E o futuro dos jovens?

Luiz Gonzaga Bertelli é presidente do Conselho de Administração do CIEE

Que os jovens são os mais afetados pelo desemprego nas crises não é novidade, mas as estatísticas crescentes reforçam a urgência de se encontrar uma solução que abra perspectiva de algum tipo para a nova geração. Nesta semana, especialistas estão destrinchando os dados da Pnad, segundo os quais a taxa de desocupação geral foi de 13,7% no primeiro trimestre, enquanto na faixa dos 18 aos 24 anos saltou para 31,8% — e desses, quase 30%, ou seja, 6,6 milhões não estudam nem trabalham.

Reportagem da revista Veja desta semana se debruça exatamente sobre o risco dessa desocupação elevada e remete a um estudo do economista Still von Archer, da Universidade da Califórnia em Los Angeles (Clã) que avalia os efeitos da crise dos EUA nos anos 80, com taxa de desemprego da ordem de 11%, sobre os jovens que ingressavam no mercado de trabalho. No início dos dois anos de recessão, a remuneração dos novatos caiu 60%. Nos 20 anos seguintes, quem tinha curso superior conseguiu chegar à média salarial do mercado, mas os que haviam cursado apenas o ensino médio (completo ou não) ainda ganhavam menos do que os contratados antes e depois da crise. Alguns resultados: maior nível de pobreza e busca por assistência social.

No Brasil, caso a tendência se repita, as consequências poderão ser mais graves, pois, além da fragilidade da educação, 70% do total de jovens pertencem a famílias de renda média ou baixa – seguramente os que deverão abandonar em maior número os estudos e engordar, no futuro, o contingente de subqualificados e subempregados. Não se pense que o fenômeno nem-nem se restrinja às classes C, D e E, com 38% de seus jovens de 19 anos não estudando e nem trabalhando, pois nas classes A e B esse número é de 18%.

Para medir os efeitos da crise e da falta de políticas públicas para educação e inserção profissional dos jovens, basta verificar que, em 2005, os percentuais de nem-nem eram de 16% e 7%, respectivamente. É um drama a ser enfrentado por toda a sociedade, a exemplo do que faz o CIEE ao possibilitar formação profissional para milhares de estagiários e aprendizes.

O currículo é a porta de entrada na empresa

Clicando aqui é possível ter conhecimento dos Projetos de Normas Brasileiras e Mercosul, disponíveis para Consulta Nacional. Selecione o Comitê Técnico desejado e clique sobre o código ou título para consultar e votar.

Na hora de procurar um novo emprego, as pessoas pensam, normalmente, no que elas querem fazer, quanto elas querem ganhar e no momento da entrevista. Poucos candidatos pensam no que vem antes de tudo isso: a apresentação do profissional, que é feita, primeiramente, através do currículo.

Para muitos, o Curriculum Vitae (CV, como é formalmente chamado) não passa de um pedaço de papel, e o que o importante é o que será apresentado na hora da entrevista presencial. O que essas pessoas não percebem é que, devido ao grande número de candidatos que as empresas geralmente recebem, o currículo acaba sendo, por diversas vezes, o único contato que o profissional tem com a empresa contratante. “O currículo é sua porta de entrada para qualquer lugar. Sem um documento apresentável, dificilmente o entrevistador, ou quem quer que seja que analise os currículos dos candidatos, vai se interessar por você”, afirma Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers.

A gestora orienta que um bom currículo deve conter as informações básicas do profissional, além de toda e qualquer outra informação que seja relevante para a sua contratação. “Nome, idade e endereço, bem como os contatos, são essenciais, mas não se pode parar por aí. Informações sobre sua formação universitária e cursos paralelos (como de idiomas ou de outras habilidades) também são muito importantes. Seu objetivo com aquela entrevista, além de um resumo das suas qualificações, experiências profissionais e cases de sucesso, não podem ser deixados de lado. Caso você trabalhe ou já tenha trabalhado com filantropia também adicione essa informação, pois é um diferencial”, explica.

A profissional diz que, ao mesmo tempo em que o currículo deva ser claro e objetivo, a pessoa não pode se acanhar. “Ao falar de suas habilidades, não tenha medo de fazer um pouco de marketing pessoal, apresentando casos de clientes anteriores e que obtiveram sucesso com sua ajuda, por exemplo. Para quem nunca trabalhou e está atrás de uma primeira experiência, nada de pânico: esse é o momento de demonstrar, seja por meio do currículo ou ainda na entrevista, que você já está buscando garantir seu futuro, e exaltar isso também é importante”, observa.

A profissional finaliza, lembrando que o currículo é como um cartão de visitas para aqueles que não foram contratados ainda. “Existem milhares de modelos de currículos na Internet. Procure aquele que encaixe melhor com seu momento profissional, e não esqueça de mostrar seus diferenciais”, conclui.

Características do atleta que são importantes no mundo corporativo

Cursos pela internet

Conheça um programa especial de cursos pela internet, com as últimas tendências do mercado. Fique atento aos cursos que estão disponíveis. Acesse o link https://www.target.com.br/produtos/cursos-tecnicos/disponiveis-pela-internet

A carreira de esportistas profissionais, especialmente aqueles que se destacam e chegam a ganhar medalhas olímpicas, ou levar seus times às melhores posições em campeonatos de elite, depende de extremo foco e muita luta. Acompanhando a trajetória de alguns desses ídolos, Tarsia Gonzalez, palestrante e especialista em gestão de pessoas, percebeu que algumas características, como a superação diária, fazem parte da sua história para alcançar o sucesso. Executivos de sucesso têm muitas coisas em comum com os atletas, como a vontade de vencer, a dedicação para treinar e tornar-se cada vez melhor, o foco para tomar decisões rapidamente, a persistência diante de suas limitações, e a humildade, acima de tudo.

Para Tarsia, esse modelo que faz de alguém um atleta profissional pode ser incorporado a sua carreira: “o DNA do executivo de sucesso é o mesmo DNA do atleta, o de alguém que não se deixa abater pelo estresse e pelos desafios do dia a dia, ou mesmo pelas oscilações do mercado”, explica a especialista. Nesse caso, ela lembra que o entusiasmo é o combustível para qualquer empreendimento ser bem-sucedido: “um gestor motivado também motiva seus colaboradores, assim como uma pessoa motivada é capaz de conquistar parcerias importantes”, revela.

Tarsia explica como as características do atleta podem ser importantes para uma carreira corporativa:

  1. Vontade – “O entusiasmo é combustível, faz de nós pessoas sonhadoras, empreendedoras, criativas. Quando a vontade de esvai, todo o resto fica comprometido”, enfatiza Tarsia.
  2. Dedicação – uma carreira não se constrói do dia para a noite. É preciso esforço, coragem, dedicação, treino, disciplina. “E, principalmente, não ter medo das dificuldades”, revela a especialista.
  3. Persistência – carreiras e empresas são construídas, moldadas, forjadas no dia a dia que, invariavelmente, será feito de altos e baixos. “Quem quer vencer precisa estar preparado para a derrota, para se reerguer constantemente, e sempre se reerguer”, lembra Tarsia.
  4. Foco – é preciso saber onde se quer chegar, traçar metas e seguir: “a pessoa bem-sucedida tem um objetivo forte, assim como o atleta, e quer vencer”.
  5. Resiliência – saber modificar o próprio comportamento conforme a necessidade do caminho é extremamente importante.

“O ser humano é resiliente por natureza, mas usarmos essas características para nos motivarmos constantemente são de grande valia e pode fazer a diferença”, finaliza Tarsia.

Já ouviu dizer que quem fala menos, ganha mais?

Projeto de normas técnicas

Acesse o link https://www.target.com.br/produtos/normas-tecnicas-brasileiras-e-mercosul/projetos-de-normas para ter conhecimento dos Projetos de Norma Brasileiras e Mercosul disponíveis para Consulta Nacional.

Selecione o Comitê Técnico desejado e clique sobre o código ou título para consultar. Ou, se preferir, você pode realizar pesquisas selecionando o produto “Projetos de Normas” e informando a(s) palavra(s) desejada(s).

Gestora de carreira dá dicas do que não deve ser dito na entrevista de emprego.

Não é incomum para trabalhadores se verem presos em um emprego que não lhes traz satisfação profissional. Seja pelo convívio com colegas, valores da empresa ou remuneração salarial, não estar feliz no ambiente de trabalho afeta não só o rendimento do profissional nas atividades diárias, mas até mesmo sua vida pessoal.

Quando finalmente conseguem uma entrevista em outra companhia, é comum alguns candidatos cometerem erros, seja por ansiedade, ou, até mesmo, por descontarem suas frustrações sobre a atual empresa. Muito frequente, a pergunta sobre o porquê terem saído ou estarem querendo sair de seus atuais empregos, pode servir como uma armadilha para esses profissionais.

Segundo a especialista em transição de carreiras, Madalena Feliciano, é importantíssimo sempre manter a postura profissional e não achar que o entrevistador, por mais legal que seja, é seu amigo e você pode desabafar. “Essa técnica de descontração é muito usada para fazer o candidato se soltar. O problema é quando alguns se soltam demais. Quando perguntarem por que você saiu do emprego anterior, ou porque está buscando uma nova empresa, não prolongue muito a resposta e não entre em detalhes”, afirma.

“Todos nós já passamos por situações em que colegas de trabalhos e chefes de setor não eram tão legais assim, mas esses são nossos problemas pessoais com eles e ninguém mais precisa saber. Diga que houve conflito de interesses e horários ou que você está buscando novas experiências. E só”, acrescenta.

Ainda de acordo com a diretora, duas coisas podem acontecer se você falar mal do seu antigo chefe: o empregador pode acabar entendendo mais o chefe do que você e te achar incapaz de realizar tais atividades, ou ele vai achar que você fará o mesmo com a empresa dele quando sair “De qualquer forma, não pega bem para o entrevistado. Passa a imagem de uma pessoa fofoqueira e sem ética, acima de tudo”, afirma.

Outro ponto também importante a ser comentado sobre essa situação é a ansiedade do profissional infeliz com o atual emprego “Eu já vi muitos que tinham tanta pressa em sair da onde estavam que acabaram atirando para todos os lados e cometeram o mesmo erro: novamente se encontraram presos em uma empresa que não gostavam. Em situações como essa, a ansiedade e frustração não podem afetar o julgamento para a escolha de um novo emprego. Muito pelo contrário, se você já passou pela péssima experiência de trabalhar infeliz, preste bastante atenção e analise bem as empresas para as quais você está se candidatando. Pesquise!”.

Será que funciona estudar com prazos?

Normas comentadas

NBR 14039 – COMENTADA de 05/2005Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV – Versão comentada.

Nr. de Páginas: 87

NBR 5410 – COMENTADA de 09/2004Instalações elétricas de baixa tensão – Versão comentada.

Nr. de Páginas:209

Especialista ensina técnicas para estudar com prazos e desafios inspiradores.

Estudar com prazos, ou seguir uma frequência de estudos mais relaxada e sem pressão? Constantemente enfrentamos desafios e assim é colocada a teste nossa motivação e dedicação ao objetivo. Seja para uma prova, ou concurso, independente da razão, sua motivação precisa estar toda focada no seu objetivo.

Um jogo fácil é sem graça. Nós, seres humanos, somos movidos por desafios, somos inspirados pela vontade de vencer. Isso é o que afirma o professor de técnicas de estudo e especialista em concursos públicos Charles Peterson, ressaltando que adoramos descobrir novos horizontes, conhecer novos lugares e conquistar vitórias. E isso tem totalmente ligação com a motivação para os estudos.

É mais comum do que parece, estudantes terem bastante tempo para estudar e não o fazerem. Devido à falta de prazo ou edital publicado o desafio desaparece. Sem uma meta a ser alcançada, o estudo fica muito tedioso e sem motivação. “Estudar com prazo bem definido gera engajamento, o que torna o dia a dia de estudo muito mais dinâmico, pois, com um prazo estabelecido, não há tempo a perder. Quanto mais envolvido com o projeto você estiver, mais motivado ficará”, explica o especialista.

E como conseguir essa motivação? Como seguir os prazos? Peterson conta que todos somos motivados por desafios e para ajudar, ele costuma aconselhar seus alunos: “Peço a eles que estabeleçam um prazo para dominar o conteúdo programático de seu estudo, bem como um prazo para passarem na prova. Dessa forma, o estudo fica muito mais motivante porque o prazo gera uma pressão positiva para estudar”.

É de suma importância colocar no papel suas metas, fazer um planejamento do que você pretende conseguir em quanto tempo, sendo meses ou anos. Impondo uma meta, traçando um objetivo, você terá a motivação e o prazo para cumpri-lo. No meio desse tempo você pode fazer outras provas, ou tentar outros concursos, mas se aferre ao objetivo final e no prazo estipulado anteriormente.

Para não se perder, o especialista conta alguns passos importantes para estudar com esses prazos, lidando com os desafios.

1- Estabeleça o prazo para você dominar determinado conteúdo.

2- Crie desafios inspiradores como por exemplo: fazer um simulado por mês; uma revisão semanal de todos os tópicos já estudados; além do cronograma do dia, fazer 2 exercícios de português todos os dias; a cada semana, aumentar o número de exercícios diários de português;  elaborar questões de leis que possuem poucos exercícios; fazer atividade física diariamente; privar-se de redes sociais em caso de não cumprir o cronograma de estudo; recompensar-se com programas agradáveis por ter cumprido a meta semanal; inserir sua preparação para concursos em uma visão mais ampla e inspiradora.

3- Estabeleça quantos concursos/provas irá fazer como número máximo para você passar. Charles Peterson ressalta que objetivo aqui é fazer você estudar com empenho, já que tem prazo para passar. Não quer dizer necessariamente que você irá desistir, caso não passe dentro deste prazo.

4- Tenha metas semanais de estudo. Antes da semana começar é muito bom que o aluno já tenha definido, pelo menos quantas horas vai estudar na semana; quais tópicos vai estudar e quantos exercícios vai fazer.

5- Queira passar nos primeiros lugares! Estabeleça uma meta desafiadora que irá exigir toda sua capacidade, foco e motivação.

É possível inovar sem gastar dinheiro

Vicente Falconi

Há algum tempo, estive na França para dar uma palestra e assisti ao vice-presidente da empresa fazer um apelo a seus funcionários por inovação e empreendedorismo para enfrentar a crise. Pelas perguntas que se seguiram, notei que o pessoal não havia entendido sua mensagem.

Um deles perguntou, por exemplo, quanto a empresa estaria disposta a investir em dinheiro para se tornar mais inovadora. Na sequência, quando iniciei minha palestra, decidi reforçar a mensagem do vice-presidente ao deixar claro que inovar depende muito mais de atitude do que apenas de recursos financeiros.

Inovar com sucesso não é necessariamente sair por aí com um sem-número de produtos inéditos. Inovar é questionar sempre, tanto produtos como processos de uma empresa. É preciso repensá-los sempre de acordo com as necessidades de seus clientes internos ou externos.

Você deverá descobrir que muitos produtos têm características que os clientes nem sentem falta e podem ser eliminadas — e, nesse caso, será possível produzi-los com custos menores. É claro que esse esforço eventualmente resulta no lançamento de um novo produto.

Antes disso, a análise quase sempre aponta excessos muitas vezes facilmente extintos. Já trabalhei muitas vezes com a revisão de processos em áreas administrativas e industriais e não é raro encontrar certos tipos de informação necessários no passado, mas que deixaram de ser úteis há muito tempo.

Certa ocasião, numa ex-estatal, encontramos alguns relatórios exigidos pelo governo que não eram mais necessários há vários anos. Sem a obrigação de produzi-los, a empresa ganhou tempo e dinheiro.

Isso já é inovação. Após essa etapa, você poderá se voltar para o processo e adaptá-lo ao novo projeto do produto incluindo novas matérias-primas ou novo design. Deveríamos fazer isso sempre criando um clima de renovação constante. O mundo muda em torno de nós e temos de nos adaptar.

O empreendedorismo é a atitude de iniciar ações, novos projetos, assumir riscos. É uma postura que se pode ter dentro da empresa ou mesmo na vida pessoal. Repare que nas famílias sempre existem as pessoas que organizam passeios, viagens, e outras que só aproveitam ou criticam.

É uma atitude. Não devemos ter medo do desconhecido, de tomar iniciativas, de ser criticado. A sociedade gira em torno de empreendimentos iniciados por quem não tem medo da vida. O mesmo vale para o sucesso das empresas.

Já no caso de uma indústria que se impôs a meta de ampliar a participação de novos produtos nas vendas, uma das medidas foi incentivar todo o pessoal a dar ideias de inovação. Isso envolve dois desafios: desenvolver novos produtos e ganhar a participação voluntária das pessoas. Muita gente fala hoje sobre maneiras mirabolantes de inovar, mas muitas vezes esquece que já existem técnicas poderosas e tradicionais para conjugar as necessidades do consumidor com os produtos e os processos da organização.

O primeiro passo é ter certeza de que todos sabem em qual direção a companhia quer inovar. Se é para aumentar as vendas e criar novos produtos (seja mercadorias, seja serviços), não custa lembrar que eles devem ser feitos para satisfazer as necessidades dos clientes.

O termômetro mais preciso dessas necessidades está — ou, pelo menos, deveria estar — entre os profissionais que trabalham nas áreas de marketing e vendas (e — quando é o caso — assistência técnica). Afinal, eles estão mais perto dos clientes e dos concorrentes.

A inovação nos produtos também poderá surgir da área de design ou de engenharia de produto pela análise de valor e introdução de novos materiais e novas tecnologias. Depois que o novo produto é definido, é preciso estabelecer um processo para sua produção e venda. Para construir essa etapa, podem surgir contribuições do pessoal operacional.

Quanto ao desafio de ganhar a participação voluntária dos funcionários, não acredito que possa haver sugestões espontâneas nesse caso. Pela minha experiência, programas de sugestões com premiação de ideias não funcionam muito nesse caso porque, em geral, se perde o foco naquilo que se deseja inovar.

A menos que se especifiquem detalhadamente os pontos do produto ou do processo em que novas ideias são necessárias. Acredito em sessões de brainstorming, sobre pontos específicos do processo.

Existem muitas maneiras de fazer uma sessão assim — uma delas é colocar o problema, pedir a cada participante que escreva sua ideia num papel e depois, com a ajuda de um orientador, iniciar um debate de forma estruturada. Gosto do uso do diagrama de árvore — que mostra a estrutura do tema em discussão e evita que o debate não chegue a lugar algum.

Finalmente, a contribuição espontânea e dedicada de todas as pessoas acontece quando todos os funcionários, do operador ao presidente, sentem-se parte do time, fazem o que gostam e são reconhecidos por seu trabalho. A gestão de gente nas empresas brasileiras, pelo que tenho visto, ainda deve caminhar muito nesse sentido.

Vicente Falconi é sócio fundador e presidente do Conselho de Administração da Falconi Consultores de Resultado, e membro da Academia Brasileira da Qualidade (ABQ).

Projeto de normas técnicas

Acesse o link https://www.target.com.br/produtos/normas-tecnicas-brasileiras-e-mercosul/projetos-de-normas para ter conhecimento dos Projetos de Norma Brasileiras e Mercosul disponíveis para Consulta Nacional.

Selecione o Comitê Técnico desejado e clique sobre o código ou título para consultar. Ou, se preferir, você pode realizar pesquisas selecionando o produto “Projetos de Normas” e informando a(s) palavra(s) desejada(s).

Como reger seu tempo com ousadia

Cursos pela internet

Conheça um programa especial de cursos pela internet, com as últimas tendências do mercado. Fique atento aos cursos que estão disponíveis. Acesse o link https://www.target.com.br/produtos/cursos-tecnicos/disponiveis-pela-internet

Gestora explica como catalisar o tempo e produzir mais.

Não é novidade para ninguém que as exigências, compromissos e responsabilidades de todos aumentaram com o passar dos anos, mas independentemente disso, o tempo continua igual para todos: o dia continua com 24 horas e não existe milagre que possa ser feito para mudar isso.

Então, para lidar da melhor forma possível com o seu tempo e torná-lo mais produtivo, é preciso que ele seja administrado com sabedoria. “Administrar o tempo é uma atitude que ajuda a fazer com que todas as suas tarefas, independente de que área sejam, sejam executadas da melhor forma possível – e ocupem uma parte menor do seu dia”, comenta Madalena Feliciano, gestora de carreira da OutliersCareers.

Seja em casa, no trabalho, na faculdade, na vida pessoal, é preciso organizar não só o que deve ser feito, mas também a forma que serão executados os movimentos, – assim as tarefas são realizadas com eficácia e dentro do prazo necessário, desejo que todos possuem. “Duas atitudes devem ser encaradas com seriedade e compromisso: organização e disciplina. Essas duas palavras, quando transformadas em ações, promovem verdadeiras mudanças no nosso dia a dia e tornam nossa vida muito mais fácil”, exalta Madalena.

Além disso, existem algumas atitudes chaves que devem ser feitas para aqueles que querem, desde já, começar a otimizar o seu tempo. “Uma das dicas que eu sempre falo é: faça uma lista de prioridades. Por mais que existam milhões de coisas que você quer ou precisa fazer, organize as mais importantes para que não se tornem urgentes e faça uma lista. Determinando mais ou menos o tempo que utilizará para realizar cada tarefa e, conforme o que foi realizado risque o item da lista”, comenta Madalena, que ainda diz que o ideal nesses casos é colocar as coisas mais difíceis no topo da lista, assim, no fim do dia, quando estiver mais cansado, serão feitas as tarefas mais fáceis.

Outra dica importante é evitar as distrações, elas são grandes vilãs na administração do tempo. Aqueles momentos de distração que eram para ser pequenos podem tomar muito tempo e, quando você se der por conta, terá acumulado tudo o que deveria ter feito – e acabará pegando emprestado o tempo que iria usar para outras coisas.

Organizar a sua mesa, seu computador – e a sua vida, com o auxílio de uma agenda, por exemplo, – também pode ser uma ótima solução. “Com os materiais organizados, você não perderá tempo procurando documentos, pastas, relatórios, arquivos no computador, etc. A agenda ajuda marcar tarefas pessoais, datas especiais, ligações a fazer e demais eventos importantes. Quanto mais organizada é a sua vida pessoal, mais fácil fica para administrar o restante” ressalta.

Usar as tecnologias ao seu favor para evitar filas, por exemplo, também é uma grande ajuda. “Quanto mais coisas você puder resolver pela internet ou telefone, melhor. Desse jeito você evita ir até os locais, o que poupa grande tempo de deslocamento, as filas demoradas e demais complicações que possam aparecer.

“Porém, para que todas as dicas anteriores tenham sucesso, é preciso de uma coisa antes de tudo: estar bem descansado. Por isso, planejar intervalos, separar algumas horas para o lazer e dormir bem são atitudes mais do que necessárias para que o seu tempo seja bem aproveitado – afinal, ninguém trabalha ou vive bem quando não dorme ou não tem algum momento para aproveitar o seu descanso”, conclui Madalena. “Em suma, conhecer a sua rotina, organizar suas tarefas e administrar o seu tempo ajudará não só em seu trabalho, como também trará mais qualidade de vida”.