A fabricação dos cabos ópticos compactos

Na fabricação dos cabos ópticos compactos, devem ser observados processos de modo que os cabos prontos satisfaçam os requisitos técnicos estabelecidos nas normas técnicas.

A NBR 16791 de 10/2019 – Cabo óptico compacto para instalação interna — Especificação especifica os requisitos para a fabricação dos cabos ópticos compactos para instalação interna. Estes cabos são indicados para instalações internas em redes FTTx, interligando o ponto de transição entre rede interna e externa ao ponto de terminação óptico. A NBR 16792 de 10/2019 – Cabo óptico compacto de acesso ao assinante para vão até 80 m – Especificação especifica os requisitos para a fabricação dos cabos ópticos compactos de acesso ao assinante. Estes cabos são indicados para instalações externas ou internas, interligando o terminal de acesso de fibras.

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Como pode ser definido um cabo óptico compacto?

Como deve ser feita a identificação das fibras ópticas?

Quais os ensaios térmicos a serem executados?

Quais são a classificação e a discriminação dos ensaios?

Na fabricação dos cabos ópticos compactos, devem ser observados processos de modo que os cabos prontos satisfaçam os requisitos técnicos estabelecidos nesta norma. Os cabos devem ter características geométricas e mecânicas tais que permitam sua instalação sem uso de guia, sendo empurrados ao longo da tubulação. Estes cabos devem ter características geométricas e mecânicas tais que permitam a sua conectorização.

Os cabos ópticos compactos são designados pelo seguinte código: CFOI – X – W – Z – CA – K, onde CFOI é o cabo de fibra óptica para aplicação interna; X é o tipo de fibra óptica, conforme a tabela abaixo; W é o tipo de cabo e de elemento de tração, conforme a tabela abaixo; Z é o número de fibras ópticas, conforme a tabela abaixo; CA é a classe do coeficiente de atrito, conforme a tabela abaixo; K é o grau de proteção do cabo quanto ao comportamento frente à chama, conforme apresentado na tabela abaixo e estabelecido em 5.4.

Os materiais utilizados na fabricação dos cabos ópticos compactos internos devem ser compatíveis entre si. Os materiais utilizados na fabricação dos cabos ópticos compactos com função estrutural devem ter suas características contínuas ao longo de todo o seu comprimento.

As fibras ópticas tipo multimodo índice gradual utilizadas na fabricação dos cabos devem estar conforme a NBR 13487. As fibras ópticas tipo monomodo de dispersão normal utilizadas na fabricação dos cabos devem estar conforme a NBR 13488. As fibras ópticas tipo monomodo com dispersão deslocada e não nula utilizadas na fabricação dos cabos devem estar conforme a NBR 14604.

As fibras ópticas tipo monomodo de baixa sensibilidade à curvatura utilizadas na fabricação dos cabos devem estar conforme a NBR 16028. Não são permitidas emendas nas fibras ópticas durante o processo de fabricação do cabo. O núcleo do cabo óptico compacto para instalação interna deve ser constituído por uma unidade básica formada por fibras ópticas com revestimento primário. A unidade básica deve ser constituída por até 12 fibras identificadas conforme 4.6.

A identificação das fibras ópticas deve ser feita utilizando código de cores, sendo recomendado que as cores da pintura apresentem tonalidade, luminosidade e saturação iguais ou mais elevadas que o valor do padrão Munsell. A marcação deve ser feita com algarismos de altura, forma, espaçamento e método de gravação ou impressão tais que se obtenha legibilidade perfeita e permanente. Não são permitidas marcações ilegíveis adjacentes.

Na medida da marcação do comprimento ao longo do eixo do cabo, é tolerada uma variação para menos de até 0,5%, não havendo restrição de tolerância para mais. A marcação inicial deve ser feita em contraste com a cor da capa do cabo, sendo preferencialmente azul ou preta para cabos de cores claras, e branca para cabos de cores escuras. Se a marcação não satisfizer os requisitos anteriores, é permitida a remarcação na cor amarela.

A remarcação deve ser feita de forma a não se sobrepor à marcação inicial defeituosa. Não é permitida qualquer outra remarcação além da citada. Cada lance de cabo deve ser fornecido acondicionado com diâmetro mínimo de 40 vezes a dimensão externa do cabo. Quando fornecido em carretel, as extremidades do cabo devem estar solidamente presas à sua estrutura, de modo a não permitir que o cabo se solte durante o transporte.

Cada lance de cabo óptico deve ter um comprimento nominal de 500 m, podendo, a pedido do comprador, ser fornecido em comprimento específico. A tolerância de cada lance deve ser de + 3%, não sendo admitidos comprimentos inferiores ao especificado. A embalagem deve conter uma marcação, com caracteres de tamanho conveniente, perfeitamente legíveis e indeléveis, com as seguintes informações: nome do comprador; nome do fabricante; designação do cabo; comprimento real do cabo, expresso em metros (m); massa bruta e massa líquida, expressas em quilogramas (kg); identificação de remarcação, quando aplicável.

As fibras ópticas tipo multimodo índice gradual utilizadas na fabricação dos cabos devem estar conforme a NBR 13487. As fibras ópticas tipo monomodo de dispersão normal utilizadas na fabricação dos cabos devem estar conforme a NBR 13488. As fibras ópticas tipo monomodo com dispersão deslocada e não nula utilizadas na fabricação dos cabos devem estar conforme a NBR 14604.

As fibras ópticas tipo monomodo de baixa sensibilidade à curvatura utilizadas na fabricação dos cabos devem estar conforme a NBR 16028. Não são permitidas emendas nas fibras ópticas durante o processo de fabricação do cabo. O núcleo do cabo óptico compacto de acesso ao assinante deve ser constituído por uma unidade básica formada por fibras ópticas com revestimento primário ou elementos ópticos.

A unidade básica deve ser constituída por até 12 fibras identificadas conforme 4.6. Na medida da marcação do comprimento ao longo do eixo do cabo, é tolerada uma variação para menos de até 0,5%, não havendo restrição de tolerância para mais. A marcação inicial deve ser feita em contraste com a cor da capa do cabo, sendo preferencialmente azul ou preta para cabos de cores claras, e branca para cabos de cores escuras. Se a marcação não satisfizer os requisitos anteriores, é permitida a remarcação na cor amarela.

A remarcação deve ser feita de forma a não se sobrepor à marcação inicial defeituosa. Não é permitida qualquer outra remarcação além da citada. Cada lance de cabo pode ser fornecido acondicionado em um carretel com diâmetro mínimo do tambor de 40 vezes o diâmetro do cabo. Quando fornecido em carretel, as extremidades do cabo devem estar solidamente presas à estrutura, de modo a não permitir que o cabo se solte durante o transporte.

Cada lance de cabo óptico compacto de acesso ao assinante deve ter um comprimento nominal de 500 m, podendo, a pedido do comprador, ser fornecido em comprimento específico. A tolerância de cada lance deve ser de + 3%, não sendo admitidos comprimentos inferiores ao especificado. Quando fornecido em carretel, este deve conter uma marcação, com caracteres de tamanho conveniente, perfeitamente legíveis e indeléveis, com as seguintes informações: nome do comprador; nome do fabricante; designação do cabo; comprimento real do cabo no carretel, expresso em metros (m); massa bruta e massa líquida, expressas em quilogramas (kg); identificação de remarcação, quando aplicável.

Outros tipos de embalagem e identificação externa podem ser aplicados, devendo ser objeto de acordo entre comprador e fornecedor. O transporte, armazenamento e utilização das bobinas dos cabos ópticos compactos de acesso ao assinante devem ser feitos conforme a NBR 7310. O cabo óptico compacto de acesso ao assinante deve ser submetido ao intemperismo durante 720 h conforme a ASTM G 155, método A.

Após o ensaio, ao serem verificados a resistência à tração e o alongamento à ruptura do revestimento externo, conforme a NBR 9141, os valores obtidos não podem diferir em mais de 25% dos valores obtidos inicialmente. Para os cabos em que a remoção do revestimento externo seja inviável, deve ser realizado o ensaio de curvatura após o ensaio de intemperismo. Após o ensaio, a amostra não pode apresentar trincas ou fissuras no revestimento externo.

O cabo óptico compacto de acesso ao assinante, após ser submetido ao ensaio de penetração de umidade, conforme a NBR 9136, durante um período de 24 h, não pode apresentar vazamento de água pelas extremidades. O ensaio deve ser realizado nas partes do cabo que possuem proteção contra a penetração de umidade.

Os conjuntos de manobra para as redes de distribuição pública

A NBR IEC 61439-5 de 10/2019 – Conjuntos de manobra e comando de baixa tensão – Parte 5: Conjuntos para redes de distribuição pública devem ser segregadas. Devem ser mantidas adequadamente a sua identificação e a armazenagem, notificando-se de imediato o fabricante com evidências (por exemplo, amostras, fotografias, análises laboratoriais, etc.) para comprovação no estabelecimento do comprador, ao qual devem ser concedidas todas as informações necessárias. Os prazos para apresentação e atendimento de reclamação devem ser acordado previamente entre fabricante e comprador. Se constatada não conformidade com o pedido, este pode ser recusado, a critério do comprador.

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O que é a facilidade de funcionamento e manutenção?

Como deve ser feito o ensaio de calor seco?

Como executar a verificação de resistência à carga estática?

Qual deve ser o ensaio aplicável aos conjuntos para redes de distribuição pública (CRDP) projetados para funcionar em temperaturas ambiente?

As etiquetas de identificação podem ser colocadas no interior de um invólucro de um CONJUNTO, desde que sua posição prevista assegure boa legibilidade e visibilidade quando a (s) porta (s) estiver (em) aberta (s) ou a tampa for removida. No caso de porta-fusível removível específico para um fusível, uma etiqueta deve ser colocada no porta-fusível e na base para evitar a intercambialidade incorreta do porta-fusível. Deve ser possível identificar cada unidade funcional de maneira claramente visível.

A menos que o usuário especifique que um CRDP deve ser apropriado para ser utilizado em um clima ártico, o limite inferior da temperatura ambiente é de –25 °C. Para um clima ártico, o limite inferior da temperatura ambiente é de –50 °C. Uma exposição à vibração provocadas pela circulação e/ou pelo trabalho de escavação ocasional no solo é uma condição normal de serviço para os CRDP.

Os requisitos adicionais para a instalação de um CRDP-T, onde ocorrem fortes quedas de neve e em áreas adjacentes onde a neve é removida mecanicamente, estão sujeitos a acordo entre o fabricante e o usuário. Um CRDP-T deve ser adequado para fixação no solo, montagem no transformador, montagem no poste, montagem de sobrepor ou montagem de embutir em uma parede, conforme acordo entre o usuário e o fabricante.

Um CRDP pode ser acoplado diretamente a um transformador por meio de um flange ou pode ser conectado à sua alimentação por meio de cabo ou de barramentos, conforme acordado entre o usuário e o fabricante. Os circuitos de saída devem ser adequados para uma conexão por meio de cabos. Um dispositivo de travamento confiável deve ser fornecido com os invólucros para instalação ao tempo que impeçam o acesso de pessoas não autorizadas.

As portas, tampas e coberturas devem ser projetadas de maneira que, depois de travadas, não abram, devido à subsequente compactação moderada do solo, nem devido à exposição a vibrações provenientes do tráfego e/ou escavação e recuperação do solo. Os CONJUNTOS abertos (IP00) não são abrangidos por esta norma. Quando um CRDP-T é destinado a ser instalado em locais acessíveis ao público, seu invólucro deve, quando totalmente instalado de acordo com as instruções do fabricante, fornecer um grau de proteção de pelo menos IP34D, de acordo com a NBR IEC 60529. Em outros locais, o nível mínimo de proteção deve ser no mínimo IP33.

Os CRDP-T destinados a serem instalados em locais acessíveis ao público devem, salvo especificação contrária do usuário, ser projetados de maneira que, quando cabos temporários forem conectados, o invólucro proporcione um grau de proteção de pelo menos IP23C, de acordo com a NBR IEC 60529. A verificação de projeto deve ser realizada somente pela aplicação de ensaios, de acordo com a Seção 10 desta norma.

Os outros métodos de verificação por avaliação ou por comparação com um projeto de referência não podem ser utilizados. Os ensaios mais exigentes realizados nos CRDP são considerados para verificar o desempenho dos conjuntos similares e menos exigentes, de mesma construção geral e valores nominais.

Por exemplo, um ensaio de elevação de temperatura realizado em um CRDP-T de 800 A com cinco circuitos de saída é considerado para ser aplicável a um CRDP-T de mesma construção (mesmo projeto geral do invólucro, mesmo projeto dos barramentos e mesmas unidades de entrada), com oito circuitos de saída no caso de características nominais de entrada idênticas àquelas do CRDP-T com cinco circuitos, que foram objeto de ensaio de elevação de temperatura. A mesma abordagem é aplicável à verificação de curto-circuito.

A conformidade das placas de aço-carbono

Utilizadas em diversas áreas de produção, a chapa de aço-carbono é encontrada na indústria automotiva, construção civil e naval, equipamentos hidráulicos, entre outros setores, por se tratar de uma peça versátil, que atende a diferenciadas demandas, seja na estrutura de um produto ou como suporte para algo.

Utilizadas em diversas áreas de produção, a chapa de aço-carbono é encontrada na indústria automotiva, construção civil e naval, equipamentos hidráulicos, entre outros setores, por se tratar de uma peça versátil, que atende a diferenciadas demandas, seja na estrutura de um produto ou como suporte para algo. Na sua fabricação é necessário haver um rigoroso procedimento de produção que começa desde a seleção da matéria prima. Mais do que isso, esse tipo de produto deve ter certificação e atender a todos os critérios e normas de produção e especificações técnicas.

Além da garantia de um produto certificado, é possível para o cliente escolher entre a chapa de aço-carbono inteira ou a cortada sob medida, ou seja, a peça pode ser cortada conforme desenho em diversas espessuras e dimensões ou ser adquirida em tamanho bruto. A disponibilidade de corte da chapa vai desde 0,5 mm a 550 mm de profundidade.

Para realizar os procedimentos de corte com qualidade, é necessário que sejam feitas em máquinas avançadas, com tecnologia para obter excelente acabamento como é a técnica do oxicorte, que é um método utilizado para cortar a chapa de aço carbono por meio do calor e oxidação com oxigênio, fazendo com que a peça fique bem acabada, sem falhas ou arestas. Nesse processo passam os três modelos de chapa de aço-carbono: fina a frio e a quente, grossas e xadrez.

Quanto à especificação técnica, que é um documento técnico acordado entre fabricante e comprador, com os requisitos especificados para comercialização das placas, são exemplos de requisitos: composição química, tolerâncias dimensionais e de forma, identificação, qualidade interna e superficial, aplicação final, tubo comercial ou estrutural, perfil comercial ou estrutural, telha revestida, tubo para o mercado de óleo e gás, vaso de pressão, peça automotiva exposta ou não, peça automotiva estrutural, rodas, etc. A NBR 6333 de 10/2019 – Placas de aço-carbono — Requisitos gerais estabelece os requisitos para encomenda, fabricação e fornecimento de placas de aço-carbono, com espessura nominal de 80 mm a 300 mm e largura igual ou superior a 600 mm.

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Qual deve ser a posição da marcação das chapas de aço?

Qual é a composição química para análise final do aço líquido?

Quais são as tolerâncias de forma das chapas?

A chapa de aço-carbono é uma das opções mais versáteis quando se trata de um material utilizado em um número de componentes de aço e aplicações diferentes. Embora a gama de utilizações seja influenciada pela classificação das placas de acordo com o teor de carbono, seja ele baixo ou alto, os produtos de aço de carbono são comuns em muitas configurações, incluindo itens industrializados, bem como na utilização na construção civil. As aplicações do aço carbono, inclusive, se estendem para a criação de recipientes de armazenamento duráveis que podem durar décadas, quando bem utilizados.

Em algumas configurações nos ambientes de fabricação, não é incomum para uma placa de aço-carbono servir como material de base para a criação de componentes que são utilizados em maquinários de produção. A natureza durável do aço o torna ideal para utilização em ambientes fabris de engrenagens, parafusos, porcas, e outros componentes que são submetidos a uma grande quantidade de desgaste ao longo de um dia de produção.

Ao se utilizar uma chapa de aço carbono para estes tipos de componentes, significa que as máquinas podem operar por períodos mais longos, antes que haja a necessidade de substituir uma engrenagem gasta ou um parafuso descascado, por outro, para que não haja a quebra total ou desalinhamento da máquina devido ao desgaste da peça. Também é utilizada em projetos de construção, incluindo pontes, navios e até mesmo vários tipos de edificações, como residências, comércios e unidades fabris.

Devido à força fornecida por ele, as placas podem ser utilizadas para criar todos os tipos de suportes que são utilizados na construção civil. Além disso, as placas são ideais para utilização na criação de base para as estruturas, que ajudam a proporcionar a fixação para os suportes, em última análise, são capazes de garantir à integridade e o aumento de resistência à estrutura em si.

Os tanques de armazenagem são outros exemplos da utilização deste material. Como este tipo de metal responde bem a conexões como rebites, vários tipos de solda e outros modelos de junção, as chapas de aço carbono são utilizadas para a confecção de tanques que podem ser tanto de água, como de outros produtos, devendo para isto ser hermeticamente fechado. Em algumas aplicações, a chapa é também uma opção mais rentável sem que haja a diminuição da qualidade final do local de armazenagem, desta forma, consegue-se manter os custos de material dentro do intervalo de um orçamento proposto.

Existem ainda diferentes tipos de ferramentas que são rotineiramente criadas com as chapa de aço carbono. Lâminas afiadas para facas e máquinas de corte, rotineiramente são encontradas em vários projetos e muitas vezes fazem uso do aço carbono na elaboração destas lâminas de corte.

Além disso, não é incomum a sua utilização na agricultura, pois diversos equipamentos e componentes são feitos a partir deste tipo de chapa de aço. Equipamentos utilizados na raspagem durante a reforma de fachadas de um edifício também pode ser fabricado a partir deste tipo de dispositivo, ajudando a tornar o processo de remoção de tinta e outros tipos de produtos selantes de superfícies de concreto ou de tijolo muito mais fácil.

As tolerâncias dimensionais e de forma aplicáveis às placas produzidas segundo esta norma são apresentadas na tabela abaixo. Por meio de acordo prévio entre as partes interessadas, podem ser estabelecidas tolerâncias diferentes.

As medidas da espessura, largura e comprimento real das placas devem ser tomadas com equipamento aferido e calibrado. As medições de forma das placas devem ser tomadas nas posições indicadas no Anexo A. Salvo acordo entre as partes, as medidas dimensionais de verificação de conformidade devem ser obtidas obedecendo às seguintes orientações: espessura: deve ser tomada em qualquer região da placa, desde que distante em 150 mm das bordas laterais e distante do topo e cauda em 400 mm. Caso o valor seja enviado ao cliente, pelo menos um valor medido deve ser informado.

A largura deve ser medida na face superior da placa, em três pontos, sendo um no meio do comprimento da placa e os outros dois pontos distantes 400 mm da extremidade da placa (topo e cauda). Caso o valor seja enviado ao cliente, a menor largura medida é a que deve ser informada. O comprimento deve ser tomado no meio da largura da placa.

Nos pedidos de placas, segundo esta norma, deve constar no mínimo o seguinte: produto (placa); especificação técnica, conforme acordado entre fabricante e comprador; dimensões em milímetros, (mm) na seguinte ordem: espessura; largura; comprimento; peso do pedido, em toneladas (t) ou quilogramas (kg).

As placas não podem apresentar imperfeições nas superfícies que impeçam o seu emprego para o uso previsto. As tolerâncias admissíveis de defeitos e imperfeições devem constar na especificação técnica. As condições de sanidade interna, como nível de segregação e eventos ocorridos durante o processo de lingotamento que possam afetar a qualidade requerida à aplicação final especificada, devem ser motivo de rejeição ou separação em grau de reclassificação acordado previamente entre fabricante e comprador.

Se for do interesse do comprador acompanhar a produção, a inspeção, o recondicionamento e o processo logístico, o fabricante deve conceder-lhe todas as informações necessárias e suficientes à verificação de que a encomenda está sendo atendida de acordo com o pedido, sem que haja interrupção do processamento ou atraso na produção. A inspeção pode ser feita diretamente pelo comprador ou por inspetor credenciado.

As placas que, durante a inspeção de recebimento ou durante a utilização pelo comprador, evidenciarem falhas ou aparentemente não estiverem de acordo com o estabelecido nesta norma, devem ser segregadas. Devem ser mantidas adequadamente a sua identificação e a armazenagem, notificando-se de imediato o fabricante com evidências (por exemplo, amostras, fotografias, análises laboratoriais, etc.) para comprovação no estabelecimento do comprador, ao qual devem ser concedidas todas as informações necessárias. Os prazos para apresentação e atendimento de reclamação devem ser acordado previamente entre fabricante e comprador. Se constatada não conformidade com o pedido, este pode ser recusado, a critério do comprador.

Os aditivos químicos no concreto de cimento Portland

O aditivo químico é um produto adicionado e misturado no concreto, em quantidade geralmente não superior a 5% da massa de ligante total contida no concreto, com o objetivo de modificar suas propriedades no estado fresco e/ou no estado endurecido.

O aditivo químico é um produto adicionado e misturado no concreto, em quantidade geralmente não superior a 5% da massa de ligante total contida no concreto, com o objetivo de modificar suas propriedades no estado fresco e/ou no estado endurecido. A quantidade informada de 5% pode ser superior para algumas aplicações, como por exemplo, os aditivos para concreto projetado ou aditivos compensadores de retração. O ligante total compreende o cimento Portland e adições minerais definidos na NBR 12655, que são considerados no cálculo da dosagem do aditivo. Pela sua importância, é fundamental conhecer os requisitos normativos e os ensaios para avaliação comparativa do desempenho dos aditivos.

O uso de aditivos de concreto se tornou parte essencial da produção de concreto e os produtos são adicionados durante o processo de preparação do concreto, em quantidade não maior que 5% da massa material cimentícia contida no concreto, com o objetivo de modificar as propriedades na mistura entre cimento, brita, areia e água, a fim de melhorar as características e algumas de suas propriedades tanto no estado fresco quanto no estado endurecido. Os objetivos desse processo é retardar ou acelerar o tempo de pega; proporcionar maior fluidez à mistura; proporcionar o aumento de resistência; aumentar a capacidade do concreto.

A NBR 11768-1 de 10/2019 – Aditivos químicos para concreto de cimento Portland – Parte 1: Requisitos especifica os requisitos para os aditivos químicos destinados a concretos de cimento Portland. Esta norma (todas as partes) se aplica a aditivos químicos destinados a concreto armado ou não armado e a concreto protendido, que podem ser preparados em central de concreto, plantas de pré-fabricados ou dosados em obra. Esta norma (todas as partes) também se aplica a aditivos químicos destinados a concretos extrusados e vibroprensados.

A NBR 11768-2 de 10/2019 – Aditivos químicos para concreto de cimento Portland – Parte 2: Ensaios de desempenho estabelece procedimentos de ensaios para avaliação comparativa do desempenho dos aditivos. Esta parte é aplicável à comparação de aditivos de mesma origem e também de aditivos de diferentes fabricantes. A NBR 11768-3 de 10/2019 – Aditivos químicos para concreto de cimento Portland – Parte 3: Ensaios de caracterização especifica os métodos de ensaios de referência para determinação de pH, teor de sólidos, massa especifica, teor de cloretos e análise por infravermelho. Esta parte é aplicável à caracterização de aditivos e pode ser aplicada para verificação da uniformidade de um lote ou de diferentes lotes de aditivos sólidos ou líquidos de uma mesma procedência.

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Quais os requisitos para aditivo redutor de água (RA1 e RA2)?

Quais os requisitos para redutor de retração (RR)?

Quais os requisitos do concreto de referência?

Quais devem ser os ensaios de avaliação de desempenho?

Como deve ser calculado o teor de ar no concreto fresco?

Quais são os reagentes e soluções para a determinação de haletos?

Como deve ser executada a determinação do teor de sólidos?

Os aditivos mais usados têm a seguinte designação normalizada: redutor de água tipo 1/ RA1; RA1-R; RA1-A; redutor de água tipo 2/ RA2; RA2-R; RA2-A; controlador de hidratação – CH; acelerador de pega – AP; acelerador de resistência – AR; acelerador de pega para concreto projetado – APP; compensador de retração – CR; redutor de retração – RR; incorporador de ar – IA; incorporador de ar para concreto leve – IA-L; redutor de corrosão – RC; modificador de viscosidade retentor de água – MV-RT; modificador de viscosidade antissegregante – MV-AS; redutor de absorção capilar – RAC; redutor de permeabilidade – RP; e aditivos para concreto vibroprensado – CVP.

O uso de aditivos de concreto se tornou parte essencial da produção de concreto e os produtos são adicionados durante o processo de preparação do concreto, em quantidade não maior que 5% da massa material cimentícia contida no concreto, com o objetivo de modificar as propriedades na mistura entre cimento, brita, areia e água, a fim de melhorar as características e algumas de suas propriedades tanto no estado fresco quanto no estado endurecido.

Os objetivos desse processo é retardar ou acelerar o tempo de pega; proporcionar maior fluidez à mistura; proporcionar o aumento de resistência; aumentar a capacidade do concreto. Todos os aditivos especificados nesta norma devem estar de acordo com os requisitos gerais da tabela abaixo.

Os requisitos desta norma pressupõem que os aditivos estão uniformemente distribuídos no concreto. Especial atenção deve ser dedicada à distribuição homogênea dos aditivos em pó na massa do concreto. Os requisitos são estabelecidos de forma a comprovar o desempenho do aditivo no concreto ou na argamassa de referência (ver Anexo A). O índice de multiplicação (IM) ver 3.20, deve ser obtido pela equação a seguir: IM=rA/rR, onde IM é o coeficiente de multiplicação; rA é o resultado do concreto com aditivo; rR é o resultado do concreto de referência.

Como exemplo, em uma mesma idade, um concreto com aditivo apresenta 33,0 MPa de resistência à compressão e o concreto de referência (sem aditivo) apresenta 30,0 MPa, o IM relacionado à resistência, neste caso, é igual a 1,10. A amostragem dos aditivos deve ser representativa do lote que vai ser controlado e realizado no momento da entrega e recebimento do produto.

Para a amostragem de aditivos líquidos, para os fornecidos a granel ou contêineres, coletar pelo menos 500 mL de aditivo a cada lote. O lote deve ser previamente homogeneizado e a amostra coletada em recipiente limpo, hermeticamente fechado antes da descarga. A amostra deve ser identificada de acordo com 6.3 e armazenada em local isento de umidade e calor por um período mínimo que garanta a avaliação do desempenho do produto.

Para a amostragem de aditivos em pó, as amostras devem ter massa mínima de 2 kg por lote de produto e ser coletadas em recipientes limpos, hermeticamente fechados, identificados de acordo com 6.3 e armazenados em local isento de umidade e calor por um período mínimo que garanta a avaliação do desempenho do produto. Todas as informações relativas à amostragem devem ser registradas: data da amostragem; nome do produto; número de identificação do lote; data de validade do lote amostrado; número da nota fiscal; responsável pela amostragem.

Quando os aditivos para concreto são comercializados em contêineres (tambores, contentores, bombonas ou outros frascos), estes devem ser claramente identificados com as informações de 7.2 e 7.3. Quando o material é comercializado a granel, as informações de 7.2 e 7.3 devem ser transmitidas por escrito no momento do despacho (impresso ou digital).

Os aditivos para concreto devem ser designados conforme a seguir: denominação comercial; número desta norma; código de identificação do aditivo, estabelecido por sua designação normalizada (Seção 4). Exemplo de designação de aditivo redutor de água tipo I: DENOMINAÇÃO COMERCIAL – ABNT NBR 11768 – Redutor de água – Tipo I (RA-1). Outros aditivos especiais não mencionados na classificação estabelecida nesta norma podem ser utilizados em comum acordo entre as partes.

Estes aditivos devem estar de acordo com os requisitos da tabela acima e ser designados conforme 7.2-a) e 7.2-b), além de sua funcionalidade específica segundo ensaios comprobatórios do fabricante ou normas brasileiras aplicáveis. As seguintes informações referentes ao produto devem estar de acordo com a NBR 7500 e a legislação vigente relativa ao transporte de produtos químicos, sendo indispensáveis as seguintes informações, além da disponibilidade da Ficha de Segurança de Produto Químico (FISPQ): nome do fabricante ou distribuidor nacional responsável (quando se tratar de produto importado); número do lote, data e local de fabricação; prazo de validade; peso líquido; quando aplicável, instruções para homogeneização antes da utilização e o resumo das recomendações para armazenamento; precauções relativas à segurança, saúde e meio ambiente (por exemplo, se o produto é cáustico, tóxico ou corrosivo, conforme NBR 7500).

O documento de entrega deve estar em conformidade com a legislação local vigente além de constar as informações conforme 7.2-a), 7.3-a), 7.3-b) e 7.3-d). O rótulo deve seguir as recomendações conforme 7.2 e 7.3. O certificado de análise a ser solicitado pelo consumidor deve informar o previsto em 7.2, 7.3-a), 7.3-b), 7.3-c), além de informações relativas ao atendimento dos requisitos gerais para o lote analisado, comparado com os valores-padrão determinados pelo fabricante, cujos limites estejam de acordo com a tabela acima.

No certificado de análise deve constar se o produto é isento ou não de íons cloreto. No caso de não isento, o fabricante deve informar o valor-limite especificado. O concreto a ser utilizado nos ensaios deve atender aos requisitos a seguir: o tamanho máximo do agregado graúdo deve ser 19,5 mm, exceto para o caso do concreto projetado, quando pode ser 9,5 mm; a dosagem de referência e o momento de adição do aditivo devem ser realizados de acordo com as recomendações do fabricante, ou conforme acordo entre as partes; o procedimento de preparação do concreto em laboratório deve seguir o previsto na NBR 12821, ou, em havendo impossibilidade, o responsável pelo ensaio deve comprovar, por registros, que a preparação do concreto em laboratório ou em campo é realizada em condições similares, onde a temperatura ambiente não pode diferir em mais do que ± 5°C e a umidade relativa do ar tem tolerância de ±10 %.

Para a avaliação de desempenho em campo, principalmente para os aditivos redutores de água tipos 1 e 2, recomenda-se realizar ensaios comparativos prévios de campo para validação dos resultados obtidos em laboratório e principalmente para avaliar a perda de abatimento efetiva. Para os demais aditivos relacionados em 5.1, a realização da avaliação de campo fica a critério dos responsáveis técnicos entre as partes.

Para avaliação de campo, recomenda-se ensaiar ao menos seis betonadas por tipo de aditivo. Devem ser ensaiadas ao menos três betonadas preparadas em um mesmo dia para cada aditivo avaliado, para garantir que as características dos materiais e condições ambientais sejam similares (mais próximas possível).

Para os ensaios de campos, devem ser mantidos registros das seguintes informações: data do ensaio; responsável pelo ensaio; dados da obra; traço utilizado; tipo de aditivo e dose utilizada em quilogramas de aditivo por metro cúbico de concreto (kg/m³); tipo de elemento da estrutura concretado; número da nota fiscal ou número de controle; controle da água total (central, plataforma de ajuste e obra); tempo de transporte; abatimento na saída da planta de preparo do concreto; abatimento na obra (aceitação do concreto); ar incorporado; dados relativos à temperatura e umidade do ambiente de ensaio; resistências obtidas.

A aparelhagem necessária para a realização dos ensaios de referência é a seguinte: aparelho indicador de pH com resolução de 0,1 unidade de pH e compensador automático de temperatura; balança analítica com resolução de 0,0001 g; balões volumétricos com capacidade para 100 mL e 1.000 mL; banho termorregulador capaz de manter a temperatura no intervalo de (25,0 ± 0,5) °C; béqueres com capacidade para 50 mL a 250 mL; bomba de vácuo; bureta convencional, ou bureta digital ou micropipeta, classe A, com 10 mL de capacidade com divisões de 0,05 mL; densímetro; dessecador; cápsula de metal ou vidro ou disco de papel alumínio com diâmetro de aproximadamente 5 cm; eletrodo de vidro e eletrodo de calomelano ou os dois eletrodos combinados; eletrodo de íon seletivo de cloreto ou eletrodo de prata metálico recoberto com cloreto de prata, com eletrodo de referência adequado; estufa capaz de manter a temperatura no intervalo de (105 ± 5) °C; papel macio e absorvente; pesa-filtro ou cápsula de platina ou porcelana, com capacidade de 100 mL; picnômetro; pisseta com água destilada; potenciômetro com escala em milivolts, com resolução de 1 mV, de preferência com leitura digital; proveta plástica de 250 mL; seringa plástica descartável de 5 mL; termômetro com resolução de 0,5 °C; peneiras com abertura nominal de 0,15 mm, 0,6 mm e 1,2 mm, conforme a NBR NM ISO 3310-1; placa de Petri em vidro, com diâmetro de 100 mm.

NFPA 14: instalação de sistemas de tubos e mangueiras

Essa norma internacional, editada em 2019 pela National Fire Protection Association (NFPA), cobre os requisitos mínimos para a instalação de tubos de apoio e sistemas de mangueiras. Não especifica os requisitos para inspeção, ensaio e manutenção periódicos desses sistemas. reflete as mais recentes tecnologias e orientações de segurança, para ajudá-lo a melhorar a proteção e a segurança contra incêndios por meio de projeto, instalação, inspeção, ensaio e manutenção corretos.

A NFPA 14:2019 – Standard for the Installation of Standpipe and Hose Systems cobre os requisitos mínimos para a instalação de tubos de apoio e sistemas de mangueiras. Não cobre os requisitos para inspeção, teste e manutenção periódicos desses sistemas. reflete as mais recentes tecnologias e orientações de segurança, para ajudá-lo a melhorar a proteção e a segurança contra incêndios por meio de projeto, instalação, inspeção, teste e manutenção corretos. A norma é importante para um setor essencial do planejamento do projeto ao longo do ciclo de vida do sistema de tubos de distribuição. Inclui capítulos sobre os componentes e hardware do sistema, instalação, desenhos, planos e cálculos, provisão de água e ensaio de provisão de água, ensaio de aceitação do sistema e edifícios em construção.

As atualizações na edição de 2019 incluem novos requisitos para o monitoramento à distância e uso de componentes para obter inspeção e ensaio automatizados, o que reflete a tecnologia que permite o monitoramento de determinadas condições, bem como a inspeção e o ensaio de sistemas de tubos de distribuição a partir de um local remoto.

Incorpora novos requisitos para garagens de estacionamento abertas que permitem os tubos manuais em garagens de estacionamento abertas sob uma certa altura. O novo capítulo 13 abrange os sistemas de mangueiras e tubos marítimos. Os termos e definições foram revisados para consistência e esclarecidos com base no uso em campo. Outras mudanças ajudaram a melhorar a segurança e a conformidade.

Devido à facilidade com que uma única conexão pode ser comprometida, esta edição da NFPA 14 inclui um número necessário atualizado de conexões dos bombeiros. A sinalização para requisitos de pressão não é mais necessária quando a pressão é de 150 psi ou menos, para alinhar com a NFPA 13E. A pressão máxima permitida em qualquer ponto do sistema é aumentada de 350 psi para 400 psi.

Os critérios revisados que esclarecem que a pressão necessária deve ser calculada na saída da válvula da mangueira. Os procedimentos claros de cálculo hidráulico especificam que tubos de apoio adicionais devem ser calculados no ponto de conexão e não na saída mais alta. As disposições revisadas para delinear entre um dreno principal do sistema de tubo vertical e os drenos individuais do tubo vertical.

Conteúdo da norma

Capítulo 1 Administração

1.1 Escopo

1.2 Objetivo

1.3 Retroatividade

1.4 Equivalência

1.5 Unidades

Capítulo 2 Publicações referenciadas

2.1 Geral

2.2 Publicações da NFPA

2.3 Outras publicações

2.4 Referências para extratos em seções obrigatórias

Capítulo 3 Definições

3.1 Geral

3.2 Definições oficiais da NFPA

3.3 Definições gerais

Capítulo 4 Componentes e hardware do sistema

4.1 Geral

4.2 Tubulação

4.3 Acessórios

4.4 União de tubos e conexões

4.5 Válvulas

4.6 Estações de mangueira

4.7 Conexões da mangueira

4.8 Conexões do Corpo de Bombeiros

4.9 Dispositivos de regulação de pressão

4.10 Sinais

Capítulo 5 Requisitos do sistema

5.1 Geral

5.2 Sistemas secos automáticos e semiautomáticos

5.3 Classes de sistemas de tubo vertical

5.4 Tipo de sistema necessário

5.5 Manômetros

5.6 Fluxo de água e alarmes de supervisão

Capítulo 6 Requisitos de instalação

6.1 Localização e proteção da tubulação

6.2 Tubulação subterrânea

6.3 Válvulas de gaveta e válvulas de retenção

6.4 Conexões do Corpo de Bombeiros

6.5 Suporte de tubulação

6.6 Instalação de sinais

6.7 Sinais para bombas de abastecimento de água

6.8 Sinal de informações do projeto hidráulico

Capítulo 7 Projeto

7.1 Geral

7.2 Limitação de pressão.
7.3 Localização das conexões da mangueira

7.4 Número de tubos de suporte

7.5 Interconexão de tubos de apoio

7.6 Tamanhos mínimos para tubo vertical e linha de derivação, tubo vertical classe I e classe III

7.7 Projeto do sistema e dimensionamento de tubos para entrega da demanda do sistema

7.8 Limites mínimo e máximo de pressão

7.9 Zonas do sistema de tubo vertical

7.10 Vazões

7.11 Drenos e ensaio de elevação

7.12 Conexões do Corpo de Bombeiros

Capítulo 8 Planos e cálculos

8.1 Planos e especificações

8.2 Cálculos hidráulicos

8.3 Procedimentos de cálculo hidráulico

Capítulo 9 Abastecimento de água

9.1 Abastecimento de água necessário

9.2 Fornecimento mínimo para sistemas de classe I, classe II e classe III.

Capítulo 10 Ensaio de abastecimento de água

10.1 Avaliação do abastecimento de água

10.2 Procedimento

Capítulo 11 Aceitação do sistema

11.1 Geral

11.2 Lavagem da tubulação

11.3 Roscas da mangueira

11.4 Ensaios hidrostáticos

11.5 Ensaios de fluxo

11.6 Ensaio manual da válvula

11.7 Dispositivos e equipamentos de inspeção e ensaio automatizados

11.8 Ensaios de alarme e supervisão

11.9 Registro de desenhos, relatórios de ensaio e manuais

11.10 Sinais.

Capítulo 12 Edifícios em construção

12.1 Geral

12.2 Conexões do Corpo de Bombeiros

12.3 Outros recursos do sistema

12.4 Suporte de tubulação

12.5 Conexões da mangueira

12.6 Extensão da tubulação do sistema

12.7 Instalações temporárias

12.8 Momento da instalação do abastecimento de água

12.9 Proteção de conexões de mangueira e conexões de bombeiros

Capítulo 13 Tubos e mangueiras marítimas

13.1 Aplicação geral

13.2 Componentes e hardware

13.3 Requisitos do sistema

13.4 Instalação

13.5 Projeto

13.6 Planos e cálculos

13.7 Abastecimento de água

13.8 Ensaio de abastecimento de água

13.9 Aceitação do sistema

13.10 Inspeção, ensaio e manutenção do sistema

Anexo A Material explicativo

Anexo B Referências informativas

Os capacetes de segurança para uso ocupacional

Os capacetes de segurança são projetados para proteger a cabeça contra objetos que caem e os lados da cabeça, olhos e pescoço de impactos, colisões, arranhões e exposição elétrica indesejáveis, etc.

A segurança sempre é uma questão muito importante em todas as atividades industriais, pois não é um trabalho de escritório comum e requer algumas medidas de precaução. Quanto mais preparados os trabalhadores, menor a chance de acidentes e ferimentos nos locais operacionais.

A cabeça é o único órgão do corpo humano totalmente envolto em osso e por natureza deve ser protegida como um componente funcional muito vital do corpo: o cérebro. Assim, os capacetes segurança agem como a primeira linha de defesa contra ferimentos na cabeça, mas eles só funcionam quando usados corretamente. Assim, é seguro dizer que os capacetes de segurança salvam vidas e reduzem o risco de lesão cerebral.

A maioria dos ferimentos na cabeça pode ser evitada se a proteção adequada da cabeça for selecionada, usada e mantida. Como qualquer pessoa que tenha visitado qualquer local de operação industrial pode atestar que alguns trabalhadores não seguem completamente as placas que exigem que eles usem capacetes de segurança. Isso pode ocorrer por várias razões, como incompatibilidade no nível de conforto ou simples negligência ou desconsideração dos capacetes de segurança devido a informações incorretas.

Segundo relatos publicados em várias revistas e na internet, há uma menção severa da maioria dos casos em que ocorreram ferimentos na cabeça e os empregadores não exigiram que os trabalhadores usassem proteção para a cabeça. Sempre que plausível, um empregador deve considerar viável implementar controles administrativos ou de engenharia para minimizar ou eliminar a exposição ao problema.

Os capacetes de segurança são projetados para proteger a cabeça contra objetos que caem e os lados da cabeça, olhos e pescoço de impactos, colisões, arranhões e exposição elétrica indesejáveis, etc. O uso de um capacete de segurança é um requisito obrigatório que deve ser seguido por todos os empregadores que devem fornecer a seus trabalhadores esses equipamentos de proteção e garantir plenamente que eles os usem. Como, em média, centenas de trabalhadores por ano sofrem ferimentos fatais na cabeça, os capacetes são características cruciais da segurança do local de trabalho.

A NBR 8221 de 10/2019 – Capacete de segurança para uso ocupacional – Especificação e métodos de ensaio estabelece os tipos e as classes de capacetes de segurança para saúde e segurança no trabalho, fixa os requisitos mínimos quanto às características físicas e de desempenho, e prescreve os ensaios para a avaliação dos referidos capacetes, os quais são destinados à proteção da cabeça contra impactos, penetração e riscos elétricos no uso ocupacional. Os capacetes de segurança para uso ocupacional destinam-se a reduzir a quantidade de força de um golpe de impacto, mas não podem oferecer total proteção à cabeça em casos de impacto e penetração severos.

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Como deve ser executado o ensaio de inflamabilidade?

Como deve ser o procedimento para o ensaio de penetração excêntrica?

Qual o procedimento de marcação da linha de ensaio dinâmico (LED)?

Como deve ser feito o ensaio de penetração no topo?

Como deve ser feita a cabeça padrão para ensaio de atenuação da energia de impacto lateral?

O uso de capacetes de segurança nunca deve ser visto como substituição às boas práticas de segurança e controles de engenharia. Alterações, acoplamento de outros equipamentos de proteção individual (EPI) ou adição de acessórios podem afetar o desempenho do capacete. Eles são projetados para oferecer proteção acima das linhas de ensaio, que são claramente definidas nesta norma.

Os capacetes podem se estender abaixo das linhas de ensaio por estilo ou propósitos práticos, mas isso não implica proteção abaixo destas. O capacete de segurança é classificado conforme a proteção oferecida quanto aos riscos de impacto e elétricos, sendo classificado como Tipo I ou Tipo II, quanto à sua proteção contra impactos e Classes G, E ou C, quanto a sua proteção contra riscos elétricos.

O capacete Tipo II contempla os requisitos do capacete Tipo I, assim como o capacete Classe E contempla os requisitos das Classes G e C. O capacete Classe G contempla os requisitos da Classe C. O capacete de segurança Tipo I é concebido para reduzir a força de impacto resultante de um golpe no topo da cabeça.

O capacete de segurança Tipo II é concebido para reduzir a força de impacto resultante de um golpe no topo ou nas laterais da cabeça. O capacete de segurança Classe G é concebido para reduzir o risco de choque elétrico quando houver contato com condutores elétricos de baixa tensão, e é ensaiado com 2.200 V. Essa tensão não busca ser um indicador da tensão na qual o capacete protege o usuário.

O capacete de segurança Classe E é concebido para reduzir o risco de choque elétrico quando houver contato com condutores elétricos de alta tensão, e é ensaiado com 20.000 V. Essa tensão não busca ser um indicador da tensão na qual o capacete protege o usuário. O capacete de segurança Classe C não oferece proteção contra riscos elétricos.

Cada capacete deve ter marcações permanentes e legíveis, em qualquer região do casco, contendo as seguintes informações: nome ou marca de identificação do fabricante ou importador; data de fabricação; lote de fabricação. Cada capacete deve ter marcações legíveis, em qualquer região do casco, contendo as seguintes informações: a) número e ano desta norma; indicações aplicáveis de Tipo e Classe.

Cada capacete deve ser acompanhado por instruções do fabricante com as seguintes informações: instruções de colocação e retirada do sistema de suspensão no casco; método correto para ajuste de tamanho da suspensão; instruções sobre limitações e utilização; orientações sobre higienização, vida útil, cuidado e manutenção periódica; se aplicável, instruções sobre montagem e ajuste para uso invertido. Devem constar nas instruções a forma de identificação e a correta interpretação da data de fabricação, e quando o número do lote for o mesmo da data de fabricação, esta informação também deve constar nas instruções.

Quando o capacete possuir acessórios e/ou jugular, estes devem ser acompanhados por instruções de montagem, ajuste e utilização. O capacete de segurança Tipo I para uso invertido deve atender aos requisitos de ensaio de transmissão de força, quando montado na posição invertida na cabeça padrão.

O capacete de segurança Tipo II para uso invertido deve atender aos requisitos de ensaio de transmissão de força, atenuação de energia de impacto lateral e penetração excêntrica, quando montado na posição invertida na cabeça-padrão. Quando medido para alta visibilidade, o capacete para alta visibilidade deve demonstrar cromaticidade que esteja dentro de uma das áreas definidas na tabela abaixo e o fator de luminância total (Y expresso como porcentagem) deve ser superior ao mínimo correspondente na tabela abaixo.

As cabeças padrão para os ensaios descritos nesta norma devem atender aos requisitos do Anexo A e para o ensaio de transmissão de força, devem atender ao Anexo B. As dimensões constantes nos Anexos A e B devem ter tolerâncias de ± 1,0%. As dimensões fornecidas nos Anexos A e B para confecção das cabeças padrão de ensaios são referentes a um perfil completo de cabeça, porém estas dimensões só são relevantes para esta norma acima das linhas de ensaio, sendo então permitida a construção de cabeças com adaptações dimensionais abaixo destas linhas de ensaio.

Para o procedimento de marcação da linha de ensaio dinâmico (LED), a cabeça-padrão deve estar firmemente posicionada com o plano-base na horizontal. A amostra de ensaio deve ser colocada sobre a cabeça padrão, em sua posição normal de uso, centralizada em relação ao plano médio-sagital e paralela ao plano-base, de acordo com seu índice de posicionamento.

A amostra que pode ser utilizada na posição invertida deve ser montada conforme instruções do fabricante para uso invertido, sendo então colocada sobre a cabeça padrão e centralizada em relação ao plano médio-sagital e paralela ao plano base, de acordo com seu índice de posicionamento. Uma massa de (5,0 ± 0,1) kg deve ser aplicada uniformemente sobre o topo do capacete (por exemplo um saco de areia).

Mantendo a massa e a posição descritas, desenha-se uma linha na superfície externa do capacete, coincidindo com as interseções da superfície do capacete e os planos seguintes: um plano “k”, em milímetros, acima e paralelo ao plano de referência na porção anterior da cabeça de ensaio de referência; um plano vertical transversal “b”, em milímetros, atrás do centro do eixo central vertical, em uma vista lateral; um plano “j”, em milímetros, acima e paralelo ao plano de referência na porção posterior da cabeça de ensaio de referência.

O equipamento de ensaio de atenuação de energia de impacto lateral deve ter um sistema guia que atinja velocidades de impacto exigidas por esta norma. O atrito entre o carro em queda e o sistema guia deve ser minimizado pelo uso de materiais de rolamento apropriado. As bigornas de ensaio devem ser feitas de modo que possam ser intercambiáveis na base e devem ser fixadas de forma que nenhuma energia seja absorvida por deformações.

A base deve ser de aço de espessura de pelo menos 25 mm. Deve haver uma esfera de montagem conectada ao sistema guia que permita adequada fixação das cabeças de impacto, de forma que esta possa ser girada sobre a esfera e fixada em uma posição predeterminada, mas que não saia desta posição no momento de impacto. Um acelerômetro deve ser montado dentro da esfera, tendo o eixo (ou eixo vertical, no caso de um acelerômetro triaxial) dentro de 2,5° de alinhamento vertical.

O sensor de velocidade deve ser capaz de registrar velocidades em uma taxa mínima de 100 kHz e sua posição deve ser ajustável, de modo que a velocidade de impacto seja medida a não mais que 2,0 cm a partir do ponto de impacto. Caso o mecanismo guia de queda possua um flag para acionar o sensor de velocidade, este deve ter uma altura máxima de 26 mm. O feixe luminoso, visível, infravermelho etc., deve ter fendas de emissão/recepção de funcionamento perpendicular ao trajeto do percurso do flag. A resposta em frequência do sistema de aquisição de dados e do acelerômetro deve estar em conformidade com a SAE J211, Classe de Canal 1000.

IEC 60794-1-23: os ensaios em elementos do cabo de fibra óptica

Essa norma internacional, editada em 2019 pela International Electrotechnical Commission (IEC), descreve os procedimentos de ensaio a serem usados no estabelecimento dos requisitos uniformes para as propriedades geométricas, materiais, mecânicas e ambientais dos elementos do cabo de fibra óptica. Aplica-se aos cabos de fibra óptica para uso com equipamentos e dispositivos de telecomunicações que empregam técnicas semelhantes e a cabos com uma combinação de fibras ópticas e condutores elétricos.

A IEC 60794-1-23:2019 – Optical fibre cables – Part 1-23: Generic specification – Basic optical cable test procedures – Cable element test methods descreve os procedimentos de ensaio a serem usados no estabelecimento dos requisitos uniformes para as propriedades geométricas, materiais, mecânicas e ambientais dos elementos do cabo de fibra óptica. Esse documento se aplica aos cabos de fibra óptica para uso com equipamentos e dispositivos de telecomunicações que empregam técnicas semelhantes e a cabos com uma combinação de fibras ópticas e condutores elétricos.

Em todo o documento, a expressão cabo óptico também pode incluir unidades de fibra óptica, unidades de fibra de microduto, etc. Consulte a IEC 60794-1-2 para obter um guia de referência para ensaiar os métodos de todos os tipos e para requisitos e definições gerais.

Esta segunda edição cancela e substitui a primeira edição publicada em 2012. Constitui uma revisão técnica e inclui algumas alterações. Houve a adição de um novo método de teste G9: sangramento e evaporação (anteriormente conhecido como método E15 na IEC 60794-1-21: 2015). Adição de um novo método de teste G10A: estabilidade da força de decapagem das fibras ópticas cabeadas (anteriormente conhecido como método E5A na IEC 60794-1-21: 2015).

Houve a adição de um novo método de teste G10B: capacidade de remoção de fitas de fibra óptica (anteriormente conhecido como método E5B na IEC 60794-1-21: 2015) e de um novo método de teste G10C: capacidade de extração de fibras ópticas tamponadas (anteriormente conhecido como método E5C na IEC 60794-1-21: 2015).

Igualmente houve acréscimo de um novo método de teste G11: resistência à tração e alongamento dos tubos tampão (incluídos na IEC 60811-501), de um novo método de teste G12: alongamento de tubos tampão a baixa temperatura (incluído na IEC 60811-505) e a clarificação do procedimento de preparação de amostras no método G5: ruptura da fita (separabilidade).

CONTEÚDO

PREFÁCIO………………….. 5

1 Escopo…………………… 7

2 Referências normativas………… 7

3 Termos e definições……….. …… 7

4 Requisitos gerais…………….. ….. 8

5 Método G1: ensaio de curvatura para elementos do cabo óptico……………….. 8

5.1 Objeto…… ………………. 8

5.2 Amostra……….. …………….. 8

5.3 Aparelho……………. …………. 8

5.4 Procedimento…….. …………. 8

5.5 Requisitos…………………. ……. 8

5.6 Detalhes a serem especificados………………… 8

6 Método G2: dimensões e geometria da fita – Método visual…………………. 9

6.1 Objeto… ………………. 9

6.2 Amostra…………. …………….. 9

6.3 Aparelho…………….. …………. 9

6.4 Procedimento……….. …………. 9

6.4.1 Geral………………….. ……….. 9

6.4.2 Método 1…………… ………. 9

6.4.3 Método 2………….. ………. 9

6.5 Requisitos……………….. ……. 9

6.6 Detalhes a serem especificados…………………. 9

6.7 Definições de dimensões e geometria da fita…. ………. 10

6.7.1 Geral……………………….. ……… 10

6.7.2 Largura e altura………………………. 10

6.7.3 Linha de base………………… …….. 10

6.7.4 Alinhamento das fibras………………… 10

7 Método G3: dimensões da fita – Medidor de abertura…………. 11

7.1 Objeto……………………….. …………….. 11

7.2 Amostra……………………… …………… 11

7.3 Aparelho……………………… ……….. 11

7.4 Procedimento…………….. ……….. 11

7.5 Requisito……………………. ……. 11

7.6 Detalhes a serem especificados…………………… 11

8 Método G4: dimensões da faixa de opções – comparador (método obsoleto)………………………… 12

9 Método G5: rasgo da fita (separabilidade)………………………… 12

9.1 Objeto……. …………….. 12

9.2 Amostra……………………… …………… 12

9.3 Aparelho……………………. ……….. 13

9.4 Procedimento…………….. ……….. 13

9.5 Requisitos………………………. ….. 14

9.6 Detalhes a serem especificados……………… 14

10 Método G6: torção da fita………………….. 14

10.1 Objeto……………………… …………….. 14

10.2 Amostra…………………. …………… 14

10.3 Aparelho……………………. ……….. 14

10.4 Procedimento………………. ……….. 15

10.5 Requisitos……………………….. ….. 15

10.6 Detalhes a serem especificados………… 15

11 Método G7: torção do tubo………………… 16

11.1 Objeto…………………. …………….. 16

11.2 Amostra………………. …………… 16

11.3 Aparelho……………………. ……….. 16

11.4 Procedimento……………… ……….. 17

11.5 Requisitos………………….. ….. 17

11.6 Detalhes a serem especificados……………. 17

12 Método G8: ensaio de torção residual da fita……………………. 18

12.1 Objeto……………………… …………….. 18

12.2 Amostra………………………… …………… 18

12.3 Aparelho……………………….. ……….. 18

12.4 Procedimento………………….. ……….. 18

12.5 Requisitos……………………………… ….. 18

12.6 Detalhes a serem especificados………………….. 19

13 Método G9: sangramento e evaporação……….. 19

13.1 Objeto……………… …………….. 19

13.2 Amostra………………. …………… 19

13.3 Aparelho………………… ……….. 19

13.4 Procedimento……………. ……….. 20

13.5 Requisitos……………………….. ….. 20

13.6 Detalhes a serem especificados…………………. 21

14 Método G10A: estabilidade da força de decapagem de fibras ópticas cabeadas…………………… 21

14.1 Objeto……….. …………….. 21

14.2 Amostra…………………. …………… 21

14.2.1 Comprimento da amostra………….. 21

14.2.2 Preparação da amostra………………… 21

14.3 Aparelho……………………….. ……….. 21

14.4 Procedimento……………………. ……….. 21

14.5 Requisitos……………………………. ….. 21

14.6 Detalhes a serem especificados………………. 22

15 Método G10B: decapagem de fitas de fibra óptica……….. 22

15.1 Objeto…… …………….. 22

15.2 Amostra… …………… 22

15.3 Aparelho………. ……….. 22

15.3.1 Geral…………………. ……… 22

15.3.2 Ferramenta de decapagem…………………… 22

15.3.3 Motor e escorregador (se usado)………………. 23

15.4 Posicionando e segurando o equipamento………… 23

15.5 Limpeza com álcool…………………….. …….. 23

15.6 Procedimento………………………… ……….. 23

15.7 Requisitos………………………………… ….. 24

15.8 Detalhes a serem especificados…………………. 24

16 Método G10C: decapagem de fibras ópticas tamponadas……….. 24

16.1 Objeto…………………….. …………….. 24

16.2 Amostra………………….. …………… 24

16.3 Aparelho………………………….. ……….. 24

16.4 Procedimento…………………… ……….. 24

16.5 Requisitos………………………………. ….. 25

16.6 Detalhes a serem especificados……………………. 25

17 Método G11A: resistência à tração e alongamento de tubos tampão e microtubos em ruptura…………………….. 25

17.1 Objeto………………………… …………….. 25

17.2 Amostra……………………… …………… 25

17.2.1 Geral………………………… ……… 25

17.2.2 Preparação e condicionamento das peças para ensaios….. 25

17.2.3 Determinação da área de seção transversal……… 28

17.2.4 Tratamento do envelhecimento………………….. 29

17.3 Aparelho…………………………….. ……….. 29

17.4 Procedimento…………………… ……….. 30

17.5 Requisitos……………………………… ….. 31

18 Método G11B: alongamento de tubos-tampão e microtubos em baixa temperatura ……….. 31

18.1 Objeto……………. …………….. 31

18.2 Amostra………………. …………… 31

18.2.1 Geral………………………. ……… 31

18.2.2 Preparação das peças para ensaios…………. 31

18.3 Aparelho…………………………… ……….. 32

18.4 Procedimento…………………….. ……….. 32

18.5 Requisitos………………………….. ….. 33

18.6 Detalhes a serem especificados……………. 33

Bibliografia…………………… 34