Estratégias para reduzir as queimadas no Brasil

Coletânea Série Sistema de Gestão Ambiental

Coletânea Digital Target com as Normas Técnicas, Regulamentos, etc, relacionadas à Sistema de Gestão Ambiental!

Saiba Mais…

cerradoElas podem ser criminosas, planejadas ou acidentais. As queimadas não naturais são hoje um risco para o equilíbrio ambiental do país, mas também à saúde humana e à própria economia nacional. Nesta época do ano, auge do período de seca (agosto – outubro) no Cerrado – bioma que se estende por onze estados brasileiros e no qual vivem 20 milhões de pessoas, os focos de incêndio se alastram e ameaçam a biodiversidade e a população. Na luta contra o fogo, unidades de conservação têm investido com êxito em parcerias público-privadas, na geração de conhecimento para a população e em treinamentos de capacitação para funcionários e a comunidade de seus entornos.

Com área correspondente a 23,92% do território nacional, o Cerrado possui o maior índice de queimadas do país, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Neste ano, até agosto, foram registrados 73 mil focos de queimadas no Brasil, sendo 60% delas no Cerrado. O desafio da conservação do bioma, que garante qualidade de vida à população por meio dos serviços ambientais que presta, é uma verdadeira batalha contra o fogo.

Há quem pense que o problema das queimadas não naturais seja apenas ambiental. O impacto para a economia das cidades e a saúde das pessoas também é grande: diminuição da qualidade do ar, provocando doenças respiratórias; problemas com infraestrutura, como a queda no fornecimento de energia elétrica; perdas em propriedades rurais e péssima visibilidade em rodovias são alguns exemplos de como as queimadas afetam diretamente a população. “Os problemas relacionados ao fogo afetam as vidas das pessoas, estejam elas morando nas cidades ou em áreas rurais. Por isso, é importante entender que a ameaça vai além do impacto direto na natureza”, pontua o analista ambiental do Parque Nacional Chapada dos Veadeiros, Fernando Rebello.

A prática, comum no Cerrado, de utilização do fogo como manejo da terra, principalmente por agricultores e na época de seca, oferece grande risco à biodiversidade e às pessoas. “O uso do fogo é bastante perigoso, principalmente, se a utilização de manejo acontece próximo às áreas urbanas. Além da destruição ambiental, as queimadas podem se alastrar para áreas próximas, atingindo casas, áreas naturais e danificando as redes de transmissão elétrica”, explica Rebello.

Com cerca de 9.000 hectares e fazendo limite com diversas propriedades rurais, a Reserva Natural Serra do Tombador, em Cavalcante (GO), a 420 km de Brasília, é um exemplo de como o combate ao fogo depende da união de diversos setores da sociedade. Mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, a Reserva fica próxima ao Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros e teve cerca de 60% de sua área queimada em 2011, por conta de um grande incêndio. “Diante desse cenário, passamos a investir fortemente em duas dimensões: especialização das estratégias de combate ao fogo e intensificação das ações de prevenção”, explica a diretora executiva da Fundação Grupo Boticário, Malu Nunes, que completa: “em ambos os casos, a parceria com a comunidade do entorno e o poder público ampliaram nossos resultados”.

Em termos práticos, para o combate a possíveis focos de queimada foram construídos aceiros (retirada de vegetação rasteira em linhas para evitar a passagem do fogo durante um incêndio) e também houve a instalação de 11 caixas d’água em diversos pontos estratégicos da reserva, além de outras iniciativas. O investimento em prevenção aconteceu por meio da criação de uma brigada comunitária voluntária de combate a incêndio, em 2012. Apesar de ter como objetivo final o combate a incêndios já estabelecidos, o treinamento dos participantes incluía noções de uso correto do fogo, seus impactos para a biodiversidade entre outros temas relacionados à educação ambiental focada na problemática do fogo.

A brigada voluntária foi uma das soluções encontradas para ressaltar a importância da proteção dos ambientes naturais e compartilhar o conhecimento em relação ao fogo, com a comunidade do entorno da Reserva. “Oferecer capacitação de combate para a população é uma solução para que os moradores tenham conhecimento e saibam como agir de forma preventiva, além de identificarem as formas corretas de uso do fogo, bem como outras opções para manejo da terra”, explica Malu Nunes.

A brigada comunitária voluntária, como aponta Malu, contribuiu para diminuição dos índices de queimadas dentro da Reserva. O monitoramento realizado no local identificou que houve queda de aproximadamente 95% nos focos de incêndios entre 2011 e 2014. Além da capacitação, que serve como serviço de educação ambiental, os voluntários da comunidade, que integram as brigadas, recebem equipamentos básicos como bota, máscara, capacetes e até as bombas costais (utensílio utilizado para esguichar água, com capacidade de até 22 litros).

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Sou infeliz na carreira, mas ganho bem. O que fazer?

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5 Sensos para multiplicadores – Disponível pela Internet – Ministrado em 11/07/2014

Permitir e compreender os 5 sensos trazendo os conceitos e exercícios práticos para as empresas alimentícias.

• Pablo Laube

Maurício Sampaio

De um lado, carga horária elevada, cobrança excessiva, competição exagerada e sentimento de insegurança. Do outro, um bom salário. O que fazer? Buscar a felicidade profissional e arcar com eventuais prejuízos financeiros ou manter como está e ir até o limite?

Muitos vivenciam diariamente esse dilema do que fazer com a carreira, pois, infelizmente, vivemos em um mundo de infelicidade. Ao menos este é o sentimento que uma boa parte da população está sentindo, segundo uma pesquisa da International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR). De acordo com o levantamento, apenas 24% dos brasileiros se sentem realizados com sua vida profissional.  Essa pesquisa é de 2011 e aposto que o índice hoje seja ainda pior.

O que pouca gente sabe é que o principal vilão dessa história não está exatamente ligado à rotina atual. A frustração é fruto de uma má escolha profissional e, normalmente, isso tem origem na juventude.

Durante esses últimos 10 anos atuando como orientador e coach de carreira, acompanhei diversas histórias, de jovens, adultos e profissionais seniores. Conheci executivos em processo de depressão mesmo com muito dinheiro no bolso, empresários estressados e arrependidos mesmo com os negócios crescendo a todo vapor.

Muitos desses meus clientes foram honestos e humildes em admitir que não foram eles que escolheram essas vidas, mas, sim seus pais e o dinheiro. Todos, sem exceção, falavam sobre suas frustações e o sentimento de vazio, de algo incompleto. Como se a vida tivesse retalhado suas conquistas. Deu de um lado, e tirou de outro.

O sentimento de descontrole da própria vida talvez seja uma das principais características de quem deseja mudar e não consegue. Provavelmente você já tenha escutado alguém dizer algo como “agora eu não consigo mais mudar, é muito difícil”, “estou ganhando dinheiro e tenho medo de perder tudo” ou “e se não der certo?”.

Esse é o fardo que muitos infelizes carregam e a principal muleta de quem quer ter uma vida medíocre. O controle da vida está nas mãos das próprias pessoas. Não estou fazendo apologia ao “rebeldismo”, do tipo “vou largar tudo, não quero nem saber e agora vou ser feliz com o que escolher, doa a quem doer”. Até porque eu acredito que não seja simples assim.

O que eu sugiro é que você tenha uma atitude positiva, que acredite em si mesmo e se planeje. Assim, viverá mais próximo da felicidade e do prazer.

Maurício Sampaio é coach de carreira, educador, orientador vocacional e profissional, palestrante, escritor e fundador do InstitutoMS. www.mauriciosampaio.com.br

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Como lidar com um inimigo no trabalho

CURSO TÉCNICO PELA INTERNET
Metodologia para Identificação e Classificação de Aspectos e Impactos Ambientais, Conforme NBR ISO 14001

Possibilitar ao participante a identificação dos aspectos e impactos ambientais, e elaborar o LAIA – Levantamento de Aspectos e Impactos Ambientais de sua organização conforme a norma NBR ISO 14001.

Alexandre Prates

Onde existem duas ou mais pessoas reunidas, ele estará lá: o conflito. E não importa o ambiente. Seja familiar, empresarial, social, religioso, enfim, o conflito é inevitável. Isso por um simples motivo: as pessoas possuem valores diferentes, logo, o que é importante para um, não é para outro. O que me incomoda, não incomoda o outro. E, nesse contexto, as desavenças ocorrem a todo o instante, pois eu, assim como você, quero preservar os meus valores, aquilo que eu não abro mão.

Mas, é importante compreender que o problema não está no conflito e, sim, na consequência gerada por ele. Eu posso discutir com você, debater ideias e sairmos juntos para almoçar. O debate de ideias é saudável. No entanto, a maioria das pessoas, quando questionadas, contrariadas, tem a sua vaidade ferida e tende a atacar para se defender.

Alguns relutam a reconhecer que a ideia do outro é melhor, pois não querem perder a razão. Outros, por receio de perder uma posição ou promoção, criam atritos para diminuir a reputação do colega e fazê-lo menos merecedor do que ele.

E, pouco a pouco, vamos criando inimigos. Se bem que essa palavra é muito forte, prefiro chamar de adversários. Um inimigo quer o seu mal, o adversário quer o seu lugar, mas não deseja prejudicar você. Porém, se você realmente acredita que tem alguém na sua empresa que deseja o seu mal, então possivelmente você tem um inimigo. Independentemente se você tem um inimigo ou um adversário na empresa, permita-me lhe trazer algumas dicas para lidar com esse incômodo:

1. Saiba que ter adversários é normal. Se você não tem adversários é por que não está fazendo o seu trabalho direito. Quando as pessoas se incomodam conosco, é sinal de que estamos nos destacando. Mas, entenda o que estou querendo dizer. Estou falando de resultados, de entrega, de comprometimento e não de destaque por comportamentos inadequados, ou seja, bajular o chefe, vestir roupas extravagantes, extrapolar nas brincadeiras, etc. Se você é bom, vai se destacar e, quando isso acontecer, terá adversários.

2. Fortaleça a sua reputação. A reputação é o seu maior patrimônio.Contribua com as pessoas, preserve a sua imagem, não entre em fofocas e, principalmente, faça o seu trabalho de forma extraordinária. Amplie a percepção de valor que as pessoas enxergam em você.

3. Entregue resultados. Eles te protegem, pois comprovam a sua competência. Se você é um grande vendedor, vai ter muitos adversários, mas jamais conseguirão fazer nada contra você. Quem tem resultado, tem credibilidade.

4. Seja firme e verdadeiro: Não se importe se o adversário é desonesto, falso, dissimulado. Se você agir igual, dará armas para que ele use contra você. Se ele fez uma fofoca a seu respeito, chame-o e esclareça imediatamente. Se ele mente, fale sempre a verdade. As pessoas sempre ficam perto de quem fala a verdade. Se ele não parar, chame-o para uma reunião, com o seu superior, e apresente o que está acontecendo com muita calma e serenidade.

5. Não se desespere. Lembre-se, você está certo! O sucesso está sempre ao lado de quem faz as coisas certas. Sei que a vontade, muitas vezes, é gritar, brigar, mas isso não ajudará. Coloque a pessoa no seu devido lugar e da melhor forma que você pode fazer: com sabedoria! Nenhum adversário ou inimigo resiste a isso.

Alexandre Prates é especialista em liderança, desenvolvimento humano e performance organizacional. É também Master Coach, palestrante, sócio-fundador do ICA (Instituto de Coaching Aplicado) e sócio do Grupo Alquimia.

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ebola

Fui clonado, e agora?

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Técnicas de Negociação

• Sidney Coldibelli

Você já teve alguma surpresa ao receber a fatura do cartão de crédito? Muitos brasileiros já foram afetados com a clonagem do chamado “dinheiro de plástico” e sofreram com os altos valores cobrados por compras que nunca fizeram.

O especialista Cristiano Diehl Xavier, sócio do Xavier Advogados, dá dicas de como prevenir o problema. “É um golpe antigo, onde os criminosos clonam com facilidade os cartões tanto de crédito quanto de débito, e a vítima só se dá conta quando o prejuízo já está estabelecido”, disse.

Uma pesquisa da ACI Worldwide divulgou que 30% dos brasileiros jogam documentos com números de contas bancárias no lixo, e 22% usam serviços bancários ou lojas online em computadores sem softwares de segurança. “Isso contribui para que as fraudes aconteçam e dificulta a localização dos estelionatários”, explicou. A mesma pesquisa afirmou ainda que um em cada quatro titulares de cartões já foi vítima de fraude nos últimos cinco anos.

Para Xavier, medidas simples devem ser tomadas para que não haja surpresa ao final do mês. “Tome muito cuidado com os caixas eletrônicos, pois os equipamentos podem roubar a identificação magnética dos cartões quando alterados. Se algo estranho acontecer durante o processo de saque, por exemplo, chame imediatamente um funcionário.

Além disso, um simples arquivo – encontrado com facilidade pelas quadrilhas, pode montar todo esquema de fraude”, revelou. Para que o golpe dê certo, os criminosos utilizam impressoras de cartões e até máquinas para criação de hologramas e fabricação das letras em alto relevo.

O especialista orienta que os internautas tomem cuidado na hora de realizar as compras virtuais. “É evidente que o mercado online tem benefícios e oferece praticidade aos consumidores, mas é preciso orientação para que a compra não vire dor de cabeça”, revela. Ele alerta que os sites não exigem senha a finalização do negócio. “No comércio eletrônico, os portais solicitam o número do cartão, a data de expiração e o código de segurança”, falou.

Outro ponto diz respeito ao nível de segurança do site. “Existe um cadeado que assegura que a conexão com o servidor é segura. Levar em consideração esse fato já é meio caminho para a segurança”, acrescentou. Xavier indica que as faturas dos cartões sejam analisadas com atenção. “Caso haja fraude, a rápida localização do problema auxilia na resolução do problema”, aconselhou.

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Sete passos para você elevar a resiliência

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Prevenção de Acidentes no Trânsito – Direção Defensiva

Sensibilizar os motoristas em geral quanto a necessidade de neutralizar ao máximo a possibilidade de provocar acidentes; Adoção de procedimentos de rotina pautados pelas normas de segurança no trânsito; Cumprimento ao disposto na CTB – Código de Trânsito Brasileiro.

Bibianna Teodori

Saber atuar sob pressão, responder rapidamente em momentos de crise, demonstrar criatividade e encontrar soluções, mesmo com poucos recursos, não são tarefas fáceis. Mas hoje, mais do que nunca, é justamente este perfil de profissional que o mercado de trabalho valoriza.

Para quem não sabe, as citadas acima são algumas características da resiliência, um conceito que vem da física e que está tão em alta. Originalmente, a resiliência se refere à capacidade que alguns materiais têm de acumular energia quando submetidos à pressão e, depois de absorver o impacto, voltar ao estado original sem deformação, como se fosse um elástico.

No comportamento humano, a resiliência é a habilidade de se adaptar e superar adversidades, situações estressantes. Isso de forma saudável, construtora, sem ser afetado por elas de modo negativo, permanente. Em outras palavras, uma pessoa resiliente é aquela que tem energia e disposição para enfrentar dificuldades em vez de se deixar abater; é capaz de atuar com competência, mesmo sob forte pressão; antecipa as crises, prevê obstáculos e se prepara para lidar com eles; tem atitudes positivas, realistas e firmeza de objetivos; e recupera-se mais rapidamente após sofrer revezes e não muda sua essência depois de passar por experiências difíceis.

Desenvolver a resiliência é fundamental para enfrentar os desafios pessoais e profissionais. E também para ser bem-sucedido profissionalmente, uma vez que a pressão por resultados, as mudanças e as crises são constantes.

No mundo atual, quanto mais resiliente for o profissional, maior será sua vantagem competitiva. E maior será sua capacidade de lidar com tudo isso e ainda manter ou aumentar seu bem-estar, além de encontrar mais satisfação.

Confira sete passos para você elevar a resiliência:

1) Mantenha o foco no futuro. Olhe para frente e não se prenda ao passado.

2) Mantenha-se motivado. Lute por seus sonhos e objetivos. Quem trabalha por seus ideais não tem tempo para chorar mágoas.

3) Invista em seus relacionamentos. Eles são uma grande fonte de apoio e de encorajamento.

4) Mude o hábito de colocar defeito nas coisas e de ver apenas o que as pessoas têm de pior. Combata o costume de ter uma opinião formada sobre tudo.

5) Redescubra as coisas que lhe dão prazer. Fique atento as suas necessidades. Cuide de sua mente, de seu corpo e de sua saúde.

6) Fique atento às necessidades dos outros. Contribuição e compaixão aumentam a resiliência.

7) Resiliência não é rejeitar ou ignorar as emoções negativas, mas apenas não permitir que elas controlem você. Fique atento!

Bibianna Teodori é executive e master coach, fundadora da Positive Transformation Coaching e coautora do livro “Coaching na Prática – Como o Coaching pode contribuir em todas as áreas da sua vida” – www.bibiannateodori.com.br

Chupetas não conformes

chupetaO Inmetro, no âmbito das ações do programa de verificação da conformidade, realizou ensaios nas chupetas fabricadas pela Lillo do Brasil Indústria e Comércio de Produtos Infantis e encontrou não conformidades no modelo Lillo Funny Coleção Bichos Ortodôntica tamanho 2, código 670110, lote 13137, com data de fabricação do dia 17/05/13. Após realização dos ensaios de fervura e tração, foi constatado que a chupeta pode ter suas partes separadas, gerando pequenas peças que podem ser engolidas, expondo a criança ao risco de engasgamento.

As informações de identificação da chupeta podem ser encontradas na embalagem do produto. Se a embalagem foi descartada e o consumidor tem esse modelo em uso, recomenda-se a suspensão imediata. Para mais informação e para solicitar a substituição gratuita ou reembolso, entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente da empresa, por meio do 0800 025-4415 e/ou pelo e-mail sac.lillo@lillo.com.br

A campanha de recall, que abrange 6.432 unidades inseridas no mercado de consumo, foi iniciada no dia em 3 de setembro de 2014, após a empresa comunicar as falhas do produto à Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça. O Código de Defesa do Consumidor determina que o fornecedor repare ou troque o produto defeituoso a qualquer momento e de forma gratuita. Se houver dificuldade, a recomendação é procurar um dos órgãos de proteção e defesa do consumidor.

O poder do pensamento no desempenho profissional

LIVRO

Renato Curi

Faz parte da essência do trabalho do líder avaliar o desempenho do seu liderado e apoiá-lo em seu desenvolvimento. Olhar para o desempenho e avaliar o que não está bom é algo que os líderes fazem com precisão, uma vez que, através das entregas, o desempenho pode ser facilmente mensurado, tornando-se algo objetivo. Atrelar a qual comportamento se deve o desempenho de um liderado, apesar de ser mais subjetivo, também é algo que a maioria dos líderes consegue fazer.

Por exemplo, relacionar que a falta de resultados deve-se à desorganização que um determinado liderado é relativamente simples. Portanto, é possível afirmar os resultados de cada um refletem o seu comportamento. E os verdadeiros líderes sabem como identificar estes pontos.

Na tentativa de fazer sua equipe evoluir, no entanto, você já percebeu que grande parte dos líderes tenta mudar o comportamento dos seus liderados “na marra”? Quando algo sai errado, é comum ouvirmos: “não quero mais que você aja dessa forma!”.

Apenas dizer a uma pessoa que tem dificuldades em organizar-se que “você precisa se organizar”, dificilmente resolverá o problema. Pode até ser que algo mude, mas raramente essa mudança será duradoura ou definitiva. Logo, é preciso encontrar uma maneira mais eficiente de apoiar a transformação das pessoas.

É preciso que os líderes se questionem: o que direciona nossos comportamentos?  Somente respondendo esta pergunta pode-se levar a transformação comportamental para um estágio mais profundo.

O que direciona, influencia e sustenta nossos comportamentos são nossos pensamentos. Logo, um problema na performance está relacionado a um possível problema no nível de pensamentos. Essa é a hora que o líder exerce sua função de desenvolver pessoas, ajudar seus liderados a, juntos, identificarem quais são os pensamentos que estão reduzindo o desempenho. Como?  Por investigação e diálogo, perguntando: por que você age assim? O que te impede de fazer diferente? Se fizesse diferente, quais seriam as implicações?

Imagine que um profissional perceba que, frente às ideias que passam pela sua cabeça para tornar seu trabalho mais otimizado ou o clima da empresa melhor, ele tem o comportamento de guardar as ideias para si e não compartilhar. Talvez se o líder dele questionasse: “o que te impede de fazer diferente?”, ele poderia chegar em pensamentos como: “quem sou eu para mudar as coisas aqui nessa empresa” ou “quando eu assumir uma posição de liderança, aí sim, vou me expor mais, vou arriscar e as pessoas vão me ouvir”. 

Fica evidente que no nível de pensamentos esse liderado tem a percepção que ele não tem poder para mudar as coisas, que é pequeno para mudar a cultura da empresa ou que se expor está vinculado a uma determinada posição de liderança. A consequência desses pensamentos é uma postura mais passiva no dia a dia.

Como, no nível de pensamentos, não existe certo ou errado, cada pessoa pode escolher no que acreditar. Certamente, na mesma organização, alguém acredita que “para a cultura melhorar, é preciso a começar”. Nessa pessoa é possível observar mais iniciativa e participação, maior protagonismo.

Agora, imagine aquele líder que prefere revisar no detalhe todo trabalho de seus liderados e requisita sempre mudanças, quando não, ele mesmo refaz o trabalho ao seu estilo. Se ele se perguntar curiosamente: “Porque faço isso?” Talvez conclua algo do tipo: “Ninguém faz tão bem quanto eu”.

Enquanto ele acreditar nesse pensamento, dificilmente encontrará maneiras de delegar e desenvolver sua equipe. Faço um convite a você mesmo. Reflita sobre seus comportamentos, principalmente, aqueles indesejados e questione: “Porque eu faço isso?”, e ainda questione como você, líder, pode dar o primeiro passo para identificar os pensamentos que estão travando o desempenho de seus liderados. Lembre-se: é no nível de pensamentos que reside à alavanca da mudança e do sucesso!

Renato Curi é sócio-consultor da Crescimentum.

As normas tecnicas para o inventário de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE)

Para aquelas empresas que desejam neutralizar as emissões de GEE, recomenda-se produzir um inventário que contabiliza, de maneira precisa, as emissões e remoções de GEE e possibilita identificar projetos que gerem créditos de carbono. Os especialistas sugerem ainda que o processo seja guiado segundo normas internacionais.

As demandas organizacionais fundamentadas em inventários de GEE incluem a gestão de riscos de GEE e a identificação de oportunidades de redução; a identificação de riscos associados com restrições de GEE no futuro; a identificação de oportunidades na relação custo/efetividade de redução por meio da busca por eficiência no uso de energia e outros recursos;a definição de metas de GEE, medição e relatório de desempenho; um relatório público e participação em programas voluntários de GEE; um inventário voluntário das emissões de GEE e do progresso quanto às metas de GEE, para o público interessado; um relatório a programas de governos e ONGs, incluindo registros de GEE; e a rotulagem ambiental.

Atualmente são seis os gases considerados como causadores do efeito estufa: dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), oxido nitroso (N2O), clorofluorcarbonetos (CFCs), hidrofluorcarbonetos (HFCs) e hexafluoreto de enxofre (SF6). Segundo vários especialistas, o CO2 é o principal culpado pelo aquecimento global, sendo o gás mais emitido (aproximadamente 77%) pelas atividades humanas.

No Brasil, cerca de 75% das emissões de gases do efeito estufa são causadas pelo desmatamento, sendo o principal alvo a ser mitigado pelas políticas públicas. No mundo, as emissões de CO2 provenientes do desmatamento equivalem a 17% do total.

O SF6 é o gás com maior poder de aquecimento global, sendo 23.900 vezes mais ativo no efeito estufa do que o CO2. Este gás é usado na indústria elétrica para aplicações de alta tensão, como em interruptores e disjuntores. Em conjunto, os gases fluoretados são responsáveis por 1,1% das emissões totais de gases do efeito estufa.

greenhouse gas emisions

A mudança do clima foi identificada como um dos maiores desafios a ser enfrentado por nações, governos, empresas e cidadãos nas próximas décadas. A mudança do clima tem implicações para os sistemas humano e natural, e pode levar a alterações significativas na utilização de recursos naturais, produção e atividade econômica. Em resposta, iniciativas internacionais, regionais, nacionais e locais estão sendo desenvolvidas e implementadas para limitar concentrações de GEE na atmosfera da Terra. Tais iniciativas dependem da quantificação, monitoramento, elaboração de relatórios e verificação das emissões e/ou remoções de GEE.

A meta geral das atividades de validação ou verificação de GEE é dar confiança a todas as partes que dependem de uma declaração de GEE. A parte que elabora a declaração de GEE é responsável pela conformidade com requisitos da norma ou programa de GEE relevante. Assim, o organismo de validação ou verificação é responsável por realizar uma avaliação objetiva e fornecer uma declaração de validação ou verificação em relação à declaração de GEE da parte responsável, baseada em evidências.

Há uma norma, a NBR ISO 14065 de 07/2012 – Gases do efeito estufa – Requisitos para organismos de validação e verificação de gases de efeito estufa para uso em acreditação e outras formas de reconhecimento que fornece requisitos para organismos que executam validações ou verificações de GEE usando a NBR ISO 14064-3 ou outras normas ou especificações relevantes. Ela contém uma série de princípios que convém que estes organismos sejam capazes de demonstrar, e fornece requisitos específicos que refletem estes princípios.

Os requisitos gerais se relacionam às questões legais e acordos contratuais, responsabilidades, gestão da imparcialidade e questões de responsabilização e financiamentos. Os requisitos específicos incluem disposições relacionadas a estruturas, recursos e competências, gestão de informações e registros, processos de verificação e validação, apelação, reclamações e sistemas de gestão. Fornece uma base para que administradores, reguladores e acreditadores de programas de GEE avaliem e reconheçam a competência de organismos de validação e verificação. Também pode ser usada de outras formas, como na avaliação de pares dentro de grupos de organismos de validação ou verificação ou entre tais grupos.

Já a NBR ISO 14066 de 08/2012 – Gases de efeito estufa – Requisitos de competência para equipes de validação e equipes de verificação de gases de efeito estufa especifica os requisitos de competência para as equipes de validação e equipes de verificação, complementando a implementação da NBR ISO 14065. Não está vinculada a qualquer programa de gases de efeito estufa (GEE) específico. Se um programa de GEE específico for aplicável, os requisitos de competência deste programa de GEE são adicionais aos requisitos dessa norma. Importante acrescentar que os requisitos de competência da direção e pessoal de apoio são especificados na NBR ISO 14065, de 2012, na Seção 6.

Ao especificar os requisitos de competência para equipes de validação e equipes de verificação em benefício aos administradores, reguladores, organismos de validação e organismos de verificação de programa de GEE, essa norma torna-se necessária para alcançar consistência no mercado internacional e manter a confiança pública no relato de GEE e outras comunicações, havendo necessidade de definir os requisitos de competência para equipes de validação e equipes de verificação. Os requisitos para organismos de validação de GEE e organismos de verificação de GEE são estabelecidos na NBR ISO 14065.

Ela exige que os organismos de validação e os organismos de verificação estabeleçam e mantenham um procedimento para gerenciar a competência de seu pessoal que realiza as várias atividades de validação ou verificação dentro da equipe indicada para a contratação. É função do organismo de validação ou verificação assegurar que as equipes tenham a competência necessária para concluir eficientemente o processo de validação ou verificação. Essa norma inclui princípios para assegurar a competência das equipes de validação e das equipes de verificação. Apoiando esses princípios, existem requisitos gerais baseados nas tarefas que as equipes de validação ou equipes de verificação precisam ser capazes de realizar e a competência exigida para tanto.

A aplicação de princípios é fundamental para a avaliação da competência dos membros da equipe para realização da validação e verificação. Os princípios são a base dos requisitos dessa norma e orientarão a sua aplicação. O princípio da independência envolve: permanecer imparcial à atividade que está sendo validada ou verificada, e livre de tendências e conflitos de interesse; manter a objetividade durante toda a validação ou verificação para assegurar que as constatações e as conclusões serão baseadas em evidências objetivas geradas durante a validação ou verificação.

O princípio da integridade envolve a demonstração do comportamento adequado por meio de confiança, honestidade, trabalho com empenho e responsabilidade, observando a lei, mantendo a confidencial idade e fazendo divulgações previstas pela lei e pela profissão durante todo o processo de validação ou verificação. O princípio da apresentação adequada envolve: refletir verdadeira e precisamente as atividades, constatações, conclusões e relatórios de validação ou verificação; relatar obstáculos significativos encontrados durante o processo de validação ou verificação, bem como opiniões não resolvidas, divergentes, entre os membros da equipe, a parte responsável e o cliente.

O princípio de cuidados profissionais devidos envolve: exercer os devidos cuidados e julgamentos em conformidade com o risco atribuído à tarefa realizada e com a confiança atribuída pelos clientes e usuários pretendidos; ter a competência necessária para realizar a validação ou verificação. O princípio do julgamento profissional envolve: ser capaz de tirar conclusões significativas e precisas, fornecer opiniões e fazer interpretações com base em observações, conhecimento, experiência, literatura e outras fontes de informação; demonstrar ceticismo profissional. Os membros da equipe de validação ou da equipe de verificação planejam e realizam uma validação/verificação com uma atitude de ceticismo profissional para obter evidência adequada suficiente, se as informações sobre o objeto estiverem livres de distorções materiais.

Os membros da equipe de validação ou da equipe de verificação consideram a materialidade, a garantia de riscos contratuais e a quantidade e qualidade das evidências disponíveis ao planejar e realizar a contratação, em especial ao determinar a natureza, a duração e a extensão dos procedimentos de obtenção de evidências. Eles devem planejar e realizar uma validação/verificação com uma atitude de ceticismo profissional, reconhecendo que possam existir circunstâncias que façam com que as informações sobre o objeto estejam materialmente distorcidas.

Uma atitude de ceticismo profissional significa que membros da equipe de validação ou da equipe de verificação fazem uma avaliação crítica, com uma mentalidade questionadora, da validade da evidência obtida, e estão alerta à evidência que contradiz ou coloca em questionamento a confiabilidade dos documentos ou representações pela parte responsável. Assim, a atitude de ceticismo profissional é necessária, durante todo o processo de contratação, aos membros da equipe de validação ou da equipe de verificação, para reduzir o risco de ignorar circunstâncias suspeitas, de generalização indevida, ao tirar conclusões a partir de observações, e do uso de hipóteses falsas na determinação da natureza, a duração e a extensão dos procedimentos de obtenção de evidências e avaliação dos seus resultados.

Os membros da equipe de validação ou da equipe de verificação consideram a confiabilidade das informações a serem usadas como evidências, por exemplo, fotocópias, fac-símiles, documentos filmados, digitalizados ou outros documentos eletrônicos, incluindo a consideração de controles sobre sua preparação e manutenção, quando relevantes. Embora eles não sejam treinados ou não se espere que sejam peritos em autenticação, em raras ocasiões a validação/verificação pode envolver a autenticação da documentação.

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