Seminário ABQ Qualidade Século XXI – Qualidade no Brasil: Lições a aprender

seminario

O evento, que aconteceu na Fiesp, em São Paulo, contou com a participação de mais de 160 pessoas ao vivo e mais de 1.000 pela web.

A Academia Brasileira de Qualidade (ABQ) promoveu pela terceira vez o Seminário ABQ Qualidade Século XXI – Qualidade no Brasil: Lições a aprender, no Salão Nobre da Fiesp, ontem, dia 10 de novembro, em celebração ao dia mundial da Qualidade. Com participação de Evandro Lorentz, Dorothea Werneck, Ozires Silva, Nigel Croft, Reinaldo Figueiredo, Getulio Ferreira, Ana Maria Malik, Reynaldo Goto, Cristiano Paiva, Matheus Valente e Jorge Gerdau Johannpeter, o evento conseguiu discutir temas relevantes da gestão de qualidade no Brasil e no mundo.

Na apresentação de Evandro Lorenz, o público presente pôde saber mais sobre a prática de liderança tridimensional, com foco no mundo particular, no mundo profissional e no mundo público “Hoje, o profissional tem que estar habilitado a navegar nesses três universos, sempre em transparência e conformidade com a verdade”.

Durante a palestra de Dorothea Werneck, foi explanado sobre a importância e a necessidade da melhoria do atendimento público, onde ela afirmou “É possível essa melhoria, é necessário que usemos as ferramentas de gestão disponíveis, assim como é de suma importância que, para as coisas darem certo, o líder de cada pasta não apareça. Defendo também que exista a desburocratização e a desregulamentação”.

Para Basilio Dagnino, vice-presidente da ABQ e um dos organizadores do seminário, essa terceira edição do evento teve maior repercussão não só por causa dos temas relevantes quanto pelo próprio interesse do brasileiro em se engajar mais sobre os temas de qualidade. “Além disso, tivemos um apoio internacional muito importante dos países da CPLP, Unido e World Quality Month”, complementa Dagnino.

Com outros temas como: A Qualidade e o Futuro das Organizações; Qualidade no Serviço Público: Desafios; Benchmarking: Qualidade no Brasil e no Mundo; Qualidade na Educação e na Saúde: como melhorar; Gestão de compliance e anticorrupção nas organizações, o seminário cumpriu sua missão de trazer luz à necessidade de se ampliar a gestão da qualidade em todos os setores da economia nacional.

Segundo Ozires Silva, a educação deve ser considerada como o pilar mais importante para o desenvolvimento de uma nação. “Num país onde não se tem educação e nem liberdade, fica difícil construir um futuro brilhante e de desenvolvimento”, afirmou.

Duas palestras trataram do compliance, pois o mundo está experimentando um movimento sem precedente na luta contra a corrupção. Nas últimas décadas, a sociedade começou a organizar-se. Surgiram ONGs de abrangência global, houve assinaturas de acordos internacionais e elaboração de legislações específicas coibindo práticas, algumas delas aceitas até então.

Também os Programas de Compliance tomaram um caráter crucial para as empresas que desejam a sustentabilidade e perenidade no mercado. Com a Lei n.º 12.846/13, essa tendência foi enfatizada no Brasil e as organizações passaram a perceber a necessidade de se prepararem para essa nova realidade.

Uma empresa, ao optar por seguir o caminho da integridade, compromete-se perante seus funcionários e a sociedade, a engajar-se apenas e tão somente em negócios limpos. Esse princípio inviolável não sucumbe a nenhum tipo de tentação, mesmo em condições muito vantajosas do ponto de vista financeiro.

Uma vez iniciado o Programa de Compliance, não há mais volta. Haverá um controle social, vindo de dentro e fora da organização, que impõe um autocontrole e assegura a aplicação prática dos princípios preconizados pelo Programa.

Portanto, mais do que a proteção frente aos riscos existentes, os Programas de Compliance impulsionam as empresas a assumirem assim, um papel central na mudança da cultura do país. Os seus princípios vão permeando a força de trabalho. Criam um orgulho natural nas pessoas, que os disseminam nos seus círculos privados, familiares, amigos, vizinhos e conhecidos. Outras empresas adotam a mesma referência e, paulatinamente, as lacunas para os desvios vão se fechando.

Matheus Valente, da Compliance Total, descreveu os sete elementos para um programa de compliance: comprometimento da Alta Direção; criação de políticas, procedimentos e controles de referência para o compliance; aplicação de um programa efetivo de comunicação, treinamento e sensibilização; avaliação, monitoramento e auditoria para assegurar a efetividade do programa; aplicação adequada das medidas disciplinares e ações corretivas pertinentes; adequação na delegação das responsabilidades; e melhoria contínua.

Reynaldo Goto, diretor de compliance da Siemens, defendeu a transparência em todos os setores da empresa, assim como da economia, para que a gestão da qualidade seja efetiva. “Em nossa empresa, treinamos 100% os funcionários e os parceiros, sobre termos de compliance, pois assim entendemos que é a maneira mais eficaz de evoluir com transparência”.

Depois, os participantes puderam constatar os resultados da II Pesquisa ABQ/Target. O vice presidente da Target, Cristiano Paiva, explicou que foi utilizada a ferramenta de pesquisa SurveyMonkey e o link da pesquisa foi disponibilizado para o mundo técnico de diversas maneiras. O perfil dos respondentes correspondeu a 66% de pessoas de empresas industriais, o que corresponde a uma fatia considerável do PIB industrial do país. Ao se obter 1.168 participantes, o nível de disponibilizar o link diminuiu e as respostas e seus resultados se estabilizaram.

Assim, obteve-se mais de 30.000 respostas, o que é bastante participativo no mundo técnico. Enfim, constatou-se que a competitividade brasileira não está nada bem, a péssima prestação de serviço público e baixa participação da sociedade no consenso da normalização nacional.

No final, foi assinado o acordo de cooperação entre o Movimento Brasil Competitivo (MBC) e a Academia Brasileira de Qualidade, para melhoria e disseminação dos processos de gestão de qualidade no Brasil.

Para ver as apresentações, acesse o site do evento (a partir do dia 17/11): www.abqualidade.org.br/Eventos/

Qualidade poderia estar mais presente na Rio 2016

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Na Rio 2016 houve pontos altos e baixos, nada que a gestão da qualidade não pudesse aprimorar ainda mais ou evitar que problemas tenham ocorrido. Cada vez mais, Qualidade significa não apenas fazer certo da primeira vez, mas fazer o que é certo e melhorar sempre.

Na verdade, esse é um aspecto que acaba sendo negligenciado e comprometido: a qualidade. Com a crise e a forma de se fazer a gestão pública no país, esqueceu-se desse tema tão desacreditado atualmente, mas que já foi responsável por um salto de melhoria da competitividade do país. Não seria a hora de se reeditar um Programa de Qualidade e Produtividade II?

Tudo começou com a euforia da escolha do Rio. Uma candidatura muito bem preparada venceu adversários poderosos como Chicago. Qualidade nota 10. Aí o país dormiu sobre os louros da vitória: a primeira oportunidade de melhoria para futuros eventos é já ter um planejamento estratégico, tático e operacional pronto antecipadamente. Isso também seria Qualidade nota 10.

A pontualidade dos eventos de dezenas de modalidades esportivas em múltiplas instalações e locais foi elogiada, apesar da complexidade logística: Qualidade nota 10. Em compensação, arenas vazias e longas filas nas bilheterias, mobilidade com restrições, comida escassa e piscinas com água esverdeada poderiam ter sido evitadas com uma boa gestão de risco, outra ferramenta importante para a Qualidade nota 10.

Felizmente foi feito previamente benchmarking com Londres e Barcelona, para aprender com as cidades que já realizaram Olimpíadas bem avaliadas. Este é mais um instrumento da Qualidade que será abordado no III Seminário Qualidade Século XXI, da Academia Brasileira da Qualidade (ABQ) que será realizado no Dia Mundial da Qualidade, 10 de novembro de 2016, no auditório do Salão Nobre da FIESP.

No evento um painel abordará o que se faz diferente na Europa, nos EUA e no Japão, o que poderá fazer com que o brasileiro pense o quanto se tem que avançar para melhorar a Qualidade dos produtos e serviços no Brasil. Qualidade no Serviço Público será um tema tratado no evento em palestra magna, com propostas que possam promover seu aprimoramento.

Um assunto atualíssimo será o compliance, que será objeto de painel que enfocará tanto os aspectos conceituais como práticos. Na abertura será feito um exercício de antecipar tendências, expondo o que será o futuro da Qualidade.

O programa evidencia a importância do evento pela relevância dos assuntos abrangidos e o currículo dos palestrantes. Para que os meios de comunicação participem ativamente desse esforço, a Academia coloca à disposição dos jornalistas entrevistas ao vivo ou virtuais com os palestrantes, antes, durante ou após e evento e material de divulgação.

Local: FIESP – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo

Av. Paulista, 1313 – Bela Vista – São Paulo, SP (mapa de acesso)

Credenciamento: Andar Térreo|Auditório: Salão Nobre do 15º andar.

www.abqualidade.org.br/Eventos

Faça a sua inscrição gratuita no link http://www.abqualidade.org.br/Eventos/cadastro_abq_eventos.php

III SEMINÁRIO ABQ QUALIDADE SÉCULO XXI

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III SEMINÁRIO ABQ QUALIDADE SÉCULO XXI

Qualidade no Brasil: Lições a Aprender

10/11/2016 – FIESP – São Paulo, SP

Dia Mundial da Qualidade

O tema Qualidade é de tal relevância que a Organização das Nações Unidas (ONU) criou o Dia Mundial da Qualidade, que em 2016, será no dia 10 de novembro. Por isso, a Academia Brasileira da Qualidade (ABQ), organização não governamental, sem fins lucrativos e referência nacional sobre Qualidade e Excelência na Gestão, que congrega os principais expoentes da Qualidade dos mais diversos setores econômicos nos âmbitos público, privado e acadêmico, irá realizar no dia 10 de novembro o III SEMINÁRIO ABQ QUALIDADE SÉCULO XXI – Qualidade no Brasil: Lições a Aprender, na Fiesp, em São Paulo, na Av. Paulista, 1313 – Bela Vista – Salão Nobre – 15º andar.

PROGRAMA

08h30 – 09h00 Credenciamento
09h00 – 09h30

 

Abertura

Saudação

Acad. Pedro Luiz de Oliveira Costa Neto – Presidente, ABQ

A Qualidade e o Futuro das Organizações

Acad. Evandro G. Lorentz

09h30 – 10h00 Palestra Magna

Qualidade no Serviço Público: Desafios

Acad. Dorothea Werneck

10h00 – 10h30 Benchmarking: Qualidade no Brasil e no Mundo

Acad. Nigel Croft – o que se faz diferente na Europa

Acad. Reinaldo Figueiredo – o que se faz diferente nos EUA

Acad. Getulio Ferreira – o que se faz diferente no Japão

Moderador: Acad. B. V. Dagnino

10h30 – 10h55 Debates
10h55 – 11h25 Intervalo
11h25 – 11h55 Qualidade na Educação e na Saúde: como melhorar

Acad. Ana Maria Malik

Acad. Ozires Silva

Moderadores: Acads. Eduardo Guaragna e João Mario Csillag

11h55 – 12h20 Debates
12h20 – 12h50 Gestão de compliance e anticorrupção nas organizações

Wagner Giovanini

Reynaldo Goto

Moderador: Acad. Ariosto Farias Jr.

12h50 – 13h20 Debates
13h20 – 13h30 Encerramento

Acad. Pedro Luiz de Oliveira Costa Neto – Presidente, ABQ

13h30 – 14h30 Confraternização

Programa sujeito a alterações

O evento será exclusivo para convidados, porém, terá transmissão ao vivo pela internet. Inscrições e informações: Natascha Vieira – N8 Eventos – 999264441 ou pelo e-mail: n8eventos@abqualidade.org.br

Clique Aqui e acesse o site do evento

Saudação

pedro

Pedro Luiz de Oliveira Costa Neto (Acadêmico) – Presidente da Academia Brasileira da Qualidade (ABQ), é engenheiro (ITA), MSc. (Stanford, CA), doutor (POLI/USP), professor aposentado da Poli/USP – Engenharia de Produção, presidente da Fundação Vanzolini (1982-1987), ex-juiz do PNQ e juiz do PPQG, Prêmio Qualidade Banas 1999 e professor de pós-graduação da Unip. Autor de vários livros.

Palestrantes

evandro

Evandro G. Lorentz (Acadêmico) irá abordar o tema A Qualidade e o Futuro das Organizações onde abordará algumas questões: Como será o futuro? Estamos nos preparando para o futuro ou estamos ajudando a construí-lo? Como agirão as organizações em um mundo onde todos terão um smartphone conectado a uma rede wifi gratuita de alta velocidade? As organizações brasileiras estão se preparando para o futuro? E nosso relacionamento com os sistemas cognitivos, como o IBM Watson? Quais os impactos na educação, na saúde, em tudo? O que poderemos fabricar em casa utilizando impressoras 3D? São muitas indagações, algumas respostas e apenas uma certeza: será ótimo estar lá para vivenciá-las.

dothea

Dorothea Werneck (Acadêmica), com sua vasta experiência na área pública em funções de relevo, abordará ações que respondam aos desafios para melhorar a qualidade dos serviços prestados pelas organizações governamentais. A necessidade de melhoria da qualidade nos serviços públicos é um consenso. Porque ainda temos tantas reclamações? Todos sabem o que gostariam: menor custo, menor tempo, melhor atendimento (informações e simpatia), menos burocracia.

Para o governo, também é óbvio: menor número de “agências” e gastos com salários e manutenção. E certamente, melhor avaliação da gestão governamental com redução das reclamações e das ações judiciais. O que fazer? As ferramentas de gestão estão aí disponíveis. Porque é tão difícil? Quais são os desafios aparentemente intransponíveis?

nigel

Nigel Croft (Acadêmico) vai falar com a visão de quem foi criado e educado no Reino Unido e saiu de sua terra nativa em 1981 para morar (na sequência) nos EUA, Noruega e Brasil, onde ficou durante quase 20 anos, adquirindo a cidadania brasileira em 1999. Atualmente, mora novamente no Reino Unido, com atuações profissionais e pessoais em países europeus como Alemanha, Áustria, Suíça (ISO), Portugal e Bulgária. Nigel vai apresentar suas percepções e experiências, compartilhando as coisas boas e não tão boas de cada país e os aspectos que considera benchmarking para os demais.

reinaldo

Reinaldo Balbino Figueiredo (Acadêmico) vai abordar tópicos relacionados à função qualidade nos USA, envolvendo os setores de serviços, manufatura e agricultura. Em sua palestra, serão apresentados os atores que colaboram para a melhoria da qualidade nos respectivos setores e, também discutirá como o Prêmio Malcolm Baldrige National Quality Award vem apoiando o desenvolvimento de novas metodologias para a Qualidade. A exposição representa sua perspectiva como residente nos EUA há mais de 15 anos, com atuação na área de normalização e avaliação de conformidade, acreditação de organismos de certificação de produtos e laboratórios e, também, decorrente de sua participação nos trabalhos da ISO nestas áreas.

getulio

Getulio Ferreira (Acadêmico) identificará, com base em observações feitas por ocasião de treinamento realizado no Japão e trabalho em subsidiária japonesa no Brasil, lições apreendidas na vivência comparativa entre as práticas dos dois países. As diferenças em relação aos métodos de gestão com foco na Qualidade como base para o sucesso das organizações serão abordadas.

Transformando pessoas com base na cultura do envolvimento e o comprometimento, a criatividade e inovação desafiando paradigmas comportamentais com produtos, serviços e processos diferenciados com alto valor agregado, aquele povo liderou o mundo na busca do que foi denominado Qualidade Total. Os desafios futuros para o caminho do Brasil em um mundo cada vez mais competitivo e imprevisível serão abordados com base nessa experiência vivida.

malik

Ana Maria Malik (Acadêmica) evidenciará sua vivência e pesquisa na área da saúde, enfatizando que todos querem saúde e qualidade de vida. No entanto, buscam os serviços de assistência quando ficam doentes e compram planos de saúde para se proteger quando precisam usar esses serviços. Nesses serviços de saúde, hoje se fala muito em melhoria, que é bastante necessária. Mas no Brasil, mesmos requisitos obrigatórios não são sempre cumpridos, mesmo sem considerar a heterogeneidade existente no país.

Além de tudo, no século XXI, já se diz há anos que, embora a medicina ou assistência esteja avançada, o modelo é do século XX e a gestão, do século XIX. Na segunda década do século XXI, ignorar os avanços das tecnologias de informação é ser muito pouco eficiente. Assim, para melhorar a eficiência e a eficácia na gestão da saúde é preciso conhecer a realidade e olhar para o futuro.

ozires

Ozires Silva (Acadêmico) discorrerá inicialmente sobre o quadro que se vê para o ensino e a educação no país, como fruto de décadas de desacertos e mesmo incompetência, constatados pela realidade de uma população com uma maioria de compatriotas semialfabetizados, que nada ou mal estão habilitados a ler e compreender o mais simples dos textos.

Em contrapartida, há um mundo inteligente produzindo produtos, criados por mentes avançadas de equipes especializadas e bem graduadas, vindos de escolas de reputação consagrada. São técnicos e especialistas que, desde o ensino fundamental, aprenderam o que deveria ser aprendido e muitos se transformaram em sábios admirados, cujas lições são exemplos para cada um de nós, hoje cidadãos de um mundo global.

A pergunta seria: o que fazer? Pode-se não saber como respondê-la, mas não se podem calar sem chamar a atenção da sociedade que se não for alteradas as rotas políticas que caracterizam as leis, normas e regras da educação no Brasil, estará sendo pavimentada uma estrada para a pobreza nacional, diante da grandeza do mundo que não se poderá enfrentar.

giovanini

Wagner Giovanini (palestrante convidado) falará sobre o significado do compliance e sua aplicação prática nas empresas. Outro ponto a ser abordado é o fato de a Lei 12.846/2013 – a chamada Lei Anticorrupção impor um risco adicional às organizações, mesmo para aquelas que já possuem sistemas robustos alinhados às legislações internacionais. Assim, Wagner pretende não só alertar os participantes sobre essa questão, mas, também, contribuir com a solução para as medidas mitigadoras. Giovanini tem quase dez anos de experiência no assunto, dos quais oito como diretor da Siemens para o Brasil e depois para a América Latina.

Goto

Reynaldo Goto (palestrante convidado), diretor de compliance da Siemens, irá apresentar a importância da governança corporativa para as empresas que estão no processo de implementação de um sistema de compliance. Durante sua palestra, também irá abordar sua experiência na Siemens durante seus quase 20 anos na empresa, incluindo o período mais crítico que a empresa passou durante as investigações iniciadas em 2006 na Alemanha. Como principal tópico a ser abordado, apresentará boas práticas internacionais relacionadas à análise de riscos de compliance, incluindo um manual elaborado pelo Pacto Global da ONU.

apoios

FNQ convida a todos para evento sobre economia colaborativa

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Este ano, o CEG promove debate sobre as novas relações sociais e de consumo

A Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) direciona sua atenção e seus esforços a aspectos relacionados às mudanças que impactam organizações no Brasil e no mundo, com o objetivo de apoiar a melhoria da gestão do País. Para isso, realiza, anualmente, o Congresso FNQ de Excelência em Gestão (CEG), pautado em tendências de relevância para a sustentabilidade dos negócios e do planeta.

Em 2010, mostrou-se a importância do comportamento ético no mercado. No ano seguinte, falou-se sobre a importância da inovação para a sustentabilidade. 2012 foi o ano de tratar a educação e as formas de como se preparar para os novos desafios no futuro. Em 2013, abordou-se a gestão de risco, retomando o tema sobre o impacto da demografia e a crise mundial. Em 2014, falou-se de um novo modelo mental, no qual foi debatido o “ser” ao invés do “ter” e a necessidade de se ouvir mais. No ano passado, debateu-se o Novo Capitalismo, quando foram trazidos exemplos de empresas que conseguem competir no mercado, repensando sua forma de consumir e produzir.

Em 2016, a FNQ não poderia fazer diferente e, seguindo com temáticas relevantes para o cenário organizacional, abordará o tema Economia colaborativa: um caminho para transformações nas relações sociais e de consumo. “Entendemos que iniciamos uma nova era social e econômica, em que as percepções de ganhos e perdas assumem novos significados e tudo é possível quando há interesse e esforço coletivos”, explica Jairo Martins, presidente executivo da FNQ.

Com esse tema, pretende-se debater a importância dessa nova forma de consumo e seus impactos econômicos, além de repensar a produção em escala mundial, entendendo que novos modelos de negócios surgirão para atender à demanda do planeta. “A economia colaborativa torna-se um caminho para a estimulação econômica e para a preservação dos recursos da natureza”, completa Jairo.

O evento acontece no dia 22 de junho, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, e traz profissionais de renome, já confirmados, como Dora Kaufman e a jornalista Míriam Leitão, além de apresentação de empresas como o Uber, OLX, Airbnb, Itaú, Google, Natura, Fiat, entre outros.

Deve-se ser ressaltado que a economia colaborativa é um novo movimento que, a partir das tecnologias digitais de informação e comunicação, deu origem a uma outra forma de pensamento, a qual visa à redução do desperdício, ao aumento da eficiência no uso dos recursos naturais e ao combate ao consumismo desenfreado. De acordo com Dora Kaufman, uma das características da economia colaborativa é a formação de plataformas digitais (ou redes digitais) abertas e coletivas em que todos podem participar.

Essa arquitetura colaborativa está sustentada em três pilares principais: pessoas, tecnologia e sustentabilidade. Assim, os eixos fundamentais dessa tendência podem ser definidos.

Vive-se em um momento de mudança cultural, em que todos têm a oportunidade de participar de tudo como nunca. “As pesquisas mostram que existe uma predisposição das pessoas à colaboração e, se o ambiente é propício, elas tendem a colaborar. As redes digitais deram uma nova dimensão para a colaboração ao viabilizar as conexões independentes de tempo e local”, lembra Dora.

Ao conectar pessoas com interesses e necessidades em comum, a internet e os novos aplicativos facilitam o compartilhamento e a troca de serviços e objetos em uma escala inédita. Nesse cenário, o ambiente digital promove a colaboração, desconstrói as noções de tempo e de espaço, aproximando as pessoas e fortalecendo essa nova cultura.

Ao facilitar as novas práticas de consumo, a economia colaborativa preza pela sustentabilidade em todas as suas instâncias e prevê a redução dos desperdícios de recursos naturais e da desigualdade social. Diante de pessoas mais conscientes no ato da compra, as atitudes sustentáveis têm determinado a relevância das organizações no mercado e na sociedade de uma maneira inédita.

Desenvolvidos em ambientes digitais, que propiciam a colaboração entre as pessoas, os novos negócios revolucionam os padrões de consumo, de relacionamento e de compartilhamento de experiências. De maneiras diferentes, esses modelos passaram a ser inseridos na rotina das pessoas e têm gerado discussões que colocam em xeque alguns conceitos estabelecidos anteriormente.

Nesse contexto, destacam-se algumas iniciativas inovadoras de consumo colaborativo, que preveem o compartilhamento de bens e de serviços entre as pessoas e o consumo consciente. Maior plataforma de comércio eletrônico local do mundo, o Groupon, por exemplo, disponibiliza aos seus clientes as melhores ofertas em produtos, serviços e viagens.

Mais do que oferecer descontos, a empresa proporciona experiências de excelência e estimula os internautas a conhecerem o melhor de sua região. Dessa forma, é possível alavancar os negócios locais e satisfazer as necessidades dos clientes. Dentre a ampla gama de opções proporcionada pelo consumo colaborativo, podem ser destacadas várias iniciativas.

Por exemplo, os serviços colaborativos, pois não é apenas a troca de produtos que tem crescido nos últimos anos, pelo contrário, uma série de serviços colaborativos ganhou força no mercado brasileiro e já se destaca como solução para alguns problemas das grandes cidades. Serviços de aprendizagem, de advocacia, de compartilhamento de carros e bikes já fazem parte do dia a dia das pessoas.

A Carona Solidária, por exemplo, é um projeto que traz benefícios sociais, ambientais e econômicos, uma vez que coloca pessoas em rede, diminui a quantidade de veículos nas ruas – melhorando o trânsito e a qualidade do ar – e reduz as despesas com combustível, pedágios e demais custos que podem surgir durante o trajeto. “As empresas que estão surgindo no contexto atual têm parte de seu modelo de negócio na colaboração”, afirma Dora Kaufman.

Isso se deve ao fato de elas serem criadas no contexto de tecnologias disruptivas e inovadoras. Essa lógica promoveu mudanças sociais e a criação de algumas organizações, como o Airbnb – serviço de colaboração on-line para as pessoas anunciarem, descobrirem e reservarem acomodações em todo o mundo – e o Uber – empresa multinacional de locomoção privada.

Também surgiu o conceito de crowdsourcing que se refere à combinação de esforços coletivos no ambiente digital para a produção de conteúdo, a descoberta de soluções para diferentes causas, o desenvolvimento de tecnologias, entre outros. Além disso, o conceito promove a disseminação de informação em uma rede de pessoas conectadas.

Outro conceito muito utilizado nos últimos anos, o crowdfunding é o financiamento coletivo para iniciativas privadas voltadas, de alguma maneira, para os interesses e o desenvolvimento da sociedade, seja de forma ideológica ou prática. Com metas pré-estabelecidas e prazos determinados, cada projeto adapta-se a um segmento dentro do modelo de financiamento coletivo, podendo ser filantrópico e de projetos sociais, de produtos e serviços, de equity crowdfunding (voltado para startups) ou de lending crowdfunding (empréstimos para pessoas e empresas).

Esses são apenas alguns modelos adotados por empresas e pessoas atualmente. Porém, outras formas e novos negócios podem surgir com o advento e a evolução das tecnologias digitais. “Tudo muda muito rápido”, lembra a professora Dora Kaufman. Em plena expansão, as plataformas são redefinidas constantemente e tornam-se obsoletas e antigas, de tempos em tempos. Por isso, é preciso estar atento às tendências e às novidades do mercado.

Para mais informações sobre o evento, Clique aqui

Conferência de Gestão de Qualidade em Portugal

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Depois do sucesso da primeira edição da International Conference on Quality Engineering and Management, em 2014, a segunda edição ocorrerá entre os dias 13 e 15 de julho de 2016, na Universidade do Minho, em Guimarães, Portugal, na qual se pretende assumir como uma das mais importantes conferências científicas mundiais na área da Qualidade.

A Target (www.target.com.br) e a revista digital Banas Qualidade (www.banasqualidade.com.br) estão apoiando a conferência que incluirá palestras, sessões técnicas paralelas, uma série de eventos sociais e de networking, incluindo um jantar oficial da conferência. Os palestrantes da segunda edição:

– Eric Rebentisch, Massachusetts Institute of Technology (MIT), USA;

– Jiju Antony, Heriot Watt University, UK;

– Lars Sörqvist, Sandholm Associates AB, Sweden;

– Marco Reis, University of Coimbra, Portugal.

Segundo Paulo Sampaio, conference chair, da Escola de Engenharia, Departamento de Produção e Sistemas, Campus Gualtar, em Braga, Portugal (icqem@dps.uminho.pt), este evento combina duas áreas que normalmente não são reunidas: a Engenharia da Qualidade e a Gestão da Qualidade. “Esperamos que os resultados de nosso esforço se traduzam em um evento de sucesso, tornando-se gradualmente esta conferência em um evento científico importante no campo da Qualidade”, explica.

Ele acrescenta que a ideia é, mais uma vez, aproveitar essa grande oportunidade e fazer com as contribuições dos que quiserem participar de um evento com qualidade, compartilhado e construído por um grupo de alto nível. Assim, o Scientific Committee of the International Conference on Quality Engineering and Management convida a todos a apresentar um trabalho técnico, com aplicações teóricas e/ou práticas.

Os tópicos relevantes incluem, mas não limitados a: Modelos de Excelência Empresarial; Satisfação do Cliente; Sistemas de Gestão; Excelência Operacional; Melhoria Organizacional; Engenharia da Qualidade; Gestão da Qualidade e Inovação; Gestão da Qualidade em diferentes setores de atividade (saúde, ensino superior, serviços, etc.); Ferramentas da Qualidade; Confiabilidade e Manutenção; Six Sigma/Lean Six Sigma; Normalização; Gestão de Qualidade de Fornecedores; Metodologia Taguchi/Projeto de Experimentos; e Gestão de Qualidade Total.

Datas importantes

– Notificação de aceitação dos resumos enviados: 31 de janeiro de 2016;

– Submissão de artigos completos: 31 de março de 2016.

Língua oficial da Conferência: inglês.

Mais informações em: http://icqem.dps.uminho.pt/

II Seminário ABQ Qualidade Século XXI

A Academia Brasileira da Qualidade (ABQ), em comemoração ao Dia Mundial da Qualidade, realizará o II Seminário ABQ Qualidade Século XXI – A Qualidade e a Realidade Brasileira (www.abqualidade.org.br/Eventos), no dia 12 de novembro próximo, na FIESP, em São Paulo, SP. O objetivo é enfatizar a importância da Qualidade para a produtividade e a competitividade das organizações e das nações, e consequente bem-estar da sociedade, o que, no caso brasileiro, é certamente oportuno neste momento.

O II Seminário ABQ Qualidade Século XXI reunirá temas muito relevantes a serem relevantes a serem abordados por alguns de seus Acadêmicos que dedicaram muito de suas vidas à Qualidade: Pedro Luiz de Oliveira Costa Neto, Jorge Gerdau Johannpeter, Jairo Martins da Silva, Luiz Carlos do Nascimento, José Joaquim do Amaral Ferreira e Vicente Falconi.

Pedro Luiz

PEDRO LUIZ

Pedro Luiz, como presidente da ABQ, apresentará uma visão mundial da Qualidade, procurando explorar as prioridades para as organizações brasileiras que propiciem a retomada do desenvolvimento do país, num cenário global em que a competitividade entre as empresas e as nações é cada vez mais acirrada. “Na verdade, diversas conceituações podem ser encontradas para a competitividade mas, em essência, uma empresa é competitiva se tem, conserva ou amplia a fatia de mercado para seus produtos ou serviços, estando apta a enfrentar a atuação dos seus concorrentes. A competitividade de uma empresa está diretamente relacionada com a qualidade do que oferece ao público e com a produtividade das suas operações, que também só se consegue mediante a qualidade interna com que executa suas atividades. Para tanto, conhecimento, criatividade, inovação, flexibilidade e muitos outros aspectos também certamente contribuem”, diz o presidente.

Jorge Gerdau

JORGE GERDAU

Jorge Gerdau Johannpeter, presidente do Conselho de Administração do Grupo Gerdau, acha que o primeiro requisito exigido hoje para qualquer empresa ou indivíduo é mentalizar que ele vive em um cenário de muitas mudanças, imposto pelo mercado. “A tendência conservadora que existe dentro de cada pessoa ou das instituições é querer se acomodar. Mas quem não se capacitar vai ficar para trás. A primeira consciência que o indivíduo ou as empresas devem ter é reconhecer que o processo de mudanças está acelerado. E, nesse conceito, a recapacitação permanente do indivíduo é o único caminho para ele assegurar o seu espaço no mercado”.

Para Gerdau, existem técnicas e indicadores para verificar se o seu processo realmente está funcionando e em que prazo, eficiência, perdas e rendimentos. “Essa tecnologia está amplamente difundida. O segundo ponto neste sentido é que a pessoa também procure se atualizar. Uma questão é a atitude profissional que as pessoas têm, e a palavra profissional deve ser usada com letra maiúscula. Todos precisam ser profissionais nas atividades que exercem. Isso também exige estudo. Quem não fizer isso, não tem chance de sustentar a sua responsabilidade profissional. Eu acredito profundamente na ideia e tenho a convicção de que o movimento pela Qualidade pode alavancar o desenvolvimento do país, ajudar as empresas, as pessoas, os hospitais. Quando vejo outras pessoas que, como eu, criam a consciência de que isso é realmente um processo que pode ajudar o desenvolvimento em benefício de todos nós, vendo essa ideia com muito entusiasmo. Eu acredito nos resultados positivos que este processo pode dar. É preciso acreditar para vender uma ideia”.

Jairo Martins

JAIRO MARTINS

Jairo Martins da Silva, superintendente geral da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), explica que, qualquer organização ou instituição, seja governamental, pública, privada ou do terceiro setor, é responsável por um processo de transformação de recursos em valor para a sociedade. “Para que ela cumpra este propósito é imprescindível que adote princípios e ferramentas para que tenham uma gestão sistêmica, buscando constantemente a eficácia e a eficiência das suas operações. Os fundamentos e os critérios da excelência da gestão expressam a compreensão dos países desenvolvidos e das organizações de classe mundial para alcançar elevados níveis de produtividade e competitividade em um contexto complexo e imprevisível de mudanças globais. Nos desafiadores cenário internacional e momento atual do Brasil, caracterizados pela volatilidade da economia e pela imprevisibilidade política, a sobrevivência e a perenidade das organizações e das instituições dependem da qualidade da interação com o seu ecossistema, e da velocidade com que aprendem e agem em ambientes mutáveis, imprevistos e incontroláveis. A excelência em gestão passa a ser imperativo na agenda dos governos e das organizações públicas e privadas”, explica.

Luiz Carlos do Nascimento, líder da delegação brasileira na revisão da norma ISO 9001, e José Joaquim do Amaral Ferreira, diretor de certificação da Fundação Vanzolini, procurarão atender às milhares de organizações em todo o mundo que aguardam ansiosas a publicação da versão 2015 da norma internacional ISO 9001, para se prepararem para a certificação ou recertificação de seus sistemas de gestão da qualidade. O Comitê Brasileiro da Qualidade (CB 25) da ABNT está se preparando para lançar a versão brasileira da norma NBR ISO 9001:2015.

A apresentação se desenvolverá sob forma de diálogo entre Nascimento e José Joaquim. Ambos enfocarão os aspectos estratégicos da adoção dos requisitos da norma e da certificação. Enquanto Nascimento se concentrará nas alterações introduzidas e na sua importância, José Joaquim enfatizará a forma pela qual as organizações deverão se preparar para o seu cumprimento, abordando ainda o período de transição definido pelas entidades internacionais e brasileira. Os participantes presenciais e virtuais via Internet poderão, no ato da inscrição, formular perguntas a serem respondidas pelos dois especialistas.

Vicente Falconi

VICENTE FALCONI

Tanto os participantes presenciais ou virtuais do seminário poderão, no ato da inscrição, formular perguntas a serem respondidas por Vicente Falconi, presidente do Conselho da Falconi Consultores de Resultados. Quem quiser pode perguntar para ele sobre as dificuldades de implementar no Brasil as práticas que ele trouxe do Japão, ou sobre os casos de sucesso que sua equipe conquistou. Enfim, a pauta é livre, pergunte o que desejar sobre Qualidade no Brasil e no Mundo, produtividade, competitividade do Brasil, Qualidade no serviço público e na área privada, enfim, tudo aquilo que gostaria de saber e nunca teve oportunidade de perguntar.

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Talk show: tirando as suas dúvidas sobre a ISO 9001:2015 – In Company

Talk Show

Luiz Carlos

O ENTREVISTADO: LUIZ CARLOS NASCIMENTO

Engenheiro naval pela Escola Politécnica (USP), mestre em Administração de Empresas (FEA/USP), ex-Presidente do Instituto Paulista de Excelência da Gestão, coordenador técnico do Comitê Brasileiro da Qualidade – ABNT/CB25, membro da Academia Brasileira da Qualidade (ABQ) e líder brasileiro no Comitê de Sistemas de Gestão da Qualidade ISO/TC176. Participou ativamente do processo de revisão da ISO 9001:2015 e fez a revisão da norma do inglês para o português.

hayrtonO ENTREVISTADOR: HAYRTON RODRIGUES DO PRADO FILHO

Jornalista profissional, estudou geologia na Universidade de São Paulo, jornalismo na Faculdade Casper Libero, palestrante, cursos de especialização, jurado de prêmios de qualidade e meio ambiente, autor de quatro e-books e atua em comunicação interna e externa, editor da revista digital Banas Qualidade (www.banasqualidade.com.br) e diretor de divulgação e eventos da Academia Brasileira da Qualidade (ABQ).

Por que muitas vezes a ISO 9001 não melhora os processos? Como diminuir a burocracia na implementação da ISO 9001? Quais as principais mudanças na futura ISO 9001:2015? Como diminuir a relação espúria entre cliente e fornecedor na certificação ISO 9001? O que há de peculiar com a ISO 9001 quando comparada com outras normas de gestão? Essas e as suas questões serão respondidas nesse evento que, na verdade, é um diálogo com a plateia.

Apesar de pouco significativas, as mudanças nos Princípios de Gestão da Qualidade implicaram mudanças importantes em vários requisitos da norma, como por exemplo: o reconhecimento de que a liderança não é exercida apenas pela Alta Direção criou requisitos para outros níveis de líderes; requisitos associados à participação das pessoas foram reforçados pela mudança do conceito de envolvimento para comprometimento; a generalização do conceito de melhoria contínua para melhoria, admitindo que existem outras formas de melhoria, como melhoria de ruptura, melhorias resultantes de inovação, etc.; a gestão de relacionamentos, que amplia o conceito da cadeia de valor para além dos fornecedores. Houve ainda a fusão dos princípios de abordagem de processos com a abordagem sistêmica da gestão em um único princípio sem consequências práticas para a revisão por serem princípios convergentes por natureza.

Enfim, a nova edição da ISO 9001 vem com uma série de mudanças que pretendem responder a alguns dos problemas que afligem seus usuários e, ao mesmo tempo, adequar-se às novas tendências e necessidades do mercado. A mudança mais evidente à primeira vista é a nova estrutura comum a todas as normas de gestão da ISO.

As necessidades na sala: internet para interagir com os participantes via celular ou notebooks, projetor para slides (são mais de 40 para ilustrar as respostas para os participantes), microfone e duas cadeiras. O ideal seria um auditório ou uma sala de reunião.

Para solicitar uma cotação do evento em sua empresa, instituição ou associação, ligue (11) 99105-5304 ou envie um e-mail para hayrton@uol.com.br