Entendendo os símbolos têxteis

G L O S S Á R I O   T É C N I C O   G R A T U I T O

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Por não serem muito conhecidos, os símbolos têxteis nem sempre recebem a devida atenção por parte do consumidor. Mas saiba que a simbologia contidas nas etiquetas,  utilizada para descrever a forma correta de lavar, passar e secar, são muito úteis para maior durabilidade de nossas calças, camisas, blusas, etc. A etiqueta que acompanha o produto têxtil deve ser afixada de maneira a não se desprender da peça e deve trazer uma indicação do tamanho da peça, nome do fabricante ou importador, CNPJ, país de origem, composição e cuidados necessários para a conservação, que podem ser expressos por símbolos ou texto. Veja o significado de cada uma das figuras, muitas vezes estranhas, que estão nas etiquetas das roupas.

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Simbolos Texteis 2

Existe uma norma técnica, a NBR NM-ISO 3758 de 07/2010 – Têxteis – Códigos de cuidado usando símbolos (ISO 3758:2005, IDT) que estabelece um sistema de símbolos gráficos, objetivando o uso em artigos têxteis (ver 4.1), fornecendo informações para prevenir danos irreversíveis para o artigo têxtil durante os processos de cuidados; Especifica o uso destes símbolos em etiquetagem de cuidados. Estão previstos os seguintes tratamentos domésticos: lavagem, alvejamento, passadoria e secagem após lavagem. Tratamentos profissionais de cuidados têxteis em lavagem a úmido e limpeza a seco, mas excluindo lavagem industrial, também são cobertos. Reconhecidamente as informações dadas pelos quatro símbolos domésticos também servem de orientação ao profissional da lavanderia para lavagem a úmido ou limpeza a seco. Aplica-se a todos os artigos têxteis na forma pela qual eles são fornecidos ao usuário final.

Segundo a norma, a variedade de fibras, materiais e acabamentos usados na produçáo de ariigos têxteis associado ao desenvolvimento de procedimentos de lavagem e cuidado constitui-se em uma dificuldade e frequentemente e impossível decidir qual e o tratamento apropriado de limpeza e cuidado para cada artigo simplesmente por inspeção. Para auxiliar quem toma tal decisão (principalmente o consumidor, mas também as lavanderias e lavanderias a seco), este código de símbolos graficos foi estabelecido para uso em caráter permanente nos artigos têxteis com informação sobre seus cuidados, conforme a ISO 3758:1991. Com objetivo de fazer com que este código seja “facilmente entendido e reconhecido” pelo consumidor ao redor do mundo, os símbolos têm sido limitados para se tornarem mais práticos, assim como os tipos e números.

A primeira ediçao dessa norma internacional publicada em 1991 foi o resultado do compromisso de duas exigências: ser simples o bastante para ser compreendido em todos os países – independentemente de seus idiomas – e ainda fornecendo dentro do possível informação para evitar um dano irreversível causado pelos tratamentos de cuidado. Ela foi feita para ser flexível o suficiente para atender as necessidades de praticamente tudo que alguém queira usar. Esta flexibilidade foi alcançada propiciando uma seleção de tratamentos de cuidados mais adequada para atender a qualquer necessidade particular. A revisão foi necessaria para refletir o desenvolvimento técnico de praticas de limpeza, dos novos sistemas de alvejamento, e do uso de sistemas aquosos como alternativas para limpeza a seco convencional. Alem disso, com objetivo de evitar o desenvolvimento de novos processos foram introduzidas alterações na descrição de cada processo de cuidado.

A norma ISO de símbolos de cuidados da instruções de cuidados usa a sequência dos símbolos na ordem lavagem, alvejamento secagem, passadoria e tratamento de cuidado profissional. Certos símbolos básicos resumidos em ordem lavagem, alvejamento, secagem, passadoria, lavagem a seco e secagem em secadora (5″ símbolo da etiqueta) são usados para uma etiquetagem regional, e são sujeitos a patente internacional no 492423, registrada na WIPO (Ver Anexo B). O Anexo A foi desenvolvido para dar uma descriçao das características e ensaios para indicar a correta seleção para símbolos de cuidado. Os Anexos B e C foram somados aos símbolos de temperatura de lavagem, pontos e a simbologia dos processos de secagem natural. Quando necessário, palavras podem ser usadas, bem como informações complementares. Exemplos estão inclusos no Anexo D. Importante que os símbolos devem aparecer na seguinte ordem: lavagem, alvejamento, secagem, passadoria e limpeza a seco profissional, exceto em países onde os símbolos estão sujeitos a regulamentos estatutários ou marcas registradas, onde eles devem aparecer na ordem prescrita pelos regulamentos ou marcas registradas. Os tratamentos representados pelos símbolos aplicam-se a todos os artigos têxteis.

As dicas do Procon-SP para a conservação das roupas

• Deixar as roupas de molho ajuda na remoção de manchas e na limpeza de roupas brancas. O tempo ideal é de uma hora, mais do que isso, pode danificar o tecido;

• Roupas brancas podem ser ocasionalmente lavadas com água quente para manter o brilho;

• Água sanitária nunca deve ser utilizada em roupas coloridas;

• Tome sempre muito cuidado com as roupas compostas por dois tipos de tecidos, como os vestidos com forros. Pode ser que o tratamento adequado para o forro seja diferente do tratamento que o tecido de fora exige;

• Evite secar roupas claras sob o sol, porque resíduos de sabão podem provocar manchas, caso não tenham sido bem enxaguadas. É recomendável que as roupas coloridas e as de lã sejam secas à sombra;

• Roupas escuras devem ser preferencialmente passadas pelo avesso;

• Tente remover manchas das roupas antes de passá-las a ferro, porque o calor ajuda a fixar as manchas;

• As roupas brancas ou em cores claras devem ser lavadas separadamente das coloridas,

para evitar que os corantes as manchem;

• Procure separar as roupas de acordo com o tipo ou quantidade de sujeira;

• Roupas que soltam muitos fiapos ou roupas muito pequenas devem ser lavadas em separado ou dentro de sacos de tecidos apropriados;

• Leia atentamente a embalagem de sabões (em pedra ou em pó), alvejantes, amaciantes e outros produtos de lavagem. Nestas embalagens você deve encontrar indicações de como utilizar corretamente estes produtos evitando danificar suas roupas;

• Para economizar energia, procure utilizar a máquina de lavar na sua capacidade máxima e também acumular grande quantidade de roupas para o ferro de passar.

Cachaças: cuidado com algumas marcas

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Das dez marcas testadas pela Proteste, cinco apresentaram uma substância nociva à saúde acima dos limites seguros. O fato de ser encontrado o carbamato de etila, classificado como “provável agente cancerígeno”, em metade das marcas avaliadas não significa que você poderá ter câncer apenas por tomar uma dose de cachaça ou caipirinha. De qualquer forma, é melhor optar por uma marca com baixos teores da substância, já que estudos científicos em animais associam esta substância a um aumento da incidência de diversos tipos de tumores. O carbamato está presente em alimentos fermentados, como bebidas alcoólicas destiladas, e sua ingestão deve ser a menor possível. O valor aceitável estipulado no Brasil, mas que ainda não está em vigor, é de, no máximo, 150 μg/l (micrograma por litro). Na análise, foram eliminados cinco produtos por estarem acima desse limite.

Também, foi avaliada a rotulagem das marcas que estavam conformes quanto aos teores de carbamato de etila. Verificou-se as informações que a legislação exige e outras que são consideradas importantes, como número do lote, data de fabricação, nome e endereço do fabricante, ingredientes, registro no Ministério da Agricultura, Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), grau alcoólico e alerta para que se evite o consumo excessivo de álcool. Todas as informações exigidas por lei constavam nos produtos. Quanto à graduação alcoólica, todas foram consideradas muito boas, já que não foi encontrada diferença entre o valor informado no rótulo e o que foi medido em laboratório.

Mídias sociais na terceira idade: muito mais que modismo

Armazenamento de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis de acordo com a proposta de Revisão da Norma ABNT NBR 17505

Curso: Armazenamento de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis de acordo com a proposta de Revisão da Norma ABNT NBR 17505

Modalidade: Presencial ou Ao Vivo pela Internet

Dias: 01 e 02 de Abril

Horário: 09:00 às 17:00 horas

Carga Horária: 14h

Professor: Paulo de Tarso Martins Gomes

Preço: A partir de 3 x R$ 257,81

(*) O curso permanecerá gravado e habilitado para acesso pelo prazo de 30 dias a partir da data da sua realização.

O curso visa a orientação de todo o pessoal envolvido no Projeto, na Construção, na Aprovação de Licenças e na Fiscalização de Instalações voltadas para o Armazenamento de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis (Terminais e/ou Fábricas). Neste curso serão apresentadas todas as mudanças que ocorrerão com a revisão da Norma NBR 17505. Os participantes do curso serão preparados para desenvolver Projetos eficientes e seguros de Instalações que são alvo de constantes inspeções, por envolverem riscos às comunidades e ao meio ambiente. Para atender à demanda daqueles que não podem se locomover até as instalações da Target, disponibilizamos este curso Ao Vivo pela Internet. Recursos de última geração permitem total aproveitamento mesmo à distância.
Os cursos oferecidos pela Target são considerados por seus participantes uma “consultoria em sala”, ou seja, o participante tem a possibilidade de interagir com renomados professores, a fim de buscar a melhor solução para problemas técnicos específicos e particulares.

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Acácia Lima

Manter uma boa alimentação, praticar atividade física e cultivar amizades são recomendações médicas fundamentais para a saúde na terceira idade. Junta-se a isso a necessidade de exercitar o cérebro e teremos a razão pela qual a geração senior tem estado cada vez mais presente na internet e especialmente nas mídias sociais. Além de estimular encontros e reencontros, o uso das redes instiga a novas descobertas: muitos idosos estão aprendendo agora a usar um computador. Nascidos no século em que poucos tinham acesso ao telefone, é até difícil para a terceira idade imaginar o quase inesgotável número de opções disponíveis no mundo virtual. Aliás, entender o “virtual” já é bastante complicado. Entretanto, o desejo de resgatar amizades antigas e tornar próximo um ente querido que mora longe – características típicas das mídias sociais – tem despertado a curiosidade e fomentado o interesse por “novos universos”.

No Brasil, segundo Javier Olivan, vice-presidente de crescimento do Facebook, há mais de 61 milhões de usuários conectados, dos quais mais de 30 milhões aderiram a rede no último ano. Segundo pesquisas recentes, deste número, 26% têm mais de 55 anos. É um filão considerável que deve ser olhado com bastante atenção por empresas de todos os tamanhos e de diferentes segmentos. A Apple americana, por exemplo, percebendo o crescente interesse dessa fatia do mercado, oferece aulas particulares em suas lojas, ensinando desde como ligar o iPhone ou iPad até como fazer filmes e navegar pelos milhares de aplicativos disponíveis. Para entender o motivo dessa iniciativa, basta dizer que o Facebook está presente, hoje, no mundo inteiro, em 70 idiomas e que 60% do acesso é feito por celulares e smartphones.

As agências de viagens e academias são outros bons exemplos. Com o crescente aumento no número de idosos que viajam em grupo e fazem atividade física, as empresas têm conseguido fazer um bom trabalho nas mídias sociais divulgando e produzindo conteúdo focado nas necessidades e interesses da terceira idade. Ávidos por absorver o novo século, vovôs e vovós tem provado que as mídias sociais, mais do que um modismo, são uma ferramenta de informação, diversão e, sobretudo, de integração, e que tem proporcionado uma grande mudança no comportamento de jovens e idosos e, especialmente em relação à terceira idade, tem auxiliado a afastar dois grandes monstros: a depressão e a solidão.

Acácia Lima é jornalista e diretora da YellowA.

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Integrando a segurança da informação com a gestão de serviços

COLETÂNEA DE NORMAS TÉCNICAS

Coletânea Série Tecnologia da Informação

Coletânea Digital Target com as Normas Técnicas, Regulamentos, etc, relacionadas à Tecnologia da Informação
Saiba Mais…

Coletânea Série Trabalhos Acadêmicos

imagesA ISO e a IEC publicaram uma nova norma internacional procurando estabelecer parâmetros para as organizações sobre como fazer uso integrado de segurança da informação e padrões de serviço do sistema de gestão. A relação entre a segurança da informação e gestão de serviços é tão estreita que muitas organizações já reconhecem os benefícios de adotar ambas as normas: a ISO/IEC 27001 para segurança da informação e a ISO/IEC 20000-1 para gerenciamento de serviços. Assim, foi publicada a nova ISO/IEC 27013:2012 – Tecnologia da informação – Técnicas de segurança – Orientação sobre a implementação integrada da ISO/IEC 27001 e ISO/IEC 20000-1 (ISO/IEC 27013:2012, Information technology – Security techniques – Guidance on the integrated implementation of ISO/IEC 27001 and ISO/IEC 20000-1). Ela fornece orientação para ser usada se um padrão é implementado antes do outro ou de ambos os padrões são implementadas simultaneamente.

“Tanto a ISO/IEC 27001 para segurança da informação e a ISO/IEC 20000-1 para o serviço de gerenciamento de endereço possuem processos e atividades muito semelhantes, incluindo o importante princípio da melhoria contínua”, disse Edward Humphreys, coordenador dos sistemas de informação de gestão de segurança do grupo de trabalho ISO/IEC JTC 1/SC 27). “Uma série de vantagens pode ser adquirida através da implementação de um sistema de gestão integrada que tenha em conta não só os serviços prestados, mas também a proteção dos ativos de informação”. Para Jenny Dugmore, ex-presidente do grupo de trabalho de gerenciamento de serviços ISO/IEC JTC 1/SC 7, a publicação da ISO/IEC 27013 surgiu a partir do reconhecimento de que a combinação de uso de ambas as normas internacionais traria benefícios adicionais. A ISO/IEC 27013 dá orientações sobre os primeiros passos a serem tomadas por organizações que desejam aumentar a eficiência, melhorar a sua segurança da informação e a gestão dos serviços”. Os principais benefícios de uma implementação integrada incluem: ganho de credibilidade para um serviço eficaz e seguro para clientes internos ou externos da organização; redução de custos de um programa integrado; redução do tempo de implementação, devido ao desenvolvimento integrado de processos comuns a ambos os padrões; eliminação de duplicações não necessárias; promoção do entendimento entre a gestão de serviços e o pessoal de segurança; e melhoria do processo de certificação.

Os usuários dessa norma incluem auditores, organizações de execução informações de segurança e/ou sistemas de gerenciamento de serviços e organizações envolvidas na certificação, em auditoria ou treinamento, certificação/registro de sistemas de gestão e acreditação ou padronização na área de avaliação da conformidade. Há um relatório técnico, a norma ISO/IEC TR 20000-10, em desenvolvimento para fornecer uma visão geral dos conceitos da norma ISO/IEC 20000, explicando a terminologia utilizada dentro da série e como identificar as diferentes partes da norma ISO/IEC 20000 que interagem uns com os outros e como o padrão está interrrelacionado com outros padrões ISO/IEC. Da mesma forma, a norma ISO/IEC TR 90006 está em desenvolvimento com as diretrizes de auditoria para a aplicação da ISO 9001 para a gestão de serviços.

Será que agora vai: o álcool líquido com mais de 54° GL sai das prateleiras?

álcool

A partir do dia 29 de janeiro desse ano, hipoteticamente, as embalagens de álcool líquido com teor maior que 54º Gay Lusac (GL) não deveriam estar mais disponíveis para o comércio. A medida é resultado de uma vitória judicial que reconheceu a legalidade da resolução RDC 46 de 2002 da Anvisa, que proíbe a venda do álcool líquido em sua forma mais inflamável. Em 2002, a Anvisa publicou a RDC 46/02 que proíbe a fabricação, exposição à venda ou entrega ao consumo, do álcool etílico de alta graduação, ou seja, acima de 54° GL. A medida teve como objetivo reduzir o número de acidentes e queimaduras geradas pelo álcool líquido, com alto poder inflamável, além da ingestão acidental. Entre as maiores vítimas deste tipo de acidente estão as crianças que se envolvem em acidentes domésticos. A norma também determina que o produto líquido que continuará no mercado tenha uma substância desnaturante que o torna intragável. Mas, será que isso será vai ocorrer?

Logo após a publicação, uma entidade representativa do setor obteve uma decisão judicial que permitia aos seus associados continuar comercializando o produto. Em 2012, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região decidiu pela validade da norma da Anvisa e publicou o seu Acórdão no dia 1º de agosto, com aplicação imediata. A partir desta decisão, a Anvisa concedeu um prazo de 180 dias para a adequação do setor produtivo. Esse prazo termina no próximo dia 28 de janeiro. A medida atinge apenas o álcool líquido com gradução maior que 54° GL; dessa forma, o álcool nessa graduação só poderá ser vendido na forma de gel. Os produtos comercializados para fins industriais e hospitalares continuam liberados. Também pode ser comercializado para o consumidor final o álcool de 54° GL em embalagens de no máximo 50 mililitros. A decisão judicial ainda poderá ser contestada em tribunais superiores. Gay Lusac é a medida que estabelece o grau alcóolico das substâncias líquidas. Esta informação aparece nas embalagens de álcool, sendo que 54° GL é equivalente a 46,3° INPM outra medida que também pode ser utilizada nas embalagens.

Túneis podem evitar desastres causados por enchentes

NORMAS COMENTADAS

NBR14039 – COMENTADA
de 05/2005

Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários…

Nr. de Páginas: 87

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NBR5410 – COMENTADA
de 09/2004

Instalações elétricas de baixa tensão – Versão comentada.

Nr. de Páginas: 209

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NBRISO9001 – COMENTADA
de 11/2008

Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos. Versão comentada.

Nr. de Páginas: 28

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As inundações e deslizamentos têm inúmeros impactos negativos no ambiente urbano. Nos últimos cinco anos, 160 inundações de grande porte assolaram o mundo, deixando cerca de 120 mil vítimas e causando a destruição de 20 milhões de casas. Além de perturbar a vida da população, causam “perdas econômicas em função da interrupção das atividades da região afetada, engarrafamentos no trânsito e mortes por afogamentos, deslizamentos e contaminação por doenças de veiculação hídrica”, conta o engenheiro André Assis (foto acima), ex-presidente do Comitê Brasileiro de Túneis (CBT) e professor da UnB (Universidade de Brasília). “Evitar estes desastres é tecnicamente possível e os custos são amplamente compensados pela redução de mortes e dos prejuízos causados à população”, afirma o engenheiro. O Comitê Brasileiro de Túneis é uma entidade de caráter técnico-científico ligada à Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (ABMS) – atualmente presidida por André Assis – que reúne profissionais, acadêmicos e empresas da área para discutir os túneis e propor soluções subterrâneas para melhorar a infraestrutura das cidades e a vida da população.

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Vaz

No Brasil, algumas das cidades mais afetadas pelas enchentes são Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Recife (PE), Blumenau (SC), Petrópolis (RJ) e Uberaba (MG). “Em algumas destas cidades, foram propostas soluções subterrâneas para resolver os problemas causados pelas enchentes”, diz Assis, que é o atual presidente do ITACET (Comitê de Educação e Treinamento da International Tunnelling and Underground Space Association). “Entretanto, até o momento, pouco foi colocado em prática”. Em São Paulo, cidade com 16 milhões de habitantes, 80% do escoamento é superficial. Várias soluções de engenharia poderiam resolver o problema da cidade. O geólogo Luiz Ferreira Vaz, da Themag Engenharia, propôs um túnel como solução para o problema paulista. “Seriam 37,5 km de construção subterrânea ligando o Rio Tietê, na área da Ceagesp, e a região de Araçariguama para controlar as enchentes na cidade de São Paulo”, detalha Assis, que apresentou o projeto no Congresso. Acima, foto do projeto do geólogo Luiz Ferreira Vaz.

O que estas cidades têm em comum é a excessiva impermeabilização do solo e a inexistência de soluções para o problema. “Em Uberaba, por exemplo, 95% do solo urbano é impermeabilizado e as galerias de drenagem têm capacidade final de 130 m³/s, menos da metade da vazão das inundações, que fica em torno de 250-300 m³/s”, sintetiza André. “O lixo em excesso e a constante impermeabilização do solo tornam necessária a utilização de soluções de engenharia para controle de enchentes”. “Sarjetas, canaletas, bueiros, bocas-de-lobo, tubulações, galerias e poços de queda e de visita servem apenas para microdrenagem”, diz André Assis. “Mesmo sistemas de macrodrenagem, como piscinões e canais, por vezes não são suficientes para dar vazão às águas de enchentes, ou simplesmente não são desejáveis por ocuparem áreas expressivas nas superfícies das cidades”. Na foto acima, enchente na cidade de Uberaba

Os países nos quais as soluções subterrâneas foram aplicadas estão tendo resultados efetivos no combate às enchentes. Na cidade de Hong Kong, na China, foram construídos mais de 12 km de túneis, quase 8 km de galerias e 35 poços para controlar as inundações. Os números demonstram a efetividade das construções: em 1995, a cidade sofreu 90 enchentes, sendo pelo menos cinco delas de grande vulto. Em 2010, foram 18 inundações e nenhuma de grande escala. Já em 2011, o número caiu para 16, sem nenhum relato em grande escala. A Cidade do México, no México, construiu mais de 150 km de túneis para solucionar os problemas das enchentes. “As obras datam das décadas de 60 e 70 e têm vazão de 200 m³/s”, explica o ex-presidente do CBT.

Em Buenos Aires, na Argentina, 35 inundações assolaram a cidade entre 1985 e 2005, causando 25 mortes e milhões em perdas. “A solução que a Argentina deu a este problema foi a construção de um sistema de dois túneis formando um sifão invertido, conectando os poços de coleta e o de saída”, detalha Assis. Tóquio, capital do Japão, instalou 64 km de túneis para resolver seus problemas de enchentes. O túnel principal tem mais de 10 metros de diâmetro e vazão de 200 m³/s. Além disso, cinco poços com 32 metros de diâmetro completam a construção.

Em Kuala Lumpur, na Malásia, a solução foi construir o Stormwater Management and Road Tunnel (Túnel SMART). Além de via de transporte durante as épocas de seca, o túnel também serve para controle de enchentes. “Quando as chuvas são abundantes, o trânsito no túnel é ainda permitido e a construção é utilizada também para o acúmulo de água das enchentes”, resume o ex-presidente do CBT. Em casos de chuvas muito intensas, o túnel é fechado ao trânsito e completamente inundado. Já em Bangkok, na Tailândia, existe um projeto que prevê a construção de um túnel que, além de permitir o trânsito e de drenar água de enchentes, também utilizará a água recolhida para gerar energia. “O túnel gerará energia para agregar valor ao projeto”, conta André Assis. Para André Assis, as inundações urbanas podem ser evitadas. Para tanto, é necessário um conjunto de soluções estruturantes e não estruturantes. “A complexidade dos meios urbanos modernos requer construções subterrâneas para o controle de inundações e não podemos fugir deste paradigma”, afirma.

Guarda-corpos: os requisitos técnicos em edificações

Publicação ASQ/Target em destaque

Tendo como autores Eldon H. Christensen, Kathleen M. Coombes-Betz e Marilyn S. Stein, o e-book The Certified Quality Process Analyst Handbook é um manual desenvolvido para auxiliar aqueles que se preparam para a certificação como Analista de Qualidade de Processos. Ele cobre o processo de certificação do conhecimento explicitamente e de forma abrangente. O livro e a certificação estão voltadas para o profissional que, em apoio e sob a direção de engenheiros ou supervisores de qualidade, analisa e resolve problemas de qualidade e está envolvido em projetos de melhoria de qualidade.

guarda-corpoNo final do ano, uma criança caiu de um vão da varanda do quarto andar do apart-hotel Paradiso, na Avenida das Américas, no Rio de Janeiro. O pai da criança contou, em depoimento, que a família subiu até o quarto com o maleiro do hotel e, enquanto ele recebia as malas e pagava o funcionário, a mãe e o bebê ficaram na varanda aguardando. Ainda o relato do pai, o menino teria caído no momento em que a mãe se virou para falar com ele. Para Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ), o prédio não atende aos requisitos técnicos das normas da ABNT. Uma vistoria realizada indicou que a medida do vão por onde passou o bebê tinha o dobro do permitido pela norma técnica. De acordo com os padrões normativos, essa distância deveria ser de, no máximo, 20 centímetros, podendo variar. A largura que foi encontrada nos apartamentos do hotel é de 40 centímetros. Ou seja, o dobro. É uma irregularidade flagrante. E o problema se repete em todas as sacadas. Foi reproduzido em série, o que é muito mais grave.

A NBR 14718 de 01/2008 – Guarda-corpos para edificação especifica as condições mínimas de resistência e segurança exigíveis para guarda-corpos de edificações para uso privativo ou coletivo. Não se aplica a shopping centers, museus, hospitais, cinemas, teatros, centros ecumênicos, industriais, aeroportos, rodoviárias, estações de transporte, mirantes, ginásios de esportes, estádios de futebol, passarelas sobre vias de transporte, viadutos e pontes em geral. Para conceitos de acessibilidade e saídas de emergência devem ser seguidas a ABNT NBR 9050 e ABNT NBR 9077. Segundo a norma, os guarda-corpos devem resistir aos ensaios especificados na Seção 5 e podem ser vazados ou fechados. Em caso de fechamento de varandas envolvendo guarda-corpos, este conjunto (guarda-corpos mais elemento de fechamento) deve atender a esta norma e a ABNT NBR 10821, sendo o projeto e o desempenho do conjunto de responsabilidade do fornecedor do fechamento.

É obrigatória a existência de guarda-corpos em qualquer local de acesso livre a pessoas onde haja um desnível para baixo (D), maior do que 1,0 m, entre o piso onde se encontram as pessoas (zona de recepção) e o patamar abaixo, conforme representado na Figura 4. Caso a rampa tenha um ângulo menor ou igual a 30°, não é obrigatória a existência de guarda-corpos, conforme Figura 5 disponível na norma. Qualquer material utilizado na composição de guarda-corpos deve manter suas características iniciais quanto a resistência e durabilidade, seguindo orientações das condições de manutenção previstas em normas e as pertinentes a cada material. As ancoragens e pontaletes podem ser de alumínio (ABNT NBR 6835), aço inox ABNT 304, aço inox austenítico ABNT 316 (conforme ABNT NBR 5601), quando em ligas aço-cobre ou aço-carbono, devem ser galvanizados apresentando espessura mínima da camada de zinco, conforme ABNT NBR 6323 ou tratamento que apresente desempenho igual ou superior a galvanização a quente.

No caso de guarda-corpos de alumínio, as partes aparentes devem ser protegidas por anodização ou pintura, conforme especificado nas ABNT NBR 12609 e ABNT NBR 12613 para anodização e na ABNT NBR 14125 para pintura. 0s fixadores (parafusos, porcas, arruelas etc.) devem ser de aço inoxidável ABNT 304, aço inox austenítico ABNT 316; os do sistema de ancoragem devem ser conforme 4.2.1. Nos de aço, as ancoragens e pontaletes devem estar de acordo com 4.2.1. Os demais componentes devem ser conforme descrito em 4.2.3.1 e 4.2.3.2. Em aço-carbono e liga aço-cobre se não forem galvanizados, devem receber pintura ou tratamento que assegure a proteção contra corrosão durante sua vida útil, prevendo-se manutenção. Em aço inoxidável, não necessita de proteção adicional de superfície. Nos de PVC, que utilizam aço em seus perfis, devem ser seguidas as especificações descritas no item 4.2.3. Na utilização de madeira, deve ser consultada a ABNT NBR 7190, que trata de estruturas de madeira. Nos caso dos guarda-corpos de vidro, somente podem ser utilizados vidros em conformidade com a ABNT NBR 7199. Os vidros empregados devem atender as suas respectivas normas, como, por exemplo, o vidro laminado deve atender a ABNT NBR 14697. A instalação deve estar de acordo com a NBR 7199. É vedada a utilização de massas a base de gesso e óleo (massa de vidraceiro).

Os contatos bimetálicos devem ser evitados. Caso eles existam, deve-se prever isolamento ou utilização de materiais cuja diferença de potencial elétrico não ocasione corrosão galvânica. Como exemplo pode-se utilizar o alumínio em contato com aço inox austenítico passivado (não magnético). No caso de guarda-corpos de vidro, somente podem ser utilizados vidros em conformidade com a ABNT NBR 7199. Os vidros empregados devem atender as normas brasileiras pertinentes como, por exemplo, o vidro laminado deve atender a ABNT NBR 14697. A instalação deve estar de acordo com a ABNT NBR 7199. É vedada a utilização de massas a base de gesso e óleo (massa de vidraceiro). No caso de guarda-corpos (do tipo gradil), o espaçamento entre perfis verticais (vão-luz) não deve ser superior a 0,11 m (Figura 12). A configuração do guarda-corpos deve prever componente de fechamento posicionado no lado interno, na medida em que houver apoios que permitam a escalada até a altura de 0,45 m. O espaçamento entre perfis horizontais acima desta cota não deve exceder 0,11 m, conforme Figura 13, também disponível na norma.

No caso de guarda-corpos com desenhos ornamentais, as folgas entre perfis não devem permitir a passagem de um gabarito prismático de (0,25 x 0,l I x 0 , l l ) m, conforme Figura 14. Nas situações em que o guarda-corpos seja instalado num plano avançado em relação ao limite exterior do pavimento, a folga medida na horizontal em relação ao limite exterior não deve exceder 0,05 m e o espaçamento entre o elemento horizontal inferior do guarda-corpos e a borda exterior do pavimento não deve exceder 0,11 m (Figura 15, disponível na norma). Para impedir a queda acidental de objetos soltos no piso de uma área protegida por um guarda-corpos, deve existir uma barreira que impeça a passagem livre de uma esfera de diâmetro 0,05 m rolando pelo piso, em toda a extensão do guarda-corpos. Para isso, caso a edificação não contemple uma mureta ou rodapé, o guarda-corpos deve ter um elemento que evite a passagem dessa esfera.

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Serviços bancários: as dúvidas dos consumidores

COLETÂNEA DE NORMAS

Coletânea Série Resíduos Sólidos

Coletânea Digital Target com as Normas Técnicas, Regulamentos, etc, relacionadas à Resíduos Sólidos!
Saiba Mais…

Coletânea Série Segurança Contra Incêndios

bancoO Procon-SP buscou responder as dúvidas mais frequentes dos consumidores em relação aos serviços bancários.

Os bancos podem exigir a aquisição de outros produtos ou serviços para manter uma conta?

Não. Essa prática é a denominada “venda casada”, considerada abusiva e proibida pelo artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor.

O consumidor é obrigado a contratar um pacote de tarifas?

Não. Dependendo da quantidade de serviços utilizados, o consumidor pode fazer uso do “Pacote de Serviços Essenciais”. Que dá direito a:

– Cartão com função débito;

– Receber a segunda via do cartão de débito, exceto nos casos decorrentes de perda, roubo, furto, danificação e outros motivos não imputáveis à instituição emitente;

– Realização de até quatro saques, por mês, em guichê de caixa, inclusive por meio de cheque ou de cheque avulso, ou em terminal de autoatendimento;

– Realização de até duas transferências de recursos entre contas na própria instituição, por mês, em guichê de caixa, em terminal de autoatendimento e/ou pela internet;

– Dois extratos, por mês, contendo a movimentação dos últimos 30 dias por meio de guichê de caixa e/ou terminal de autoatendimento;

– Realização de consultas mediante utilização da internet;

– Receber, até 28 de fevereiro de cada ano, do extrato consolidado, discriminando, mês a mês, os valores cobrados no ano anterior relativos a tarifas;

– Compensação de cheques;

– Dez folhas de cheques por mês, desde que o cliente reúna os requisitos necessários à utilização de cheques, conforme a regulamentação em vigor e condições pactuadas;

– Prestação de qualquer serviço por meios eletrônicos, no caso de contas cujos contratos prevejam utilizar exclusivamente meios eletrônicos.

Como fazer para encerrar uma conta corrente?

Para encerrar uma conta corrente o consumidor deve:

– Preencher o formulário de encerramento, que é fornecido pelo próprio banco;

– Providenciar a assinatura de todos os titulares ou representantes legais no pedido, caso a conta seja conjunta;

– Devolver todas as folhas de cheques e cartões ao banco;

– Verificar se todos os débitos autorizados e cheques emitidos já foram lançados na conta; cancelar as autorizações para futuros débitos automáticos.

Portanto, a conta não é encerrada automaticamente por falta de movimentação.

– O consumidor pode ser responsabilizado pela movimentação de terceiros no caso de roubo, furto ou extravio do cartão?

Os bancos têm o dever legal de zelar pela segurança de seus serviços, impedindo que terceiros façam mau uso de cartões dos correntistas. Os contratos assinados com os bancos normalmente estabelecem que toda e qualquer utilização do cartão e respectiva senha são de responsabilidade do consumidor. Essa cláusula é abusiva, pois os bancos respondem de forma objetiva pelos prejuízos causados ao correntista por falhas na segurança do serviço nos termos do Código de Defesa do Consumidor. Para evitar problemas futuros é recomendável que a comunicação sobre a perda, furto ou roubo seja feita o mais rápido possível ao banco e às autoridades policiais, através de qualquer meio hábil. A orientação também é aplicável para casos envolvendo talões de cheques.

Os bancos são obrigados a realizar a portabilidade de crédito?

O Banco Central não obriga uma instituição financeira a comprar dívida de outra. Por isso, informe-se sobre a possibilidade de fazer a portabilidade junto ao banco escolhido para transferir o débito. Veja mais sobre o tema aqui.

A empresa em que eu trabalho paga o meu salário em um banco e eu desejo transferir meus vencimentos para outra instituição financeira sem pagar taxas, eu tenho esse direito?

Sim. Para isso, o consumidor que tiver interesse em usufruir da conta salário deve procurar a agência na qual possui conta e informar para qual banco quer que o dinheiro passe a ser transferido. O pedido deve ser feito por escrito ao banco, com a informação da conta em que o valor passará a ser creditado. A mudança tem que ser realizada em até cinco dias úteis após a solicitação do cliente.

A melhor pasta de dente para dentes sensíveis

Colgate-Total12A Proteste fez uma avaliação dos rótulos das pastas de dente e o único produto que cumpriu os requisitos (modo de uso, composição, lote, validade, fabricação e advertências) foi o Sensodyne Original. As duas pastas da Oral–B não divulgaram o lote. E as três da Colgate não tinham a data de fabricação, assim como a Sensodyne Rápido Alívio. Sensodyne Original não continha flúor. E a Sensodyne Rápido Alívio tinha, por sua vez, uma concentração próxima à dos produtos infantis. Um dentista examinou 20 voluntários, que usaram os produtos por 28 dias. Colgate Total 12, Colgate Sensitive Original, Oral-B Pro-Saúde e Sensodyne Original não apresentaram sinais clínicos ou funcionais. O Oral-B Pro-Sensitive teve boa avaliação clínica, e como um usuário apresentou alteração na sensibilidade da gengiva e sensibilidade para frio e quente, obteve boa avaliação. Colgate Sensitive Pro-Alívio e Sensodyne Rápido Alívio também foram bem tolerados.

No exame de citotoxicidade, que define se a pasta é agressiva à mucosa bucal, medimos o impacto nessa camada de pele. Colgate Total 12, Colgate Sensitive Original, Oral-B Pro-Sensitive, Sensodyne Rápido Alívio e Sensodyne Original foram considerados as menos agressivas. Já Colgate Sensitive Pro-Alívio teve impacto médio nas células bucais e Oral-B Pro-Saúde foi a que teve maior interferência, porém todas dentro do que consideramos aceitável. Na opinião dos voluntários, Colgate Total 12 e Sensodyne Original tiveram os melhores resultados na alteração de sensibilidade, e Colgate Sensitive Pro-Alívio, Colgate Sensitive Original e Sensodyne Rápido Alívio tiveram os piores resultados. Assim, de acordo com os voluntários, a instituição concluiu que o Colgate Total 12 é o melhor produto, Colgate Sensitive Original e Oral-B Pro-Sensitive têm uma boa eficiência e que o gosto do Sensodyne Original não agradou – o que influenciou no desempenho. Por isso, a escolha certa é a Colgate Total 12, com 80% de aprovação, e que apresentou o melhor custo-benefício.

Energia solar na matriz energética do Brasil

 Target GEDWEB Setorial Máquinas

O setor de máquinas e equipamentos não tem muito o que comemorar no que diz respeito ao aumento dos investimentos, à melhoria de mercado e ao restabelecimento da competitividade da indústria nacional, tão combalida frente aos concorrentes estrangeiros. A única comemoração diz respeito a um fator muito importante que é o reconhecimento, por parte do governo, de que a situação da indústria de transformação brasileira não é nada boa. E o governo vem implementando medidas que sinalizam esse diagnóstico. Clique no link para mais informações

solarEm meio às discussões sobre a redução da tarifa de energia elétrica no Brasil, o assunto torna-se recorrente, assim como a discussão sobre o aproveitamento de outras fontes de energia. No Brasil, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), do custo médio total da tarifa de energia elétrica, 45% são referentes a encargos, taxas e tributos, o que faz com que o Brasil apresente uma das taxas mais caras do mundo. Para se ter uma ideia, o país paga 143% a mais pela energia do que os outros países que compõem os BRICs (Rússia, Índia e China). O aquecimento de água é uma das atividades que mais consomem energia elétrica e a utilização da energia solar para este fim torna-se uma excelente alternativa, agregando economia e sustentabilidade. Diante deste cenário, há muitos anos, empresas que apostam nesse segmento trabalham para divulgar e oferecer uma nova proposta para a captação de energia.

“Esse mercado possui demanda crescente e apelo para sustentabilidade. Essa alternativa, além de gerar economia em termos financeiros, é um grande benefício ambiental, pois é uma fonte limpa e inesgotável muito significativa para o planeta. Os constantes incentivos do governo são determinantes para que casas populares e de alto padrão tenham acesso a esse método de captação e desfrutem dos benefícios oferecidos”, explica o gerente comercial da PKO do Brasil, Alexandre Toledo. Os países que mais aproveitam esse tipo de recurso são China, Estados Unidos, Alemanha, Turquia, Áustria, Israel, Brasil e Austrália. Atualmente figurando entre os oito países que mais utilizam energia solar para o aquecimento de água, a colocação em que o Brasil se encontra ainda é incipiente, considerando sua enorme capacidade para o aproveitamento desse tipo de energia.

“A utilização da energia solar para aquecimento de água é extremamente vantajosa no Brasil, pois o país apresenta excelente grau de insolação de Norte a Sul. E seu uso para o aquecimento de água colabora também com a matriz energética do país, reduzindo o consumo de energia elétrica no horário de pico. Tudo isso por meio de um recurso natural ecologicamente correto”, analisa José Raphael Bicas Franco, diretor técnico da Soletrol. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a área de aproveitamento da energia solar para aquecimento de água tem adquirido importância sobretudo nas regiões Sul e Sudeste do País, onde uma parcela expressiva do consumo de energia é destinada a esse fim, principalmente no setor residencial. A tecnologia do aquecedor solar já vem sendo usada no Brasil desde a década de 60 e desde 1973 as empresas passaram a utilizá-la comercialmente. Nos últimos anos, o uso da radiação solar para aquecimento de água está começando a atingir a classe popular, através do programa do governo federal “Minha Casa Minha Vida”, além dos diversos programas da CDHU do Governo do Estado de São Paulo.

No Brasil, a utilização primordial de aquecedores de água por meio da energia solar é em residências unifamiliares. A utilização em edifícios, hospitais, hotéis e indústrias é muito pequena e ainda vai proporcionar bom espaço para crescimento, como informa José Raphael Bicas Franco, diretor técnico da Soletrol. “Uma residência popular padrão como do programa “Minha Casa Minha Vida” utiliza um sistema de aquecimento de água por energia solar composto de um reservatório térmico de 200 litros e um coletor solar de 1,60m², adequado para família de 4 a 5 pessoas”. O valor do investimento para quem instala esse tipo de aquecedor é proporcional ao nível de conforto requerido, número de pessoas da residência e número de pontos de uso. Franco ainda lembra que a comercialização de sistemas solares é vinculada a uma interação direta com o cliente com o objetivo de customizar o produto para atender às suas necessidades. “Um sistema para uma residência normal de 4 a 5 pessoas vai custar aproximadamente entre R$2.000,00 e R$3.000,00. Normalmente o retorno do investimento é recuperado em média de 2 a 3 anos após a instalação”, complementou o diretor técnico da Soletrol.

Energia elétrica: uso mais racional é a melhor saída para se evitar a crise

Cláudio Orlandi Lasso, engenheiro eletricista – claudio@kltelecom.com.br

Mesmo com as fortes chuvas em pontos localizados do país, nos últimos dias temos acompanhado as notícias dos baixos níveis dos reservatórios de diversas usinas hidrelétricas do Brasil,. Vimos também os altos preços dos combustíveis fósseis que alimentam as termelétricas, e os diversos apagões que têm ocorrido em diferentes regiões do país. Paralelamente a tudo isso, a economia vem crescendo modicamente e o governo brasileiro reduziu em 20% a tarifa de energia elétrica, o que deverá fomentar o consumo. A conjunção de todos esses fatores pode ser o anúncio de uma nova crise de energia elétrica no Brasil, com possibilidade inclusive da ocorrência de um apagão regional, ou até nacional. Para mitigar os riscos desta crise anunciada, seria interessante que São Pedro mandasse mais chuvas para as regiões das bacias hídricas, onde estão instaladas as usinas hidrelétricas. Mais importante, ainda, seria que as concessionárias de energia elétrica aplicassem mais recursos para a manutenção e ampliação dos seus sistemas para melhor atender à demanda crescente. Finalmente, seria importante também que o governo fizesse a sua parte, acompanhando e planejando adequadamente o crescimento da oferta e da demanda de energia elétrica do país.

Conforme o Operador Nacional do Sistema (ONS), que é o órgão responsável pela coordenação e controle da operação das instalações de geração e transmissão de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional (SIN), sob a fiscalização e regulação da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), desde 2005 a demanda de energia elétrica vem crescendo com índice maior do que a oferta. Fica claro perceber que, por conta deste déficit acumulado e crescente, era prevista uma grande crise energética para o ano de 2010. Isso só não ocorreu “graças” à crise econômica mundial de 2009, que freou o crescimento do país, dando tempo para que o governo finalizasse a construção de diversas usinas termelétricas, que são hoje bastante estratégicas para o país.

energia

Embora sejam bastante poluidoras, as usinas termelétricas estão espalhadas por todo o Brasil. Muitas delas são acionadas diariamente por um período de apenas três horas, para suprir o aumento da demanda no horário de ponta, período entre 18:00h e 21:00h, momento em que a maioria dos brasileiros chegam a suas casas e começam a consumir mais energia elétrica: acendem luzes, ligam suas TVs e, principalmente, vão tomar seus banhos, predominantemente, de chuveiro elétrico. Infelizmente o governo ainda não despertou para a maior causa da anunciada crise energética, o Desperdício, e muito menos para uma interessante e simples solução de parte deste mal. Muitos investimentos têm sido feitos pelo governo no sentido de buscar maior eficiência energética, tanto na geração, como no transporte, na distribuição e uso final da energia elétrica, mas realmente ainda são poucos, se comparados com os de outros países mais desenvolvidos, principalmente no que diz respeito ao consumo da energia na ponta. Para se ter uma idéia, um chuveiro elétrico ligado na posição quente equivale ao consumo de aproximadamente 100 lâmpadas de 60W ligadas ao mesmo tempo.

Investir em eficiência energética é muito mais barato, inteligente e sustentável (em diversos aspectos) do que investir em novas fontes energéticas. Ora, se é público e notório que o chuveiro elétrico é o grande vilão do consumo energético residencial, e que este equipamento está presente na grande maioria dos lares das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, regiões estas mais populosas e de maior consumo de energia do país, o governo teria que desenvolver políticas públicas dedicadas à redução deste consumo. O chuveiro elétrico é o eletrodoméstico de menor custo de aquisição em uma residência, mas, por outro lado, é o que diariamente mais consome água e energia elétrica. Sabe-se também que o produto tem enorme potencial de eficientização, sendo facilmente controlável. Hoje existem acessórios que promovem economias de mais de 40% de energia para o chuveiro elétrico, como é o caso do Rewatt (R$ 460,00) e do Eco Shower Slim (R$ 128,00), este último ainda economiza mais de 40% de água, é de fácil instalação (não usa instalação hidráulica), e não precisa de limpezas periódicas.