudes são aqueles pontos chaves que farão você ser reconhecido”, diz Madalena. O sucesso é um equilíbrio entre suas principais características e aquilo que falta no mercado e, a partir do momento em que você harmoniza o que tem dentro de si com o que falta no mercado, você tem mais chances de obter sucesso, sentir-se realizado com sua profissão e terá o reconhecimento do público – que também saberá qual é o seu posicionamento.

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Antes de alcançar o sucesso é preciso estudar a empresa

Cursos pela internet

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Conhecer a cultura da instituição é atitude importante – mesmo antes de conquistar a vaga de emprego.

Você admira uma empresa e sempre quis conquistar um cargo lá. De repente, a vaga aparece. Como você age? Segundo Madalena Feliciano, gestora de carreira Outliers Careers, uma das principais atitudes que o novo empregado deve fazer é conhecer bem a empresa – mesmo antes de assumir o cargo. Mas, como conhecer a cultura da empresa sem nunca ter trabalhado lá?

“Quando o profissional passa por um processo seletivo antes de conquistar a vaga de emprego, pode aproveitar esse momento para descobrir várias informações da empresa: preste atenção nas perguntas feitas pelo entrevistador, pelas atividades que deverão ser realizadas, enfim, em toda e qualquer informação dada por ele. A atenção nesse momento pode garantir um bom resultado no futuro”, sugere Madalena.

Agora, quando não há o processo seletivo, o profissional deve pesquisar no próprio mercado as informações disponíveis sobre a empresa. “Converse com pessoas da área de recursos humanos, pessoas que já trabalharam na organização – ou que ainda trabalham, – entenda quais são as características que a empresa valoriza, etc”, comenta a especialista.

Porém, independentemente das informações adquiridas, tenha em mente que o que é bom para uma pessoa, pode ser ruim para outra. “Portanto, não generalize em ‘bom’ ou ‘mau’, e sim tente captar as características do lugar”, diz Madalena.

Além disso, a internet hoje é uma grande aliada nesse processo de conhecimento. Itens como “missão, visão e valores”, por exemplo, são importantes na hora de conhecer bem uma empresa e sua cultura – e, muitas vezes, esses elementos podem ser encontrados facilmente por meio do site até mesmo na página de rede social da empresa. “Vasculhe mesmo. Já que você possui a internet, use-a a seu favor. Profissionais que mostram conhecimento anterior e interesse sobre a empresa ganham pontos positivos com os chefes” lembra a gestora.

Ao vasculhar e entender melhor a empresa, você conseguirá identificar também seus pontos fracos e terá bons critérios para definir se aquele é mesmo o emprego que você queria quando se candidatou. “Você torna a empresa mais palpável e passa a entender de forma concreta como o processo funciona ali dentro. As características culturais impostas pela instituição combinam com as suas? Você admira as qualidades da empresa, assim como seus serviços e produtos? Se a resposta para essas perguntas for ‘sim’, você já está no caminho certo”, conclui Madalena.

Qual a importância do assessment na vida profissional?

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Método que ajuda na avaliação de competências técnicas e comportamentais do profissional, quando aplicados por um bom profissional, o assessment pode fazer toda a diferença na carreira.

Assessment, em inglês, significa avaliação. Porém, no ambiente corporativo, esse termo vem sendo utilizado no conceito de gestão profissional. Segundo Madalena Feliciano, gestora de carreira da Outliers Careers, o assessment é avaliar competências, conhecer com maior eficiência e critério as pessoas, buscar autoconhecimento e gestão do conhecimento.

O processo consiste em uma avaliação detalhada de um colaborador ou de um grupo de colaboradores, a partir da cultura da empresa, conduzido por profissionais com o apoio de inovadoras ferramentas.

Ela explica que o assessment ajuda na hora de oferecer soluções profissionais para avaliar o comportamento do colaborador – visando sempre auxiliar a sua identificação, desenvolvimento e potencial. “As ferramentas do assessment ajudam as empresas na hora de estabelecer metas para selecionar e recrutar, avaliar o desempenho dos colaboradores, medir o clima organizacional e criar planos de carreira. Elas servem para que o profissional perceba seus pontos fortes e as áreas a serem trabalhadas para melhorar ainda mais o seu desempenho profissional”.

Essas ferramentas também são utilizadas com o propósito de melhorar os processos do dia a dia de um ambiente de trabalho, visando aumento da produtividade, aperfeiçoamento do relacionamento interpessoal entre chefes e subordinados e entre colegas de trabalho. “Outra vantagem em investir em asssessment é a diminuição dos custos de contratação e demissão, já que se passa a conhecer melhor os colaboradores e seus desejos e metas”, explica.

Resumidamente, o assessment é o processo indicado para empresas que querem obter o melhor de seus funcionários. Quando conduzido por profissionais qualificados, o objetivo de descobrir o potencial dos profissionais e ajudá-los a desenvolver atitudes de alta performance é alcançado com êxito.

Dicas para conquistar um emprego e como conciliar a maternidade com a carreira

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O ano novo traz consigo muitas mudanças, novos desafios – e novas vagas de emprego. Com isso, uma das transformações que pode ser observada logo no início do ano diz respeito ao trabalho, que muitas vezes é acompanhado de uma promoção ou até mesmo da oportunidade de ser empregado por uma empresa que você sempre quis trabalhar, mas que nunca esteve disponível – até agora. Essa também é uma ótima época para pessoas que estão fora do mercado e desejam voltar a trabalhar, porém, para passar por cima desses novos desafios e conquistar uma vaga muitas vezes é preciso enfrentar algo que vários profissionais ainda temem: a entrevista de emprego.

Para enfrentar esse obstáculo de forma segura e alcançar os objetivos pretendidos, algumas orientações podem ser seguidas a fim de causar uma boa impressão na entrevista de emprego – e, com isso, estar mais perto de conquistar a tão sonhada vaga. Madalena Feliciano, gestora de carreira da empresa Outliers Careers, comenta que, independente da empresa a qual será feita a entrevista, existem atitudes “genéricas” que devem ser sempre tomadas. “É claro que os locais de trabalho mudam. Há empresas que é preciso ir vestido de forma mais formal, já outros locais permitem uma maior liberdade de vestimenta – porém, independentemente disso, há peças de roupa que devem ser deixadas de lado. Para mulheres, aquelas que são muito curtas, justas, e que têm decote são uma má opção, assim como para os homens, o ideal é estar com a barba bem-feita e, para ambos os sexos, nem pensar em usar roupas sujas ou malpassadas”, diz ela, que completa “aparência não é tudo, mas é seu cartão de visitas e responsável por causar a primeira impressão – ou seja, é extremamente importante”.

Mas além da aparência, existem muitos outros aspectos que serão avaliados durante a entrevista, – e é preciso que o profissional saiba como se comportar frente a tudo isso. “Um erro comum é o entrevistado estar muito ansioso para convencer o recrutador de que ele é a pessoa ideal para aquele cargo, e, nesses casos, pode acabar pecando pelo excesso. O ideal é que haja o equilíbrio: o profissional tem que mostrar-se interessado, proativo e com atitude, porém, não deve falar demais – essa é uma atitude extremamente condenada. Ser claro e objetivo é a dica que dou para as pessoas”, explica Madalena.

Ainda sobre esse aspecto, outros erros comuns acontecem quando o profissional se supervaloriza a fim de tentar impressionar o recrutador ou responde perguntas que não foram feitas, tornando-se chato e prolixo. “Por exemplo: ser criativo é algo que conta muitos pontos. Porém, apenas dizer que é criativo, não. Nesse caso, é melhor não dizer nada – se você realmente for criativo, o seu portfólio vai deixar isso claro, sem precisar de reafirmação. No caso das perguntas, caso não entenda o que foi questionado pelo recrutador, seja honesto e peça para que ele repita o que foi dito. Divagar sobre algo que não foi questionado é uma falha que não deve ser cometida – e é fácil de ser evitada. Só responda o que for perguntado – e faça isso de forma enxuta e clara. Entrevistadores não suportam profissionais que falam demais durante a entrevista – ainda mais se for algo que não foi anteriormente questionada”, exalta a especialista.

Outro ponto extremamente importante é o horário: ninguém gosta de contar com pessoas que não são pontuais. “O atraso desqualifica qualquer profissional, portanto, para evitar que haja problemas dessa natureza no dia da entrevista, programe-se com antecedência, – e, se for preciso, chegue antes do horário”, ressalta Madalena.

Uma dica que a especialista oferece é: pesquise sobre a empresa antes de realizar a entrevista. Conheça a cultura do local, saiba qual a roupa adequada para o processo, a postura e a linguagem que devem ser utilizadas durante a avaliação, etc. “Essas são dicas básicas para quem irá passar por uma entrevista. O mais importante de tudo é falar sempre a verdade, isso transmite maior segurança e credibilidade para o entrevistador, características extremamente importantes na hora de contratar um novo profissional”.

Quanto à maternidade e profissão, pode-se dizer que, com o passar do tempo, a mulher começou a exercer funções que, antes, eram considerados masculinos- como CEOs de empresas ou, até mesmo, como presidente do país, como foi o caso de Dilma, a primeira mulher a presidir o Brasil. Além disso, diversas foram as conquistas sociais e a quebra de certos preconceitos. A mulher sempre pode tudo e agora que a sociedade está compreendendo essa situação.

Entretanto, as mulheres que desejam ser mães enfrentam uma dupla jornada: a de cuidar dos filhos e do lar, e, também, participar da renda familiar. Conquistas como estas, muitas vezes, são acompanhadas por um sentimento de culpa por deixar os filhos, ainda bebês, aos cuidados de outras pessoas, para que elas possam trabalhar fora de casa. “O maior desafio é saber lidar com a culpa, mas é preciso reconhecer que abrir mão do trabalho pode significar prejuízo financeiro e insatisfação pessoal. Assim como ser mãe, trabalhar e ganhar o próprio dinheiro faz parte dos sonhos da maioria das mulheres”, explica Feliciano. Claro, chegar cansada depois de um longo dia de trabalho é muito compreensivo, mas participar da vida de seus filhos também é essencial. Acompanhar os estudos deles, convida-los para jogar alguma coisa ou fazer algum passeio durante o fim de semana são ótimas maneiras de tomar parte da vida de seus filhos, sem sufoca-los e deixá-los muito soltos, ao mesmo tempo”.

A gestora conclui, dizendo que é preciso que as mulheres se lembrem de separar um tempo, alheio da vida profissional e maternal, para elas mesmas. “Apesar de parecer uma missão impossível, é necessário lembrar-se, sempre, de guardar um tempo para fazer alguma atividade que lhe dê satisfação, sem que ela seja feita para os outros, mas em benefício próprio. Com a correria do dia a dia, faz bem cuidar de si mesma, também”.

Lidando com o fogo amigo

“Sempre se ouvirão vozes em discordância, expressando oposição sem alternativa, descobrindo o errado e nunca o certo, encontrando escuridão em toda parte e procurando exercer influência sem aceitar responsabilidade.” (John F. Kennedy)

Claudemir Oribe

Certa vez, há muitos anos atrás, descobri uma solução extremamente simples que, se implantada, economizaria centenas de milhares de reais por ano na manutenção de microcomputadores, que era um dos serviços da empresa em que eu trabalhava. Quando fui comunicar tal achado ao gerente responsável pela atividade, tive uma surpresa: ele não apenas se recusou a adotar tal solução como se negou a tomar conhecimento de qualquer informação adicional a respeito. Perplexo, eu calmamente recuei me perguntando o que estaria por trás da resistência em aceitar algo tão simples e óbvio.

Resolver problemas complexos é um processo que requer bastante esforço. Recursos e tempo são escassos, dados e informações são pouco disponíveis, o apoio técnico e motivacional deixa a desejar. As competências envolvidas não são fáceis de desenvolver.

Sem contar as dificuldades relacionadas ao problema em si, que desafia nosso conhecimento e paciência. As denúncias de corrupção ao qual estão envolvidas diversas organizações, até então tida como admiráveis, traz uma oportunidade para pensar a respeito desse contexto.

Como se não bastassem certos obstáculos, que são até naturais num processo de resolução de problemas, algumas pessoas não contribuem para trata-los. Na verdade, certos indivíduos não apenas não ajudam, como parecem atrapalhar, jogando pistas falsas, pregando a impotência e a desesperança, escondendo ou omitindo pistas relevantes. Essas atitudes, inconscientes ou deliberadas, atrapalham o andamento do projeto de melhoria e não há método de resolução, nem MASP, que dê jeito disso.

A pior coisa que se pode fazer é confrontar a atitude usando um argumento racional. É preciso colocar em prática algumas estratégias para evitar, contornar, reverter a situação ou redirecionar o trabalho. Não há nada de racional nesse tipo de atitude.

Diante do pouco tempo o melhor a fazer é ser assertivo e lidar de maneira inteligente com o “empecilho”. Esse termo será carinhosamente utilizado para indicar esse tipo de atitude, no texto a seguir.

A primeira alternativa é evitar o empecilho. Alguns problemas não são resolvidos, não porque são insolúveis, mas porque simplesmente não deixam. Vários motivos podem existir. Interesses, vaidades, disputas de poder, fraudes e medos são exemplos. Se o histórico do empecilho demonstra uma forte tendência para manter o status quo, e se há alternativas, elas devem ser consideradas.

Se puderem ser criadas, idem. É preciso ter em mente que empecilhos consomem recursos e boa dose de energia humana. Evitar o confronto pode parecer uma atitude evasiva. Mas a empresa tem problemas demais para resolver e, se ela não quer também evita um em específico é bom se manter informado e buscar aconselhamento para não embarcar em canoa furada.

A segunda alternativa é contornar o empecilho. Contornar é usar um caminho um pouco mais longo para chegar a um mesmo lugar. O problema não é evitado, mas sim tratado por uma rota alternativa que, embora seja mais longa, é mais rápida do que bater de frente com o empecilho. Nesse momento, pode ser importante trabalhar de forma silenciosa nas primeiras etapas do processo de resolução para evitar iniciativas que possam impedir que o trabalho avance.

De posse de mais elementos será muito mais fácil e evidente a necessidade da ação sobre o problema. No momento oportuno, quando o projeto de melhoria estiver num estágio sólido e consistente, ele pode ser socializado numa sequência que se reforce o time de aliados a cada compartilhamento.

Se, em algum momento o projeto esbarrar com um empecilho, é preciso ouvir atentamente as objeções, verificar sua pertinência, analisa-las, agradecer e responder às questões uma a uma, esclarecendo os fatos, sem deixar nada para trás. Pode ser uma boa estratégia seguir em frente apenas diante do “de acordo” do empecilho, sempre resgatando o consenso, se necessário for.

É preciso reconhecer que a elucidação de um problema pode ser uma ameaça para algumas pessoas, sobretudo se a causa ou a solução envolvam sua área e forem banais. No meio social parece ecoar a pergunta “como você não pensou nisso antes?”. Portanto, comportamento positivo e político são as melhores saídas para lidar com a irracionalidade contida em tentativas de impedir o avanço inevitável de um processo de melhoria objetivo e bem estruturado.

Finalmente, se não houver alternativas, o trabalho pode ser redirecionado, substituindo objetivos, metas, membros, mudando cronogramas e, mesmo redefinindo o problema, para que uma nova roupagem faça sedimentar as eventuais críticas destrutivas. Redirecionar significa recuar, repensar, mudar o rumo, de forma real ou simbólica, mantendo o objetivo fixo na satisfação dos clientes e de outras partes interessadas. Desistir jamais!

No entanto, deve-se admitir a possibilidade de encontrar algum ponto pertinente e não totalmente esclarecido, fornecido por alguém que fazer parte do problema e não da solução. Há males que, infelizmente, vem para o mal mesmo. Determinação e foco no problema, e não na pessoa, são atitudes construtivas para lidar com o fogo amigo, nesses estranhos casos que infelizmente fazem parte do cotidiano organizacional.

Referências

ORIBE, Claudemir Y. Quem Resolve Problemas Aprende? A contribuição do método de análise e solução de problemas para a aprendizagem organizacional. Belo Horizonte, 2008. Dissertação (Mestre em Administração). Programa de Pós-Graduação em Administração da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

Claudemir Oribe é mestre em administração, consultor e instrutor de MASP, ferramentas da qualidade e gestão de T&D – claudemir@qualypro.com.br