E-mail, mídias sociais e mobilidade: como ser eficaz e atingir o consumidor?

Curso: Gestão de Energia – Implantação da Norma ISO 50001

A NBR ISO 50001 especifica os requisitos de um sistema de gestão da energia (SGE) para uma organização desenvolver e implementar uma política energética, estabelecer objetivos, metas e planos de ação que considerem requisitos legais e informações relativas ao uso significativo de energia. Um SGE habilita uma organização a atender sua política energética, tomar as devidas ações de melhoria de seu desempenho energético e demonstrar conformidade aos requisitos dessa norma. Pode-se ajustar a aplicação desta Norma a requisitos específicos de uma organização – incluindo complexidade do sistema, grau de documentação e recursos – e abrange as atividades sob o controle da organização. Clique para mais informações e inscrições.

Edson Barbieri, diretor geral da ExactTarget Brasil

Globalmente, profissionais da área de marketing são desafiados a obterem as melhores respostas do consumidor em relação às suas marcas. Os canais de comunicação com o público se expandiram, deixaram de ser unidirecionais e exigem um novo posicionamento das empresas que não querem atuar apenas como espectadoras ou coadjuvantes em seus mercados. Mas entre o leque de canais de comunicação disponíveis, qual o mais eficiente? É melhor escolher apenas um ou marcar presença em todos? Mas é possível estar em vários sem perder o foco? Bem, a resposta para essas questões obriga que os decisores voltem seu olhar para dentro da empresa, analisem em que momento ela está, tracem uma estratégia e saibam claramente que objetivos se quer atingir, levando em conta que cada canal tem seu tom, seu fim e suas características.

Hoje os principais canais de comunicação e marketing digital contemplam o e-mail marketing, as mídias sociais e a mobilidade. Neste artigo, pretendo aconselhar sobre pontos que devem ser considerados para usar cada um desses meios de modo eficiente e também o que considerar em uma estratégia mais abrangente que busque explorar esses canais de forma complementar.

– E-mail Marketing: As empresas que ainda acreditam que o e-mail marketing é um canal para comunicação generalizada e em massa estão definitivamente no caminho não adequado. O principal critério para usar o e-mail marketing com eficiência é a relevância. O consumidor só vai dar atenção a mais aquele e-mail em sua caixa de entrada se o assunto e o conteúdo forem relevantes, adequados ao seu perfil. E para segmentar o envio de e-mail, a empresa precisa conhecer o cliente de forma personalizada, levantar informações e dados de comportamento que a levem a direcionar somente mensagens que tenham a ver com aquele perfil específico, sejam ofertas de compra, atendimento ou prestação de serviço. A frequência com que o cliente quer receber esse tipo de comunicação também precisa ser levada em conta. Por fim, não custa lembrar que o e-mail marketing precisa sempre ter a permissão do usuário. É preciso engajar os colaboradores da empresa para que contribuam buscando opt in do público, a fim de continuamente expandir e qualificar a lista de e-mails dos clientes.

– Mídias Sociais: O grande desafio para iniciativas de branding bem sucedidas nesse canal está na capacidade de envolver e motivar as pessoas em torno de uma ação. O usuário das mídias sociais pode não estar necessariamente interessado em comprar e, portanto, não quer receber mensagens focadas na venda de produtos e serviços. Ou seja, um argumento agressivo de vendas nas mídias sociais não é bem recebido. Oferecer entretenimento e informação é muito mais pertinente neste canal. Promover engajamento, envolvimento e relacionamento deve ser o objetivo central, tendo sempre em mente que este canal é de múltiplas vias, que deve gerar interatividade e fazer com que as pessoas se sintam à vontade para comentar, indicar aos amigos, “curtir”, compartilhar entre si. Gostar de uma marca pode não significar um interesse imediato de compra, mas motivar as pessoas a falarem de determinada empresa e pulverizar aquela mensagem entre seu grupo de amigos gera direta e indiretamente visibilidade e divulgação para a marca. Outro ponto importante é que, ao estar presente nas mídias sociais, a empresa precisa ter uma política de como dar retorno aos comentários e posts, estando preparada inclusive para receber críticas, pois uma vez aberto o canal, ele ganha dinâmica própria.

– Mobilidade: Um ponto importante para a boa comunicação neste canal é forma de abordar o consumidor, para que ele não se sinta invadido. O envio de mensagens de texto via torpedos só pode acontecer se houver um opt in formal e, além disso, essa forma de comunicação se presta muito mais a promover relacionamento, atendimento e prestação de serviços do que publicidade. Possibilitar entretenimento também é uma boa opção, por meio da oferta de aplicativos com os quais os usuários se identifiquem ou como forma de prestar algum serviço de utilidade pública, por exemplo.

Se estabelecer uma comunicação eficaz com o consumidor em cada um desses canais já demanda uma estratégia bem definida, o mesmo vale para as empresas que queiram desenvolver ações integradas. Neste caso, tratar esses meios de forma isolada faz com que a empresa não aproveite os canais em toda sua potencialidade. Ou seja, mais do que desenvolver iniciativas para e-mail marketing, mídias sociais ou mobilidade, se a marca quer fazer uso destes três canais de modo verdadeiramente eficaz, deve pensar em uma estratégia de cross-channel, para acompanhar os resultados de forma integrada e poder mensurar o todo. O e-mail marketing pode levar o usuário a se interessar pelas mídias sociais da marca, o website da empresa pode permitir compartilhamento em Facebook ou Twitter dos trechos que interessem ao cliente, aplicativos usados em smartphones podem ser replicados nas mídias sociais, uma ação iniciada em um canal pode render desdobramentos em outros, etc. São inúmeras as formas de capitalizar a interação do usuário nos diversos canais digitais. Isso demanda, no entanto, criatividade e estratégia. O mercado brasileiro tem amadurecido gradativamente absorvido esta visão mais ampla e integrada, portanto não há dúvidas de que esse é um caminho que tende a estimular e fortalecer o relacionamento entre consumidores e empresas. Ignorar essa tendência é ignorar as inovações, as novas gerações e as formas como elas interagem com o mundo.

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Pesquisa: o incremento da comunicação digital

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Um estudo global da Rede de Relações Públicas Oriella aponta aumento de investimentos em vídeos, aplicativos móveis e infográficos como principais razões para o crescimento de audiências na mídia digital no mundo todo. No Brasil, só o uso de vídeos subiu de cerca de 20% em 2011 para a média de 43,5% em 2012. Empresas de mídia ao redor do mundo estão disponibilizando uma ampla gama de ativos de conteúdo digital e utilizando fontes também digitais em suas reportagens mais fortemente em 2012 do que nos últimos cinco anos. Esta é uma das principais conclusões do Estudo de Jornalismo Digital da Oriella PR Network (www.oriellaprnetwork.com), representada na América Latina pela VIANEWS Comunicação Integrada. Esse estudo é realizado com jornalistas de todo o mundo desde 2008 e visa acompanhar a adoção de tecnologias sociais e digitais pela mídia. Esta quinta versão teve por base entrevistas cerca de 600 jornalistas da Europa, Ásia-Pacífico e Américas, e encontrou a mídia cautelosamente otimista em relação às suas publicações apesar da incerteza contínua na economia global: 54% dos entrevistados espera que a audiência da publicação para a qual trabalham cresça este ano, contra apenas 20% que antecipam redução.

No caso específico do Brasil, quase 52% dos entrevistados consideraram que haverá aumento de audiência para suas publicações, 25% apostaram em aumento de receitas publicitárias e cerca de 35% indicaram aumento de equipe acima de 10% ainda em 2012. Apesar do otimismo do grupo de respondentes no país, ao redor de 40% consideraram que nada mudará neste ano nesses três quesitos. O estudo global constatou ainda que o uso de publicações de vídeo online quase dobrou desde o ano passado (36% contra 20% de 2011). Além disso, 40% dos entrevistados disseram que suas publicações oferecem blogs assinados por seus jornalistas e 22% produzem infográficos em casa. A importância crescente de dispositivos móveis e de uso de mídia social para as estratégias de monetização dos editores se reflete no crescimento sustentado de aplicativos móveis e a contínua popularidade de posts personalizados do Twitter e páginas do Facebook. A proporção de jornalistas dizendo que seus títulos já tem apps vem em crescimento contínuo nos últimos três anos e, em 2012, uma publicação em cada quatro tem um aplicativo móvel.

No Brasil, o uso do Twitter caiu de quase 70% em 2011 para 61% este ano. A tendência do aumento do uso de vídeos mantem-se também por aqui, onde, dos cerca de 20% de 2010 e 2011, este ano a média foi de 43,5% (41% de vídeos de fontes externas e 46% produzidos internamente). Dos cerca de 37% do total geral que adotam infográficos no Brasil, 22% produzem internamente e cerca de 15% usam fontes externas. A adoção de aplicações móveis demonstrou crescimento sustentável. Globalmente, um a cada quatro jornalistas disse que sua publicação tinha app móvel. O Brasil ficou um pouco acima da média, chegando a mais de 29% de uso.

O estudo da Oriella concluiu que o uso de mídias sociais na obtenção de novas notícias é uma realidade da maioria dos entrevistados, mas somente quando a fonte é conhecida dos jornalistas. 53% dos respondentes consultam microblogs (como Twitter ou Facebook) de fontes que conhecem; quando a fonte não é familiar, esse número cai para a metade. O uso de blogs convencionais na obtenção de notícias é um pouco menor, mas segue uma tendência semelhante à dos microblogs: 44% dos entrevistados disseram ter usado os blogs que eles conhecem para busca de novas pautas e apenas 22% consultam blogs desconhecidos. Esta é uma reversão do quadro de 2011, quando 43% dos entrevistados disseram que consultariam blogs que eles não conheciam e 30% somente os familiares. A dependência de especialistas do setor para novas histórias cresceu de 54% em 2011 para 64% este ano, e entrevistas com porta-vozes tornaram-se a primeira opção dos jornalistas na busca por notícias, substituindo os press releases, agora na quinta posição de preferência.

No Brasil, é gritante a diferença dada às informações de mídias sociais, blogs e microbogs já conhecidos do jornalista versus os desconhecidos: 52% contra 38% no caso das mídias sociais e 44% versus 9% no caso dos blogs e microblogs. No país, aumentou a preferência pela busca de entrevistas com porta-vozes corporativos (de 20% em 2011 para 34% em 2012) e também a consulta às agências de RP (cerca de 8% em 2011 e 18% em 2012). Acompanhando a tendência mundial, o press-release recebido na caixa de e-mails vem caindo na preferência e chegou a somente 6% este ano. O estudo indicou que é menor o crescimento da mídia online em detrimento do offline. Em 2012, 47% dos entrevistados disseram que a mídia impressa e o broadcast tinham maior audiência, contra 50% das respostas em 2011. Por outro lado, a proporção de entrevistados que dizem que a cada ano menos de 20% de seu conteúdo online é novo manteve-se praticamente o mesmo – entre 20 e 25%. Como em 2011, os entrevistados ficaram igualmente divididos entre o conteúdo online e o offline. No Brasil, embora 29% dos respondentes representassem veículos online (sem versão impressa), cerca de 24% indicaram que a quantidade de seu conteúdo online está acima de 60% do total publicado.

Pedro Cadina, diretor da Vianews e membro do conselho estratégico global da Oriella PR Network, destaca a importância da credibilidade das fontes apontada pelo estudo: “Este estudo mostra que a credibilidade está na ordem do dia mais do que nunca, especialmente na mídia social. Ao mesmo tempo, aponta o Brasil como pais fora da curva nesse momento de crise internacional, com a mídia mais otimista em relação a seu futuro”. Para Cadina, o uso cada vez maior de vídeo, infografia e aplicativos para transmitir histórias, deve influenciar decisivamente a atividade de relações públicas e assessorias de imprensa. “O velho press release agoniza e as empresas precisarão de vários meios para transmitir suas mensagens, além de muita transparência”.

A profissionalização das redes sociais ainda é bastante utópica

NBR IEC 60079-20-1: Atmosferas explosivas
Esta parte da ABNT NBR IEC 60079 fornece orientações sobre a classificação de gases e vapores, descreve um método de ensaio destinado à medição dos máximos interstícios experimentais seguros (maximum experimental safe gaps – MESG) para misturas de gases ou vapores com o ar sob condições normais de temperatura e pressão, de forma a permitir a seleção de um grupo de equipamento apropriado. O método do ensaio não leva em consideração os possíveis efeitos de obstáculos nos interstícios seguros. Essa norma descreve também um método de ensaio para a utilização na determinação da temperatura de autoignição de um gás ou vapor quimicamente puro no ar, na pressão atmosférica. Clique para mais informações.

social_netCom o marketing generalizado de que as empresas precisam usar de qualquer forma as redes sociais, criou -se uma lógica perversa do ciclo vicioso da falta de recursos humanos capacitados que forneçam um gerenciamento adequado para isso e, por consequência não permite o acesso aos recursos financeiros que, por final, levam à insuficiência de resultados, o que é bem conhecido pelo mercado. Ou, muitas vezes, são contratas pessoas sem o mínimo preparo para gerenciar a comunicação interna e externa da empresa.

Quer dizer, ainda é um sonho fazer uso profissional das redes sociais. O que mais se encontra nos mundos virtuais são seres humanos desesperados por contato, não profissional, e somente humano. Se você montar uma rede de 2.000 amigos no facebook, 1.000 seguidores no twitter, 1.500 pessoas de contato no linkedin, calcule quantos negócios poderão ser feitos? Acredito que muitos poucos. O que sua empresa não pode esquecer é que as estratégias de marketing por meio das redes sociais para alcançar novos clientes e fornecedores ou mesmo fidelizar os antigos poderá ainda permitir que os empreendedores consigam descobrir o que o seu público-alvo deseja e também o que os consumidores pensam sobre os serviços e produtos oferecidos. Mas construir um verdadeiro relacionamento on-line não é uma atividade simples. Para atingir o sucesso é preciso entender que redes como facebook, twitter, orkut, youtube e myspace são plataformas novas de negócio e merecem a devida atenção e cuidado.

Alguns especialistas recomendam:

– Os clientes devem conhecer o novo canal de comunicação – O primeiro passo para que clientes e fornecedores interajam com a página da empresa nas redes sociais é fazer uma publicidade em mídias tradicionais ou por meio do boca a boca, para que o público-alvo do negócio conheça os novos canais de comunicação da marca. Oferecer múltiplas plataformas de interação permite ao usuário escolher aquela em que se sente mais confortável para se comunicar com o negócio. Isso aumenta a probabilidade de ele se conectar com frequência à página da marca.

– Envolva o seu público na rede – As páginas empresariais nas redes sociais devem servir para criar um diálogo entre o negócio e o seu público-alvo. Isso permite uma interação e aproximação entre as partes. Para que esse envolvimento seja bem-sucedido, é interessante descobrir o perfil dessa comunidade na rede e como os seus membros querem se comunicar.

– Realize promoções – Redes sociais são importantes ferramentas para fortalecer as ações de marketing do negócio. Realizar promoções exclusivas nesse canal permite aos seguidores da marca conhecer os produtos e descontos oferecidos pela empresa. Ao utilizar esse veículo como estratégia promocional, a empresa também estará economizando o montante que gastaria com anúncios tradicionais.

– Tenha uma rotina nas atualizações – As plataformas de comunicação social devem fidelizar os seus seguidores. Para isso, é importante que as empresas possuam uma rotina de horários para a atualização dos posts. Manter os fãs e seguidores do negócio cientes do que está sendo lançado no mercado é fundamental para que eles estejam em contato permanente com a sua marca.

Se a sua empresa disparar um e-mail marketing para 160.000 e-mails ou enviar a mesma proposta pelo correio para 10.000 pessoas, seus resultados, por incrível que possa parecer, serão melhores ainda do que nas redes sociais. A média no primeiro caso chega a 0,8% a 1,0% de cliques em seu link e uma média de 15 a 30% de hits ou pageviiews. Quanto ao correio, seus negócios poderão ser feitos com uma média de 0,5 a 0,8% dos que receberem a sua mensagem.

No linkedin seus contatos querem mais saber sobre o que você está fazendo, sobre as oportunidades que você poderá gerar para eles do que comprar seus serviços ou mesmo sobre o que você está oferecendo. No facebook, as pessoas querem ainda se divertir, falar de deuses e otimismos, mas a maioria parece não estar ali na busca de negócios. O twitter parece ser exceção à regra. Os seguidores parecem querer saber um pouco de conteúdo, querem um pouco mais de informação. Mesmo assim não creio que gere em cada 100 mensagens profissionais algum resultado concreto. Pode até gerar cliques no link, em uma média de 0,5 a 1,0%, mas não creio que haja concretização de parcerias. Os twitteiros de maior sucesso são os de fofoca, artistas, etc. O universo humano das banalidades e dos disparates.

Quanto aos blogs, também ficam na média. Para cada 1.000 acessos diários, a média de cliques é de 0,7 a 10,0 %, e os resultados, de acordo com alguns clientes pesquisados, não são tão ruins. Enfim, as redes sociais ainda são muitos incipientes em termos de resultados de negócios. A conclusão é triste, porém verdadeira. Ficar fora a empresa não pode, mas não deve esperar grandes resultados, criar grandes expectativas, fazer grandes investimentos, pois o retorno financeiro ainda é pequeno. Há que se medir quanto se está investindo para comparar os resultados obtidos.

A Orbium divulgou uma pesquisa “CRM e Redes Sociais”, realizada com 156 companhias no país com o objetivo de identificar seus anseios e metas em relação à gestão da marca/produtos nas mídias sociais. O levantamento foi conduzido entre os dias 5 e 19 de agosto por meio da internet e do telefone – utilizando o software que leva o nome da empresa, o Orbium – e abordou organizações de diversos segmentos, com representantes dos setores de serviços, financeiro, tecnologia, comunicação, varejo, benefícios, transportes, automotivo, seguros, imóveis, utilidades, indústria, call center e telecom. Quanto aos cargos dos respondentes, 65% são presidentes e diretores ou gestores de atendimento e marketing. Os outros 35% são gerentes de vendas, operações ou tecnologia e analistas em geral. Trata-se de uma versão preliminar do estudo.

Do total de empresas consultadas pela Orbium, 70,4%disseram que pretendem investir em ações nas redes sociais imediatamente, enquanto 22,5% têm intenção de apostar nesse nicho, mas não a curto prazo. A minoria, representada por 7,1% dos entrevistados, garante que não tem interesse em investir nessas mídias. Quando questionadas se já realizaram monitoramento de suas marcas nas redes sociais, 57,1% responderam que sim, de forma manual e 22,9% já o fizeram de forma automatizada. Nesse contexto, 52,1% das organizações entrevistadas consideram muito importante o monitoramento de sua imagem na internet, 43,7% classificam como importante e apenas 4,2% acreditam que esse trabalho seja irrelevante.

Além disso, 47,9% das empresas pesquisadas disseram que realizam ou já realizaram campanhas nas redes sociais e 42,3% afirmaram que nunca fizeram, mas possuem interesse. Somente 9,8% das companhias consultadas responderam que não promoveram ações nas redes sociais e que iniciativas dessa natureza não constam de seus planos. Sobre a possibilidade das redes sociais gerarem insights para as empresas, 53,5% das entrevistadas acreditam que elas podem sim contribuir com o negócio. A Orbium também perguntou como as empresas percebem a interação de redes sociais com o CRM. Os dados mostram que 48,6% das organizações consultadas acreditam ser muito importante integrar o conteúdo das mídias sociais com o CRM. Outros 48,6% disseram que consideram importante, mas não a prioridade para seu negócio. Apenas 2,8% afirmaram ser irrelevante essa interação.

A pesquisa também questionou as empresas sobre os benefícios do investimento em redes sociais. A pergunta oferecia a possibilidade de marcar mais de uma alternativa. Os resultados apontam que 73,2% das companhias entrevistadas acreditam ser possível detectar e resolver problemas de consumidores por meio dessas ferramentas. Já 71,8% das organizações consultadas afirmaram que as mídias sociais possibilitam analisar de que forma a marca é percebida. Outro objetivo, assinalado por 54,9% das companhias pesquisadas, é a de utilizar essas mídias para acompanhar ações da concorrência. Além disso, 52,1% dos respondentes disseram ser possível analisar a repercussão das publicações de imprensa sobre a empresa e 46,5% afirmaram que as redes sociais também permitem reconhecer promotores e detratores da marca.

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Por meio do levantamento, a Orbium ainda procurou identificar possíveis obstáculos para que as companhias apostem em monitoramento nas redes sociais. A questão permitia ao entrevistado assinalar mais de uma alternativa. A amostra aponta que 45,1% das organizações pesquisadas consideram a falta de um processo automatizado como empecilho. Já 32,4% das empresas alegaram falta de verba para investir nessa área. Os resultados também indicam que 21,1% dos respondentes acreditam que haja falta de mão de obra especializada para exercer a função e 15,5% consideram que ainda há falta de conhecimento sobre o assunto. Curiosamente, 33,8% das empresas entrevistadas afirmaram que não enxergam nenhum obstáculo para que invistam nas mídias sociais. “O fato de os entrevistados terem sido, na grande maioria dos casos, os presidentes e diretores das empresas pode explicar esse dado, já que profissionais destes cargos possuem a visão total do negócio e talvez por isso não enxerguem obstáculos. Quando a abordagem é com a equipe operacional, que tem visão parcial do negócio, é notável a preocupação com os obstáculos e com disponibilidade para investimento” diz Clarice Kobayashi, vice-presidente de marketing e estratégia.

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O facebook será uma nova plataforma de negócios?

Silvio Tanabe

A mais recente pesquisa da ComScore revelou que a quantidade de usuários do facebook no Brasil chegou a 19 milhões de pessoas em março, número três vezes maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. Se continuar nesse ritmo, o face (como gostam de chamar os mais íntimos) tomará o lugar do Orkut como rede social mais usada pelos brasileiros. Fenômeno semelhante ocorre em outros países, como os EUA. Lá, nem mesmo a News Corp., uma das maiores empresas de mídia do mundo e dona do MySpace, conseguiu segurar a ascensão do Facebook, que já reina absoluta. Pesquisa da empresa Edison Research, 51% dos cidadãos americanos com mais de 12 anos tem perfis no Facebook.

Para os negócios, esta tendência significa um impacto semelhante ao provocado pelo Google pouco mais de uma década atrás. Ou seja, a criação de um revolucionário modelo de publicidade online que trará oportunidades para empresas dos mais diversos portes e segmentos. Tanto que na terra de Barack Obama já existem companhias que estão abandonando seus sites institucionais para se concentrar em fan pages, exemplo já seguido pelos mais ousados no Brasil, caso da agência de publicidade África (www.africa.com.br). Há três boas razões para acreditar que o Facebook tem condições de se tornar uma nova plataforma de negócios na internet, rivalizando com o Google. Primeiro pela grande escala mundial de usuários, que cresce a um ritmo acelerado. Segundo porque vem se mostrando bastante lucrativa e, portanto, sustentável (o site levantou US$ 1,9 bilhão em 2010, enquanto o faturamento do badalado Twitter não passou de US$ 45 milhões). Terceiro, e o mais importante para as empresas, é que a cada dia a rede de Mark Zuckerberg vem se aprimorando como plataforma de mídia, marketing e negócios.

Ao contrário de outras redes como o Orkut, desde o início a proposta do Facebook foi mais “amigável” para que as empresas se relacionassem com os participantes de forma natural, sem grandes apelações comerciais e de propaganda. O que a equipe de desenvolvimento do site vem fazendo é aperfeiçoar o acesso e as formas de interação. E, pelo que mostra o crescimento da plataforma no mundo corporativo, marcar presença no Facebook certamente parece ser um bom negócio. Algumas das vantagens mais evidentes são:

• Estar presente na rede social que mais cresce no mundo e que conta atualmente com 600 milhões de usuários.
• Atuar em uma rede social como uma “pessoa jurídica” e não disfarçada de “pessoa física” como em outras redes, conferindo mais naturalidade e transparência ao diálogo.
• Disponibilizar diversos aplicativos e games, que podem ser incorporados à fan page como forma de interação com os visitantes. Estima-se que hoje nada menos do que 2,5 milhões de desenvolvedores criem aplicativos para a rede.
• Integrar de forma mais natural, dentro de sua fan page, outras mídias sociais complementares, como o YouTube, Flickr, Twitter e blogs, facilitando o acesso dos “fãs” a estes conteúdos e aumentando a interatividade.
• Disseminar mensagens virais, por meio dos comentários. Gostou desse artigo? Clique em Curtir e não só seus fãs no Facebook mas também em outras redes sociais dos quais você participa também ficarão sabendo. Esse recurso, o Facebook Connect, rapidamente copiado por outros grandes sites como o Google e Yahoo!, permite que o conteúdo de qualquer site se torne social.

Então quer dizer que o negócio é aposentar meu site e partir para o facebook direto? Calma, também não é assim. O site institucional continua sendo muito importante no Brasil. Embora não tenha a fluidez das redes sociais, continua sendo a principal referência de uma empresa na internet, transmitindo credibilidade justamente por sua “solidez”. Por esse motivo acredito que ainda vá ter vida longa, embora deva sem dúvida passar por uma evolução até ser totalmente incorporado ao ambiente social da web.

Fortalecer a presença no Facebook deve ser encarado como mais um passo da empresa em sua estratégia de marketing digital. Assim como outras ações nas redes sociais, os resultados nesse tipo de empreendimento devem ser pautados pelo conhecimento do público-alvo, definição clara dos objetivos, planejamento, definição de uma estratégia própria e monitoramento dos resultados. Pelas características da rede, o Facebook é o ambiente perfeito para disseminar rapidamente novidades relacionadas a lançamentos, campanhas de engajamento e para relacionamento direto com o público. Nesse sentido, o site norte-americano Mashable publicou um artigo esclarecedor mostrando as estratégias diferenciadas e bem-sucedidas de cinco grandes marcas (Cola-Cola, Pringle’s, Adidas, Starbucks e Red Bull) para conquistar o público das redes sociais. O Facebook Marketing está apenas em seu princípio e, longe de esgotar o assunto, este artigo tem por objetivo ser um ponto de partida, contribuindo para que os empresários e profissionais de marketing comecem a planejar como inserir suas empresas de vez nas redes sociais.

Silvio Tanabe (silvio.sp@magoweb.com.br) é consultor de marketing digital da Magoweb, autor do blog Clínica Marketing Digital www.magoweb.com/clinicadigital) e um dos autores do e-book Caia na Rede – 12 Maneiras de Planejar e Fazer Sucesso nas Redes Sociais

NBR 15515-2:2011: Passivo ambiental em solo e água subterrânea – Parte 2: Investigação confirmatória
Uma empresa tem passivo ambiental quando ela agride o meio ambiente e não dispõe de nenhum processo para sua recuperação, aprovado oficialmente ou de sua própria decisão. Ele representa toda e qualquer obrigação de curto e longo prazo, destinadas única e exclusivamente a promover investimentos em prol de ações relacionadas à extinção ou amenização dos danos causados ao meio ambiente, inclusive percentual do lucro do exercício, com destinação compulsória, direcionado a investimentos na área ambiental. Clique para mais informações.

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