A estagnação dos avanços


A segurança e a saúde no trabalho em serviços de saúde
A Norma Regulamentadora nº 32 (NR 32) estabelece as diretrizes básicas para a implementação…

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Luiz Gonzaga Bertelli

O resultado do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) 2012 foi um banho de água fria para quem esperava melhora expressiva na classificação brasileira. Segundo o ranking apresentado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o país está na 85ª posição, com um índice de 0,730. Com esse resultado, permanece estagnado, ocupando a mesma posição do ano anterior, apesar de uma pequena melhora no índice, ficando atrás de países como Argentina (45°), Cuba (59º), Irã (76º), Venezuela (77°) e Azerbaijão (82°). As nações mais desenvolvidas, de acordo com o relatório, são Noruega, Austrália, Estados Unidos, Holanda e Alemanha. O cálculo feito pelo Pnud tenta medir o nível de desenvolvimento humanos dos países, considerando três quesitos – saúde, educação e renda. Nesses itens, o Brasil tem derrapado há algum tempo.

O governo federal, por meio dos ministros da Educação, Aluízio Mercadante, e do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, contestaram os números. Eles dizem que o órgão mundial não leva em consideração dados novos como a entrada de 4,8 milhões de crianças, entre cinco e seis anos, no sistema da educação. Nem foi levado em conta a ampliação do ensino fundamental de oito para nove anos, o que poderia fazer o Brasil subir várias posições.

O fato é que houve avanços nos últimos anos, nos três setores avaliados. Desde os anos 90, o Brasil apresentou um aumento de 24% do índice, ficando entre os 15 países que mais cresceram na pesquisa. Isso ocorreu pelo salto nas áreas sociais. Os pesquisadores elogiaram a redução das desigualdades entre os cidadãos, graças à criação de um programa de combate à pobreza e ao aumento do salário mínimo. Na educação também houve avanços, com a obrigatoriedade do ensino fundamental e o desenvolvimento da educação infantil, o que elevou o número de alunos à escola.

Agora é mais do que hora de crescer no tocante à qualidade do ensino, ainda muito defasada em relação às nações mais desenvolvidas, e dispensar um olhar mais atento ao ensino médio, que precisa ganhar características mais profissionalizantes e técnicas, que aproxime os jovens do mercado de trabalho. Preparar a juventude nada mais é do que semear o terreno para o desenvolvimento e para um futuro mais próspero.

Luiz Gonzaga Bertelli é presidente executivo do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), da Academia Paulista de História (APH) e diretor da Fiesp.

Desenvolvendo a aptidão dos filhos

claudemir2“Muita gente usa, mas poucos conhecem a história do mais popular e consagrado método de solução de problemas de qualidade – o MASP. Tudo começa na revolução científica entre os séculos XVI e XVIII quando eclodiu na Europa a revolução científica que lançou as bases do método científico que conhecemos hoje. Pensadores como Copérnico, Kepler, Descartes, Bacon e, principalmente, Galileu descreveram métodos para a observação da natureza, medições precisas e indução de novas teorias com base em experimentos. Tais preceitos serviram de alimento para a inspiração de tendências filosóficas diversas como o racionalismo, o empirismo e o pragmatismo.” (Claudemir Oribe).

Contate o Claudemir Oribe para um treinamento ou uma palestra em sua empresa sobre o MASP.Também para tirar as suas dúvidas sobre gestão e sobre o MASP. Faça contato com ele: (31) 3391-7646 – 8748-1686 ou pelo e-mail: claudemir@qualypro.com.br

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Acesse o site do MASP da Qualipro:

http://www.masp.inf.br/site/

O desenvolvimento de uma habilidade que pode fazer a diferença na vida de uma pessoa, pode ser estimulada já na infância. Nesta fase, é possível identificar capacidades valorizadas na vida profissional, tais como, se relacionar, liderar um grupo, ser pró-ativo ou até uma habilidade específica manual. Segundo a especialista em coaching, Susana Azevedo, essas descobertas podem ser feitas em primeira-mão pelos pais. “Os pais são os primeiros coaches de uma pessoa. Assim como o profissional especializado, os pais ouvem, observam, questionam e buscam soluções em conjunto para atingir a meta do desenvolvimento completo do seu filho. Esse também é o papel do coach”, afirma. Essa observação é feita no cotidiano por meio dos movimentos, atitudes e áreas onde a criança começa a se destacar. O ginasta americano Bart Conner conta que, quando era menino, o seu pai se irritava com os malabarismos que fazia toda vez que eles recebiam visitas em casa. Em uma ocasião, observando a desenvoltura do garoto, a mãe de Conner resolveu matriculá-lo em uma escola de ginástica olimpica. O menino se encontrou. As aulas de ginástica eram esperadas com ansiedade e ele passou a ser bem mais alegre. Hoje, o menino travesso se tornou no ginasta mais condecorado dos Estados Unidos, é casado com a também ginasta romena campeã olímpica Nadia Comaneci e ganha milhões como comentarista de TV.

Susana Azevedo acredita que se os pais estiverem conscientes desta função, vão criar pessoas mais seguras e com objetivos de vida mais concretos. “Por meio do aprimoramento das competências já existentes, focando em ações para atingir metas e desejos pré-determinados, a criança cresce sabendo o seu propósito, sendo capaz de aproveitá-lo de forma mais completa em sua vida, se tornando uma pessoa mais feliz e mais produtiva”, considera. A teoria é defendida também pelo professor e escritor inglês Sir Ken Robinson, Phd em desenvolvimento da educação, criatividade e inovação. O professor defende que os pais ajudam as crianças a brilharem. Para ele, se a capacidade encontrada na infância não for incentivada, o sistema educacional e de trabalho se encarregam de anular e transformar a pessoa em um indivíduo ordinário.

Com a observação diária das crianças pelos pais, é possível descobrir como elas brincam, se relacionam, aprendem, se comunicam, e ainda identificar quais são os temas pelos quais se interessam. “A partir daí, os pais devem proporcionar experiências para avaliar esses diversos caminhos ainda na infância, ou seja, identificar o que realmente vale a pena estimular. Esta dinâmica ajudará a criança na chegada da vida adulta com consciência da sua paixão e trabalhar o seu potencial por completo”, finaliza Susana Azevedo.

 

Psicomotricidade

A psicomotricidade é um campo da pedagogia que engloba as interações do corpo humano com o exterior e estuda suas relações com o desenvolvimento cognitivo e emocional da criança. Os conceitos complexos, que envolvem principalmente o desenvolvimento da coordenação motora, são trabalhados no ambiente escolar de diversas maneiras. Em atividades lúdicas, educadoras aprimoram o conhecimento das crianças sobre o próprio corpo. Um dos componentes curriculares do Colégio Ápice, especializado em educação infantil, é Movimento, área que trabalha com conceitos da psicomotricidade. Maria Rocha, coordenadora pedagógica, conta que as ações voltadas ao conhecimento e domínio do próprio corpo são realizadas de diversas maneiras. “A criança exercita sua coordenação motora a todo tempo”, diz a especialista. Por isso é importante haver uma supervisão para definir tarefas que sirvam de treino para determinadas ações. Trabalhos voltados à coordenação motora ampla, que incluem atividades como caminhar, subir escadas ou simplesmente se equilibrar, começam desde cedo. Os alunos mais novos percorrem circuitos com obstáculos como passar por dentro de pneus, pular objetos ou se arrastar. Os mais velhos trabalham atividades mais complexas, como danças. “Esses trabalhos permitem à criança se adaptar a ritmos e posturas diferentes, ampliando sua percepção do corpo, explica Maria”.

Permitir que a criança explore o ambiente ao seu redor é fundamental para o seu desenvolvimento. De acordo com a professora Cristina Carvalho, coordenadora do Joaninha, unidade de ensino infantil do Colégio Joana D’Arc, a exploração é importante para a criança adquirir confiança em si mesma e desenvolver força muscular. A superproteção, como não deixar a criança subir na cadeira para alcançar algum objeto, prejudica o desenvolvimento e, de acordo com a especialista, é até perceptível: “Alunos superprotegidos costumam ser mais inseguros e, por isso, menos autônomos”.

Os trabalhos com a coordenação motora fina, responsável por ações mais delicadas como escrever, pegar um objeto ou recortar figuras de uma revista, ocorrem paralelos aos de coordenação ampla. Eles exigem, entretanto, muito respeito do educador ao tempo de desenvolvimento necessário às crianças. O desenvolvimento neurológico da criança se dá do tronco para as extremidades. Antes de andar, a criança necessariamente vai aprender a sentar, diz Cristina Carvalho. Esse desenvolvimento independe de estímulos externos, como forçar a criança a escrever uma letra repetidas vezes. “O estímulo facilita a ação e pode até servir como treinamento prévio, mas a criança precisa estar neurologicamente preparada para executar algumas tarefas”, explica a especialista.

É importante que o professor saiba o que é esperado para cada faixa etária, levando em conta que há certa elasticidade no aprendizado. A criança só tem capacidade de escrever à mão livre de maneira adequada a partir dos sete anos. “Percebi, ao longo de minha experiência, que a criança que só começa a escrever aos sete o faz tão bem quanto aquela que repete todas as letras do alfabeto desde os quatro anos”, conta Maria Rocha. O treinamento das habilidades finas na escola começa utilizando materiais como massinha de modelar e papel. A criança é exposta a situações em que precisa realizar tarefas que desenvolvem sua coordenação motora fina. “No Ápice, trabalhamos bastante com rasgadura”, explica Maria. A criança começa rasgando papel de seda, bem fininho, e vai evoluindo até o papel cartão. A prática desenvolve seu domínio das mãos e a força com que executa cada ação.

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A educação no Brasil precisa passar por um banho de qualidade

Curso: Gestão de Energia – Implantação da norma ISO 50001
Reduzir o consumo de energia é a chave para vencer a escassez de energia e o aumento de custos. Para muitos a resposta é um Sistema de Gestão de Energia (SGE), uma estrutura de trabalho para o gerenciamento sistemático do consumo de energia. Assim como a redução de custos e emissões de gases do efeito estufa, uma certificação de terceira parte de um SGE pode aprimorar sua reputação ao demonstrar o comprometimento de seu negócio com a sustentabilidade ambiental. A ISO 50001 representa as melhores práticas atuais de nível internacional em gestão de energia, desenvolvida a partir de normas e iniciativas nacionais / regionais existentes. A norma foi desenvolvida em vários anos com a participação de especialistas em gestão de energia e representantes de mais de 60 países de todo mundo que contribuíram para sua elaboração. Clique para mais informações.

educaçãoTransformar, trocar experiências. Educar e ser educado. Para isso deve-se quebrar o velho paradigma educacional onde o aluno se torna um espectador passivo no processo ensino-aprendizagem. Educar é como uma máquina: Todas as peças devem estar em perfeitas condições para o seu funcionamento. Então, quando tudo funciona bem em um país, aumenta-se a sua competitividade empresarial já que educação é sinônimo de investimentos em mão-de-obra qualificada.

Depois que Ministério da Educação mudou o formato do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e a avaliação se tornou um dos principais meio de acesso às universidades públicas há três anos, uma série de erros vem ocorrendo nesse tipo de exame, o que afeta mais ainda a qualidade da educação no Brasil. Em 2011, está sendo investigado um suposto vazamento de algumas questões da prova. Um estudante de 18 anos postou no Facebook fotos de cadernos de questões distribuídos pelo colégio Christus, de Fortaleza, antes do Enem, em que afirma conter pelo menos 11 questões idênticas às das provas.

Dessa forma, os problemas que estão presentes na educação brasileira, especialmente na pública, são muitos e um desses fatores que proporcionam resultados negativos é o fato de que as crianças que cursam o 6º ano do ensino fundamental não dominam a habilidade de ler e escrever. Esse fato é resultado direto do que acontece na estrutura educacional brasileira, pois praticamente todos os que atuam na educação recebem baixos salários, professores frustrados e com medo que não exercem com profissionalismo ou também esbarram nas dificuldades diárias da realidade escolar, além dos pais que não participam na educação dos filhos, entre muitos outros agravantes.

Um país para melhorar a educação precisa de fundamentos básicos: todo indivíduo com idade entre sete e 17 anos deve estar na escola; todo indivíduo com idade de oito anos deverá dominar a leitura; os alunos deverão ter acesso a todos os conteúdos correspondentes a sua série; todos os alunos deverão concluir as etapas de estudo fundamental e médio; e deve haver garantia de investimentos na educação básica. Outra coisa importante: para prevenir toda a problemática educacional nacional, de acordo com o presidente da Target, Mauricio Ferraz de Paiva, as unidades educacionais precisam implementar a norma NBR 15419, editada em 2006, q ue procura facilitar a compreensão dos requisitos estabelecidos na NBR ISO 9001, a fim de implementar e manter um sistema de gestão da qualidade em organizações educacionais, de todos os tipos e portes. “Importante dizer”, afirma Paiva, “que facilitar a compreensão dos requisitos estabelecidos na NBR ISO 9001 facilita a implementação e mantém o sistema de gestão da qualidade em organizações educacionais, de todos os tipos e portes. Tendo em vista que a área educacional apresenta especificidades quanto à natureza de suas organizações e de seus serviços, é conveniente a utilização de termos e definições contidos na seção 3, pois os requisitos da NBR ISO 9001 são genéricos e aplicáveis a todas as organizações, sem levar em consideração aspectos setoriais , dimensões e serviços prestados”, explica.
Dessa forma, as organizações educacionais necessitam definir os seus processos, ou seja, o conjunto de atividades inter-relacionadas que transformam insumos (entradas) em produtos (saídas). Entre as principais entradas dos processos estão os requisitos do cliente, que expressam suas necessidades ou expectativas em relação ao serviço educacional. Alguns exemplos são: desenvolvimento intelectual, qualificação profissional, desenvolvimento de competências, desenvolvimento e/ou aperfeiçoamento de habilidades específicas (artes, esportes, idiomas etc.), a promoção da sociabilidade e o desenvolvimento da cidadania.
Igualmente, a norma especifica que em uma organização educaciona l, pode ser considerado um macroprocesso o conjunto de atividades inter-relacionadas desde o projeto e desenvolvimento de um serviço educacional até a realização do serviço educacional, incluindo todas as análises críticas e demais avaliações. São exemplos de macroprocessos educacionais: educação infantil (creche e pré-escola); ensino fundamental; ensino médio; educação de jovens e adultos; educação profissional técnica de nível médio; graduação; especialização (pós-graduação lato sensu); mestrado (pós-graduação stricto sensu); doutorado (pós-graduação stricto sensu); educação especial; curso de idiomas; curso preparatório para processos seletivos; e capacitação empresarial.

“É fundamental dizer que os macroprocessos referem-se à atividade-fim da organização educacional. Por vezes, recebem a denominação de processos de negócio ou processos finalísticos. O processo de apoio é o conjunto de atividades inter-relacionadas que dão suporte aos processos principais da organização. Exemplos de processo de apoio: desenvolvimento, revisão e atualização do plano institucional; desenvolvimento, revisão e atualização do projeto político e pedagógico; seleção e/ou admissão de educandos; acompanhamento psicopedagógico; expedição de documentos (diploma, certificado de conclusão, histórico, declaração, carteira de estudante etc.); atualização do acervo da biblioteca; aquisição de insumos; cap acitação de pessoal; divulgação de cursos; controle financeiro (pagamento de mensalidades); manutenção (da limpeza, das instalações prediais, dos equipamentos etc.); e segurança física e patrimonial”, assegura Mauricio Paiva.

Em consequência, cada sistema de gestão da qualidade de uma organização educacional deve ter um manual da qualidade que seja adequado às práticas e à cultura da organização. Ele deve informar o escopo do sistema de gestão da qualidade, ou seja, a sua abrangência do sistema. Por exemplo, o escopo de um sistema em uma instituição de educação superior, que atue tanto na graduação como na pós-graduação, pode estabelecer um sistema de gestão da qualidade que abranja somente os pr ocessos relacionados com os cursos de graduação. Posteriormente, o escopo pode ser ampliado para a pós-graduação. A definição do escopo depende dos objetivos e das prioridades da organização educacional.
Para que uma escola possa reivindicar a conformidade do seu sistema de gestão da qualidade, em relação a NBR ISO 9001, ou seja, obter a certificação por um organismo independente, por exemplo, a exclusão de requisitos não aplicáveis está limitada a requisitos da seção 7, desde que a exclusão não prejudique o atendimento a requisitos dos clientes e a requisitos regulamentares (ver 1.2). Na norma, existem alguns exemplos de objetivos da qualidade, associados a metas e prazos, de uma organização educacional.

Enfim, pode ser que essa seja uma solução para diminuir alguns números que retratam os problemas da educação brasileira. Hoje, no Brasil, de 97% dos estudantes com idade entre 7 e 14 anos se encontram na escola, no entanto, o restante desse percentual, 3%, respondem por aproximadamente 1,5 milhão de pessoas com idade escolar que estão fora da sala de aula. Para cada 100 alunos que entram na primeira série, somente 47 terminam o 9º ano na idade correspondente, 14 concluem o ensino médio sem interrupção e apenas 11 chegam à universidade. Soma-se a isso que 61% dos alunos do 5º ano não conseguem interpretar textos simples. 60% dos alunos do 9ºano não interpretam textos dissertativos e 65% dos alunos do 5ºano não dominam o cálculo, 60% dos alunos do 9º ano não sabem realizar cálculos de porcentagem.

“O governo precisa entender que os países com altos índices de escolaridade têm demonstrado uma liderança na inovação de processos e facilidade na assimilação e manuseio de novas tecnologias. Já os deficitários na área educacional estão perdendo a competitividade ou aumentando sua dependência. A educação para competitividade tem um papel fundamental no desenvolvimento de uma nação e na melhoria de suas mazelas sociais. Em uma percepção econômica, quem está mais propenso a entender essa dimensão é justamente o setor empresarial que sente no seu dia-a-dia essas dificuldades, principalmente para contratar mão de obra qualificada”, conclui o presidente da Target.

Para mais informações sobre a NBR 15419 de 10/2006, clique no link:

NBR15419 – Sistemas de gestão da qualidade – Diretrizes para aplicação da ABNT NBR ISO 9001:2000 nas organizações educacionais

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Pesquisa: a Tecnologia da Informação na educação brasileira

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Realizada pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), a TIC Educação apresentou os resultados por escolas públicas de áreas urbanas em todas as regiões do Brasil. Foram entrevistados 1.541 professores, 4.987 alunos, 497 diretores e 428 coordenadores pedagógicos em 497 escolas brasileiras. Para uma população de mais de 190 milhões de pessoas, o Brasil possui, de acordo com o Censo Escolar 2010, 51.5 milhões de estudantes matriculados na educação básica (educação infantil, ensino fundamental I, ensino fundamental II e ensino médio). Conta com 43.9 milhões de alunos nas redes públicas de ensino (85.4%) e 7.5 milhões na rede particular (14.6%), sendo que 64.879 das escolas públicas estão nas áreas urbanas e há 1.97 milhões de professores.

Dados da pesquisa indicam que 81% das escolas públicas possuem laboratório de informática. “Embora este modelo esteja consolidado como política pública, os resultados apontam a necessidade de superá-lo, por meio do incentivo da utilização pedagógica da tecnologia, já que o cotidiano do ensino-aprendizagem atualmente se desenvolve principalmente dentro da sala de aula e não no laboratório de informática.” relata Alexandre Barbosa, gerente do CETIC.br.

O acesso à internet ocorre a partir dos laboratórios de informática: 86% das escolas que possuem computador instalado no laboratório de informática possuem conexão à rede. No entanto, diretores, professores e coordenadores pedagógicos consideram a infraestrutura tecnológica disponível nas escolas como fator de limitação para o uso efetivo das TIC: o número de computadores conectados à Internet e a baixa velocidade de conexão ainda são barreiras para a integração das TICs à educação.

A pesquisa revelou que a rotina diária das salas de aula fundamenta-se principalmente em práticas que mantêm o professor como figura central: atividades que insiram o aluno como agente na dinâmica de aprendizagem em sala de aula, como debates, jogos educativos e produção de materiais pelos alunos, apresentam uma frequência significativamente menor do que aquelas focadas no professor. Ensinar os alunos a usar o computador e Internet é a atividade menos frequente. Apesar disso, 40% dos professores se dispõem a contribuir para desenvolver o conhecimento dos alunos em relação às tecnologias, mesmo que em uma frequência baixa.

As atividades mais comuns com os alunos, como aula expositiva, interpretação de texto e exercícios práticos e de fixação do conteúdo, apresentam baixa incidência de uso do computador e da Internet. O uso da internet como instrumento para organizar e mediar a comunicação entre professor e aluno e entre os alunos está entre as atividades que os professores menos utilizam (apenas 20% dos professores).

Em geral, o perfil dos professores que usam computador e Internet nas atividades realizadas com os alunos são mais jovens. Escolas públicas localizadas na região Sul apresentam o maior índice de utilização das tecnologias pelo professor em atividades com os alunos. Um exemplo é a atividade de “pesquisa de informações utilizando o computador e a internet”, praticada por 56% dos professores da região Sul, enquanto o percentual para o total do Brasil é de 44%.

Para o professor, a principal limitação para maior uso das TICs na escola está relacionada ao seu nível de conhecimento sobre o uso das tecnologias. A maioria dos professores (64%) concorda que os alunos da escola sabem mais sobre computador e Internet do que o docente. Para a maioria dos professores (75%), a principal fonte de apoio para o desenvolvimento de suas habilidades tecnológicas são os contatos informais com outros educadores. Na perspectiva do docente, ele depende principalmente de sua motivação pessoal e da ajuda dos colegas para desenvolver habilidades no uso de computador e da internet. A margem de erro dos indicadores da pesquisa foi de 4 pontos percentuais para o total Brasil considerando um intervalo de confiança de 95%.

Onde são instalados computadores nas escolas

Sala do coordenador ou diretor: 88%

Laboratório de informática: 81%

Sala dos professores ou sala de reunião: 58%

Biblioteca ou sala de estudos para os alunos: 38%

Sala de aula: 4%

Acesse uma apresentação da pesquisa no link http://www.cetic.br/educacao/2010/apresentacao-tic-educacao-2010.pdf

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Qualidade de vida: o fascinante mundo da leitura

Flávia Cunha Lima

Apesar de existir há mais de três mil anos, a literatura ainda conquista novas mentes no mundo moderno. Engana-se quem pensa que ler é um hábito cujos dias estão contados: as vendas de livros juvenis aumentaram seis vezes nos últimos cinco anos e os jovens têm consciência da importância que a leitura tem em suas vidas.

O grande desafio dos pais e dos educadores é fazer com que a criança dê os primeiros passos no universo dos livros. A princípio, alternativas de entretenimento passivas, como televisão e videogame, parecem muito mais interessantes. Contudo, se a prática é estimulada desde cedo, a criança pode descobrir que o esforço para a leitura é recompensado com histórias fantásticas e personagens muito mais atraentes do que os do desenho animado.

É importante que as crianças tenham contato com livros desde cedo, mesmo antes de aprenderem a falar. O objeto estimula a curiosidade e, conforme as histórias são contadas, aumenta o interesse em descobrir o que tem ali dentro. Contar histórias é uma atividade que deve ser rotina na vida de quem tem filhos pequenos, pois é um momento importante tanto para o aprendizado quanto para a consolidação da relação entre pai e filho.

Levar os filhos para livrarias e bibliotecas também estimula a curiosidade e ajuda a motivar a leitura. Nesse momento, deixar a criança escolher o livro é essencial. Contudo, devemos ficar atentos para o conteúdo, que deve ser adequado à faixa etária. Se não houver ressalvas, os pais podem levar a obra com tranquilidade e deixar que a criança saboreie a leitura.

A criança que lê tem contato com informações de diversas partes do mundo, conhece novas culturas e aprende melhor a sua própria língua. Nas páginas do livro, ela entra em contato com novas emoções e sentimentos, essenciais para construir sua identidade.

O hábito da leitura não vai morrer. Apesar do entretenimento passivo que a TV oferece parecer muito mais interessante, o prazer de descobrir um universo novo feito de tinta sobre o papel ainda é insuperável. Estimular o hábito, servindo inclusive como modelo de leitor voraz, é essencial para que as crianças quebrem a barreira da preguiça e descubram as maravilhas que a literatura oferece.

Flávia Cunha Lima é pedagoga e coordenadora da Escola Manacá – (11) 4702-0631.

A importância das palavras

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E o que foi semeado entre espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados deste mundo e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera; Mateus 13:22

Os seres humanos são capazes de se comunicar de uma forma clara, uns com os outros, através de palavras, seja ela escrita, falada ou gesticulada. Assim, elas têm um grande poder na vida humana, pois sem ela não se pode comunicar com outras pessoas, não se pode aprender sobre outras coisas, enfim, sem a palavra não se pode expressar uma opinião, ou seja, pode-se dizer que as pessoas são como plantas.

Porém, a palavra é uma espada de dois gumes, pois pode se dar mal se não souber usá-la para o bem, ou mesmo pode fazer outras pessoas se darem mal por causa de uma única palavra que sai da sua boca. Algumas palavras são de extrema periculosidade na vida dos seres humanos e já causaram muitas mortes, violência e suicídios. Tanto na vida pessoal como profissional, falar coisas boas é o primeiro passo para que a pessoas se torne boas conversadoras, com palavras de incentivo, de amor, de paz. Isso faz um bem não só para o ouvinte, mas também para quem está falando tudo isso. No texto abaixo, escrito por uma advogada para advogados, a autora expressa muito bem o valor das palavras.

Fernanda Bini

“Os limites de minha linguagem denotam os limites do meu mundo”. Essa frase, de autoria de Ludwig Wittgenstein, excepcional filósofo austríaco, explicita, de forma muito eficaz, a importância da linguagem, ou seja, da palavra. Quanto maior for o vocabulário de um individuo, maior é o seu mundo. Daí a importância da palavra para o profissional de Direito. Esse profissional necessita, para o exercício de sua profissão, de uma consciência desenvolvida, de um mundo muito amplo já que, para se fazer justiça, muitas vezes, a aplicação fria das normas não é suficiente sendo necessária uma interpretação, uma análise mais profunda observada a partir de diferentes ângulos e perspectivas.

A palavra é, então, a responsável por essa interpretação à medida que se percebe que, tudo que pensamos tem um nome, um símbolo e que vivemos em um universo fundamentalmente simbólico. São através desses símbolos, as palavras, que o homem é capaz de “desprender-se” de seu meio ambiente imediato, tomando consciência de espaços não acessíveis aos seus sentidos no aqui e agora. Ou seja, torna-se capaz de pensar, imaginar e criar uma realidade a partir dessas representações. E essa realidade é revelada aos outros através, também, da palavra.

A palavra, portanto, ao mesmo tempo que confere um sentido ao mundo, criando uma realidade, proporciona ao indivíduo o acesso ao outro, possibilitando a comunicação entre os seres humanos. Apesar de não ser a única forma de comunicação, a palavra é o instrumento mais universal de transmitir uma mensagem. Essa mensagem que é, na verdade, um discurso, é o objeto principal com o qual o profissional do Direito executa sua função. O discurso desse profissional é inteiramente dependente dessa linguagem universal já que, é através dela, da palavra, que pode atingir o outro ser humano. É através dela que pode expor suas ideias e fazer suas defesas ou acusações.

O domínio, portanto, dessa forma universal de comunicação é de fundamental importância para o objetivo a ser alcançado. Porem, muitas vezes, o que se fala não é o que o receptor entende, sendo, por isso, demasiado útil o emissor dominar esses símbolos para ser capaz de manipular esse entendimento do receptor, ou seja, persuadi-lo para que seu trabalho seja executado da melhor forma possível.

Com palavras certas e nas horas propícias, o emissor convida o receptor a aceitar sua verdade, a participar de seu mundo, a envolver-se com seus argumentos e, finalmente, induzir o receptor a acreditar nesses argumentos. É com palavras que o advogado, por exemplo, ao montar um discurso, desenvolve sua argumentação. Seu discurso necessita, no entanto, de graça, de poesia, de palavras ambíguas e misteriosas para que consiga atrair a atenção do receptor. A dúvida e o mistério acabam por fascinar o receptor, atingindo-o por mais tempo.

Há palavras bonitas, feias, marcantes ou, até mesmo, violentas que, se fizerem parte do mundo do emissor, e se forem usadas de maneira adequada, serão capazes de seduzir e influenciar uma determinada decisão. Por exemplo: É diferente dizer “Este homem matou duas crianças enforcadas” de “Este assassino enforcou duas crianças indefesas”. Qual é, em sua opinião, a frase de maior impacto?

É exatamente nessas horas que se faz presente a necessidade de um mundo amplo, de uma consciência vasta, de um vocabulário extenso para se desenvolver um discurso. O seduzir e o persuadir também necessitam estar presente nesse discurso, porém, de uma forma equilibrada para que este seja completo e eficaz. A persuasão à medida que se utiliza da lógica e do raciocínio torna-se extremamente necessária para fundamentar os argumentos expostos, enquanto a sedução, ao envolver emoção, procura comover e atrair o receptor, seja estimulando os sentidos, a imaginação, gerando uma aproximação, transmitindo mensagens implícitas ou mesmo oferecendo ao receptor algo que o fascine, diferentemente do seu mundo.

E tudo isso só é possível pela existência da palavra uma vez que ela é vista como a expressão de uma pessoa. É através dela que a comunicação é possível. É com esse instrumento chamado palavra que o profissional do Direito se utilizará de analogias, se fará entender. É através dela que a imaginação é posta à prova, criando um clima favorável, um ambiente, um cenário onde o ator principal, o profissional do Direito, se torna apto a manipular à favor de sua causa.

Fernanda Bazanelli Bini é advogada do Escritório Bini Advogados de Piracicaba – daniella@decastroassessoria.com.br

Normas comentadas

Confira quais as normas comentadas disponíveis. Elas oferecem mais facilidade para o entendimento e são muito mais fáceis de usar: http://www.target.com.br/portal_new/produtossolucoes/NBR/Comentadas.aspx

NBR 14039Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários

NBR 5410Instalações elétricas de baixa tensão – Comentada – para windows, versão 2004

NBR ISO 9001 – COMENTADASistemas de gestão da qualidade – Requisitos

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Qualidade de vida: menos sal na alimentação humana

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Estimativas demonstram que a população brasileira consome cerca de 12 gramas de sal por dia, mais do que o dobro recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de até 5 gramas diárias. Para diminuir esse número e, consequentemente, os casos de doenças relacionadas à alta ingestão de sódio, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Saúde (MS) lançam na próxima semana a Campanha de Redução do Consumo de Sal. O projeto piloto da campanha, resultado do trabalho conjunto entre a Anvisa, o Ministério da Saúde e a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), será realizado nos supermercados do Distrito Federal (DF). O lançamento será na próxima terça-feira (26), na solenidade de abertura da Expo Ecos 2011, um encontro que reúne supermercados das regiões Centro-Oeste e Norte, em Brasília (DF). No evento, promovido pela Associação de Supermercados de Brasília (Asbra), a Anvisa terá um stand para orientar a população e os comerciantes sobre a campanha.

O objetivo é conscientizar os consumidores em relação à redução do uso do sal e orientá-los a fazer escolhas mais saudáveis ao adquirir alimentos. Fólderes, banners e cartazes irão alertar os clientes dos supermercados sobre os perigos do consumo excessivo de sal. “Além de incentivar o consumo de alimentos naturais, a campanha pretende criar nas pessoas o hábito de ler a rotulagem nutricional dos alimentos industrializados e escolher aqueles com menor teor de sódio”, explica a diretora da Anvisa, Maria Cecília Brito.

Também serão disponibilizados aos supermercados spots para serem veiculados nas rádios internas dos estabelecimentos. Os supermercados que aderirem à campanha serão identificados com o slogan: “Esta empresa apóia a campanha de redução de consumo de sal”. A campanha reforça as estratégias para a redução do consumo de sódio pela população brasileira e se alia ao compromisso assinado entre o Ministério da Saúde e as indústrias de alimentação para a redução gradual da quantidade de sódio nos alimentos processados.

O consumo excessivo de sal contribui para o aumento do risco de desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), tais como: hipertensão arterial, doenças cardiovasculares e doenças renais. Segundo a OMS, em 2001, essas enfermidades foram responsáveis por 60% do total das 56,5 milhões de mortes notificadas no mundo. Quase metade de todas essas mortes é atribuída às doenças cardiovasculares. No Brasil, em 2007 as DCNT responderam por 72% do total das mortes por causa conhecida. Entre as décadas de 30 e de 90, a proporção de mortes por DCNT aumentou em mais de três vezes. Em termos de custos ao Sistema Único de Saúde, no período de 2001 a 2010 houve aumento de 63% dos gastos em internações associadas à hipertensão (desconsiderando o ônus com perda da qualidade de vida, não mensuráveis). Internações por acidentes vasculares cerebrais, infarto do miocárdio e outras doenças isquêmicas oneraram em 2010 quase U$20 milhões de dólares o sistema de saúde brasileiro.

Em 2010, a Anvisa desenvolveu uma pesquisa sobre o perfil nutricional dos alimentos processados. Análises laboratoriais das quantidades de sódio, açúcares, gorduras saturadas, gorduras trans e ferro avaliaram a composição nutricional de alguns alimentos prontos para consumo. Os alimentos industrializados selecionados foram aqueles usualmente consumidos pela população brasileira, principalmente as crianças e caracterizados por apresentarem alta densidade energética e baixo conteúdo de fibra, características que aumentam o risco de obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares.

Os resultados encontrados demonstraram que existe uma grande variabilidade nos teores desses nutrientes, principalmente do sódio, dentro da mesma categoria o que significa que há possibilidades de redução sem que isso represente impacto na tecnologia de produção. Dentre todas as categorias analisadas a que apresentou maior quantidade do nutriente sódio foi a do macarrão instantâneo e temperos para macarrão.

O pesadelo do bruxismo afeta de crianças a idosos

O hábito de ranger os dentes – durante o sono ou mesmo de dia – pode desgastá-los e amolecê-los progressivamente, e está associado a outro tipo de desgaste: o emocional. Isso vale também para crianças. Acordar com os músculos da mandíbula doloridos ou com dor de cabeça pode ser sinal de bruxismo – o hábito de ranger ou apertar forte os dentes. O problema pode trazer como consequência desgaste e até amolecimento dos dentes, pode acometer pessoas de todas as idades – inclusive crianças – e as causas estão relacionadas à tensão emocional e ao fechamento inadequado da boca. A Associação Brasileira de Odontologia (ABO) orienta para que o paciente identifique os primeiros sintomas e procure um cirurgião-dentista para ajudar no tratamento o mais cedo possível.

O bruxismo, para muitas pessoas, é um hábito inconsciente, mais comum durante o sono. Apertar os dentes leva a um problema progressivo, e muitas vezes o paciente só percebe que o tem se alguém ouvir o seu ranger. De acordo com o cirurgião-dentista Rodrigo Bueno, consultor da ABO, o bruxismo é associado ao estresse em 100% dos casos. “Todos os pacientes com sintomas de bruxismo têm aumento, direto ou indireto, da tensão emocional. Um alinhamento incorreto dos dentes e o fechamento inadequado da boca estão presentes na maior parte dos casos, e podem ser responsáveis por cooperar com o aumento do estresse cotidiano do portador do transtorno, ao mesmo tempo em que colabora para intensificá-lo”, explica.

O hábito indesejado pode atingir qualquer pessoa, em qualquer idade, embora seja mais frequente entre os 15 e 40 anos e, durante a infância, na fase das trocas dentárias. Nas crianças, em geral, é possível existir desde a conclusão da oclusão infantil (dentes de leite) e pode ganhar destaque nas fases de trocas dentárias devido aos desequilíbrios mastigatórios comuns ao período. A causa, assim como nos adultos, está relacionada ao estresse, mas, de acordo com Rodrigo Bueno, “a avaliação sobre causas associadas deve ser feita caso a caso pelo profissional competente. Só ele poderá orientar esse tratamento”. No inverno, por conta do frio, em algumas pessoas o bruxismo tende a se agravar. “Qualquer situação estressante pode piorar o sintoma. Se o frio funcionar como agente estressante para uma determinada pessoa que range os dentes, é possível que o aumente a tensão”, alerta Rodrigo Bueno.

O diagnóstico geralmente é feito depois que surgem algumas complicações. Em um exame rotineiro feito pelo cirurgião-dentista é possível descobrir os dentes desgastados ou o esmalte do dente rachado. Outros potenciais sinais incluem dor na face – que piora bastante pela manhã –, na cabeça ou no pescoço. O cirurgião-dentista deve fazer um check up da boca e eliminar com aparelhos e desgastes seletivos dos dentes os pontos que impedem uma mordida perfeita. “Mas isso não é tudo. Pessoas com bruxismo têm termômetro psicológico na boca. O melhor é perceber que o problema não vem do nada e tentar achar suas causas no dia a dia”, orienta Bueno.

No caso das crianças, na fase de trocas dentárias, não há como propor placas de mordida. Assim o tratamento se enquadra dentro do período pelo qual passa a criança e sua maturidade para compreender os procedimentos propostos. Em geral, atitudes mais invasivas, como placas e correções cirúrgicas, são evitadas. Um passo importante para tentar curar – ou pelo menos diminuir – o bruxismo é cortar a tensão psicológica. Isso pode ser feito através da prática de esportes, ioga e exercícios de relaxamento. Já distúrbios psiquiátricos, como depressão e ansiedade, devem ser aliviados e medicados por um profissional competente. A psicoterapia identifica e trata as dificuldades emocionais associadas ao bruxismo. Outro método usado é o encaixe de placas de acrílico na arcada dental, especialmente durante a noite. Estas placas ajudam a distribuir a força muscular em todos os dentes e não apenas em um ou dois mal posicionados. Por último, o dentista deve fazer um ajuste fino do fechamento da boca através de seus instrumentos odontológicos de corte. Este procedimento é seguro e indolor ao paciente e rapidamente leva a um alívio do sintoma.

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Um panorama da educação a distância (EAD) no país

Um estudo desenvolvido pelos pesquisadores Luis Claudio Kubota, Vera Lucia Demoliner e Calebe de Oliveira Figueiredo, publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revelou um panorama bastante interessante da EAD, principalmente na modalidade online. A internet, cada vez mais essencial para a vida contemporânea, opera como mix de recursos das diversas mídias de texto, imagem, áudio e vídeo. Ao utilizar a rede mundial de computadores, a EAD nunca esteve tão sintonizada às necessidades das pessoas, dos setores produtivos e governamentais. Território continental, economia robusta, população numerosa e ainda carente de educação formal, o Brasil desenha um futuro que conta com uma EAD eficiente.

Mas, infelizmente, tal EAD não está acessível a todos, pois é preciso uma infraestrutura adequada e eficiente para que todos possam acessar os recursos disponibilizados na rede. A pesquisa TIC Domicílios está em sua quinta edição. Ela é conduzida de acordo com os padrões metodológicos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e do Statistical Office of the European Union (Eurostat), o que torna seus resultados internacionalmente comparáveis (CGI, 2010). O desenho amostral e a coleta de dados são conduzidos pela Ipsos Public Affairs, de modo a apresentar uma margem de erro máxima de 0,7%, em escala nacional, e 2%, em escala regional, e um nível de confiança de 95% (CGI, 2010).

Os indicadores internacionais definem os usuários de internet a partir de um horizonte temporal de 12 meses. Entretanto, considerando possíveis desvios, foram definidos como usuários aqueles que acessaram a rede ao menos uma vez ao longo dos últimos três meses (CGI, 2010). De modo a produzir um retrato representativo do uso das TICs no Brasil, o plano amostral da pesquisa TIC Domicílios 2009 usa informação do censo e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), ambos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A amostra leva em consideração diferenças regionais e socioeconômicas entre indivíduos e domicílios, propiciando comparações internacionais.

A amostra da TIC Domicílios 2009 é sistemática, estratificada por conglomerados e cotas no último estágio. Uma descrição detalhada do processo amostral pode ser encontrada em CGI (2010). Uma amostra adicional de 1.500 entrevistas foi conduzida, de modo a assegurar uma acurada leitura de indicadores do uso de internet, visto que a população originalmente entrevistada ainda é pequena para assegurar os resultados desejados. De um total de 19.998 entrevistas face a face da amostra principal, 8.247 envolveram usuários de internet. A este grupo de entrevistas foram adicionadas as 1.500 entrevistas da amostra adicional (CGI, 2010).

A pesquisa TIC Empresas também está em sua quinta edição. Ela segue padrões metodológicos propostos pela United Nations Conference on Trade and Development (UNCTAD), descritos no Manual for the Production of Statistics on the Information Economy, elaborado em parceria com a OCDE, Eurostat e pelo Partnership on Measuring ICT for Development – uma coalizão de diversas organizações internacionais visando à harmonização de indicadores-chave em pesquisas TIC (CGI, 2010).Os setores contemplados pela pesquisa são: indústria de transformação; construção; comércio de reparação de veículos automotores; alimentação; transporte, armazenagem ou correio; atividades imobiliárias; informação e comunicação; atividades administrativas; atividades profissionais, científicas e técnicas; outras atividades de serviços. A escolha das seções da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) seguiu as recomendações do Manual for the Production of Statistics on the Information Economy (CGI, 2010).

A fim de se obterem resultados mais acurados, em todas as empresas pesquisadas buscou-se sempre entrevistar o responsável pela área de informática, tecnologia da informação, gerenciamento da rede de computadores ou área equivalente (CGI, 2010). A Relação Anual de Informações Sociais 2007 do Ministério do Trabalho e Emprego (Rais/MTE) foi utilizada como cadastro base para a seleção das empresas a serem entrevistadas. A amostra – estratificada – foi desenhada pelo Ibope Inteligência, responsável também pela coleta de dados e cálculo dos resultados.

As entrevistas foram realizadas por telefone, junto a 3.737 empresas com dez ou mais funcionários. O desenho da amostra foi desproporcional pelas seguintes variáveis: segmento da atividade, regiões do país e porte de funcionários (CGI, 2010). Segundo informações da TIC Domicílios, em 2009 havia 63 milhões de internautas no país. A tabela abaixo apresenta a porcentagem de usuários de cursos on-line, segmentados por variáveis demográficas.

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Os resultados descritivos, em sua maioria, são intuitivos. O uso de cursos on-line é mais intenso entre as classes econômicas mais favorecidas, nas áreas urbanas, e no público entre 16 e 44 anos, com maior escolaridade. As diferenças por gênero, status de emprego, e de uso por região requerem análise mais aprofundada, que será apresentada na seção seguinte. A tabela abaixo mostra o perfil das empresas que utilizam cursos pela internet.

A amostra representa uma população de cerca de 340 mil empresas. As estatísticas descritivas indicam maior adoção de treinamento on-line por parte das empresas de maior porte, e menor adoção nos setores de alojamento e alimentação e outros serviços. Mais da metade das firmas com 250 ou mais pessoas ocupadas fazem uso de treinamento on-line. No que diz respeito ao aspecto regional, aparentemente não há diferenças marcantes.

Normas comentadas

Confira quais as normas comentadas disponíveis. Elas oferecem mais facilidade para o entendimento e são muito mais fáceis de usar: http://www.target.com.br/portal_new/produtossolucoes/NBR/Comentadas.aspx

NBR 14039Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários

NBR 5410Instalações elétricas de baixa tensão – Comentada – para windows, versão 2004

NBR ISO 9001 – COMENTADASistemas de gestão da qualidade – Requisitos

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Educação no Brasil: um dos entraves para aumentar a qualificação de sua mão de obra

LIVROS SOBRE EDUCAÇÃO ESTRATÉGICA E CORPORATIVA NAS ORGAIZAÇÕES

Conheça os principais conceitos e premissas da educação corporativa, o que é capital intelectual, organização de aprendizagem e a visão das lideranças na Era do Conhecimento. Clique para mais informações.

Um relatório da United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization (Unesco) identificou os seguintes desafios educacionais para o país construir suas estratégias para alcançar seu objetivo de desenvolvimento: distância observada entre os preceitos e as metas definidos na legislação educacional nacional e nos compromissos internacionais e a realidade nacional mostrada pelos indicadores educacionais; a participação limitada da sociedade civil em defesa do direito à educação; desigualdades nas condições de acesso à educação e nos resultados educacionais das crianças, jovens e adultos brasileiros, penalizando especialmente alguns estratos étnico-raciais, a população mais pobre e do campo e os jovens e adultos que não concluíram a educação compulsória na idade adequada; e a insuficiência na qualidade educacional, incluindo gestão dos sistemas e das escolas, currículos e propostas pedagógicas, valorização, formação e condições de trabalho dos profissionais da educação.

A educação, tendo como uma de suas formas de atuação mais importantes para a escolarização, é um fator capaz de desenvolver nos indivíduos suas potencialidades ao permitir o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho, como previsto na Constituição de 1988. Quando disseminada de forma universal e com boa qualidade, é um dos mais importantes mecanismos para a promoção de oportunidades entre membros de um país. É também um fator fundamental para o progresso de uma coletividade e fator preponderante no desenvolvimento econômico e social.

É ainda mais importante em situações de alta desigualdade, quando ganham maior relevo as responsabilidades do poder público. No Brasil, assim como nos países mais desenvolvidos, a educação é parte integrante das políticas sociais e parte do núcleo do sistema de promoção social por sua capacidade de ampliar as oportunidades e resultados para os indivíduos e famílias, além de ser elemento estratégico para o desenvolvimento econômico. Por isso, absorve grande quantidade de recursos públicos.

Mais recentemente, ocorreram no país alguns avanços importantes na ampliação do acesso a todos os níveis e modalidades educacionais, chegando à universalização do acesso ao ensino fundamental. A baixa escolaridade média da população e a desigualdade reinante ainda são, no entanto, graves problemas, o que mantém na pauta das discussões políticas e econômicas a necessidade de universalização da educação básica e de melhoria da qualidade da educação, bem como a eliminação do analfabetismo, com inevitáveis impactos de longo prazo para a área.

Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revelou que os dados e informações apresentados sobre o acúmulo de escolarização mostraram uma ampliação do número médio de anos de estudo da população de 15 anos ou mais. Persistem, no entanto, os fortes diferenciais regionais, que também são expressivos quando se observa esse indicador levando em consideração os quesitos renda, localização e raça/cor. O hiato educacional mostrou-se muito elevado, o que, em grande medida, expõe as dificuldades dos alunos para concluir, no período adequado, seu período de estudo, o que remete aos problemas da repetência e evasão escolar.

No que diz respeito ao analfabetismo, mostrou-se que ele é bem mais acentuado na população negra, nas regiões menos desenvolvidas e as nas zonas rurais. Está fortemente concentrado na população de baixa renda e o percentual e a quantidade de analfabetos se ampliou conforme aumenta a faixa etária da população. Além disso, constatou-se que a taxa de analfabetismo dentro de uma mesma geração é pouco sensível a mudanças com o passar dos anos. A queda do analfabetismo está ocorrendo pela escolarização da população mais nova e pela própria dinâmica populacional.

A taxa de escolarização bruta teve incremento para a faixas etária de zero a 17 anos. Já nas faixas etárias de 18 a 24 anos e de 25 a 29 anos, começaram a ocorrer decréscimos a partir de 2007. As taxas de frequência líquida, no entanto, foram crescentes em todos os níveis de ensino. A análise na perspectiva dos níveis de ensino mostrou que, na educação infantil, a equidade permanece um alvo ainda distante quando se trata do direito das crianças pequenas à educação. No ensino fundamental, o maior desafio é a melhoria da qualidade do ensino, que vale para os demais níveis e modalidades da educação básica. Além disso, salientou-se que o outro grande desafio é a regularização do fluxo escolar, ou seja, é preciso atingir a universalização na conclusão do ensino fundamental e não apenas no seu acesso.

Os dados mostraram que o país ainda não universalizou o ensino médio. Além disso, a capacidade instalada atual para oferta de ensino médio pode ser insuficiente para incorporar, imediatamente, o contingente de jovens de 15 e 17 anos que deveriam freqüentar esse nível de ensino, se houver a correção de fluxo do ensino fundamental. É necessário que haja, portanto, melhorias e expansão de capacidade física instalada para garantir acesso e permanência. Na educação superior, os desafios são ainda maiores, principalmente devido à baixa frequência e às disparidades e desigualdades existentes.

Os desafios para as políticas de alfabetização são o de repensar os atuais programas de alfabetização de adultos para torná-los mais efetivos e, em seguida, realizar a ampliação de sua cobertura. Outro desafio é acelerar o acúmulo de escolarização da população, o que implica ampliação do acesso e da permanência da população nas escolas em todos os níveis e modalidades. Na educação infantil e no ensino médio, os dados mostraram que o país está longe da universalização. Por último, um dos maiores desafios é a melhoria da qualidade do ensino para todos os níveis e modalidades da educação brasileira, prestando atenção redobrada às novas necessidades de conhecimentos e habilidades requeridas no atual processo de desenvolvimento econômico e social.

Enfim, o que se percebe são as grandes transformações do mercado de trabalho que estão associadas e/ou determinam mudanças no perfil da mão de obra, o que, consequentemente, interfere na educação e na formação profissional e suas relações com o desenvolvimento do país. A educação profissional deve possibilitar que uma pessoa empregada consiga manter-se no trabalho e caso desempregada tenha condições de pleitear um novo emprego. A qualificação profissional aumenta as chances do trabalhador, pois o torna mais competente e amplia as oportunidades de geração de renda. Contudo, sem qualidade na sua educação em todos os níveis o país  poderá ficar de fora do processo de desenvolvimento econômico e social mundial, pois nesses casos é imprescindível que haja mão de obra qualificada. Com a revolução técnica e científica não há desenvolvimento sem que uma ampla e eficiente rede de educação seja formada. E esse não é o caso do Brasil.

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O ensino ou o treinamento a distância nas organizações

Será que uma empresa poderá no futuro montar uma agenda de treinamento a distância em sua própria sede? Acredito que sim. Na educação ou treinamento a distância há atualmente inúmeras possibilidades de combinar soluções pedagógicas adaptadas a cada tipo de aluno, às peculiaridades da organização e às necessidades de cada momento. Existem possibilidades centradas nas tecnologias on-line no modo texto, hipertextual e no multimídia. As aulas podem ser ao vivo a distância por tele ou videoconferência, com interação via internet. Os cursos podem ter apoio no texto impresso ou com alguma interação via internet. Os treinamentos podem ser em pacotes prontos, complementados com atividades colaborativas, ou podem ser feitos por uma proposta onde o próprio grupo escolhe o que vai aprender.

Dessa forma, o treinamento ou a educação a distância vem se tornando um recurso importante, pois poderá atender a grandes contingentes de alunos de forma mais efetiva que outras modalidades e sem riscos de reduzir a qualidade dos serviços oferecidos em decorrência da ampliação da clientela atendida. Assim, a convergência de mídias como a televisão, internet multimídia, celulares de terceira geração, acesso wireless (sem fio), etc. poderá ajudar na disseminação desse tipo de curso. A internet ainda predomina no modo texto e os programas de comunicação são bastante incompletos do ponto de vista de gestão e de recursos audiovisuais. Quanto à televisão interativa ainda não há um modelo implementado, os celulares de terceira geração ainda são caros e não têm ainda softwares que facilitem o desenvolvimento de soluções adaptadas para a educação online.

Para a educação corporativa, as empresas necessitam organizar os processos de ensino ou aprendizagem adaptados a cada tipo de curso, a cada tipo de aluno. Muitos alunos têm dificuldade de trabalhar sozinhos só com o computador, sem interação. Quanto mais adulto e avançado no nível de aprendizagem, mais o aluno está pronto ou para a aprendizagem individualizada ou para a colaborativa. Existem pessoas que gostam de seguir seu próprio caminho, de sentirem-se livres para escolher o que lhes parece melhor. Outros alunos são extremamente dependentes, precisam de monitoramento constante, de sentir um orientador por perto. Outros aprendem melhor juntos, física e virtualmente.

A videoconferência tem se mostrado uma boa alternativa para empresas com presença em mais de uma cidade. Com ela, executivos entram em reunião via internet e tomam decisões sem as despesas e o risco de uma viagem com ganho de tempo e de produtividade. Já a Web TV vem sendo usada por grandes empresas, com vários canais de televisão transmitidos para o micro do usuário, que acessa com login e senha.

O grande problema dos cursos corporativos é a crença de que um bom conteúdo ou um profissional de renome resolvem. Um bom conteúdo ajuda, um nome é um chamariz, mas estudar sozinho requer muito mais do que isso. Há cursos que são vídeos sonolentos, palestras ilustradas com PowerPoint. Há outros que são produzidos nos Estados Unidos ou em outros países. São traduzidos, mas não adaptados. Para muitos profissionais, se os cursos são longos, se tornam insuportáveis e desistem com freqüência.

Muitas empresas pensam no treinamento a distância como uma forma de cortar custos, mas o de qualidade é caro, como qualquer processo de ensino sério. Os bons profissionais são escassos, principalmente nas questões pedagógicas, em como ajudar os alunos a aprender. Muitos educadores não têm a prática e a flexibilidade para trabalhar com novas metodologias, com muitos alunos simultaneamente, com tecnologias integradas e os investimentos iniciais são grandes. Mas, no futuro será encontrar um grupo só estude dentro de uma sala de aula.

É fundamental para a empresa manter a motivação no presencial e muito mais no virtual, incluindo os alunos em processos participativos. Os cursos que se limitam à transmissão de informação, de conteúdo correm o risco da desmotivação a longo prazo e, principalmente, de que a aprendizagem seja só teórica, insuficiente para dar conta da relação teoria/prática. Na sala de aula, se o aluno se mantiver atento, pode-se obter o feedback dos problemas que acontecem e procurar dialogar ou encontrar novas estratégias pedagógicas. No virtual, o aluno está mais distante, só acessível por e-mail ou por um telefonema eventual.

Enfim, a empresa precisa levar em conta, nessa modalidade de treinamento, a redução de seus custos e que os seus funcionários serão treinados sem se ausentarem dos seus postos de trabalho. Entretanto, apesar de se especular sobre as reduções dos custos de treinamento quando realizados na modalidade a distância, poucos são os trabalhos de mensuração de casos reais, que comprovem esta redução. Diante desta realidade, a empresa deverá pesquisar mais detalhadamente as estruturas de custos envolvidos nos modelos de treinamento corporativo presencial e a distância, levando em conta os investimentos iniciais.

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Dicas Qualidade Online – Cozinha cabocla

Afogado caboclo – Frite em uma panela um quilograma de acém cortado em cubos, acrescente 100 gramas de toucinho cortado em cubos, dois dentes de alho amassados, sal a gosto, uma pimenta vermelha picada sem as sementes, duas folhas de louro, uma cebola grande picada e uma pitada de colorau. Coloque água quente até cobrir a mistura e deixe cozinhar em fogo alto por 1h30 ou até a carne ficar bem macia, desfiando. Se necessário, junte mais água. Quando estiver no ponto, prove o sal, adicione alfavaca, cebolinha verde, folhas de hortelã e salsa. Mexa e sirva com arroz branco e uma verdura refogada.

Como sobremesa: Doce de abóbora caboclo – Em um tacho, coloque três rapaduras picadas e leve ao fogo para derreter com um pouco de água. Cozinhe em fogo baixo por 20 minutos ou até o melado engrossar e atingir o ponto de fio fraco. Com uma escumadeira, retire a espuma que se formar. Corte um quilo e meio de abóbora em quadrados de 5 cm, mantendo a casca. Ponha os pedaços na panela com o melado. Cozinhe por 15 minutos em fogo médio. Retire a abóbora cuidadosamente e deixe a calda engrossar por mais 20 minutos. Ponha novamente a abóbora na calda, retire do fogo e sirva com queijo mineiro fresco.